Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor

Arquivos da categoria ‘Oportunidades’


A união faz a força na economia local

Para resistir à crise financeira internacional e ao monopólio das grandes empresas, pequenos e médios estabelecimentos dos Estados Unidos e da Inglaterra estão apostando no trabalho em equipe. São campanhas que oferecem vantagens para que o consumidor utilize mais o comércio local.

Uma iniciativa da cervejaria britânica Scottish & Newcastle resolve dois problemas do país: a ineficiência do sistema de entrega dos correios e o baixo movimento registrado nos pubs. Por ano, o correio inglês falha 40 milhões de vezes na primeira tentativa de entrega, enquanto 52 pubs fecham useyourlocal8por semana devido à recessão.

A solução? O site UseYourLocal, um serviço que utiliza os tradicionais bares ingleses para receber e enviar encomendas. A parceria entre os correios e a cervejaria diminui os custos de reenvio - que estavam alto para os correios -, agiliza o processo de entrega e ainda aumenta o fluxo de pessoas e o consumo em bares locais. O funcionamento é bem simples.

Para receber uma encomenda basta:

- Cadastrar-se no site
- Escolher o pub
- Registrar o pacote
- Ao fazer a compra pela internet, colocar o endereço do bar para a entrega e um código de rastreamento fornecido pelo site
- Quando o embrulho chegar ao destino, é enviado um e-mail para que você vá buscá-lo

Para enviar uma encomenda é só:

- Cadastrar-se no site
- Escolher o pub
- Registrar o pacote
- Imprimir as etiquetas que o site fornece e colá-las no embrulho
- Colocar no correio normalmente
- Quando o embrulho chegar ao destino, é enviado um e-mail para que o destinatário vá buscá-lo no bar de destino
- Assim que a encomenda for coletada, é enviado um e-mail avisando a finalização do processo

O registro é gratuito para os clientes e os pubs pagam uma anuidade de 50 libras esterlinas (cerca de R$ 150) para fazer parte do serviço, ganhando um site próprio, um e-mail para envio de notícias e ofertas para clientes locais e um kit de ponto-de-venda para receber os pedidos.

O site deixa a seguinte mensagem: “Na UseYourLocal, realmente acreditamos que bares e clubes locais podem ser uma verdadeira força para o bem de nossos municípios, vilas e cidades, e esperamos que isto seja apenas a primeira de uma série de grandes ideias destinadas a encontrar soluções criativas para ajudar nossas comunidades locais a voltarem à vida”.

Para quem lê em inglês, vale conferir a reportagem da CNN Money “O pacote de estímulo das pessoas”, que mostra diferentes campanhas populares para o incentivo à economia local, chamadas de “Buy Local” (que significa “compre no comércio local”). O objetivo é educar os clientes sobre o poder que suas compras tem de moldar o cenário de seu comércio local.

Na cidade de Plymouth, em Michigan, Estados Unidos, existe o Projeto 3/50 (”3/50 Project”), que incentiva os moradores a escolher três lojas para gastar US$ 50 (cerca de R$ 90) por mês nelas. Em várias cidades norte-americanas existe a Semana dos Independentes (Independents Week) - normalmente no feriado da independência (4 de julho) -, quando são feitas promoções e atividades para aumentar o fluxo de pedestres no centro comercial.

A reportagem cita uma pesquisa de um instituto local para mostrar o poder de iniciativas como estas. Os dados mostram que, durante a temporada de compras das férias de inverno deste ano, as vendas dos pequenos comerciantes diminuiu 5,6% em relação ao ano passado. Mas em cidades com campanhas “Buy Local” houve queda de 3,2%.

O sucesso destas iniciativas mostra que pequenas e médias empresas podem vencer mais facilmente a crise e o mercado cada vez mais competitivo se trabalharem em conjunto. Será que os pequenos e médios empresários brasileiros não poderiam estar investindo mais nisso?

Copa de 2014: oportunidade para empreender

Às vezes é necessário apenas um bom e inspirador sonho para mudar a vida de um empreendedor! A história de Robson Melo e Rodrio Calomeno, empreendedores da Outplan, pode exemplificar muito bem essa teoria e mostrar que as inovações mais simples são aquelas que podem trazer o maior retorno.

A Outplan é uma empresa catarinense que nasceu na década de 90 junto com a disseminação da internet e cuja missão era desenvolver softwares e websites. Porém, foi impulsionado por um sonho em uma madrugada de 2003 que Robson teve a ideia de ampliar seu escopo de atuação e atacar um mercado promissor e diferenciado: o de futebol. O que a Outplan propôs na época e hoje já implementa é um sistema de vendas online de ingressos para jogos de futebol que permite a utilização do cartão de crédito VISA, tanto para o momento da compra, quanto como meio de acesso. Ou seja, o seu ingresso não precisa mais ser impresso, o torcedor precisa apenas passar o cartão de crédito em uma catraca especial que já libera o acesso. Além de promover facilidade e agilidade a seus clientes, em alguns casos como no Palestra Itália e no Morumbi, o torcedor tem acesso a uma ala reformada do estádio com cadeiras numeradas que garante segurança, comodidade e oferece serviços diferenciados.

