Papo de Empreendedor

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Seu negócio precisa de um mantra

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A sua empresa tem um mantra? Uma ideologia que ela usa para tomar qualquer decisão, para criar qualquer produto? O questionamento é feito por Shane Snow, colunista do site da revista americana Fast Company. Em seu último post, ele defende esse costume dentro do mundo corporativo. “Nos negócios, o mantra funciona como um lema e é algo fundamental para a empresa, mais até do que um slogan de marketing”, afirma Snow.

Mantra é um termo do sânscrito que significa algo como “expressão ou pensamento sagrado”. Tradicionalmente, explica Snow, ele funciona como uma forma de ajudar na concentração – algo recomendado pelos gurus hindus. Trata-se, basicamente, de palavras ou frases que devem ser repetidas várias vezes. Em uma empresa, o mantra deve ser justamente aquela base que rege todo o seu funcionamento. “Pense diferente” é o que rege a Apple, por exemplo. Para o colunista, os melhores mantras são assim: informam como as coisas são levadas no cotidiano da empresa – tanto por trás das paredes quando na frente da multidão. O guru dos negócios Guy Kawasaki, ex-evangelista da Apple, explica que a chave é a simplicidade. “O mantra deve ter duas ou três palavras. Ele deve ser curto, doce e fácil de entender.”

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Brainstorming: como usar

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O brainstorming é uma tática fortíssima para qualquer equipe que precise desenvolver algo inovador. Trata-se, basicamente, de uma reunião criativa organizada para a criação de conceitos, produtos e soluções diferentes. Desses encontros, empreendedores podem sair com ideias geniais nas mãos, mas é preciso certo esforço. Acontece que a técnica inventada pelo publicitário norte-americano Alex Osborn não é tão simples quanto parece. Para começar, um brainstorming precisa de um mediador. É ele quem deve fazer perguntas, instigar a equipe e se empolgar com as boas ideias. Para o colunista da revista Inc. Michael Olguin, em um brainstorming, tudo depende desse personagem. Em seu último post no site da publicação, Olguin defende que essas reuniões pedem um investimento enorme de tempo e energia da equipe pois, se forem feitas de maneira incorreta, poderão se tornar um desperdício de esforço entre os participantes. Como presidente de uma agência de relações públicas, o colunista diz que já acumulou bastante experiência como mediador de brainstormings e dá algumas dicas do que não fazer e do que fazer nessas situações.
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Sua empresa não precisa de um herói

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Nas histórias em quadrinho e nos filmes de ação, o herói é aquele que salva o dia. Aquele que enfrenta vilões, resgata donzelas e protege cidades nas situações mais adversas. Todo mundo quer ou já quis ser um herói. Mas, dentro de uma empresa, esse pode não ser o perfil mais recomendado. É isso que defende Steve Giglio, colunista do site da revista Fast Company. Em seu último post, ele diz que ter um “mocinho” no negócio pode causar danos no longo prazo. Principalmente porque, quase sempre, heróis trabalham sozinhos.

No mundo corporativo, ele é aquele capaz de salvar a empresa no último minuto, com quem todos os clientes desejam falar e que costuma fechar praticamente todos os negócios. É um “super executivo”, que vira parâmetro de comparação entre todos os funcionários e chefes. E ele sabe disso. Giglio diz que é muito fácil identificar o “herói” em uma companhia. Normalmente, é aquela pessoa que vive repetindo: “eu tenho que fazer todo o trabalho por aqui” ou “estou cansado de fazer tudo sozinho”.
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A melhor cor para o seu negócio

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Qual a cor das paredes de seu escritório? E da sua empresa? Se você não liga muito para a estética de seu ambiente de trabalho, deveria. Pelo menos é isso que sugere um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. Segundo os dados, as cores afetam diretamente o comportamento, a atenção e a capacidade de inovação das pessoas. Para que os especialistas chegassem a essa conclusão, mais de 600 alunos da instituição foram submetidos a testes. O resultado mostrou que o azul, por exemplo, estimula a criatividade, enquanto o vermelho deixa todos mais atentos às suas tarefas.

Mike Kapnick, dono de uma seguradora no estado do Michigan, nos Estados Unidos compartilha da opinião dos pesquisadores canadenses. Ele, na verdade, não estava pensando muito sobre esse estudo da universidade quando decidiu pintar as paredes de sua empresa. O executivo de 41 anos diz que só queria mesmo criar um ambiente confortável para ele e para os funcionários. “A intenção era manter a atmosfera de negócio, mas tornando o local mais cômodo para quem trabalha lá”, disse ele ao portal norte-americano Huffington Post.
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Três habilidades que todo empreendedor precisa ter

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Enquanto conversava com uma recém-formada sobre oportunidades de negócios e planos para o futuro, o colunista da revista Inc. Ron Burley percebeu que, no discurso da garota, havia bastante entusiasmo – e muito medo também. Graduada em administração de empresas, ela começava naquele momento uma nova fase de sua vida, repleta de expectativas e apreensões.

