Papo de Empreendedor

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Arquivos da categoria ‘Marketing’


Como conquistar um cliente para a vida inteira

A história de Luka Apps, o garoto inglês que recebeu uma resposta incrível da LEGO depois de perder um brinquedo, bombou em sites e redes sociais nas últimas semanas. Mesmo não sendo novidade, achei que valia compartilhar aqui pelo exemplo de como uma marca pode enxergar o consumidor (assunto desse outro post) e conquistar um cliente para a vida inteira. (more…)

Três regras de ouro dos designers de sucesso

Atualmente muitas empresas conseguem sucesso com o design criativo e único que utilizam na sua marca e criação de produtos. Ficar de olho, portanto, nesse processo é algo muito importante, até mesmo para perceber quando está na hora de se reinventar.

Junto com seu sócio Tony Fadell, o americano Matt Rogers refez o design do antigo termostato para algo mais moderno e prático, dando origem ao Nest Thermostat, que, além disso, “aprende” a preferências do usuário em termos de temperatura.

Rogers conversou com o site da revista Inc. e listou três regras douradas para alcançar um design sempre inovador:

1. Não tenha medo de substituir você mesmo
Muitas empresas trabalham com o objetivo de estar sempre à frente de seus competidores. E isso inclui sua própria empresa, significando que você deve estar disposto a substituir seu próprio produto – ou negócio – para se manter no topo do mercado. “Nós estamos constantemente nos perguntando: como podemos fazer mais, se mais espertos e mais inovadores do que nós mesmos?”, diz Rogers.

2. Seja o seu pior crítico
Segundo Rogers, você não precisa depender dos seus consumidores para saber o que pode melhorar nos seus produtos. Seu trabalho é sempre antecipar qualquer possível falha em eliminá-la nas próximas versões do produto. Ele afirma que se preocupar está no DNA dele e há pouco espaço para empresas com apenas uma criação de sucesso. “Você continua se movimentando, e não apenas descansa nos louros do seu sucesso”, diz.

3. Marketing de qualidade é tudo
A qualidade do design do produto deve refletir também na forma como você conta a história dele, como você faz o seu marketing e branding. Sendo assim, a inovação também deve estar na embalagem, no site, na publicidade etc. E, para Rogers, um produto com um design realmente inovador se vende sozinho, sem precisar de muito esforço. Vale lembrar que Rogers já foi designer da Apple, então ele deve entender disso.

Você já ouviu falar de marketing de atribuição?

As possibilidades de comunicação nos canais digitais – redes sociais, sites, e-mail – são múltiplas. Essa diversidade é uma oportunidade para as marcas que querem conversar com os seus públicos, mas também gera um problema: como fazer um plano integrado se as informações estão dispersas em diferentes canais? Essa é a questão que o chamado Marketing de Atribuição quer ajudar a responder.

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5 dicas para focar no cliente ideal

Há uma grande diferença entre visitantes e clientes. É o que explica o empreendedor canadense Matthew Toren, em post para o site entrepreneur.com.

Segundo ele, a lógica é simples: Você prefere que o site da sua startup tenha 10 mil visitantes mensais com uma taxa de conversão de vendas de 10% ou que ele atraia 100 mil usuários, dos quais apenas alguns resolvem comprar algo?

Essa questão, por mais simples que seja, permanece uma grande fonte de frustração para muitos empreendedores online. Frequentemente, eles investem muito tempo, energia e dinheiro para direcionar fluxo para seus sites, apenas para descobrir que as pessoas atraídas não são o público-alvo da marca.

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Seis dicas para se destacar no Facebook


Trabalhar com marketing via redes sociais tem seus mistérios. Por exemplo: no Facebook, por que alguns posts são muito comentados e curtidos e outros – principalmente os publicados logo depois daqueles que fizeram “sucesso” – parecem passar despercebidos?

