Tarantino e suas quatro lições de negócios
Estou em uma corrida para assistir a todos os títulos indicados a categoria de Melhor Filme no Oscar 2013, antes da cerimônia no dia 24 de fevereiro. Nesse intento, não pude me livrar de ver “Django Livre”, mais recente produção do diretor Quentin Tarantino. Usei “me livrar” porque – e agora eu me preparo para todas as reprovações do mundo – eu não gosto muito do trabalho dele.
O filme do escravo que vira caçador de recompensas à procura de sua mulher não me impressionou – assim como todas as outras películas anteriores de Tarantino, confesso. Saindo da sessão de cinema, tentei extrair (espremer, produzir, tirar, forçar) algum significado de toda aquela sanguinolência, festival de referências e cacoetes estilísticos. O que restou mesmo foi cansaço.
Coincidentemente, passeando pela internet, encontrei uma pessoa, que diferentemente de mim, encontrou significados para os filmes de Tarantino, ou pelo menos para o seu trabalho, e ainda por cima com uma perspectiva de negócios. Lindsay Lavine, do site da revista Entrepreneur, listou, com a ajuda de dois acadêmicos, quatro lições de negócios que você pode aprender com o diretor de “Django Livre”.






















