Papo de Empreendedor

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Arquivos da categoria ‘Tecnologia’


Aplicativos para comprar melhor

 

Aplicativo para iPhone permite ver como fica o relógio da marca Nuevo, vendido pela internet, no braço do cliente

Aplicativo para iPhone permite ver como fica o relógio da marca Nuevo, vendido pela internet, no braço do cliente

Eu não tenho um iPhone, mas às vezes tenho vontade de comprar um só para poder fazer download da infinidade de aplicativos existentes e gastar horas brincando com eles (e parar de trabalhar para ter tempo suficiente para usar tantas funções…). Atualmente, existe aplicativo de iPhone para fazer (quase) tudo, até trancar o carro ou acionar o alarme a qualquer distância!

Para mim seria uma brincadeira, mas para muitos empresários os aplicativos podem ser úteis para turbinar os negócios, fazer uma ação de marketing diferenciada ou simplesmente interagir com seu público-alvo. (mais…)

Gestão do conhecimento vai muito além da intranet

(Ilustração: Clix)

(Ilustração: Clix)

Toda tarefa realizada em uma empresa gera conhecimento. Ao executar um processo, o trabalhador aprende a melhor forma de realizá-lo. Ele também descobre soluções alternativas e se torna capaz de identificar problemas que possam surgir. Assim como seus funcionários, as empresas também precisam aprender com os acontecimentos diários. Registrar e difundir o que os colaboradores aprendem é vantajoso: a prática constrói um repertório de soluções e melhores práticas que auxilia na gestão do negócio e fomenta a inovação.

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Cuidado com o seu site. Ele passa a imagem da sua empresa

Empresas que optam por disponibilizar as suas informações online precisam ficar atentas ao visual do site e ao conteúdo exposto. Não raro, quando busco alguma coisa costumo torcer o nariz para aquelas páginas muito carregadas (cheias de imagens, com letras enormes) ou que não contenham informações de fato relevantes do negócio. A abinha “sobre a empresa” é fundamental e até mesmo erros de português podem passar uma imagem negativa do empreendimento.

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Piratas do tempo

A relação entre preço e pirataria é sempre um tema polêmico. A questão certamente é muito complexa. Os piratas não pagam impostos e estão, em geral, associados a crimes como contrabando. Mas, controvérsias à parte, o mercado dos clones pode trazer percepções sobre a influência da revolução digital nos modelos de negócios. Em primeiro lugar, podemos intuir que existe um público consumidor longe da alça de mira das empresas. Cópias do iPhone, por exemplo, anunciados em praticamente todos os shoppings eletrônicos de importados, custam em média R$ 400. É um valor considerável para um produto que emula toscamente o visual do celular da Apple e nada mais. Mas, de resto, são aparelhos com funções interessantes para a grande massa, como TV, mp3 player, câmera, rádio e até wi fi. Ou seja, tem gente à procura de mini centrais de entretenimento e não de computadores de bolso.

Em outra frente, DVDs ilegais custam de R$ 5 a R$ 10 nos camelôs. É um valor muito próximo ao que se paga em locadoras de vídeo. Isso mostra que talvez houvesse um mercado para venda de cópias baratas e legalizadas de DVD em lugar do aluguel - os clientes, em geral, assistem à produção apenas uma vez, então por que não levar pra casa o filme sem a obrigação de devolver? Além disso, como o usuário sempre vai encontrar todos os lançamentos desejados, consumiria mais a cada visita. Muitos poderiam argumentar que a profusão de cópias canibalizaria o mercado. No entanto, o sistema atual também apresenta a mesma vulnerabilidade: o que impede os consumidores de replicar os discos alugados ou simplesmente baixá-los via internet? As locadoras poderiam se tornar centros de distribuição de títulos. Dinheiro extra, por sua vez, poderia vir de diferenciais, como a venda de caixas e embalagens customizadas ou de conteúdo exclusivo, como revistas, pôsteres (imagine um DVD da saga Crepúsculo com pôsteres colecionáveis dos astros), álbuns e assim por diante. (mais…)