Todo esse conceito criado chegou a ser considerado umas das maiores inovações mundiais da Visa, além de ajudar o mercado brasileiro de futebol que apesar de possuir um enorme potencial, até então vinha sendo muito mal explorado.

Com a Copa de 2014 se aproximando, todos os empreendedores e aqueles interessados na prática devem estar atentos para grandes oportunidades de inovação que surgirão até lá. Tudo para preparar muito bem nosso país para receber milhares de torcedores, como já vem fazendo a Outplan.

Este post foi escrito por Fernanda Antunes, da área de Busca & Seleção do Instituto Endeavor, organização que apoia PMEs a maximizar seu potencial de crescimento

Coisas que compramos mais durante uma recessão

672133_54557551“Você não é páreo para mim”, disse um setor para a recessão. É que durante uma crise, alguns produtos tendem a aumentar as vendas.

O blog Cheapskate decidiu listar alguns destes campeões de venda.

Conheça alguns deles:

1 – Sementes

Segundo o blog, a jardinagem é uma boa maneira de aliviar o stress e, se você plantar vegetais, ainda é uma maneira de economizar dinheiro com as compras. As vendas de sementes cresceram 75% em algumas lojas durante a recessão, diz o blog.

2 - Livros de ficção

Segundo o blog, os leitores estão se afundando em histórias que, geralmente, têm um final feliz. Um levantamento da Times mostrou que, enquanto a venda geral de livros caiu, as de literatura deste tipo cresceram 13,5% no primeiro semestre do ano.

3 - Bilhetes de loteria ou jogos de sorte dos mais baratinhos também estão sendo mais vendidos desde o final de 2008. Parece que as pessoas acreditam que a recessão é uma boa hora para tentar a sorte.

4 - Ingressos de cinema

Diversão barata por pelo menos duas horas. Os filmes têm alcançado recorde de vendas.

5 - Aulas de  yoga

Segundo o blog, promoções para a prática do exercício são cada vez mais aproveitadas. É uma maneira mais barata de relaxar e aliviar o stress.

6 - Smartphones

As vendas de computadores e itens grandes de tecnologia caem, mas a de aparelhos como iPhone, Blackberry e netbooks, que são menores e mais baratos que os PCs, continuam fortes.

7- Rosquinhas

O alimento é bem popular entre os americanos e esta e outras guloseimas tem vendido mais, já que são uma alternativa de alimentação mais barata. Por causa do sucesso de vendas, uma das empresas que trabalha no setor, a Krispy Kreme, viu o preço de suas ações crescerem 56% em um único mês durante este ano.

pets

Crédito - Philip Brown / Corbis

8- Animais

Não há economia quando o assunto são os animaizinhos. Segundo o blog, a expectativa é que está industria fature US$ 51,6 bilhões este ano, aumento de 1,3% ante 2008. A foto ao lado é de um porquinho-da-índia de pelo longo, uma alternativa mais barata aos cães de raça. No Brasil, por exemplo, enquanto um Yorkshire pode custar até R$ 2 mil, o pequeno roedor custa em torno de R$ 70.

9 – Lanches no McDonald’s

A lógica é a mesma das rosquinhas: comida mais barata na hora do almoço.

10 - Camisinhas

Parece que ficar em casa para economizar virou uma tendência. Segundo o blog, prova disto é o aumento na venda de preservativos.

E você? Começou a comprar alguma coisa desde a recessão? E  sua empresa? Aumentou a venda de algum produto nestes tempos mais difíceis?

Nem sempre preço baixo vende mais

pao-de-queijo

Derrubar a qualidade do produto para manter preços competitivos é uma estratégia adotada por muitas empresas, eu arriscaria dizer que pela maioria, até por uma questão de sobrevivência neste país.

Foi isso que aconteceu com o pão de queijo Forno de Minas, que após ser vendido para duas empresas americanas, a princípio a Pilsbury Company e depois a General Mills, teve sua receita alterada. No entanto,  o preço menor comprometeu a qualidade do alimento e uma das marcas mais famosas da iguaria mineira viu seu mercado reduzir cerca de 50%.

