Papo de Empreendedor

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E-mail marketing ético – e não spam

O último post que escrevi fala sobre e-mail marketing. Nele, surgiram alguns comentários lembrando da importante diferença entre esta prática e o spam.

Os spams são aqueles e-mails que recebemos com propagandas de produtos duvidosos, que querem vender algo a todo custo e são enviados aleatoriamente (geralmente para listas de e-mails compradas, como lembrou o internauta Ramon E. Ritter em um dos comentários).

Já o e-mail marketing tem intenção de estreitar o relacionamento com o cliente. Ele é uma ferramenta ótima para os negócios, mas o spam, além de ser muito incômodo, é perigoso – pois pode trazer vírus para seu computador.

Para que não haja risco do e-mail marketing ser confundido com spam e também para evitar que ele se torne um peso na vida – e na caixa de entrada - dos clientes, começou a vigorar este ano uma autorregulamentação para prática de e-mail marketing (Karin Keller, obrigada pela dica deixada nos comentários).

O documento foi elaborado por meio de parceria entre agências reguladoras de marketing, associações de comércio, de defesa do consumidor, e centros de combate aos crimes da internet. A regra mais importante – e que define o que é um e-mail marketing – é a que diz que ele será enviado apenas para destinatários que escolheram receber as mensagens. Para conhecer a regulamentação completa, clique aqui e acesse o documento no site da ABEMD – (Associação Brasileira de Marketing Direto).

Como aumentar sua lista de e-mail marketing

A internet, como já sabemos, é um canal super eficiente para divulgar seus negócios. Mas se o cliente não vem até o seu site, como você pode chegar até o seu cliente?  Uma lista de e-mail marketing bem recheada é uma opção.

Com ela, você pode mandar mensagens dirigidas para seus consumidores e incentivá-los a ir correndo para a sua loja comprar um produto novo. Mas como as pessoas recebem muitas mensagens que vão direto para a lixeira, você tem que convencê-las a assinar sua lista de e-mails.

O site Small Biz Bee listou algumas dicas que podem ajudá-lo a atrair mais assinantes para o seu e-mail marketing.

1-Torne visível

Dentro do seu site, o cliente tem que encontrar um botão logo na primeira página para se cadastrar na sua lista. Em sua loja, deixe fichas para o cliente se inscrever. Elas devem estar bem visíveis no caixa e  seus funcionários devem oferecer o cadastro aos consumidores.

2-Demonstre relevância

Dê um bom motivo para seu cliente querer receber seu e-mail marketing. Explique um pouco do que ele vai receber e quais são as vantagens. Em seu site, você pode disponibilizar uma lista. Ex:”Dez razões para você assinar nosso mailing”.

3-Dê incentivos

Que tal oferecer brindes e promover promoções exclusivas para assinantes do e-mail marketing? Além de incentivar a assinatura, estas medidas podem  lhe  ajudar diretamente no aumento das vendas.

4-Seja criativo

Encontre maneiras diferentes de promover o e-mail marketing no site. Você pode fazer um vídeo, por exemplo, explicando um pouco  sobre a sua empresa e o que os clientes vão receber assinando sua lista.

5-Deixe uma política de privacidade explícita

Você tem que fazer com que  o seu cliente se sinta seguro ao  colocar  o e-mail  na lista da sua empresa . Ele tem que ter certeza de que o endereço eletrônico dele não vai sair da sua loja.
Você usa e-mail marketing ou mala direta no seu negócio? Como estes recursos lhe  ajudam?

Aprenda a dar descontos sem prejudicar sua marca

Nada mais atraente para o consumidor do que uma loja com um grande aviso de promoção logo na vitrine. Os descontos podem ser um bom chamariz para novos clientes. Ainda mais em uma época de recessão, quando boa parte das pessoas aprenderam a tomar cuidado com seus hábitos de consumo.

Por outro lado, dar descontos desenfreados pode ter um efeito bem negativo no seu negócio. Além de correr o risco de desvalorizar sua marca, tem o perigo de que suas margens de lucro caiam muito.

Como não dá para abrir mão do artifício do desconto, a versão eletrônica da BusinessWeek traz algumas dicas para baixar os preços sem prejudicar os negócios.

Confira:

1. Descontos Limitados

Não dê descontos muito frequentes nem os mantenha por muito tempo. Eles podem ser viciantes!!! Segundo a BusinessWeek, um exemplo disto é o que acontece com redes varejistas. Algumas delas, principalmente no setor de vestuário, realizam tantas promoções e queimas de estoque que acostumam o consumidor a só comprar nestas épocas.

