Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor

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Uma boa ideia levou a um prêmio e por fim a investidores

Sou fã de concursos de planos de negócios, pois acho que eles são uma ótima oportunidade para candidatos a empreendedor apresentarem suas ideias e, quem sabe, encontrar patrocinadores para elas. O Idea to Product (Da Ideia ao Produto) é um desses concursos, com fase brasileira e fase internacional. O grande vencedor deste ano foi um time brasileiro, batizado de Nanoita, que deixou para trás 27 concorrentes na fase nacional e chegou à final no Texas, onde tirou o primeiro lugar, batendo outros 15 projetos apresentados pela Ásia, Europa, América do Norte e Latina. Qual a ideia?
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Tem uma boa ideia na área de tecnologia limpa? Eis a sua chance

Competições de planos negócios são uma forma interessante de viabilizar uma ideia quando não se tem dinheiro. Ali costumam estar reunidos investidores, interessados em apostar nas pessoas e projetos que pareçam mais promissores. Se você tem uma ideia na área de tecnologia limpa, corra para o site da Clean Tech Open e faça sua inscrição.

Podem participar projetos de todo o mundo que envolvam conceitos inovadores de tecnologias, produtos ou sistemas capazes de solucionar problemas energéticos ou ambientais. Para participar, basta preencher um formulário pela internet.

Se aprovada, a ideia passará para a próxima fase e deverá ser apresentada, em 5 minutos, para uma platéia de 3 mil pessoas em São Francisco, Estados Unidos. Estarão presentes juízes e também investidores, comunidade científica e jornalistas.

O vencedor levará U$ 100 mil para viabilizar seu projeto. As inscrições encerram-se em 15 de outubro. Para saber mais e inscrever-se, clique aqui. Boa sorte!

Só é rico quem arrisca, investe e empreende

pai-rico1Robert Kiyosak, autor do livro Pai Rico, Pai Pobre e outros catorze títulos, está no Brasil pela primeira vez, dia 17 de setembro. Kiyosak vendeu mais de 20 milhões de exemplares de Pai Rico, Pai Pobre em todo o mundo. Ali ele conta como são diferentes seus dois pais: o verdadeiro, professor, e o “adotivo”, pai de um amigo, um empresário que lhe ensinou a ganhar dinheiro, a investir, arriscar.

Ao observar os dois pais, Kiyosak constatou que, como funcionário, você dificilmente será rico. E que para ser rico, terá que ser dono do próprio nariz. Ele diz isso baseado na simples constatação de que, sendo funcionário, a pessoa recebe seu salário, tem os impostos descontados e é obrigado a viver com o que sobra. Como empresa, recebe-se, gasta-se e só paga-se impostos, calculados sobre o lucro, ou seja, sobre o que sobrou.

Portanto, se você tem ambições em relação a dinheiro, melhor arregaçar as mangas e batalhar pelo negócio próprio. E a aprender a investir e a correr riscos, tema principal discorrido por Kiyosak.

Rede social de moda? Esse negócio promete…

bymk2A internet sempre nos surpreende com negócios criativos e inovadores. O último que conheci atende pelo nome de byMK. Trata-se de uma rede social na internet onde as pessoas entram, preenchem um cadastro gratuito e passam a brincar de montar looks de moda. Para montar um look esportivo ou de festa, por exemplo, basta arrastar com o mouse, a partir de um menu de opções, roupas e acessórios de diferentes cores e marcas.

Os números da brincadeira impressionam: Em dois anos de funcionamento, já são 22 mil pessoas cadastradas e mais de 200 mil visitantes diferentes ao mês. Perto de 250 mil looks já foram montados. 96% dos usuários são mulheres, 76% entre 15 e 30 anos. E elas ficam em média 30 minutos à frente do computador, montando looks.  