Estar antenado ajuda a criar aquela inovação tão desejada

Ligar o interruptor, um dos gestos mais triviais realizados por pessoas em qualquer parte da Terra, já foi sinônimo de inovação. Corria o ano de 1879 quando o norte-americano Thomas Edison acendeu uma verdadeira reviravolta econômica e social. O pesquisador e empresário patenteou a lâmpada e, ao fazê-lo, lançou luz sobre como aplicar as recentes descobertas em eletricidade no dia-a-dia. Não por acaso, criou na época uma companhia que viria a se tornar um dos maiores conglomerados industriais do planeta, a General Electric. Em pouco tempo, a GE dominou o setor e, na atualidade, é um gigante com atuação em áreas tão distintas quanto aviação e saúde. De lá para cá, a eletricidade se tornou onipresente na vida das pessoas e trouxe grandes mudanças na sociedade. Iniciou, de fato, a era do consumo na civilização. A geladeira, por exemplo, criou uma demanda por alimentos frescos. A televisão globalizou comportamentos e traços culturais. E o computador acelerou o ritmo da vida. (mais…)

Games nas nuvens

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Em nossa edição de abril – que já está nas bancas – falamos sobre cloud computing e suas vantagens para as pequenas e médias empresas, na seção Conecte-se.

E parece que os serviços oferecidos pela computação em nuvem – todo o trabalho é feito por servidores de outras empresas e pode ser acessado pela internet – estão possibilitando o surgimento de novos negócios, como os de cloud gaming. (mais…)

74% dos usuários do Twitter têm menos de 10 seguidores

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O microblog Twitter cresce rapidamente. É fato. Mas será que todos os usuários ali são interessantes para a sua empresa? Um estudo da Barracuda Networks, empresa de e-mail e segurança na web, mostrou que apenas 21% dos usuários do Twitter são “usuários reais”. Por essa definição, o seguidor precisa ter pelo menos 10 seguidores, seguir pelo menos 10 pessoas e ter twitado pelo menos dez vezes. Os outros 79% falham em algum desses itens. (mais…)

As pequenas empresas querem estar presentes no mundo digital

Na sexta-feira passada fui almoçar com a colunista do site Sandra Turchi, superintendente de marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e coordenadora do curso Estratégias de Marketing Digital da ESPM, e ela estava me falando de como os pequenos empresários estão ávidos por informações sobre o mundo digital. Por sua percepção, os donos dessas empresas já perceberam que precisam estar presentes na internet, com sites, comércio eletrônico e atuantes nas redes sociais, mas ainda não sabem muito bem como fazer isso. É papel da Pequenas Empresas ajudá-los nessa árdua tarefa e algumas reportagens publicadas na revista e no site podem jogar uma luz nesse caminho. Se esse é o seu caso, dê uma olhada nas reportagens abaixo. E se você já está alguns passos além, compartilhe suas experiências. Quais as ações que a sua empresa faz na internet?

As vantagens do uso de redes sociais nas empresas

Comércio eletrônico nas pequenas e médias empresas: o que fazer para não quebrar?

Por que as empresas estão preocupadas com as redes sociais?

Como ganhar dinheiro com a revolução digital

Infográfico animado: Como entrar no mundo dos negócios 2.0

Uma questão cultural

Reportagens sobre o iPad pipocam na imprensa há meses, muito antes de sua apresentação oficial em 27 de janeiro. Sei que é um assunto incrivelmente debatido. Mas em meio a tantas opiniões especializadas, achei interessante registrar um ponto de vista leigo. Seria humanamente impossível ler todas as menções já publicadas sobre o aparelho da Apple – que registrou mais de 7 mil tweets por minuto apenas no dia de sua estreia –, mas posso me considerar bem informado sobre o fenômeno. Tenho acompanhado as discussões quase hamletianas que buscam decifrar o “ser ou não ser” da jogada de Steve Jobs, que deve iniciar sua era comercial no fim de março. (mais…)

O mercado dos jogos eletrônicos

Maurilo Clareto/Ed.Globo

A indústria dos jogos eletrônicos, que envolve a venda de consoles, hardwares e softwares voltados especificamente para este propósito, chegou a crescer, segundo dados do NPD Group, um dos mais importantes órgãos de pesquisa de mercado dos Estados Unidos, de 1999 até 2009, mais de 400% em faturamento. Para base de comparação, no mesmo período a indústria cinematográfica cresceu por volta de 32%. O ano de 2008, apesar da crise, foi um dos melhores para o setor de jogos, que faturou mais de R$ 37 bilhões somente nos Estados Unidos, o maior mercado, responsável por quase 40% da produção. (mais…)

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