2. Descontos Críveis

Nada de reduções de outro mundo no preço dos seus produtos!!! O consumidor tem que encarar as promoções como uma oportunidade muito boa de uma loja que se importa com ele, e não como um sinal de desespero para acabar com um estoque! Produtos com um desconto muito grande podem perder a credibilidade junto ao cliente.

3. Descontos Criativos

Uma boa ideia pode ser aplicar descontos para produtos específicos dentro da sua loja. A BusinessWeek citou como exemplo uma loja de videogames que, durante o auge da crise, disponibilizou a venda de jogos usados, que já teriam naturalmente um preço mais baixo.
E no seu negócio? Você costuma promover descontos com frequência? E estas promoções ajudam ou atrapalham as vendas?

Antes de abrir uma franquia, que tal consultar outros franqueados da mesma rede?

Pronto! Você já poupou dinheiro suficiente, escolheu um nicho de mercado e está preparado para ter seu negócio próprio! Digamos que sua ideia é abrir uma franquia. O próximo passo seria consultar a empresa escolhida e descobrir que requisitos cumprir para ser um franqueado. Antes de seguir para esta etapa, uma conversa sincera com donos de unidades da loja que você pretende abrir pode te ajudar a evitar erros e entrar com mais segurança no negócio.

É como quando você está se mudando para uma casa nova e conversa com futuros vizinhos para saber se a vizinhança é tranquila. Ou quando é hora de comprar um carro novo e consulta os amigos para pedir ajuda na escolha da melhor marca com base nas experiências que ouvir.

Mas quais são as perguntas que não podem faltar para um colega franqueado? O site ALLBusiness listou dez questões que são obrigatórias na conversa com outros franqueados. Confira as dicas:

1. Você está feliz com seu franqueador?
Peça para seu colega franqueado detalhar o que o deixa contente ou não com a rede.

2. Quanto tempo demorou para você ter retorno do seu investimento?

Pergunte a si próprio se você tem condições psicológicas e financeiras de passar por este período sem lucros.

3- Em cerca de quanto gira o seu lucro e quais eram suas expectativas sobre ele?
É difícil perguntar para uma pessoa quanto ela ganha, mas pode ser mais difícil ainda descobrir sozinho – com a experiência própria.

4- Seu franqueador fez estimativas corretas do capital de giro que você precisaria?

Pior do que ter surpresas com os ganhos, é se surpreender com as despesas!

5- Seu franqueador te deu algum treinamento? Se sim, foi o suficiente para aprender a gerenciar seu negócio?
Tudo bem que muitas coisas aprendemos na prática, mas quanto mais teoria você tiver antes de mergulhar no seu negócio, melhor!

6-Você teve alguma taxa ou custo que não estava previsto? Se sim, quais foram?
Além do capital de giro, é bom ter certeza de qual deve ser seu capital inicial.

7- A região que você alcança com sua franquia é suficiente para atender seus objetivos?

Se o ponto escolhido pelo seu colega for parecido com o seu e tiver um público similar ao redor dá para ter uma ideia se é um bom local ou não . Repare também a que distância estão os concorrentes mais próximos
8- Existe alguma restrição aos produtos que você vende? Você é obrigado a designar um vendedor com alguma qualificação especial?
Vamos pensar em uma farmácia. Além da licença para os remédios, a figura do farmacêutico sempre deve estar presente. Certifique-se das necessidades que sua franquia terá.

9- O seu franqueador dá o tanto de suporte que ele prometeu que daria?
Principalmente se você for marinheiro de primeira viagem, vai precisar de conselhos constantes. Certifique-se de que seu franqueador estará sempre pronto para atendê-lo.

10- Qual a experiência em negócios, nível de estudos e habilidades que você já tinha antes de abrir sua franquia?

Pergunte também se toda essa experiência foi fundamental na abertura da franquia ou apenas um detalhe. Às vezes, ele também pode te indicar livros e sites que ajudem na preparação para a vida de franqueado.


E você? Conversou com alguém que já atuava no seu nicho de negócios antes de experimentar a vida de empreendedor? Qual outra pergunta você faria para um colega franqueado antes de abrir sua franquia?

Para tirar melhor proveito do Twitter

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O Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de negócios. Com ele, é possível saber o que seus consumidores pensam, o que seus concorrentes estão preparando e quais são as tendências para o seu setor. Tudo isso fica mais fácil de ser feito se você “seguir” as pessoas e empresas corretas.

Para os novos usuários do Twitter, encontrar as páginas certas para se seguir pode ser algo intimidante. Ainda mais se observamos os números de uma notícia publicada hoje pela versão online da Fast Company, que reportou que 69% dos 2 mil norte-americanos que responderam a pesquisa da LinkedIn Research Network/Harris Poll simplesmente não conheciam o Twitter o suficiente para ter uma opinião formada sobre a mais atual febre da internet.

