Papo de Empreendedor

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Arquivos da categoria ‘internet’


Quatro dicas do fundador da Wizard para aumentar a sua presença online

O curitibano Carlos Martins é conhecido no mundo do empreendedorismo pela sua trajetória com a rede de escolas de idiomas Wizard. O negócio começou em 1987, com aulas de inglês ministradas na sala de sua casa, em Campinas, e hoje é uma rede com mais de 1,3 mil unidades espalhadas pelo mundo. Além disso, Martins transformou seu negócio em uma holding com dez marcas na área de educação, o Grupo Multi, que reúne as franquias de redes como Yágizi e Skill.

Além do sucesso no mundo das franquias, Martins se prepara para ampliar a sua presença online. Ele acaba de lançar o blog www.carloswmartins.com, em que promete fazer atualizações diárias com temas ligados a empreendedorismo e educação. Autor de dois livros motivacionais, ele também vai  dar dicas para quem quer alcançar o sucesso profissional e financeiro.
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5 hábitos para extrair mais das mídias sociais

Comece 2013 com alguns novos comportamentos para aumentar sua influência nas mídias sociais e melhorar o relacionamento com seguidores e clientes.

Tornar-se influente nas mídias sociais pode ser uma forma interessante de atrair a atenção de potenciais clientes, principalmente para uma empresa nova. Aumentar a repercussão de sua companhia online é um bom plano para 2013. Mas, com tantos perfis e tantas mídias sociais, essa nem sempre é uma tarefa simples. Em sua coluna na revista Inc., John Brandon lista cinco dicas para a visibilidade da sua marca crescer neste ano.
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Você já ouviu falar de marketing de atribuição?

As possibilidades de comunicação nos canais digitais – redes sociais, sites, e-mail – são múltiplas. Essa diversidade é uma oportunidade para as marcas que querem conversar com os seus públicos, mas também gera um problema: como fazer um plano integrado se as informações estão dispersas em diferentes canais? Essa é a questão que o chamado Marketing de Atribuição quer ajudar a responder.

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Cinco dicas para uma campanha eficiente na internet

As opções de publicidade no mundo digital se tornam cada vez mais sofisticadas. Quem já tem uma página no Facebook, um site ou blog, sabe que as oportunidades de anúncio aparecem a toda a hora na internet.
Antes de se arriscar em uma estratégia de links patrocinados caseira, saiba o que a Lilian Yamamoto e o Renato Maria, sócios-fundadores da agência especializada em adwords ADW/id têm a dizer. Eles trabalharam anos no Google antes de decidirem sair para criar a própria agência. Leia abaixo cinco dicas desses especialistas:

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Pelo fim do e-mail


Eu recebo cerca de 180 e-mails por dia. Gasto cerca de duas horas lendo e respondendo apenas aqueles que considero prioritários. Gasto mais uma hora filtrando os restantes: os que podem virar pauta vão para uma pasta especial; os outros são deletados sumariamente. Ao final do processo, fico imaginando todas as atividades produtivas (ou relaxantes) que poderia ter feito naquelas três horas. A minha conclusão é sempre a mesma: minha vida seria muito melhor se o e-mail simplesmente deixasse de existir. (more…)

Lições de um empreendedor digital


Com mais de uma década de experiência no mercado digital, o americano Jason Goldberg é fundador de quatro empresas de internet – Jobster, Social Median, XING AG e Fab. Em um post publicado hoje (dia 5) no Mashable, ele compartilhou as 90 maiores lições de negócios aprendidas durante a sua trajetória como empreendedor. Da gestão de pessoas ao capital de risco, confira as cinco dicas principais para quem pensa em abrir – ou já está tocando – um negócio na web. (more…)

O que as métricas de navegação podem fazer por seu negócio

Na era digital em que vivemos, não há nada mais valioso para um negócio do que o conhecimento proporcionado pela análise de métricas de navegação. E não é algo tão complicado, como muitas pessoas acreditam. “Nós temos uma imagem absurda desses dados e das pessoas que as estudam, como algo muito técnico e difícil”, diz Marcelo Marzola, um dos fundadores da Predicta, empresa de inteligência digital. “Mas não deveria ser assim. Esse universo precisa fazer parte do dia a dia de qualquer empresa.” Marzola participou da 3ª Semana de Cultura Digital, promovida pela Editora Globo, e falou um pouco sobre como as empresas podem se livrar desse medo de métricas.

Você provavelmente já deve usar o Google Analytics para estudar a audiência e os visitantes – se não, em que caverna você se enfiou? – e é com ele que você conseguirá os dados para aperfeiçoar a eficiência do seu site. O primeiro passo, segundo Marzola, é entender que o problema atual do mundo das métricas é mais social e educacional do que propriamente técnico. Depois que você mentalizar isso, bastará seguir essas dicas para aproveitar melhor essas informações:

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Como será o marketing em 2025?

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É difícil fazer previsões, mesmo para quem se arrisca em futurologia. Mas é justo dizer que nestes quase 13 anos de século XXI, as estratégias de marketing evoluíram e se tornaram bastante sofisticadas.

Se hoje ferramentas como o Google são capazes de entregar publicidade baseada nas pesquisas e no histórico de navegação de um usuário, o que pode ser feito para aumentar o nível de segmentação do marketing online? O editor da revista norte-americana INC, John Brandon, arrisca alguns palpites.

