Papo de Empreendedor

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Aumente a experiência sensorial na rede

Voltei ontem de uma coletiva realizada pela consultoria especializada em varejo GS & MD Gouvêa de Souza com uma pulga atrás da orelha. Durante a apresentação do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, descobri que 66% dos internautas não compram pela internet porque gostam de tocar e sentir o produto antes de fechar negócio. Tudo bem, isso não é novidade. Mas não dá para deixar de pensar no que esse número quer dizer: apesar de todo o crescimento e desenvolvimento do e-commerce, as empresas ainda estão longe de oferecer uma experiência sensorial convincente na rede. E, por causa disso, milhares de consumidores deixam de passar seus cartões de créditos nas lojas virtuais.

Claro que existem exceções, como o site da Patisserie Nachtischkultur, uma confeitaria alemã que conseguiu despertar meus sentidos durante minhas andanças pela internet. Sobre um fundo branco, mais de 200 pequenos doces enfileirados se apresentam ao visitante, lembrando uma daquelas vitrines de confeitaria que enchem os olhos e convidam quem está na calçada a entrar. Basta escolher uma das sobremesas, clicar e esperar que se destaque do grupo e fique sozinha na tela, em tamanho real. Entre lá e experimente.

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E você,  o que está fazendo para que o site da sua empresa conquiste os clientes?

Clientela virtual

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O consumidor está menos fiel aos canais tradicionais de venda. Cada vez mais, os compradores de todo o mundo utilizam os meios digitais – internet, celular e TV interativa – para conhecer produtos e serviços e comparar qualidade e preço antes da compra. Essas novas características do consumidor afetam diretamente o varejista, que precisa se adaptar aos canais digitais de venda e relacionamento para atender as exigências da clientela do futuro.

Confira as principais conclusões do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, conduzido em 11 países e apresentado hoje pela consultoria especializada em varejo GS & MD – Gouvêa de Souza:

- 73% dos internautas já utilizam a web para fazer comparação de preços. Isso gera um efeito econômico, reduzindo a rentabilidade das empresas

- O marketing tradicional já começa a perder espaço para as novas mídias, obrigando as marcas a rever suas estratégias de comunicação

- 53% dos consumidores brasileiros já ficam incomodados se suas lojas preferidas não venderem também pela internet. Se o seu público-alvo tem mais de 25 anos e renda mensal entre R$ 6.600 a R$ 9.800, você precisa ter ainda mais pressa para entrar no comércio eletrônico

- 42% dos brasileiros gostariam de receber promoções e propagandas pelo celular, especialmente a clientela entre 25 e 44 anos, das classes C e D

E então, o seu negócio está preparado para conquistar o novo consumidor?

E-mail marketing ético – e não spam

O último post que escrevi fala sobre e-mail marketing. Nele, surgiram alguns comentários lembrando da importante diferença entre esta prática e o spam.

Os spams são aqueles e-mails que recebemos com propagandas de produtos duvidosos, que querem vender algo a todo custo e são enviados aleatoriamente (geralmente para listas de e-mails compradas, como lembrou o internauta Ramon E. Ritter em um dos comentários).

Já o e-mail marketing tem intenção de estreitar o relacionamento com o cliente. Ele é uma ferramenta ótima para os negócios, mas o spam, além de ser muito incômodo, é perigoso – pois pode trazer vírus para seu computador.

Para que não haja risco do e-mail marketing ser confundido com spam e também para evitar que ele se torne um peso na vida – e na caixa de entrada - dos clientes, começou a vigorar este ano uma autorregulamentação para prática de e-mail marketing (Karin Keller, obrigada pela dica deixada nos comentários).

O documento foi elaborado por meio de parceria entre agências reguladoras de marketing, associações de comércio, de defesa do consumidor, e centros de combate aos crimes da internet. A regra mais importante – e que define o que é um e-mail marketing – é a que diz que ele será enviado apenas para destinatários que escolheram receber as mensagens. Para conhecer a regulamentação completa, clique aqui e acesse o documento no site da ABEMD – (Associação Brasileira de Marketing Direto).

O que não fazer em uma apresentação

Causar uma boa impressão pode garantir ótimos negócios. Preparação e prática são fundamentais na hora de apresentar suas ideias para empresários e executivos, e organizá-las num arquivo de PowerPoint é tão comum quanto eficiente se for bem feito.

Em recente coluna no site Business Week, o coach em comunicação para empresas Carmine Gallo deu dicas bem humoradas de como causar uma má impressão fazendo uma péssima apresentação. Se quiser impressionar, não cometa nenhum dos 15 erros que ele descreve.