O especialista Jeff Haden, em seu blog no site da revista Inc., enumera seis dicas úteis para melhorar o desempenho no Facebook. Antes de lê-los é necessário saber que 95% da atividade no Facebook acontece no feed de notícias, e é ali que as mensagens promocionais devem se concentrar. Não por coincidência, o feed também é o lugar mais congestionado e disputado do Face, e o importante é se destacar.
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Brainstorming: como usar

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O brainstorming é uma tática fortíssima para qualquer equipe que precise desenvolver algo inovador. Trata-se, basicamente, de uma reunião criativa organizada para a criação de conceitos, produtos e soluções diferentes. Desses encontros, empreendedores podem sair com ideias geniais nas mãos, mas é preciso certo esforço. Acontece que a técnica inventada pelo publicitário norte-americano Alex Osborn não é tão simples quanto parece. Para começar, um brainstorming precisa de um mediador. É ele quem deve fazer perguntas, instigar a equipe e se empolgar com as boas ideias. Para o colunista da revista Inc. Michael Olguin, em um brainstorming, tudo depende desse personagem. Em seu último post no site da publicação, Olguin defende que essas reuniões pedem um investimento enorme de tempo e energia da equipe pois, se forem feitas de maneira incorreta, poderão se tornar um desperdício de esforço entre os participantes. Como presidente de uma agência de relações públicas, o colunista diz que já acumulou bastante experiência como mediador de brainstormings e dá algumas dicas do que não fazer e do que fazer nessas situações.
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Como será o marketing em 2025?

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É difícil fazer previsões, mesmo para quem se arrisca em futurologia. Mas é justo dizer que nestes quase 13 anos de século XXI, as estratégias de marketing evoluíram e se tornaram bastante sofisticadas.

Se hoje ferramentas como o Google são capazes de entregar publicidade baseada nas pesquisas e no histórico de navegação de um usuário, o que pode ser feito para aumentar o nível de segmentação do marketing online? O editor da revista norte-americana INC, John Brandon, arrisca alguns palpites.

1. Será possível rastrear a identidade analógica dos consumidores.

Uma coisa é clara: o marketing segmentado vai se mover da área digital para a analógica. Chris Anderson, editor da revista Wired – que escreveu um livro chamado Free: The Future of a Radical Price há alguns anos – se dedica a fazer uma comparação entre bits e átomos. A aposta de Brandon é de que o marketing vai descobrir como combinar estas duas unidades de uma maneira mais rápida que outras áreas do conhecimento. A hipóstese do editor: “Digamos que eu estou sentado em um café conversando com um amigo. O Google pode encontrar uma maneira de capturar o que eu digo (talvez a minha entrada na cafeteria esteja condicionada à assinatura de termos e condições que prevejam isso) e me envie ofertas relacionadas mais tarde.

2. Será possível prever as preferências dos consumidores.

Outra obra lançada este ano, chamada The Power of Habit: Why We Do What We Do in Life and Business, explica como o marketing segmentado pode acompanhar hábitos de consumo dos compradores e entregar publicidade a partir disso. Um exemplo estudado é quando uma mulher começa a comprar produtos porque ela está grávida – e, com isso, as empresas que atuam nessa área passam a lhe oferecer mais e mais produtos. Para Brandon, isso deve acontecer ainda mais em 2025.

“Suponha que você entra em uma loja para comprar um Volkswagen. Talvez os vendedores serão capazes de puxar uma ficha sua no computador e identificar que você normalmente gosta de um interior azul e que vai querem uma van com espaço para cinco pessoas porque você tem três filhos”, descreve o editor.

3. Será possível customizar o produto pelo DNA do cliente.

Brandon usa como referência um terceiro livro: Incognito: The Secret Lives of the Brain, de David Eagleman, também lançado neste ano. Nele, o autor explica um detalhe interessante. Algumas mulheres (não os homens) são capazes de perceber algumas cores de forma diferente, e é provavelmente por isso que elas são melhores em decorar um quarto ou escolher uma pintura.

Em 2025, Brandon pensa que os marketeiros vão descobrir como tirar vantagem disso. De repente, o marketing será capaz de conseguir correlacionar o fato de você ter uma personalidade introvertida e freqüentemente ouvir música techno. Os comerciais que você vê na televisão – que por si só vão se transformar em algo que mal reconhecemos hoje – poderão ser altamente programados apenas para a forma como seu cérebro funciona e como você percebe as coisas.