“Ela estava certa ao sentir um pouco de medo”, diz Burley, em sua coluna no site da publicação.  Apenas o conhecimento acadêmico não é garantia de sucesso quando se começa um negócio. Para se sair bem como empresário, são necessárias outras habilidades, daquelas que não costumamos colocar no currículo. Usando sua experiência como advogado especializado em direito do consumidor e empreendedor em série, o colunista enumera três delas:

Perseverança

Quando se vê um futuro incerto à frente, é normal ter medo. Existem algumas pessoas, no entanto, que, quando se veem diante daquilo que é duvidoso, escolhem não fazer nada. “Elas sempre falam para os outros sobre seus grandes planos, mas não conseguem reunir forças o suficiente para tirá-los do papel e colocá-los em prática”, diz Burley.

Nos negócios, perseverança significa olhar sempre em frente, dando um passo de cada vez e enfrentando as dificuldades conforme elas aparecem. Para o colunista, muitas pessoas fracassam durante esse percurso porque desistem logo no primeiro obstáculo.  “Toda grande história de empreendedorismo conta com pelo menos um episódio em que a pessoa precisou ser perseverante para superar um desafio”, diz.

Dica: Todos os dias faça pelo menos uma coisa que te coloque mais perto do seu objetivo. Se conseguir cumprir isso, no final do ano, você terá dado quase 400 passos em direção ao seu destino.

Respeito

Existem muitas ideias de negócios que podem ser mudadas ou melhoradas. Mas isso não significa que todas sejam assim. “A roda já foi inventada e funciona muito bem exatamente do jeito que está”, diz Burley. Toda indústria, todo segmento tem uma história. Estude-a. Entenda e respeite o que foi feito antes da sua empresa. Só assim você será capaz de reconhecer novas oportunidades e as deficiências do setor. Além disso, poderá também evitar tomar decisões ou medidas que não deram certo no longo prazo.

Dica: Procure conversar com pessoas que trabalham há mais tempo no ramo em que você deseja atuar. Leve-os para tomar um café e anote tudo o que dizem. O objetivo aqui não é copiá-los, mas sim aprender com suas experiências, erros e sucessos.

Inovação

É claro que você precisa estar pronto quando uma oportunidade “bater na sua porta”. Mas, em tempos econômicos difíceis, você pode estar perdendo tempo esperando. Você devia estar fazendo. Crie a sua própria oportunidade, com um pouco de inovação pessoal.

Para  Burley, inovação é uma forma especializada da criatividade, em que se cria algo novo e, principalmente, útil. “Mandar um bolo de aniversário para o CEO da empresa com a qual você quer fechar negócio pode ser criativo, mas dificilmente será útil. Para ser produtivo e inovador nessa situação, você precisa pensar em uma ideia ou método que te dará todas as chances de alcançar seu objetivo”, diz o colunista.

Dica: Pergunte a você mesmo quais sãos as necessidades dessa pessoa e descubra como você pode solucioná-las de um jeito criativo e inovador.

4 motivos para ser tornar um empreendedor

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Largar o patrão e se tornar o seu próprio chefe é uma das razões mais conhecidas pelas quais alguém decide largar o emprego dentro de uma empresa e se tornar empreendedor. Mas existem outras vantagens com a abertura de um negócio próprio. O colunista do site da revista Inc. Jeff Haden enumera quatro bons motivos para sair da vida corporativa e abraçar o empreendedorismo. Você concorda com todos eles?
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Quanto você pagaria por uma boa ideia?

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Quanto vale uma boa ideia? Para o empreendedor indiano Naveen Jain (foto), exatamente US$ 50 mil. Pelo menos é esse o valor recebido pelos seus funcionários quando bolam projetos inovadores para alguma de suas três empresas, como conta o colunista do Huffington Post Nate C. Hiddman, em seu último post para o portal.

Dono de três negócios em Washington, nos Estados Unidos, Jain está convencido de que a recompensa financeira estimula a criatividade dos empregados. Ele começou a pensar assim quando ganhou um lugar do conselho da Fundação X Prize, uma organização sem fins lucrativos que realiza competições com prêmios multimilionários para inovações tecnológicas. Desde então, o empreendedor se sentiu pressionado a estimular novas ideias dentro de suas empresas.
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