O negócio surgiu, segundo os sócios Renato Steinberg e Flavio Pripas, por acaso. Amigos e ex-diretores da área de TI em bancos, eles construíram nos finais de semana uma plataforma que pudesse ser usada pelas esposas, ambas da área de moda, Karen Steinberg e Marcela Pripas (de onde surgiu o nome byMK). Com o tempo, a dupla se deu conta de que a rede social poderia dar dinheiro e decidiu deixar a vida de executivo para abraçar a de empreendedor. Como a rede gera receita? Através de anúncios e promoções. 

Ali, há algo como 250 mil produtos, de 900 marcas diferentes. Se alguém procura por um vestido para montar um look, o software apresenta randomicamente as opções. Então, se uma confecção quer que seus vestidos apareçam na pesquisa, ela pode pagar para que isso aconteça. Tal qual faz o Google, o byMK cobra por click sobre as imagens e o custo depende do valor a ser investido, variando de R$ 0,84 a R$ 1,20 por click (sim, se você tem produtos na área de moda, a rede pode ser uma boa ferramenta de divulgação, com valores acessíveis e você só paga se alguém clicar no seu produto).

Há outras modalidades de publicidade e também é possível bancar concursos, onde o melhor look ganha um prêmio. A empresa tem pelo menos um equivalente internacional,  a Polyvore. Mas, estando no Brasil, consegue arregimentar as empresas de moda e lojas brasileiras. Até já promoveu um encontro de usuárias e reuniu, segundo Renato, 80 delas numa loja de sapatos em São Paulo. O negócio ainda está nos primórdios, mas Renato e Flavio estão confiantes. O byMK promete.

Abaixo, o look criado pela usuária N@nda.

byMK - Comunidade de Moda: Aniversário byMK

Engole essa: sal, maionese e um batom sabor bacon!

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Se alguém te dissesse que iria largar a sólida carreira de executivo para tentar a vida vendendo sal ou maionese com gosto de bacon você diria que se tratava de uma insanidade. E batom com gosto de bacon? Bem, esses são alguns produtos criados pela dupla americana Justin Esch e Dave Lefkow (foto).

Sim, no início eles foram tachados de loucos mas ignoraram os palpites e foram adiante com a ideia. A J & D’s Down Home Enterprises, empresa de Seatle fundada há 18 meses, faturou U$ 1,4 milhão no primeiro ano e já vende seus produtos em 30 países. Seus donos festejam o sucesso do Bacon Salt, o sal que conta com diferentes versões, e também da Baconnaise, a maionese com sabor bacon, produto vegetariano e kosher. Só no Facebook, o sal tem perto de 9 mil fãs.

A ideia surgiu em conversas de bar entre os amigos Justin e Dave e ganhou corpo durante uma festa de casamento onde a dupla estava rodeada de gente que não comia bacon, como os judeus ortodoxos. Por que não transformar o bacon num tempero, prático e fácil de usar, que pudesse ser consumido por qualquer um, inclusive pelos vegetarianos?

Foram três anos de pesquisa até chegar a um sal com sabor bacon capaz de temperar qualquer coisa. Depois veio a maionese, de baixo teor de gordura. Por fim, em dezembro passado, o batom (ok, não experimentei, mas deve ser nojento!). Em pouco mais de um mês foram 10 mil unidades de batom vendidas. Outros produtos estão a caminho, pois Justin e Dave dizem que bacon vai bem com qualquer coisa.

Ideia de maluco? Bah! Quisera eu ter uma ideia de maluco milionária como essa!

Você ressuscitaria um produto morto? Pois um empresário está apostando nas fotos Polaroid

O empresário e artista Florian Kaps

O empresário e artista Florian Kaps

 

O tempo tem criado e enterrado várias tecnologias:  a máquina de escrever, o papel carbono, as fitas cassetes, os vídeos VHS e por aí vai. Você montaria um negócio em torno de um defunto desses? É o que está fazendo o artista austríaco Florian Kaps, que está ressuscitando os filmes instantâneos Polaroid. As fotos “Pola” foram o fascínio de várias gerações desde sua criação, em 1948: como num passe de mágica, elas podiam ser vistas minutos depois de terem sido tiradas.