4. O marketing irá atingir demandas ainda mais profundas.

Brandon se diz fascinado por sites de leilões em centavos como o QuiBids.com. Sites de apostas já tocam em um profundo desejo, mas sites de leilões de centavo conseguem ir ainda mais fundo: eles usam dinheiro falso (1 centavo, na verdade, equivale a cerca de 60 centavos), jogar com o nosso amor por aparelhos brilhantes, como o iPad, e nos atraem com a sugestão de um bom negócio. Jogue a isso um componente social e torne a estratégia mortal.

“Eu estava ‘pesquisando’ sobre esses sites havia algum tempo atrás e me vi dando lances para coisas como lanternas e grampeadores. Eu realmente ganhei um leilão para o inventor de um novo tipo de parafuso, apesar de eu não ter pegado em um martelo em meses”, disse. Para Brandon, em 2025, os sites de leilões de centavos irão inspirar os comerciantes para encontrar novas formas de atrair clientes potenciais. Eles atingem as pessoas rapidamente, usando anúncios que tocam em emoções que a gente ainda mal reconhece.

E você? Concorda com essas previsões? Ou acha que o marketing será completamente diferente em 2025?

O marketing nerd já não é tão confiável

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A edição 2012 da Comic-Con, maior e mais prestigiosa concentração anual de nerds do planeta, terminou domingo em San Diego, Califórnia, e o New York Times observou um fenômeno curioso: a timidez dos grandes estúdios de cinema em aproveitar a oportunidade como caixa de ressonância para os grandes lançamentos dos próximos meses. Em outros anos, os estúdios usavam a estratégia de deflagrar “incêndios controlados” entre os fãs de histórias em quadrinho, literatura fantástica e games que geram os blockbusters. Desta vez, Paramount, Universal e 20th Century Fox simplesmente não apareceram.

A Warner levou Peter Jackson, o diretor da trilogia “O Senhor dos Anéis”, para apresentar 13 minutos do primeiro dos dois filmes baseados em “O Hobbit”, o prólogo da saga escrita por J.R. Tolkien. Mas desistiu de mostrá-los no sistema inovador de filmagem (velocidade dobrada de captação que, supostamente, gerará cores mais brilhantes, movimentos mais suaves e imagens mais nítidas) e também sonegou o 3D. O diretor Zack Snyder apresentou um trailer do novo Super-Homem, “Man of Steel”, produzido por Christopher Nolan, que sequer mostra o vilão. Indagado sobre a ausência pelo público, Snyder gaguejou e afirmou várias vezes que o filme vai ser “incrível”.

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Além das fronteiras do Facebook

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Para criar um bom relacionamento com o cliente, é fundamental ter uma forte atuação em redes sociais como Facebook e Twitter, certo? Errado. O empreendedor que desejar interagir com o consumidor precisa ir além dessas mídias e criar a sua própria plataforma de relacionamento. É o que diz Aaron Shapiro, CEO da Huge, empresa que presta consultoria em marketing digital, e autor do livro “Users Not Customers: Who Really Determines the Success of Your Business” (editora Portfolio). Na visão de Shapiro, que é colaborador da revista Fast Company, as empresas ainda não estão aproveitando nem a metade do potencial da internet. “Se entendessem melhor os canais digitais, poderiam usar essa interação para fazer produtos melhores, elaborar um marketing mais efetivo e deixar os consumidores mais felizes.” (more…)

A melhor cor para o seu negócio

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Qual a cor das paredes de seu escritório? E da sua empresa? Se você não liga muito para a estética de seu ambiente de trabalho, deveria. Pelo menos é isso que sugere um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. Segundo os dados, as cores afetam diretamente o comportamento, a atenção e a capacidade de inovação das pessoas. Para que os especialistas chegassem a essa conclusão, mais de 600 alunos da instituição foram submetidos a testes. O resultado mostrou que o azul, por exemplo, estimula a criatividade, enquanto o vermelho deixa todos mais atentos às suas tarefas.

Mike Kapnick, dono de uma seguradora no estado do Michigan, nos Estados Unidos compartilha da opinião dos pesquisadores canadenses. Ele, na verdade, não estava pensando muito sobre esse estudo da universidade quando decidiu pintar as paredes de sua empresa. O executivo de 41 anos diz que só queria mesmo criar um ambiente confortável para ele e para os funcionários. “A intenção era manter a atmosfera de negócio, mas tornando o local mais cômodo para quem trabalha lá”, disse ele ao portal norte-americano Huffington Post.
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