Papo de Empreendedor

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Arquivos da categoria ‘Inovação’


Apresente-se com estilo: os 10 cartões de visita mais criativos

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Impressionar positivamente um possível cliente é importante para fazer novos contatos. Um cartão criativo pode fazer grande diferença, especialmente em áreas que envolvem critérios de escolha mais subjetivos, como arte e design. Mas qualidades como inovação e sofisticação podem ser expressas por meio de um pequeno pedaço de papel (ou outro material). Inspire-se com alguns dos cartões mais criativos reunidos por Josh Spiro, do site da revista Inc. (mais…)

Revista Entrepreneur divulga ganhadores do prêmio Empreendedor de 2009

rick-aldenNa edição de dezembro de 2009 – parece até que foi ontem – anunciamos os grandes vencedores da 3ª edição do prêmio Empreendedor de Sucesso. Gustavo Caetano, criador da SambaTech, levou pra casa o troféu de Empreendedor do Ano pelo seu sistema de armazenagem e distribuição de vídeos.

E não são só os brasileiros que tomam a iniciativa de premiar grandes empreendedores. A revista Entrepreneur também divulgou, na sua edição de janeiro, os ganhadores de seu prêmio Empreendedor de 2009. (mais…)

Ano novo, ideias inovadoras

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Se começar um negócio figura entre suas resoluções de ano novo, mas faltam ideias, o site springwise.com, especializado e novos nichos de mercado, dá uma força. O portal traz um menu de 10 boas apostas para empreender e inovar em 2010.  (mais…)

Saiba quais são as marcas que devem desaparecer em 2010

Elas são famosas, já tiveram muito prestígio, mas devem desaparecer no próximo ano. Essa é previsão do site 24/7 Wall Street para marcas como Newsweek, Motorola, Palm, Kodak, Blockbuster, entre outras. A lista é baseada em um levantamento que reuniu informações da situação financeira de cada uma das empresas, o atual valor de mercado e a capacidade de se desfazer de ativos. Muitas delas estão em crise porque não tiveram capacidade de se adaptar às mudanças de mercado. (mais…)

Stan Lee, o grande empreendedor dos quadrinhos

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A edição de novembro da revista Inc. traz uma ótima matéria com Stan Lee, o criador de personagens dos quadrinhos como Hulk, Homem-Aranha, X-men e Quarteto Fantástico. Considerado até hoje a alma da editora Marvel Comics, atualmente Lee possui apenas um cargo representativo e participa de eventos públicos da empresa. (mais…)

Customização levada a sério

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Circular pelas ruas do distrito histórico de Fort Worth, no Texas, significa mergulhar num cenário de filme de cowboy. E eles estão por todos os lados. Alguns prontos para exibição, outros à espera de apenas uma cerveja bem gelada, já que o calor castiga. Mas, muitos chegam de longe com um único objetivo: encomendar um novo par de botas sob medida na lendária M.L.Leddy’s, a grife dos astros de rodeio, das celebridades de Hollywood e até dos presidentes.

Na fachada, um letreiro em neon vermelho dá o recado: Leddy hand made boots. E mesmo quem chega de longe sem entender absolutamente nada do mundo dos rodeios, como eu, se surpreende ao cruzar a porta de entrada, tamanha a quantidade de botas à disposição da clientela. Curiosa, circulei em cada um dos ambientes da loja, que recebe os clientes com bancos forrados de couro de boi e adornados com chifres – exótico, para dizer o mínimo. Em pouco tempo, um aplicado vendedor me contou que tudo é feito a mão, a fim de que as botas calcem perfeitamente e se adaptem ao estilo de vida do consumidor, suas atividades, hobbies e lugares que frequenta.

Depois de uma minuciosa entrevista, é possível escolher desde modelos clássicos feitos de couro de vaca, até os mais inusitados, como os de couro de elefante, camelo, crocodilo e pele de pavão. Quem exige exclusividade, pode tirar as medidas, escolher o tipo de couro, a variedade dos recortes e a gama de detalhes. Depois, basta desembolsar até US$ 10 mil por um único par de botas e aguardar até um ano para receber a encomenda exatamente como imaginou. Caro? Há quem não ache. Fundada em 1922 e hoje sob o comando da terceira geração da família, a fábrica artesanal tem cadastrados 250 mil clientes, entre eles, Robert Redford e os presidentes Ronald Reagan e George W. Bush.

Ao sair da Leddy, ainda com o som da clássica música country soando nos ouvidos, tive mais certeza do que nunca de que trabalhar com nicho é, e será por muito tempo, um grande negócio. Afinal, quanto mais a tecnologia avança, mais sonhamos ter algo único, feito só para nós.

Empresas apostam nos aplicativos para celular

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Oficialmente, em um ano de comercialização de iPhones no Brasil as operadoras já venderam 175 900 telefones, sem contar os aparelhos que entraram via ilícita no país.
No terceiro semestre de 2009 houve um aumento de 500% em relação ao ano anterior nas vendas mundiais,  alcançando 5,4 milhões de telefones vendidos, de acordo com dados da consultoria norte-americana Gartner.

Parte do sucesso do iPhone deve-se aos aplicativos, que são separados em categorias como jogos, negócios, educação, entretenimento, finanças e fitness. E todos os dias, desenvolvedores do mundo inteiro despejam seus aplicativos na App Store. Segundo a Apple, já foram feitos 2 bilhões de downloads desses aplicativos.