Como fazer uma péssima apresentação

1. Cometa erros de ortografia: Não checar a escrita das palavras demonstra completa falta de cuidado e atenção. Se você não se importa o suficiente para por à prova a sua apresentação, sua audiência vai ficar menos interessada em você e na sua mensagem. É a forma mais fácil de parecer amador.

2. Crie combinações de cores que causem distração: Azul e verde são as mais difíceis de ler.

3. Use fontes inconsistentes: Designers profissionais de PowerPoint usam duas, no máximo três, estilos de fontes numa apresentação inteira. Mas porque parar por aí? Há centenas de tipografias disponíveis, mas usar várias no mesmo slide pode prejudicar o entendimento da mensagem.

4. Use uma fonte muito pequena: Se você quer deixar as pessoas malucas, diga algo como: “Eu sei que vocês não conseguem ler isso, mas se conseguissem eis o que diria…”

5. Insira fotos distorcidas esticadas para caber no tamanho do slide: Imagens usadas em PowerPoint devem ter pelo menos 900×720 pixels. Designers começam com imagens maiores e diminuem seu tamanho para caber no slide. Se você quer parecer ruim, encontre imagens de tamanho 200×300 pixels e estique-as para caber no slide. Sua qualidade ficará péssima.

6. Pareça completamente e totalmente desinteressado: Carmine Gallo comenta uma conferência da qual participou em que o palestrante não havia sequer preparado uma apresentação e tinha apenas algumas anotações escritas à mão. O maior problema foi que ele se perdia no meio das notas, remexendo nos papéis, e perguntou duas vezes ao mediador: “Quanto tempo ainda me resta?”. As pessoas na plateia acharam tão terrível que começaram a se entreolhar e rir.

7. Pareça desarrumado: Se quiser causar uma péssima impressão, use uma calça jeans desbotada, sapatos gastos e sujos e uma camisa manchada.

8. Leia todas as palavras de cada slide: Melhor ainda, vire as costas pra o público e leia  seus slides palavra por palavra.  Não tem coisa melhor para entendiar  a plateia.

9. Não se importe com um plano B: Se você precisa usar a internet para mostrar um site, não se preocupe em capturar uma imagem da página para caso a conexão não funcione. Assim, você não saberá o que dizer quando a internet falhar. Já imaginou que situação chata?

10. Não pratique: Nem um pouco. Praticar uma apresentação em voz alta dá trabalho e faz com que você pareça polido, mas é garantia de que o assunto vai fluir melhor e no tempo certo.

11. Chame atenção para os seus erros: Se você quer mostrar total falta de preparo, diga algo como: “Ops, não tenho ideia de como este slide veio parar aqui”.

12. Comece com uma piada ofensiva e sem graça: Metade das pessoas vai sair da apresentação imediatamente e você terá conseguido causar uma péssima impressão logo de cara.

13. Use animações doidas: Deixar o texto simplesmente desaparecer gradualmente é muito simplista. Especialmente quando o PowerPoint oferece as funções “saltar”, “bumerangue” e a temida “nêutrons”, que faz as letras circularem descontroladas.  Todas farão a plateia ficar com dor de cabeça.  A simplicidade, muitas vezes, é a melhor opção.

14. Use desenhos de clip art: Por  que gastar dinheiro com fotos de alta-resolução de um serviço de banco de imagens quando há muitos desenhos ordinários e sem custo que farão sua apresentação parecer um projeto de escola?  O acabamento - até em uma apresentação - faz toda a diferença.

15. Use softwares de apresentação antigos: PowerPoint 2003 serviu seu propósito (foi usado por anos). Mas não há comparação com o PowerPoint 2007, que é uma ferramenta simplesmente melhor e mais robusta. Darla Wigginton, uma designer expert em PowerPoint e diretora de criação da eVision Design em São Francisco, diz: “Quando o [PowerPoint] 2007 foi lançado, ele assustou o mundo do design, pois o usuário comum poderia criar coisas realmente impressionantes”. Por que assustar os designers profissionais?  Fique com as versões mais antigas e  perca a atenção da sua plateia.

Como aumentar sua lista de e-mail marketing

A internet, como já sabemos, é um canal super eficiente para divulgar seus negócios. Mas se o cliente não vem até o seu site, como você pode chegar até o seu cliente?  Uma lista de e-mail marketing bem recheada é uma opção.

Com ela, você pode mandar mensagens dirigidas para seus consumidores e incentivá-los a ir correndo para a sua loja comprar um produto novo. Mas como as pessoas recebem muitas mensagens que vão direto para a lixeira, você tem que convencê-las a assinar sua lista de e-mails.

