Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor

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Promessas que se tornam realidade

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Um carro movido a vapor pode parecer sem sentido hoje em dia. Mas na segunda metade do século 19, na era das máquinas a carvão, a ideia parecia perfeitamente viável. Até que, em 1885, o alemão Karl Benz patenteou o primeiro automóvel com motor a gasolina. Mais leve, veloz e prática, a invenção esfriou de vez o uso de propulsores com caldeiras e teve sucesso em aposentar as antigas carruagens e carroças com tração animal.

Do modo parecido, a área de TI vive um momento que se assemelha a sair do vapor e embarcar na velocidade de um novo paradigma tecnológico. A vida comercial das empresas deve ganhar novo impulso quando as promessas do cloud computing, dos aplicativos sob demanda, da mobilidade e, sobretudo, dos bancos de dados in-memory se concretizarem. E isso está a alguns meses de acontecer.

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Negócios sociais: a revolução das novas mídias

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Sua empresa está preparada para as mídias sociais? Quando digo preparada falo em conhecer a própria identidade. E não de ter um perfil no Facebook ou de tuitar notícias. É moda hoje em dia deslocar um estagiário para acompanhar o que se fala do empreendimento no mundo virtual e, eventualmente, sugerir visitas ao site, postar notinhas e assim por diante. Depois, quando não há resultado, os empresários culpam a falta de maturidade das redes e seu público. Eis um caso clássico de miopia digital.

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Vender é a questão

Em estudo divulgado pelo Sebrae no mês agosto, sobre sobrevivência e mortalidade de empresas, as principais razões apontadas pelos empreendedores para o fim de suas iniciativas foram falta de clientes e falta de capital. Nada mais natural: sem vender negócio nenhum se sustenta. A pergunta - como incrementar suas receitas? - inspirou dezenas, talvez centenas, de obras e continua a estimular novos livros com abordagens principalmente motivacionais. Entre os empreendedores existe um mito recorrente do supervendedor, que sozinho carrega a empresa nas costas e, eventualmente, lidera os companheiros a resultados triunfais. (more…)

Piratas do tempo

A relação entre preço e pirataria é sempre um tema polêmico. A questão certamente é muito complexa. Os piratas não pagam impostos e estão, em geral, associados a crimes como contrabando. Mas, controvérsias à parte, o mercado dos clones pode trazer percepções sobre a influência da revolução digital nos modelos de negócios. Em primeiro lugar, podemos intuir que existe um público consumidor longe da alça de mira das empresas. Cópias do iPhone, por exemplo, anunciados em praticamente todos os shoppings eletrônicos de importados, custam em média R$ 400. É um valor considerável para um produto que emula toscamente o visual do celular da Apple e nada mais. Mas, de resto, são aparelhos com funções interessantes para a grande massa, como TV, mp3 player, câmera, rádio e até wi fi. Ou seja, tem gente à procura de mini centrais de entretenimento e não de computadores de bolso.

Em outra frente, DVDs ilegais custam de R$ 5 a R$ 10 nos camelôs. É um valor muito próximo ao que se paga em locadoras de vídeo. Isso mostra que talvez houvesse um mercado para venda de cópias baratas e legalizadas de DVD em lugar do aluguel - os clientes, em geral, assistem à produção apenas uma vez, então por que não levar pra casa o filme sem a obrigação de devolver? Além disso, como o usuário sempre vai encontrar todos os lançamentos desejados, consumiria mais a cada visita. Muitos poderiam argumentar que a profusão de cópias canibalizaria o mercado. No entanto, o sistema atual também apresenta a mesma vulnerabilidade: o que impede os consumidores de replicar os discos alugados ou simplesmente baixá-los via internet? As locadoras poderiam se tornar centros de distribuição de títulos. Dinheiro extra, por sua vez, poderia vir de diferenciais, como a venda de caixas e embalagens customizadas ou de conteúdo exclusivo, como revistas, pôsteres (imagine um DVD da saga Crepúsculo com pôsteres colecionáveis dos astros), álbuns e assim por diante. (more…)