Algumas empresas brasileiras já enxergaram esse mercado e estão produzindo aplicativos, seja para divulgar a marca ou para fazer vendas direto do aparelho. Para o lançamento do novo Honda City, por exemplo, a empresa criou um jogo de corrida em que você escolhe qual pista brincar:  São Paulo, Rio de Janeiro ou Curitiba.

O Bradesco está indo além, o banco pretende lançar o primeiro aplicativo brasileiro de realidade aumentada, o Presença. Ao ligar a câmera do telefone o usuário enxergará uma rosa dos ventos indicando o endereço e a distância das agências mais próximas.

Com o início da loja on-line da Apple no Brasil ficou ainda mais fácil para os donos dos aparelhos baixarem os aplicativos. Vale a pena acessar a loja e baixar alguns aplicativos para inspiração, pois as opções são infinitas vão desde entrega de pizza, como o aplicativo da rede americana Domino´s,  até a criação e encomenda de roupas da grife Ralph Lauren.

Tem uma boa ideia na área de tecnologia limpa? Eis a sua chance

Competições de planos negócios são uma forma interessante de viabilizar uma ideia quando não se tem dinheiro. Ali costumam estar reunidos investidores, interessados em apostar nas pessoas e projetos que pareçam mais promissores. Se você tem uma ideia na área de tecnologia limpa, corra para o site da Clean Tech Open e faça sua inscrição.

Podem participar projetos de todo o mundo que envolvam conceitos inovadores de tecnologias, produtos ou sistemas capazes de solucionar problemas energéticos ou ambientais. Para participar, basta preencher um formulário pela internet.

Se aprovada, a ideia passará para a próxima fase e deverá ser apresentada, em 5 minutos, para uma platéia de 3 mil pessoas em São Francisco, Estados Unidos. Estarão presentes juízes e também investidores, comunidade científica e jornalistas.

O vencedor levará U$ 100 mil para viabilizar seu projeto. As inscrições encerram-se em 15 de outubro. Para saber mais e inscrever-se, clique aqui. Boa sorte!

É tudo uma questão de cultura

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Nem tudo nas viagens de negócios é trabalho. Foi na parte turística da agenda, que visitei na semana passada os 15 quarteirões de Fort Worth, no Texas, considerada a cidade dos cowboys. A sensação que se tem é de um mergulho no tempo e na história, tendo como pano de fundo um cenário clássico dos filmes de faroeste. Ruas estreitas, construções de madeira, cowboys devidamente paramentados e uma parada de gado long corn, vacas e bois de chifres muito compridos, dão o tom do local. Os hábitos, aliás, são típicos das cidades do interior. Fomos convidados a jantar às 18h30, num dos restaurantes mais badalados do Fort, o H3 - Hunter Brothers’Ranch. Qual não foi a minha surpresa quando, ao olhar para o teto, me deparei com um quarto de traseiro de boi empalhado, acompanhado de roedores do deserto e de um javali, que insistia em exibir seus exuberantes dentes na minha direção. Confesso que a minha vontade era sair correndo, o que obviamente não fiz. Pensei com meus botões que as surpresas poderiam parar por ali. Mas não pararam. A carne assando sob os olhos dos clientes era um dos diferenciais da casa ao lado de verdadeiros baldes de chopp. Nada das tradicionais tulipas, típicas dos butiquins brasileiros. A cerveja é servida em taças gigantescas, com no mínimo meio litro da loira gelada. Por fim, o prato: carne grelhada acompanhada de batata assada e, pasme, uma espiga de milho assada servida com a rama. Lá, come-se o milho como cenoura, segurando a espiga pela palha. Tudo muito diferente! Mas, apesar do horário, a casa estava cheia, uma prova de que o sucesso é muitas vezes uma questão cultural.


Crianças (e pais) digitais

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O pouco tempo disponível para os filhos faz muitos pais tentarem compensar a ausência com mimos para a criançada. A reportagem De olho nas crianças, publicada na edição de março de 2009 de Pequenas Empresas & Grandes Negócios, revela que os pequenos já influenciam cerca de 70% das compras de alimentos e bebidas.

De olho nesse nicho, empresas de todo o mundo lançam produtos e serviços inusitados para o público mirim. Enquanto meninas de São Paulo já fazem festa dentro de limousines, uma empresa de São Francisco (EUA) uniu dois mercados em expansão – o infantil e o digital – para criar o site Story Something.

A nova página da internet (ainda em versão beta) permitirá que pais e mães gerem histórias personalizadas, em que seus filhos são os protagonistas. A empresa reuniu uma equipe de autores profissionais para escrever as aventuras, focadas em crianças de três a oito anos. Inicialmente, os pais poderão escolher entre cerca de 50 roteiros. Depois, só informar o nome e idade do pimpolho e acessar a historinha na web ou recebê-la por e-mail. Para as famílias hi-tech, mais uma inovação do Story Something: os livros personalizados podem ser lidos pelo iPhone ou pelo Kindle, o leitor de e-books da Amazon.

Que outras oportunidades a nova geração, formada por crianças totalmente familiarizadas com o mundo digital, pode trazer? Que tal unir o serviço do Story Something com o de sites que permitem a edição e publicação de livros, como o Clube de Autores, mostrado aqui no Papo de Empreendedor? Ou permitir que avós-coruja narrem e gravem as histórias criadas especialmente para seus netos? 

Parece que a era dos novos negócios já começou, você não acha?


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