Com o crescimento do mercado de máquinas digitais, era de se esperar que a Polaroid anunciasse o fim dos filmes instantâneos, o que aconteceu em fevereiro de 2008. Kaps, então, entrou em cena. Primeiro, montou uma galeria dedicada apenas às fotos Pola, em Viena, com sua versão virtual, a Polanoid.net.  Depois, montou um site para compra e venda de máquinas antigas, bem como dos estoques de filmes ainda disponíveis no mercado – uma iniciativa que fez duplicar o valor desses produtos no último ano. Agora, arrendou uma antiga fábrica de filmes Polaroid, em Amsterdam, chamou de volta 11 ex-funcionários e prometeu retomar a produção ainda este ano. 

Kaps acredita que os amantes da Pola são basicamente artistas, portanto faria sentido para uma pequena empresa como a sua galeria de arte investir nesse nicho. “O projeto é mais do que um plano de negócios; é uma batalha contra a ideia de que tudo o que não evolui tem que morrer”, declarou ele ao jornal britânico The Independent.  Será que vai dar certo?

Vale a pena comprar uma franquia?

O preço é caro. Além de todos os custos de montagem do negócio, há que se pagar uma taxa de adesão, royalties mensais, taxa mensal de publicidade e, a cada pouco renegociar o contrato, sendo que muitas redes cobram uma nova taxa de franquia no momento dessa renovação. Ainda assim, será que vale a pena?

Bem, se você é um empreendedor que tem experiência em montar um negócio sozinho, talvez não valha a pena. Além de desembolsar fortunas você vai se irritar com o fato de ter de seguir uma série de diretrizes que talvez não sejam as que você seguiria se estivesse em voo solo.

Mas se você nunca montou negócio algum, a franquia começa a valer a pena. Afinal, o índice de mortalidade delas é bem mais baixo do que um negócio tradicional. Segundo o Sebrae, 80% dos negócios fecham antes dos cinco anos de vida. Nas franquias, esse percentual cai para 15%. Isso se deve a uma série de coisas, principalmente:

Treinamento – O fato de você gostar de cozinhar para os amigos não significa que seja capaz de tocar um restaurante.

Assessoria financeira – A menos que você tenha estudado administração, vai precisar de alguém que o ensine a cuidar do caixa, a dimensionar as compras e os estoques, a planejar as contas a pagar e dimensionar o capital de giro. Finanças são o ponto fraco da maioria das empresas que vão à falência.

Assessoria para encontrar um bom ponto comercial – Um ponto ruim põe tudo a perder. Mas como avaliar um local? Como saber se é caro demais? Uma boa rede de franquias ajuda nas respostas.

Branding  –  O nome já consagrado de uma rede é meio caminho andado para o sucesso, pois é claro que uma marca consolidada vale mais do que mil iniciantes.  As boas redes investem não só em novos produtos, mas também no marketing e na publicidade que atrai consumidores.

Eis o caminho das melhores franquias do Brasil

Sempre que me perguntam qual franquia comprar recomendo começar a pesquisa pelo anuário Melhores Franquias do Brasil, editado pela equipe da Pequenas Empresas. Não é para puxar sardinha, não. É que o levantamento é o mais completo do país. As redes são avaliadas em diversos quesitos, como crescimento do faturamento, expansão das lojas e, principalmente, o grau de satisfação dos franqueados. Eles são ouvidos em pesquisa sigilosa e quem melhor do que o franqueado para nos dizer como andam os negócios?

Se uma rede não está no anuário, já desconfio. Sinal de que não disponibiliza seus dados, não tem transparência, não se deixa avaliar. Ok, o sistema de pontuação tem suas falhas, mas é o único disponível no país e tem melhorado ano após ano, graças aos esforços da equipe da  Serasa Experian, empresa responsável por coletar e cruzar os dados.