Estar antenado ajuda a criar aquela inovação tão desejada

Ligar o interruptor, um dos gestos mais triviais realizados por pessoas em qualquer parte da Terra, já foi sinônimo de inovação. Corria o ano de 1879 quando o norte-americano Thomas Edison acendeu uma verdadeira reviravolta econômica e social. O pesquisador e empresário patenteou a lâmpada e, ao fazê-lo, lançou luz sobre como aplicar as recentes descobertas em eletricidade no dia-a-dia. Não por acaso, criou na época uma companhia que viria a se tornar um dos maiores conglomerados industriais do planeta, a General Electric. Em pouco tempo, a GE dominou o setor e, na atualidade, é um gigante com atuação em áreas tão distintas quanto aviação e saúde. De lá para cá, a eletricidade se tornou onipresente na vida das pessoas e trouxe grandes mudanças na sociedade. Iniciou, de fato, a era do consumo na civilização. A geladeira, por exemplo, criou uma demanda por alimentos frescos. A televisão globalizou comportamentos e traços culturais. E o computador acelerou o ritmo da vida. (more…)

Os erros de uma hamburgueria servem de lição para outros negócios

Às vezes, até um hambúrguer pode nos ensinar lições sobre negócios. Sou fã de sanduíches e, quando posso, vou a campo desbravar novos balcões. Noite dessas, faminto, lembrei-me de uma lanchonete estilosa que, vira e mexe, esbarrava em andanças pelo bairro de Pinheiros, em São Paulo. A fachada bacana e a localização privilegiada do ponto – em uma rua repleta de bares – sempre atraíram a minha atenção. “Ah, não tem erro”, concluí com base na lembrança de hamburguerias memoráveis existentes na cidade e que certamente deveriam ter servido de inspiração àquela casa. Ok. Nesse ponto do relato, você já deve ter sentido o cheiro do desastre. Mas o que deu errado? E quais as conclusões sobre o episódio?

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Nostalgia de Futuro

O disquete acabou de receber um golpe mortal. Li há pouco em um site. A Sony, que detém 70% do mercado, decidiu interromper a fabricação do produto. Nada mais natural: em uma época em que pen drives de 1 Gb são dados como brindes, o que fazer com irrisórios 1,44 Mb (ou, vá lá, 5,76 Mb dos modelos de alta densidade extra super)? Ok, a informação não muda nada em sua vida. Mas o ponto que quero chegar é o seguinte: assim como o disquinho magnético sai de cena como uma notinha de rodapé, o fim de qualquer tipo de tecnologia sempre acontece do mesmo jeito, ou seja, torna-se pouco significante. E a velocidade com que isso (o)corre é cada vez maior. Eu queria lançar aqui um desafio aos leitores. Qual será o futuro do varejo, dos serviços e dos produtos? De minha parte, deixo aqui um exercício de imaginação para começar a conversa. (more…)

Uma questão cultural

Reportagens sobre o iPad pipocam na imprensa há meses, muito antes de sua apresentação oficial em 27 de janeiro. Sei que é um assunto incrivelmente debatido. Mas em meio a tantas opiniões especializadas, achei interessante registrar um ponto de vista leigo. Seria humanamente impossível ler todas as menções já publicadas sobre o aparelho da Apple – que registrou mais de 7 mil tweets por minuto apenas no dia de sua estreia –, mas posso me considerar bem informado sobre o fenômeno. Tenho acompanhado as discussões quase hamletianas que buscam decifrar o “ser ou não ser” da jogada de Steve Jobs, que deve iniciar sua era comercial no fim de março. (more…)

Com o que sonham os brasileiros

capa253A edição de fevereiro da Pequenas Empresas & Grandes Negócios chega às bancas na quinta-feira com uma pesquisa inédita sobre os “Negócios dos Sonhos” dos brasileiros. Realizado pelo Instituto Qualibest a pedido da revista, o estudo revela perfis dos empreendimentos mais desejados e as crenças que frequentam as cabeças dos aspirantes a empresários. O levantamento tira o véu do que leva as pessoas a abrir seu próprio negócio. Faço aqui um rápido preview do que o leitor vai encontrar. (more…)

Ano novo, ideias inovadoras

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Se começar um negócio figura entre suas resoluções de ano novo, mas faltam ideias, o site springwise.com, especializado e novos nichos de mercado, dá uma força. O portal traz um menu de 10 boas apostas para empreender e inovar em 2010.  (more…)

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