Papo de Empreendedor

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Cinco dicas para sua empresa ganhar mais dinheiro

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Os motivos para se iniciar um negócio variam bastante hoje em dia. Alguns querem ajudar o planeta ou as pessoas, outros querem divulgar seu trabalho ou seus produtos e outros ainda entram no universo do empreendedorismo porque querem, pura e simplesmente, ganhar dinheiro. De um jeito ou de outro, é a receita final que mostra se o seu negócio está ou não crescendo e denota a força de sua empresa. E é por causa disso que muitos empresários, em não poucas das vezes os iniciantes, preocupam-se quando percebem que está entrando menos dinheiro do que imaginavam ou pior: o dinheiro não está nem vindo.
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Marketing responsável

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Enquanto os bancos no mundo todo encaram o estigma de serem o epicentro da crise econômica internacional, a unidade holandesa do ING criou uma ação de responsabilidade social bastante generosa para a imagem da marca. Os clientes que assinarem contratos de financiamento imobiliário ganham a chance de ajudar famílias de Bangladesh e da Índia a construírem suas casas próprias.

Funciona assim: o cliente doa 300 euros e o banco, outros 300. Para maximizar o impacto do projeto, o ING fez parceria com a ONG holandesa Wereldfoundation. Ao invés de simplesmente dar o dinheiro, a entidade oferece microcrédito a micro e pequenos empreendedores que já tomaram recursos de microcrédito para os negócios antes e mostraram-se financeiramente responsáveis. Como o dinheiro volta para a ONG com os pagamentos, mais pessoas podem ser beneficiadas com novos empréstimos para construir suas casas.

Uma idéia simples e eficiente, tanto para melhorar a imagem da instituição financeira quanto para melhorar a vida das famílias beneficiadas! Você já parou para pensar que ações socioambientais simples e de baixo custo a sua empresa e os seus consumidores poderiam fazer em conjunto?

Para entender a crise

O que acontece quando uma dupla britânica decide explicar a crise de uma maneira diferente? Crise (de risos). Veja como estes comediantes do programa “The last laugh” entendem (e explicam) a crise financeira. O vídeo tem legendas em português.

Autônomos informais poderão pagar impostos

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A Receita Federal regulamentou nesta terça-feira (28) a figura do Microempreendedor Individual (MEI). Com isso, a partir de 1º de julho, cabeleireiros, ambulantes, eletricistas, encanadores e outros autônomos informais que tiverem receita de até R$ 36.000 ao ano poderão pagar impostos e contribuir para a Previdência.

A notícia não parece boa, afinal nenhum brasileiro quer dar ainda mais dinheiro ao erário, no entanto, com a nova regulamentação, essas pessoas terão direitos trabalhistas e previdenciários que antes não tinham, como aposentadoria por idade, licença maternidade e auxílio-doença.

O custo mensal desses benefícios para o MEI será de 11% do salário mínimo (R$ 51,15) para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), R$ 1 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos governos estaduais e R$ 5 de Imposto sobre Serviços (ISS) às prefeituras, com pequenas alterações de acordo com o ramo de atividade.

Você acha que, para o autônomo, o custo-benefício da medida compensa?

Combate ao calote

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Está nos jornais: a devolução de cheques é a maior em 18 anos. Com a inadimplência em alta, três  sugestões para evitar – ou pelo menos reduzir – o risco de calote:

- Fuja da tentação de se encarregar  da cobrança. Delegue a tarefa a algum funcionário ou escritório especializado. Outra opção é acionar seu banco, como fez a dona de uma empresa de produtos para depilação de São Paulo. “Nunca mais ninguém atrasou pagamento alegando doença na família.”

- Desconfie ao receber pedidos muito grandes de clientes que geralmente se contentam por volumes menores. “Pode ser é sinal de fraude”, alerta Fernando Blanco, presidente da seguradora de crédito Coface. Pelo esquema, empresas à beira da bancarrota fazem grandes compras e somem do mapa. E seu dinheiro nunca mais.

- Consulte serviços de proteção ao crédito. Ok, isso você já sabe. Mas não custa insistir.

Se você também tiver dicas para combater a inadimplência, compartilhe com a gente.

Carin Homonnay Petti

Investir em TI para cortar custos

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“Porque conseguem reagir tão rapidamente quando as condições de negócios mudam, pequenas e médias empresas têm uma vantagem num clima de economia incerta e volátil”. É assim que se inicia o relatório da Microsoft que traçou um perfil das tendências de investimento em tecnologia das PMEs, divulgado na semana passada.

O estudo defende que o investimento em tecnologia pode ser uma saída para a redução de custos. Usando as ferramentas e soluções de TI adequadas, a empresa pode cortar custos e se focar na sua área de inovação. A pesquisa foi realizada em cinco países, incluindo o Brasil.

