Papo de Empreendedor

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Oito dicas para quem trabalha em casa

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A editora da revista Inc., Leigh Buchanan, trabalha de casa há três anos. Não é só alegria; ela confessa que às vezes se sente sozinha, e que briga muito para ter disciplina e não atrapalhar o trabalho com afazeres domésticos. Mas, de modo geral, tem sido uma experiência interessante. Abaixo, trazemos oito dicas que ela oferece àqueles que forem se aventurar a trabalhar de casa.

“Trabalho de casa há três anos, sem nada pra olhar além da paisagem de montanhas, e sem nada pra ouvir além de esquilos pulando no quintal.”

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Duas histórias para pensar ao vender seu produto

ipad4Já virou folclore a mania de Steve Jobs, fundador da Apple, de elogiar exageradamente seus produtos. “Fenomenal”, “revolucionário”, “mágico”, “deslumbrante” e “inacreditável” são algumas palavras recorrentes em seu vocabulário. Mas exagerar ao falar bem de um produto é uma tática de risco. (more…)

Apresente-se com estilo: os 10 cartões de visita mais criativos

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Impressionar positivamente um possível cliente é importante para fazer novos contatos. Um cartão criativo pode fazer grande diferença, especialmente em áreas que envolvem critérios de escolha mais subjetivos, como arte e design. Mas qualidades como inovação e sofisticação podem ser expressas por meio de um pequeno pedaço de papel (ou outro material). Inspire-se com alguns dos cartões mais criativos reunidos por Josh Spiro, do site da revista Inc. (more…)

O marketing da filantropia

Nem sempre a estratégia de marketing mais difundida e utilizada é a mais eficiente. Muitas vezes, pagar uma fortuna para estampar o logo da empresa num estádio de futebol ou num comercial de alguns segundos na televisão confere uma visibilidade apenas instantânea e os consumidores acabam esquecendo o nome da empresa em poucos minutos. Dayna Steele, consultora de mídia e antiga dona de uma loja de artigos espaciais, levanta bons casos de marketing que não foram baseados em campanhas publicitárias tradicionais ou exaustivas propagandas - tiveram como mote fazer ações em prol da sociedade.

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Sete pecados capitais para evitar na empresa

pecados_empresaElaborar uma receita do que fazer para alcançar sucesso não é simples. Mais fácil do que isso é enumerar o que não fazer para chegar lá. Jay Goltz é consultor de uma galeria de arte e dono de uma loja de molduras em Chicago, e emprega mais de cem pessoas. Ele enumerou, para o site da CNN, o que considera serem os “sete pecados capitais” na gestão de um negócio.

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7 características de um bom mentor

Da Entrepreneur.com
 
Mentores podem contribuir para o sucesso de um negócio. Eles guiam empresários e executivos em fases de crescimento, de mudança e durante as crises, além de ajudá-los a revelar o que eles realmente devem ser. Mentores são líderes, muitas vezes liderando pelo exemplo. Como dizia Peter F. Drucker, considerado o pai da gestão moderna, ” liderança é elevar a visão de uma pessoa a patamares mais altos, é levar seu desempenho a melhores padrões, construir uma personalidade além de suas normais limitações.”

Michael J. Freeman, professor de planejamento estratégico nas universidades de São Francisco e Berkeley - ambas nos Estados Unidos -, desenvolveu essa lista, que enumera as características de um bom mentor. Ele deve:

 1. Ter desejo, interesse e disposição para ajudar os outros.
2. Ter passado por experiências positivas, formais ou informais, com um mentor (isso tende a produzir bons mentores).
3. Ter boa reputação por ajudar os outros a desenvolverem suas habilidades.
4. Ter tempo e energia mental para dedicar à relação com seu aprendiz.
5. Manter seus conhecimentos e habilidades tecnológicos devidamente atualizados.
6. Ser capaz e disposto a aprender, reconhecendo que pode se beneficiar da relação com seu aprendiz.
7. Demonstrar habilidades gerenciais efetivas.

Trabalhe em casa… com um chefe virtual!

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Do suplemento semanal do New York Times

O trabalho executado a partir da própria casa pode ser um antro de tentações . Se o funcionário não tiver disciplina, pode ser enredado em inúmeras outras atividades. Foi com base no aumento dessa prática de trabalhar de casa e no crescente número de gerentes receosos de que sua produção pudesse cair que a LiveOps, empresa americana da Califórnia, bolou um método informatizado, remoto e inteligente de controlar a produção dos “agentes domésticos”.

Existem outras empresas que reúnem força de trabalho para terceirizar o serviço de call center. Mas a diferença da LiveOps é que, se uma empresa usuária do software quer que os agentes de vendas convençam quem já ligou a comprar outros produtos, o software direciona a ligação para os agentes mais produtivos, que vendem melhor. Assim, esses agentes têm mais oportunidades.

O executivo-chefe da empresa, Maynard Webb, responde à primeira questão despertada por esse método: e os agentes que não vendem tão bem? “Ninguém é demitido. Eles simplesmente recebem menos trabalho.” É um sistema que valoriza funcionários mais produtivos, mas pode dificultar a entrada de novos profissionais. Além disso, dá margem a uma corrida frenética pela produtividade e prejudica muito aqueles profissionais que se afastam por algum período do trabalho. O rateio do software guia-se apenas pelos números.