O site Small Biz Bee listou algumas dicas que podem ajudá-lo a atrair mais assinantes para o seu e-mail marketing.

1-Torne visível

Dentro do seu site, o cliente tem que encontrar um botão logo na primeira página para se cadastrar na sua lista. Em sua loja, deixe fichas para o cliente se inscrever. Elas devem estar bem visíveis no caixa e  seus funcionários devem oferecer o cadastro aos consumidores.

2-Demonstre relevância

Dê um bom motivo para seu cliente querer receber seu e-mail marketing. Explique um pouco do que ele vai receber e quais são as vantagens. Em seu site, você pode disponibilizar uma lista. Ex:”Dez razões para você assinar nosso mailing”.

3-Dê incentivos

Que tal oferecer brindes e promover promoções exclusivas para assinantes do e-mail marketing? Além de incentivar a assinatura, estas medidas podem  lhe  ajudar diretamente no aumento das vendas.

4-Seja criativo

Encontre maneiras diferentes de promover o e-mail marketing no site. Você pode fazer um vídeo, por exemplo, explicando um pouco  sobre a sua empresa e o que os clientes vão receber assinando sua lista.

5-Deixe uma política de privacidade explícita

Você tem que fazer com que  o seu cliente se sinta seguro ao  colocar  o e-mail  na lista da sua empresa . Ele tem que ter certeza de que o endereço eletrônico dele não vai sair da sua loja.
Você usa e-mail marketing ou mala direta no seu negócio? Como estes recursos lhe  ajudam?

Foco no cliente

Fui surpreendida com uma notinha publicada no jornal que, de certa forma, contradiz a teoria da maioria dos especialistas. Uma importante marca de roupas infantis anunciou que até o Dia das Pais exibirá em suas vitrines camisetas pólos para os adultos. E não se trata de peça de decoração, as ditas cujas estarão à venda. Tal filho, tal pai. Ora, não é de hoje que ouvimos falar aos quatro ventos que é preciso ter foco no cliente, conhecer seu público a fundo, saber o que ele deseja de sua marca e o quanto ele a estima. Fico me perguntando até que ponto iniciativas pontuais como essa ajudam a esquentar as vendas ou confundem ainda mais a cabeça do cliente. Fica a questão.

Lições da melhor campanha publicitária da história

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Lembra daquele concurso para escolher o zelador de uma ilha paradisíaca na Austrália? Pensou em se candidatar à vaga? Se a sua resposta for positiva, você foi mais um dos que foram seduzidos pela melhor campanha publicitária da história.

Este ano, pela primeira vez nos 50 anos do festival de Cannes, o mais importante e tradicional do mundo, a campanha intitulada “O melhor emprego do mundo” ganhou o grand prix (prêmio máximo) em três categorias — marketing direto, cyber e relações públicas.

Com US$ 1,7 milhão, valor irrisório para o setor, a campanha da secretaria do turismo do estado australiano Queensland conseguiu respeitável repercussão mundial. Pessoas de 200 países diferentes interagiram com o site, que teve 500 mil votos online e 7 milhões de visitantes. Ao mesmo tempo, o Youtube recebeu 34 mil vídeos de candidatos à vaga, que gravavam apresentações e eram submetidos a julgamento popular.

Rohit Bhargava, colaborador da revista Fast Company e vice-presidente de estratégia online da agência Ogilvy, de Nova York, afirma que ao contrário do que parece, a razão do sucesso da campanha não está no produto divulgado, a vaga de zelador da ilha, mas na forma como as redes sociais foram usadas.

Após analisar a estratégia vencedora, Bhargava fez uma lista com seis lições que as pequenas e médias empresas podem aprender com a melhor campanha do mundo. Veja o que diz o especialista:

1 – Faça parecer factível

Muitos publicitários nunca divulgariam algo que não possa ser provado. Mas, será que a secretaria do turismo de Queensland pode provar que se tratava do melhor emprego do mundo? Não, eles não podem. Mas tornaram factível porque estavam divulgando um lugar maravilhoso e que se encaixa na definição de emprego dos sonhos de muita gente

2 – O quanto você gasta é irrelevante

Um dos benefícios das mídias sociais é que a repercussão ocorre em uma escala diferente da publicidade tradicional. O mais importante é ter algo relevante a dizer. Você precisa apenas de uma boa história para repercutir na internet

3 – O mais importante é focar no conteúdo, não na quantidade

7 milhões de visitantes é um número interessante, mas o mais importante da campanha vencedora foram os 34 mil vídeos de pessoas dizendo coisas boas sobre Queensland. Se somarmos os espectadores desses vídeos a longo prazo, o impacto da campanha é impressionante