Pois bem. A temporada para participar do próximo anuário está aberta até sexta, dia 27. Para participar, basta entrar no site www.serasaexperian.com.br/franquias/2009.  Se você é um executivo de rede, apresse-se. Se é um franqueado, confira se a direção da rede está ciente da importância de participar. E se é um candidato a adquirir uma franquia, vá até uma banca de jornal e compre o anuário 2008/2009. O próximo, 2009/2010, só sai em junho.

4 dicas para o empreendedor motivar a si próprio

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Em tempos de crise econômica e de noticiários repletos de previsões terríveis sobre o futuro, é bom cuidar da motivação pessoal. Não se deixe contaminar pelo pessimismo, pois ele derruba o moral das equipes e diminui a produtividade na empresa. Eis algumas dicas do que fazer:

1- Encontre uma nova missão
Não há nada mais motivador do que correr atrás de faturamento para garantir a sobrevivência. Quando ele está estável e a sensação de segurança toma conta é hora de procurar um novo desafio. Pode ser a abertura de uma nova loja, a procura por mais eficiência, o lançamento de um novo produto. Ou uma missão pessoal, como aprender alemão ou fazer um trabalho social. Crie um novo porto e comece a remar para alcançá-lo!

2 – Pense positivo
Nosso subconsciente é uma ferramenta poderosa para o sucesso ou o fracasso. Se você disser que não consegue aprender inglês porque é difícil, aí é que não vai aprender mesmo, pois criou uma barreira mental. Alimente seu cérebro com afirmativas e pensamentos positivos.

3 – Mude a linguagem
Mais do que pensar de forma positiva, adote uma linguagem positiva. Em vez de dizer “problema”, diga “oportunidade”. Em vez de “fracasso”, diga “aprendizado”. Em vez de “não há nada a fazer”, diga “quais são as alternativas”.  Em vez de “eu tenho que”, diga “eu escolho”.  Essas frases não são tolas, elas devolvem a você a o controle das ações e as rédeas da sua vida.

4 – Leitura alto astral
Combata o baixo-astral do noticiário com leituras enriquecedoras. Leia biografias de gente que trilhou um caminho difícil, até mais difícil do que o seu, e chegou lá. Empresários de sucesso sempre enfrentam problemas. A diferença é que eles têm força para se levantar após um tombo, não importa quantos deles aconteçam.

Essa comunidade virtual dá dinheiro. E muito

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Lendo a revista americana Inc descobri um negócio que ainda não conhecia, o dos assistentes virtuais. Por 35 dólares a hora, pode-se contratar os serviços de uma secretária ou administrativo para preparar uma apresentação em Power point, organizar um evento, escrever newsletters ou um email marketing, marcar reuniões e por aí vai. Tudo isso virtualmente.

A demanda por esse tipo de serviço parece estar aquecida. Afinal, quem tem uma pequena empresa dificilmente tem tempo (ou habilidade) para tocar tanta coisa ao mesmo tempo. Tawnya Sutherland montou o site VAnetworking.com, de assistentes virtuais, há cinco anos. Ano passado, computou 10.000 participantes e um faturamento de US$ 150.000. A única coisa que ela fez foi criar uma comunidade virtual onde quem quer trabalhar encontra quem precise dos serviços executados.

A VAnetworking alega que os tais US$ 35 cobrados pela hora de serviço são mais baratos do que os US$ 20 pagos, em média, a um funcionário contratado, já que funcionários demandam espaço, equipamentos e também benefícios. Ao longo de um ano, segundo a empresa, haveria uma economia de US$ 60.000.

Tawnya trabalha em casa, mora de frente para o oceano Pacífico, no Canadá e é mãe solteira de três adolescentes. Sua idéia de negócio, cujo site é dos mais feios que já vi (e você pode conferir na imagem acima), tornou-a rica.


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