Então, o pão de queijo Forno de Minas voltou para onde ele jamais deveria ter saído: para Belo Horizonte, local em que vive e ainda empreende a família Mendonça, criadora da marca e da receita. Ora, se nem paulistas, que estão logo abaixo no mapa,  conseguem fazer um pão de queijo tão gostoso quanto os mineiros, era de se imaginar que norte-americanos não conseguiriam.

Agora, a família garante que nem que fique mais caro, o pão de queijo vai voltar a sua receita original: com ovos pasteurizados, para ficarem mais amarelados, com polvilho doce, leite integral líquido e queijo! Queijo o suficiente para dar sabor de pão de queijo.

O produto reformulado deve chegar ao mercado de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro ainda neste mês. Nos outros estados não há previsão.

Ficamos na expectativa de um lanche da tarde mais saboroso, mas a lição já saiu do forno.

Doces negócios

Feira em Chicago traz invenções no setor de guloseimas para impulsionar lucros

Uma feira em Chicago apresentou novidades no setor de doces e guloseimas. O número de compradores na “All Candy Expo” aumentou 7% em relação a 2009. Mais de 14 mil pessoas estiveram envolvidas nos negócios da feira e 450 empresas montaram seus stands.

Durante o evento, também aconteceram várias palestras para discutir o mercado de doces. O analista do JP Morgan Jason English disse em sua apresentação que o gasto de consumidores nos Estados Unidos deve voltar aos níveis de antes da crise apenas na segunda metade de 2010, mas que o mercado deve se preparar até lá.

Para bons resultados neste período menos favorável para os negócios, o analista sugeriu que as empresas do setor reforcem os principais produtos de seu portfolio, mas que apostem em inovações.

É pensando em lançamentos inovadores que até doces para quem pratica yoga foram apresentados na feira. Confira algumas destas invenções:

 

Classy Yoga Candy

A ideia desta empresa foi inventar um doce para o público que pratica Yoga. “Assim como uma aula de yoga, este doce é cheio de bondade”. Este é o lema do fabricante, que usou na fórmula da novidade açúcar, xarope de milho, frutas indianas e especiarias (gengibre, pimenta e canela).

yoga1

Trufa de champanhe e conhaque

A aposta desta empresa foi em doces de luxo. A Anthon Berg lançou trufas recheadas de Piper-Heidsieck Champagne ou Rémy Martin Cognac. Cada sabor vem em uma caixa refinada com 12 trufas.

chocolate-champ-e-conha
Chiclete de “alta voltagem”

O chiclete da Candy Dynamics tem componentes que prometem causar uma sensação de choque na boca do consumidor. Até a embalagem incorpora o espírito “elétrico” e vem com uma grande aviso de PERIGO estampado.

choque

Prato antidengue


Vídeo mostra como funciona o vaso antidengue

Uma frase recorrente no mundo dos negócios é: “empreendedor é aquele que, em tempos difíceis, vende lenço enquanto todo mundo chora.”  Pois foi seguindo essa linha que o restaurador Roberto Luiz de Lima, de Belo Horizonte, criou um prato antidengue para plantas. Feito de plástico, o  produto possui uma gaveta onde a água que escorre do vaso fica armazenada e fechada. Nada de água parada dando sopa para o Aedes Aegypti. O prato é também ecologicamente correto, segundo o inventor. “Quando for regar novamente a planta, a pessoa pode utilizar essa mesma água que fica na gaveta”, diz Lima. Os pratos começaram a ser vendidos em março em floriculturas da capital mineira a preços que variam entre R$ 3 e R$ 4 a unidade. Atualmente, a produção está em  150 mil peças por mês, segundo Lima, o que dá um faturamento bruto de até R$ 600 mil mensais. Uma ideia dessas é a chamada bola pingando na área que ninguém tinha pensado em chutar para o gol. Já imaginou quantos problemas que nos rodeiam poderiam servir de inspiração para ótimos negócios como esse?

Crise: oportunidade para quem quer inovar

Joseph Schumpeter, um dos maiores economistas do século 20 e defensor da prática do empreendedorismo, já definia o empreendedor como alguém que realiza coisas novas e não necessariamente aquele que inventa. Atualmente, uma das definições mais aceitas é a de Robert Hirsch. Segundo ele, empreendedorismo “é o processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo e esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes…”

De forma geral, fica claro o quanto o conceito de inovação para o empreendedorismo é algo crucial. Essa inovação pode ser traduzida em novos produtos ou processos que garantem vantagens competitivas e assim, atraem novos clientes e talentos. No momento atual de crise, inovar torna-se ainda mais decisivo para o sucesso de uma empresa, esteja ela já estabelecida no mercado ou sendo criada neste exato momento.