4 – Crie uma razão para as pessoas interagirem

Outro elemento que deu certo foi o fato das pessoas poderem votar nos vídeos. Isso significou que após a gravação, os candidatos precisavam trabalhar na divulgação

5 – Não subestime o poder de criação dos internautas

Pesquisas indicam que entre 1% e 10% dos usuários das redes sociais criam conteúdo. No entanto, esse índice tem potencial de atingir um número de pessoas enorme. A criação de conteúdo pelos usuários pode ser uma arma secreta da sua próxima campanha

6 – Faça uma campanha duradoura

Uma das funções do escolhido para o cargo de zelador da ilha é atualizar um blog com notícias sobre o dia a dia das atividades. O vencedor postará também vídeos e imagens do local. Ou seja, a campanha ainda tem potencial.

Mancada da Pepsi

Ainda a respeito das campanhas publicitárias, o Wall Street Journal publicou nesta quinta-feira (23) matéria sobre a pisada na bola da PepsiCo na divulgação do Gatorade, a segunda bebida mais vendida da empresa em receita, atrás apenas da Pepsi-Cola.

Segundo a reportagem, a empresa lançou em janeiro uma enorme campanha de reformulação da marca nos Estados Unidos, que simplificou o rótulo da bebida para apenas “G”. Comerciais de TV, anúncios impressos e online perguntavam aos consumidores “o que é G?” , ao mesmo tempo em que o tradicional símbolo do raio encolheu nas embalagens da bebida.

A ideia era fazer a marca ficar “descolada”, mas o resultado foi desastroso. O volume vendido de bebidas da companhia na América do Norte caiu 6%, puxado pelo fraco desempenho do Gatorade, que perdeu uma fatia de 4,5% do mercado de isotônicos e teve queda no volume de 17,5% no primeiro semestre, período em que a campanha teve destaque.

Ontem, Indra Nooyi, a executiva indiana que comanda a empresa e já foi eleita algumas vezes  pela revista Forbes a mulher mais poderosa do mundo, teve que se justificar aos analistas. Em conferência, reconheceu que não deve alcançar a expectativa de vendas da bebida este ano e não soube dizer se aposta em uma recuperação. Além disso, afirmou que a empresa deve lançar outra campanha para a bebida, focada apenas nas pessoas que fazem exercícios.

Veja como foi a mudança no logo da marca:
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E você, costuma usar a internet nas suas campanhas?

Pensa em mudar o logo da sua empresa?

O visual faz a diferença

Quantas vezes adquirimos produtos por gostar da embalagem? Muitas vezes chegamos a pensar que um produto é melhor que o outro só pelo pacote. Isso ocorre porque um produto com uma comunicação visual rica e atraente chama muito mais atenção frente a um produto com pouco apelo visual.

Isso também ocorre quando visitamos um site na internet. Sites visualmente mais atraentes e completos, com ferramentas de busca e vídeos que enriquecem a experiência do usuário na visitação, transformam a percepção de quem acessa.

Dessa mesma forma, o cliente cria uma imagem da empresa pela maneira com a qual ela se comunica com ele: e-mail, site, materiais impressos, cartões de visita, portfólio de produtos, apresentação corporativa.

Como se diferenciar?

• Primeiramente é necessário criar um logotipo para a sua empresa: esta será a sua marca.
• Após a criação do logotipo, crie sua papelaria personalizada (envelopes, cartão de visita e papel timbrado).
• Crie uma assinatura de e-mail personalizada para sua equipe, deixando em evidência sua marca, site, nome do funcionário, cargo e dados de contato.
• Crie apresentações profissionais de sua empresa e impressione seus clientes.
• Tenha um site com suas informações de contato e produtos, facilitando o acesso dos clientes à sua empresa.

Pode ter certeza de que, incrementando a sua comunicação visual, as impressões do cliente irão mudar.

Este post foi escrito por Fernando Kimura, Consultor de Pequenas e Médias Empresas da Microsoft para o blog do Extreme Makeover. Clique e saiba mais sobre o projeto

Como fixar uma ideia na cabeça do consumidor

made_stickVocê já ouviu a história do cara que recebe uma bebida de uma mulher bonita e acorda em uma banheira de gelo?

Dentro do bombardeio de informações em que vivemos: propagandas, outdoors, notícias, etc, a questão que fica na cabeça do empreendedor é: como se destacar dentre todas as mensagens que seu público alvo recebe?