E foi o blog da própria Fast Company que trouxe uma boa novidade para ajudar os novos “twitteiros”. Um empreendedor de 18 anos, Brian Wong, criou uma ferramenta que pode te ajudar a encontrar e escolher as páginas certas para se seguir no Twitter.

A ferramenta se chama FollowFormation e tem um slogan bem sugestivo: “make following make sense” (faça o ato de seguir ter sentido, em português). Funciona assim:

Quem precisar de ajuda para encontrar os Twitters certos a serem seguidos, entra no site http://www.followformation.com/ e cadastra o endereço de seu Twitter e seus interesses. Para quem quer usar o Twitter para os negócios, por exemplo, pode registrar como interesse o perfil de sua empresa e dos consumidores que quer atingir.

Após cadastrar estas informações, a ferramenta traz uma lista com páginas do Twitter que combinem com o que você pediu.

Só nos primeiros dias, o site ajudou 25 mil páginas a serem seguidas. Agora, o plano do empreendedor para lucrar com sua ferramenta é estrear anúncios na página de resultados sugeridos.

A busca pela perfeição

Muito se diz que a pressa é inimiga da perfeição. Mas e a perfeição? Do que ela é inimiga? Zeke Camusio, empreendedor em série e dono da The Outsourcing Company (agência de marketing online), diz que a perfeição - ou a busca por ela - pode ser inimiga do seu negócio e da sua atuação como líder.

No blog do livro Toilet Paper Entrepreneur, ele afirma que o perfeccionismo excessivo nos negócios pode fazer você deixar de enxergar seus bons resultados e criar um ambiente de tensão na empresa.

Confira as dicas de Zeke Camusio para desbancar o mito do perfeccionismo e melhorar as qualidades que vão te levar ao sucesso:

Aprenda com seus erros e seja honesto sempre

Se você cometer um erro, seja honesto com seu cliente e mantenha a comunicação aberta.

Dê risada de si e seja flexível

O humor ajuda a relaxar em situações tensas.

Não menospreze talentos e conquistas

Lembre-se que seu maior crítico é você mesmo. Segundo Camusio, empreendedores que tentam ser perfeitos 24 horas por dia, sete dias por semana, não dão o devido crédito para os resultados próprios nem da equipe.

Você concorda com Camusio? A busca pela perfeição é inimiga dos negócios ou é um incentivo rumo ao sucesso?

Quem canta …. seus negócios impulsiona

musicParece que um pouco de música pode ajudar seus negócios de várias maneiras.

As empresas PPL e PRS for Music lançaram em parceria com a Entertainment Media Research (EMR) uma pesquisa sobre como a música pode afetar nossas vidas, a economia e os negócios. O resultado, obtido depois de um levantamento feito com vários setores do Reino Unido, está no site MusicWorks.

Confira alguns efeitos que a música pode causar:

Para funcionários

-71% dos entrevistados gostariam de poder ouvir música durante seu horário de trabalho. Desse total, 74% disseram  que  o trabalho seria mais agradável se  pudessem ouvir músicas  que gostam  durante o expediente

-77% das pessoas que responderam a pesquisa dizem que são mais produtivas quando  estão ouvindo boa música

-85% dos funcionários disseram que o ambiente de trabalho é muito menos estressante quando há boa música tocando

Nas lojas de rua

-84% dos clientes entrevistados disseram que a compra é mais prazerosa quando há música tocando. Desse total, 23% afirmaram que pagariam até 5% a mais nos produtos que compram se  houvesse música na loja

-45% dos consumidores que responderam a pesquisa disseram que recomendariam para seus amigos lojas que tocam boa música

-55% disseram que  a  probabilidade de voltar a uma loja  que toca a música de sua preferência  é maior

- Com o aumento do tempo de permanência de clientes, pequenas e médias lojas de rua podem aumentar seus lucros em 5%

Em hotéis

-76% dos hospedes afirmaram que gostariam de ouvir boa música  em áreas comuns

-Um em cada quatro clientes gastaria até 5%  a mais  com  comida e bebida em hotéis e restaurantes que tocam boa música

-52% dos clientes entrevistados disseram que têm uma tendência maior a serem fiéis a um hotel se ele tocar  boa música

E no seu negócio? A música ajuda de alguma maneira?

Coisas que compramos mais durante uma recessão

672133_54557551“Você não é páreo para mim”, disse um setor para a recessão. É que durante uma crise, alguns produtos tendem a aumentar as vendas.

O blog Cheapskate decidiu listar alguns destes campeões de venda.