A verdade é que ao contrário do que muitos pensam, a crise pode se tornar uma grande oportunidade para aqueles que querem criar um negócio inovador. E não faltam exemplos históricos para comprovar essa oportunidade. A Procter & Gamble, gigante multinacional com faturamento de US$ 83 bilhões em 2008 e detentora de algumas das marcas mais famosas do mundo como Pampers, Oral-b e Duracell, foi criada em 1837, ano em que estourou a bolha bancária americana. Outras empresas como HP, Polaroid, GE e Fedex também nasceram em momentos de crise econômica. Todos esses são exemplos de negócios cujos empreendedores souberam aproveitar com inteligência as oportunidades do mercado, criaram uma proposta de valor diferenciada e realmente botaram pra fazer. Para tanto, eles também foram capazes de reunir uma equipe de profissionais muito qualificada, o que pode ser uma tarefa mais fácil em momentos de crise e altas taxas de desemprego.

Portanto, sejam vocês empreendedores ou aspirantes dessa prática, saibam que mais uma vez a prosperidade econômica precisa de pessoas que sonham grande, que inovam e sabem aproveitar bem as oportunidades, mesmo que essas venham com a crise.

Este post foi escrito por Fernanda Antunes, assistente de Busca & Seleção de empreendedores da Endeavor

Spa para mães após o parto

spa_maes

A empresária americana Rachel Swardson Wenham encontrou um nicho de mercado pouco explorado. Ela observou que no mercado havia inúmeros serviços e produtos para grávidas e bebês, mas não havia nada para as mamães que querem recuperar o corpo rapidamente após o parto. Por isso, ela criou a Go Home Gorgeous Postnatal Body Therapy. Durante o tratamento, feito ainda no hospital, logo depois que as mães dão à luz, Rachel usa ervas, aromaterapia e massagens. Segundo o site da empresa, o resultado são mamães mais relaxadas e que vão para casa mais bonitas. Na oferta de serviços também estão incluídas babás para cuidar dos recém-nascidos durante algumas noites, o que permite às mães descansar e se restabelecer.

Crise nas exportações abre oportunidade

exportaacao

Com as exportações brasileiras caindo (leia aqui), seguindo o comportamento de outros países, as micro e pequenas empresas podem surpreender. Essa é a avaliação do analista de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) Carlos Tavares.

O ministério, em parceria com o Sebrae e a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, ministrou na semana passada um curso de capacitação em exportação voltado a micro e pequenos empresários de diversos setores, em Nova Iguaçu, RJ. Tavares acredita que muitos negócios de menor porte podem alavancar seus rendimentos se conhecerem os procedimentos necessários para entrar no mercado internacional.

“O Brasil não está sendo tão atingido pela crise como diversos países (…) A pequena empresa tem maior mobilidade [que as grandes] e, conseguindo pequeno volume de crédito, pode aproveitar essa fase para conquistar novos mercados. (…) O mercado internacional tem espaço para diversos setores (…). Mas existe uma série de normas e regras que os exportadores precisam conhecer. É possível exportar tudo, basta estar preparado para cumprir as exigências do mercado internacional”.

Dados de 2007 do MDIC apontam que aproximadamente 20 mil empresas exportam, e cerca de metade são micro e pequenos empreendimentos. Contudo, suas exportações representam apenas 1,5% do volume financeiro total exportado (R$197 bi), o que Tavares considera pouco. Com esse quadro, há bom espaço para as pequenas crescerem para fora do país. Confira informações sobre os procedimentos para exportar seus produtos neste site do governo.

Uma saída mais barata para a informática

computador

Para as pequenas empresas que estão apostando em  informatização e querem reduzir custos, uma boa alternativa é comprar equipamentos usados ou recondicionados de grandes marcas. Além do preço reduzido, produtos de segunda mão têm garantia e suporte, que variam de acordo com a loja que os comercializa. Podem ser classificados em usados ou recondicionados.
 
Produtos usados realmente foram usados, por meses ou até anos, e estão funcionando. Quem usou geralmente troca para se modernizar, e as máquinas são vendidas do jeito que estão, com garantia relativamente curta. Os produtos recondicionados são aqueles que por alguma razão voltaram ao fabricante (o cliente não gostou, não funcionou etc.), são consertados por ele e vendidos por preço abaixo dos novos, com garantia maior.
 
O mercado tem bastante espaço para peças seminovas e em bom funcionamento, em geral retiradas de computadores que não tinham mais como serem consertados. HDs, placas gráficas, drives ópticos, impressoras, no breaks, todos com boa diferença de preço. É possível achar um monitor usado a partir de R$ 100, enquanto um novo custa no mínimo R$ 300. A IBM, por exemplo, tem uma página de internet que é exclusiva para anunciar seus equipamentos usados.
 
O maior problema desse ramo é que muitos não depositam confiança em produtos usados ou recondicionados, e acham que não vale a pena o risco. Você apostaria nessa saída?