Os dados dão uma ideia do alcance dessas previsões. Para o ano de 2009, 55% das PMEs devem manter investimentos em TI, e 67% acham que podem reduzir o quadro de funcionários. Em contrapartida, o número de trabalhadores remotos deve ser ampliado por 54% das companhias, e junto com isso vão crescer em 67% das empresas os investimentos em tecnologias que assegurem mobilidade.

E você, concorda com essa tendência ou acha que há outras possibilidades de crescimento?

Uma saída mais barata para a informática

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Para as pequenas empresas que estão apostando em  informatização e querem reduzir custos, uma boa alternativa é comprar equipamentos usados ou recondicionados de grandes marcas. Além do preço reduzido, produtos de segunda mão têm garantia e suporte, que variam de acordo com a loja que os comercializa. Podem ser classificados em usados ou recondicionados.
 
Produtos usados realmente foram usados, por meses ou até anos, e estão funcionando. Quem usou geralmente troca para se modernizar, e as máquinas são vendidas do jeito que estão, com garantia relativamente curta. Os produtos recondicionados são aqueles que por alguma razão voltaram ao fabricante (o cliente não gostou, não funcionou etc.), são consertados por ele e vendidos por preço abaixo dos novos, com garantia maior.
 
O mercado tem bastante espaço para peças seminovas e em bom funcionamento, em geral retiradas de computadores que não tinham mais como serem consertados. HDs, placas gráficas, drives ópticos, impressoras, no breaks, todos com boa diferença de preço. É possível achar um monitor usado a partir de R$ 100, enquanto um novo custa no mínimo R$ 300. A IBM, por exemplo, tem uma página de internet que é exclusiva para anunciar seus equipamentos usados.
 
O maior problema desse ramo é que muitos não depositam confiança em produtos usados ou recondicionados, e acham que não vale a pena o risco. Você apostaria nessa saída?

Um ombro em tempos de crise

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Em um texto publicado no suplemento do NYT da semana passada, na Folha de S. Paulo, encontrei uma abordagem original para a crise econômica. Na reportagem, faz-se um panorama dos relacionamentos amorosos em tempos de crise. Sim, eles também são afetados! A pergunta é: o amor serve como refúgio quando a vida financeira fica mais áspera ou ele também é afetado pela insegurança que permeia a economia?

Quem apostou no amor como salvação… enganou-se. Com a situação financeira instável, as famílias hoje sofrem tensões que antes não existiam. Nos EUA, afirma a matéria, com a demissão dos maridos, muitas mulheres assumiram a posição de principal provedora da casa. Isso afeta a relação do casal, bem como a personalidade de cada um. Deve haver tolerância e entendimento mútuo quando há más notícias para a família, como uma demissão. Muitas pessoas têm grande parte do ego no emprego.

Apesar disso, há um fato que pode servir de consolo: os serviços de encontros amorosos cresceram de 40% a 50%, relata a matéria. Isso porque as pessoas não querem passar sozinhas por momentos incertos, com decisões difíceis. Em momentos de futuro incerto, o amor parece mais importante, e todos querem um ombro onde se apoiar.

E você? Concorda com a matéria, ou acha que o amor de verdade supera qualquer crise? Dê sua opinião!

Preços diferenciados para pagamento em dinheiro

No mês passado, representantes de entidades do comércio discutiram, na Câmara dos Deputados, a possibilidade de cobrar preços diferenciados para compras feitas em dinheiro e com cartão. Uma compra com cartão é mais cara porque o estabelecimento precisa pagar a comissão das operadoras de cartão e o aluguel das maquinetas, além de esperar 30 dias para receber o dinheiro da venda. Segundo os comerciantes, os custos das compras feitas com cartão são repassados aos preços e todos os clientes pagam a conta, mesmo que comprem com dinheiro. Permitir a cobrança de preços diferenciados é questão de justiça ou só vai causar confusão? Opine.

Controlar custos e combater o desperdício, eis a receita

Início de ano, hora de fazer balanços e projeções. Na Tecnoblu, fabricante de etiquetas para a indústria de confecção, não foi diferente. Diz Cristiano Buerger, sócio da empresa, que a crise impactou a empresa e o mercado em geral, especialmente o jeanswear, diminuindo entre 10% e 15% os negócios durante outubro e novembro de 2008. ”Mas em dezembro o varejo reagiu muito bem e penso que teremos um início de 2009 normal para o nosso setor. Terminamos 2008 com um crescimento de 23%”, diz Cristiano.

Os planos para 2009 são de expansão, os investimentos previstos serão mantidos e a empresa deve partir para novas linhas de produto e novos segmentos de mercado. “Agora é o momento, também, de fazermos a lição de casa bem feita… ajustarmos custos, despesas e também usar a criatividade para não fazer nenhuma demissão”, diz Cristino. A estratégia vale pra todo mundo. 2009 promete ser o ano da faxina interna, com revisão de processos, enxugamentos e combate ao desperdício.


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