Webb considera que o modelo pode ser expandido para outras áreas de trabalho: varejo, editoras, direito, todas aquelas cuja produção pode ser medida. E defende que o trabalho a partir de casa com medição de produtividade é o precursor de um novo modelo de trabalho. “A economia fica melhor. Sem prédios. Sem benefícios aos funcionários.” Garante, ainda, que não estão tendo dificuldade alguma em encontrar funcionários que queiram trabalhar nesse modelo.

E você, concorda com o executivo-chefe? Usaria esse modelo para seus funcionários?

Buscar o funcionário na internet pode causar surpresas

A consciência de que uma pessoa pode ser lida por qualquer outra no mundo inteiro quando posta em um blog ou no Twitter poderia deixá-la mais cautelosa em relação ao que escreve. Ou não.

Muitos funcionários se esquecem desse princípio básico da internet e soltam comentários sobre seus chefes como se estivessem na frente do espelho. Descobrir se um funcionário está fingindo alguma simpatia ou comportamento pode ajudar a definir seu futuro na empresa.

A exemplo, houve um caso de um funcionário que teve uma emergência familiar, saiu do trabalho mais cedo e depois colocou no Facebook fotos dele numa festa de Halloween no mesmo horário.

Não precisa caçar seu funcionário, mas uma ligeira busca pela internet pode revelar muito sobre uma pessoa. Principalmente quando tantas redes de relacionamento e ferramentas publicadoras estão por aí.

Veja alguns exemplos do Twitter de desabafos que podem deixar alguém no olho da rua, ou dificultar bastante conseguir uma vaga em outro lugar.

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Veja mais casos aqui e aqui.

Fumo pode ser proibido em estabelecimentos fechados. O que fazer?

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Na terça-feira (7/4), a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou um projeto de lei que proíbe o cigarro em quase todos os estabelecimentos fechados . Para começar a valer, só falta receber sanção do governador José Serra que, ao que tudo indica, deverá aprová-la, já que o projeto de lei é seu. Uma vez sancionada, a norma entra em vigor dentro de 90 dias.
 
Bares, restaurantes, hotéis, padarias, farmácias e qualquer outro ambiente que tiver toldos, telhados, paredes ou divisórias estará sujeito à lei, bastante polêmica e que dividiu opiniões. Para a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) e a Abresi (Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo), a norma é inconstitucional e deve prejudicar seus associados. No entanto, o Sinthoresp (Sindicato de trabalhadores no setor de bares e restaurantes de São Paulo) foi a favor da aprovação.

Caso a norma entre mesmo em vigor, quem desrespeitá-la poderá ser multado entre R$ 220 e R$ 3,2 milhões. A reincidência pode levar o empreendimento a ser fechado. A primeira exigência é fixar no estabelecimento um aviso da proibição em ponto de ampla visibilidade, com indicação de telefone e endereço dos órgãos estaduais responsáveis pela fiscalização. Uma boa iniciativa é treinar os funcionários para que saibam lidar de forma educada, mas firme, com clientes que insistam em fumar no local.

Caso o estabelecimento queira deixar ambientes próprios para o fumo, já que a área dos fumantes vai acabar, deverá investir em alguma área totalmente aberta, que se encaixe dentro dos padrões da nova lei.

Se o empresário não concorda com a norma, pode juntar-se à Abrasel e a Abresi, que deverão contestar a lei na Justiça assim que ela for sancionada. No entanto, o resultado da votação de ontem, 69 votos a 18, passa a impressão de que a medida tem força, e que provavelmente veio pra ficar. Deixe a sua opinião sobre a nova lei antifumo.

Crise nas exportações abre oportunidade

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Com as exportações brasileiras caindo (leia aqui), seguindo o comportamento de outros países, as micro e pequenas empresas podem surpreender. Essa é a avaliação do analista de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) Carlos Tavares.

O ministério, em parceria com o Sebrae e a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, ministrou na semana passada um curso de capacitação em exportação voltado a micro e pequenos empresários de diversos setores, em Nova Iguaçu, RJ. Tavares acredita que muitos negócios de menor porte podem alavancar seus rendimentos se conhecerem os procedimentos necessários para entrar no mercado internacional.

“O Brasil não está sendo tão atingido pela crise como diversos países (…) A pequena empresa tem maior mobilidade [que as grandes] e, conseguindo pequeno volume de crédito, pode aproveitar essa fase para conquistar novos mercados. (…) O mercado internacional tem espaço para diversos setores (…). Mas existe uma série de normas e regras que os exportadores precisam conhecer. É possível exportar tudo, basta estar preparado para cumprir as exigências do mercado internacional”.

Dados de 2007 do MDIC apontam que aproximadamente 20 mil empresas exportam, e cerca de metade são micro e pequenos empreendimentos. Contudo, suas exportações representam apenas 1,5% do volume financeiro total exportado (R$197 bi), o que Tavares considera pouco. Com esse quadro, há bom espaço para as pequenas crescerem para fora do país. Confira informações sobre os procedimentos para exportar seus produtos neste site do governo.

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