1. Será possível rastrear a identidade analógica dos consumidores.

Uma coisa é clara: o marketing segmentado vai se mover da área digital para a analógica. Chris Anderson, editor da revista Wired – que escreveu um livro chamado Free: The Future of a Radical Price há alguns anos – se dedica a fazer uma comparação entre bits e átomos. A aposta de Brandon é de que o marketing vai descobrir como combinar estas duas unidades de uma maneira mais rápida que outras áreas do conhecimento. A hipóstese do editor: “Digamos que eu estou sentado em um café conversando com um amigo. O Google pode encontrar uma maneira de capturar o que eu digo (talvez a minha entrada na cafeteria esteja condicionada à assinatura de termos e condições que prevejam isso) e me envie ofertas relacionadas mais tarde.

2. Será possível prever as preferências dos consumidores.

Outra obra lançada este ano, chamada The Power of Habit: Why We Do What We Do in Life and Business, explica como o marketing segmentado pode acompanhar hábitos de consumo dos compradores e entregar publicidade a partir disso. Um exemplo estudado é quando uma mulher começa a comprar produtos porque ela está grávida – e, com isso, as empresas que atuam nessa área passam a lhe oferecer mais e mais produtos. Para Brandon, isso deve acontecer ainda mais em 2025.

“Suponha que você entra em uma loja para comprar um Volkswagen. Talvez os vendedores serão capazes de puxar uma ficha sua no computador e identificar que você normalmente gosta de um interior azul e que vai querem uma van com espaço para cinco pessoas porque você tem três filhos”, descreve o editor.

3. Será possível customizar o produto pelo DNA do cliente.

Brandon usa como referência um terceiro livro: Incognito: The Secret Lives of the Brain, de David Eagleman, também lançado neste ano. Nele, o autor explica um detalhe interessante. Algumas mulheres (não os homens) são capazes de perceber algumas cores de forma diferente, e é provavelmente por isso que elas são melhores em decorar um quarto ou escolher uma pintura.

Em 2025, Brandon pensa que os marketeiros vão descobrir como tirar vantagem disso. De repente, o marketing será capaz de conseguir correlacionar o fato de você ter uma personalidade introvertida e freqüentemente ouvir música techno. Os comerciais que você vê na televisão – que por si só vão se transformar em algo que mal reconhecemos hoje – poderão ser altamente programados apenas para a forma como seu cérebro funciona e como você percebe as coisas.

4. O marketing irá atingir demandas ainda mais profundas.

Brandon se diz fascinado por sites de leilões em centavos como o QuiBids.com. Sites de apostas já tocam em um profundo desejo, mas sites de leilões de centavo conseguem ir ainda mais fundo: eles usam dinheiro falso (1 centavo, na verdade, equivale a cerca de 60 centavos), jogar com o nosso amor por aparelhos brilhantes, como o iPad, e nos atraem com a sugestão de um bom negócio. Jogue a isso um componente social e torne a estratégia mortal.

“Eu estava ‘pesquisando’ sobre esses sites havia algum tempo atrás e me vi dando lances para coisas como lanternas e grampeadores. Eu realmente ganhei um leilão para o inventor de um novo tipo de parafuso, apesar de eu não ter pegado em um martelo em meses”, disse. Para Brandon, em 2025, os sites de leilões de centavos irão inspirar os comerciantes para encontrar novas formas de atrair clientes potenciais. Eles atingem as pessoas rapidamente, usando anúncios que tocam em emoções que a gente ainda mal reconhece.

E você? Concorda com essas previsões? Ou acha que o marketing será completamente diferente em 2025?

Dê duro para poder relaxar nas férias

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Há poucos dias, o New York Times publicou um artigo longo sobre um assunto de alta relevância. O título é “Sabotagem de férias: não deixe acontecer com você!”. Quem assina é Matt Richtel, que, segundo a biografia disponível no site do jornal, não cobre a área de turismo, mas a de tecnologia. Isso já revela a abordagem dada ao assunto, que pode ser resumida, grosso modo, a considerações sobre como é difícil desplugar neste mundo alucinante em que vivemos. Já não somos escravizados por mensagens e informações, mas pelos aparelhos em si (leia mais sobre isso no post anterior deste blog, da editora-executiva Marisa Adán Gil).

Ironias à parte, é preciso reconhecer que todo mundo sabe do que Richtel está falando quando se refere à  “armadilha dos sete dias”: “três dias de impaciência por não conseguir relaxar, dois dias de descanso verdadeiro e dois dias de ansiedade antes de voltar ao trabalho”. A julgar pelas entrevistas feitas por Richtel, o problema é mais grave do que se supõe. Até mesmo um experiente psicólogo, Jonathan Schooler, da Universidade da Califórnia, confessa que destruiu suas férias com a família na Noruega porque programou tirar um tempinho para fazer um trabalho no laptop. Resultado: nem fez o trabalho, nem conseguiu desligar.

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Como utilizar vídeos online para divulgar sua empresa

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Em tempos de mídias sociais e do grande poder da internet, ainda são poucas as empresas que utilizam vídeos online como divulgação. Mesmo que uma produção não vire um fenômeno viral, um vídeo produzido e divulgado pelo YouTube pode atrair novos clientes para seu site.

O site da revista Entrepreneur reuniu algumas dicas bem simples de como iniciar sua produção de vídeos e como tirar o melhor proveito deles. Confiram:

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