Conheça alguns deles:

1 – Sementes

Segundo o blog, a jardinagem é uma boa maneira de aliviar o stress e, se você plantar vegetais, ainda é uma maneira de economizar dinheiro com as compras. As vendas de sementes cresceram 75% em algumas lojas durante a recessão, diz o blog.

2 - Livros de ficção

Segundo o blog, os leitores estão se afundando em histórias que, geralmente, têm um final feliz. Um levantamento da Times mostrou que, enquanto a venda geral de livros caiu, as de literatura deste tipo cresceram 13,5% no primeiro semestre do ano.

3 - Bilhetes de loteria ou jogos de sorte dos mais baratinhos também estão sendo mais vendidos desde o final de 2008. Parece que as pessoas acreditam que a recessão é uma boa hora para tentar a sorte.

4 - Ingressos de cinema

Diversão barata por pelo menos duas horas. Os filmes têm alcançado recorde de vendas.

5 - Aulas de  yoga

Segundo o blog, promoções para a prática do exercício são cada vez mais aproveitadas. É uma maneira mais barata de relaxar e aliviar o stress.

6 - Smartphones

As vendas de computadores e itens grandes de tecnologia caem, mas a de aparelhos como iPhone, Blackberry e netbooks, que são menores e mais baratos que os PCs, continuam fortes.

7- Rosquinhas

O alimento é bem popular entre os americanos e esta e outras guloseimas tem vendido mais, já que são uma alternativa de alimentação mais barata. Por causa do sucesso de vendas, uma das empresas que trabalha no setor, a Krispy Kreme, viu o preço de suas ações crescerem 56% em um único mês durante este ano.

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Crédito - Philip Brown / Corbis

8- Animais

Não há economia quando o assunto são os animaizinhos. Segundo o blog, a expectativa é que está industria fature US$ 51,6 bilhões este ano, aumento de 1,3% ante 2008. A foto ao lado é de um porquinho-da-índia de pelo longo, uma alternativa mais barata aos cães de raça. No Brasil, por exemplo, enquanto um Yorkshire pode custar até R$ 2 mil, o pequeno roedor custa em torno de R$ 70.

9 – Lanches no McDonald’s

A lógica é a mesma das rosquinhas: comida mais barata na hora do almoço.

10 - Camisinhas

Parece que ficar em casa para economizar virou uma tendência. Segundo o blog, prova disto é o aumento na venda de preservativos.

E você? Começou a comprar alguma coisa desde a recessão? E  sua empresa? Aumentou a venda de algum produto nestes tempos mais difíceis?

Para entender a crise

O que acontece quando uma dupla britânica decide explicar a crise de uma maneira diferente? Crise (de risos). Veja como estes comediantes do programa “The last laugh” entendem (e explicam) a crise financeira. O vídeo tem legendas em português.

Doces negócios

Feira em Chicago traz invenções no setor de guloseimas para impulsionar lucros

Uma feira em Chicago apresentou novidades no setor de doces e guloseimas. O número de compradores na “All Candy Expo” aumentou 7% em relação a 2009. Mais de 14 mil pessoas estiveram envolvidas nos negócios da feira e 450 empresas montaram seus stands.

Durante o evento, também aconteceram várias palestras para discutir o mercado de doces. O analista do JP Morgan Jason English disse em sua apresentação que o gasto de consumidores nos Estados Unidos deve voltar aos níveis de antes da crise apenas na segunda metade de 2010, mas que o mercado deve se preparar até lá.

Para bons resultados neste período menos favorável para os negócios, o analista sugeriu que as empresas do setor reforcem os principais produtos de seu portfolio, mas que apostem em inovações.

É pensando em lançamentos inovadores que até doces para quem pratica yoga foram apresentados na feira. Confira algumas destas invenções:

 

Classy Yoga Candy

A ideia desta empresa foi inventar um doce para o público que pratica Yoga. “Assim como uma aula de yoga, este doce é cheio de bondade”. Este é o lema do fabricante, que usou na fórmula da novidade açúcar, xarope de milho, frutas indianas e especiarias (gengibre, pimenta e canela).

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Trufa de champanhe e conhaque

A aposta desta empresa foi em doces de luxo. A Anthon Berg lançou trufas recheadas de Piper-Heidsieck Champagne ou Rémy Martin Cognac. Cada sabor vem em uma caixa refinada com 12 trufas.

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Chiclete de “alta voltagem”

O chiclete da Candy Dynamics tem componentes que prometem causar uma sensação de choque na boca do consumidor. Até a embalagem incorpora o espírito “elétrico” e vem com uma grande aviso de PERIGO estampado.

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