Os irmãos e escritores Dan e Chip Heath, autores do livro “Made to Stick” , buscaram criar um framework com seis princípios para explicar o porquê de algumas ideias fixarem na cabeça do consumidor, enquanto outras se confundem com a massa, morrendo.

Depois de estudar lendas urbanas, discursos históricos e propagandas de todos os tipos, os autores do livro definiram seis princípios para fazer uma ideia sobreviver: ela deve ser simples, inesperada, concreta, emocional, crível e contar uma história.

Um exemplo claro de uma lenda urbana que fica na cabeça das pessoas e ilustra esses princípios é a famosa história do viajante que aceita uma bebida de uma mulher atraente. Na história, o executivo que vive viajando está esperando mais um de seus voos que está atrasado em um bar. Eis que chega uma moça muito bonita e lhe oferece uma bebida. Surpreso e entusiasmado, responde: “Claro” e a mulher vai ao bar, trazendo duas bebidas, uma para ele e uma para ela. Isso é a última coisa que ele lembra até acordar, desorientado, em uma banheira de hotel, com o corpo nu submerso em gelo. Para seu desespero, um recado escrito na parede: “Não se mexa, ligue 190”.  Ele pegou o celular que se encontrava ao lado da banheira e a atendente da polícia, parecendo muito familiarizada com a história, lhe pergunta: “ Senhor, lentamente ponha a mão nas suas costas e sinta se há um tubo saindo das suas costas”. Desesperado, ele percebe que sim. A mulher continua. “Não entre em pânico, mas acabaram de lhe roubar um rim. Tem uma quadrilha de tráfico de órgaos na cidade e você foi mais uma vítima. Não se mexa que estou lhe enviando uma ambulância.”

Quem nunca ouviu essa história? Talvez um pouco diferente, mas certamente já deve ter ouvido. O segredo do porquê ela fica na mente das pessoas, fazendo com que você se lembre e conte para outras pessoas, são aqueles seis princípios: ela é simples, muito fácil de ser recontada; é inesperada, quem não gostaria que uma pessoa atraente do sexo oposto lhe tirasse da rotina e o convidasse para uma bebida?; é uma historia concreta e envolve uma conexão emocional, cheia de imagens visuais, o tubo saindo das costas, a reação da atendente, o desespero da vítima, e a pessoa que conta passa credibilidade. Tudo isso faz com que seja uma das mais famosas lendas urbanas!

Quer que suas ideias grudem na cabeça de terceiros? Então lembre-se desses princípios quando for fazer a sua próxima apresentação!

renata_chivalquer3Este post foi escrito por Renata Chilvarquer,da área de Serviços a Empreendedores do Instituto Endeavor, organização que apoia PMEs a maximizar seu potencial de crescimento

Quem canta …. seus negócios impulsiona

musicParece que um pouco de música pode ajudar seus negócios de várias maneiras.

As empresas PPL e PRS for Music lançaram em parceria com a Entertainment Media Research (EMR) uma pesquisa sobre como a música pode afetar nossas vidas, a economia e os negócios. O resultado, obtido depois de um levantamento feito com vários setores do Reino Unido, está no site MusicWorks.

Confira alguns efeitos que a música pode causar:

Para funcionários

-71% dos entrevistados gostariam de poder ouvir música durante seu horário de trabalho. Desse total, 74% disseram  que  o trabalho seria mais agradável se  pudessem ouvir músicas  que gostam  durante o expediente

-77% das pessoas que responderam a pesquisa dizem que são mais produtivas quando  estão ouvindo boa música

-85% dos funcionários disseram que o ambiente de trabalho é muito menos estressante quando há boa música tocando

Nas lojas de rua

-84% dos clientes entrevistados disseram que a compra é mais prazerosa quando há música tocando. Desse total, 23% afirmaram que pagariam até 5% a mais nos produtos que compram se  houvesse música na loja

-45% dos consumidores que responderam a pesquisa disseram que recomendariam para seus amigos lojas que tocam boa música

-55% disseram que  a  probabilidade de voltar a uma loja  que toca a música de sua preferência  é maior

- Com o aumento do tempo de permanência de clientes, pequenas e médias lojas de rua podem aumentar seus lucros em 5%

Em hotéis

-76% dos hospedes afirmaram que gostariam de ouvir boa música  em áreas comuns

-Um em cada quatro clientes gastaria até 5%  a mais  com  comida e bebida em hotéis e restaurantes que tocam boa música

-52% dos clientes entrevistados disseram que têm uma tendência maior a serem fiéis a um hotel se ele tocar  boa música

E no seu negócio? A música ajuda de alguma maneira?