Um ombro em tempos de crise

Em um texto publicado no suplemento do NYT da semana passada, na Folha de S. Paulo, encontrei uma abordagem original para a crise econômica. Na reportagem, faz-se um panorama dos relacionamentos amorosos em tempos de crise. Sim, eles também são afetados! A pergunta é: o amor serve como refúgio quando a vida financeira fica mais áspera ou ele também é afetado pela insegurança que permeia a economia?
Quem apostou no amor como salvação… enganou-se. Com a situação financeira instável, as famílias hoje sofrem tensões que antes não existiam. Nos EUA, afirma a matéria, com a demissão dos maridos, muitas mulheres assumiram a posição de principal provedora da casa. Isso afeta a relação do casal, bem como a personalidade de cada um. Deve haver tolerância e entendimento mútuo quando há más notícias para a família, como uma demissão. Muitas pessoas têm grande parte do ego no emprego.
Apesar disso, há um fato que pode servir de consolo: os serviços de encontros amorosos cresceram de 40% a 50%, relata a matéria. Isso porque as pessoas não querem passar sozinhas por momentos incertos, com decisões difíceis. Em momentos de futuro incerto, o amor parece mais importante, e todos querem um ombro onde se apoiar.
E você? Concorda com a matéria, ou acha que o amor de verdade supera qualquer crise? Dê sua opinião!

















