Papo de Empreendedor

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Arquivos da categoria ‘Tecnologia’


74% dos usuários do Twitter têm menos de 10 seguidores

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O microblog Twitter cresce rapidamente. É fato. Mas será que todos os usuários ali são interessantes para a sua empresa? Um estudo da Barracuda Networks, empresa de e-mail e segurança na web, mostrou que apenas 21% dos usuários do Twitter são “usuários reais”. Por essa definição, o seguidor precisa ter pelo menos 10 seguidores, seguir pelo menos 10 pessoas e ter twitado pelo menos dez vezes. Os outros 79% falham em algum desses itens. (mais…)

As pequenas empresas querem estar presentes no mundo digital

Na sexta-feira passada fui almoçar com a colunista do site Sandra Turchi, superintendente de marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e coordenadora do curso Estratégias de Marketing Digital da ESPM, e ela estava me falando de como os pequenos empresários estão ávidos por informações sobre o mundo digital. Por sua percepção, os donos dessas empresas já perceberam que precisam estar presentes na internet, com sites, comércio eletrônico e atuantes nas redes sociais, mas ainda não sabem muito bem como fazer isso. É papel da Pequenas Empresas ajudá-los nessa árdua tarefa e algumas reportagens publicadas na revista e no site podem jogar uma luz nesse caminho. Se esse é o seu caso, dê uma olhada nas reportagens abaixo. E se você já está alguns passos além, compartilhe suas experiências. Quais as ações que a sua empresa faz na internet?

As vantagens do uso de redes sociais nas empresas

Comércio eletrônico nas pequenas e médias empresas: o que fazer para não quebrar?

Por que as empresas estão preocupadas com as redes sociais?

Como ganhar dinheiro com a revolução digital

Infográfico animado: Como entrar no mundo dos negócios 2.0

Uma questão cultural

Reportagens sobre o iPad pipocam na imprensa há meses, muito antes de sua apresentação oficial em 27 de janeiro. Sei que é um assunto incrivelmente debatido. Mas em meio a tantas opiniões especializadas, achei interessante registrar um ponto de vista leigo. Seria humanamente impossível ler todas as menções já publicadas sobre o aparelho da Apple – que registrou mais de 7 mil tweets por minuto apenas no dia de sua estreia –, mas posso me considerar bem informado sobre o fenômeno. Tenho acompanhado as discussões quase hamletianas que buscam decifrar o “ser ou não ser” da jogada de Steve Jobs, que deve iniciar sua era comercial no fim de março. (mais…)

O mercado dos jogos eletrônicos

Maurilo Clareto/Ed.Globo

A indústria dos jogos eletrônicos, que envolve a venda de consoles, hardwares e softwares voltados especificamente para este propósito, chegou a crescer, segundo dados do NPD Group, um dos mais importantes órgãos de pesquisa de mercado dos Estados Unidos, de 1999 até 2009, mais de 400% em faturamento. Para base de comparação, no mesmo período a indústria cinematográfica cresceu por volta de 32%. O ano de 2008, apesar da crise, foi um dos melhores para o setor de jogos, que faturou mais de R$ 37 bilhões somente nos Estados Unidos, o maior mercado, responsável por quase 40% da produção. (mais…)

Tem uma boa ideia na área de tecnologia limpa? Eis a sua chance

Competições de planos negócios são uma forma interessante de viabilizar uma ideia quando não se tem dinheiro. Ali costumam estar reunidos investidores, interessados em apostar nas pessoas e projetos que pareçam mais promissores. Se você tem uma ideia na área de tecnologia limpa, corra para o site da Clean Tech Open e faça sua inscrição.

Podem participar projetos de todo o mundo que envolvam conceitos inovadores de tecnologias, produtos ou sistemas capazes de solucionar problemas energéticos ou ambientais. Para participar, basta preencher um formulário pela internet.

Se aprovada, a ideia passará para a próxima fase e deverá ser apresentada, em 5 minutos, para uma platéia de 3 mil pessoas em São Francisco, Estados Unidos. Estarão presentes juízes e também investidores, comunidade científica e jornalistas.

O vencedor levará U$ 100 mil para viabilizar seu projeto. As inscrições encerram-se em 15 de outubro. Para saber mais e inscrever-se, clique aqui. Boa sorte!

O mercado promissor do 3D

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O site da Entrepreneur publicou este ano uma nota com 10 setores, que apesar de todo o pessimismo da recente crise econômica, estão crescendo de forma impressionante. Entre os citados o setor de serviços, lojas de descontos, redes de fast food e netbooks são alguns deles. O mais interessante nessa lista é o mercado 3D. Isso mesmo! Os filmes, salas e equipamentos para produzir material 3D estão movimentando a economia – com números que saltam ao rosto do espectador.

Segundo matéria da Folha de São Paulo publicada em setembro deste ano, há em torno de 3 mil cinemas americanos com equipamento para projeção 3D. No Brasil, o número ainda é módico, apenas 75 salas até a data de publicação da reportagem. No país, o cinema 3D foi responsável por um crescimento de 55% na bilheteria nacional – que passou de R$108 milhões para R$143 milhões de julho de 2008 para julho de 2009.

Se os lucros são altos, o gasto para se ter uma sala de cinema 3D também é. A instalação de uma sala normal custa em média R$200 mil, enquanto a 3D, R$500 mil.

E engana-se quem pensa que a técnica ficará restrita apenas às salas de projeção. Atualmente já se pensa em usar o 3D em jogos de vídeo-game e transmissões televisivas. O produtor Jerry Bruckheimer, em entrevista para a revista Galileu de setembro, acredita no incrível potencial do 3D. “Sim, o futuro do negócio do cinema passa pelo 3D”, afirma.

E se levarmos em consideração as empresas que trabalham na manufatura e na criação dos equipamentos para uma projeção desse tipo – a câmera, o filme e o projetor são todos diferentes dos aparelhos usados em uma sessão 2D – podemos colocar mais algumas grandes cifras nessa conta. Não precisa nem dos óculos de lentes coloridas para enxergar que os números só tendem a crescer.

Hunch, o site que decide para você

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Anda tendo problemas para tomar decisões? A nova rede social Hunch promete lhe dizer o que fazer. Inaugurada no final de março deste ano por Caterina Fake, uma das fundadoras do site de fotos online Flirck, a rede ajuda pessoas a agir nos momentos de indecisão.

Para utilizar o serviço, basta preencher um cadastro no site. Em seguida, é preciso digitar uma palavra no campo de busca e escolher a questão. A variedade de temas abordados é grande e vai desde dúvidas banais como “para onde devo ir nas férias?” até “o que fazer para a minha empresa crescer?”. Quanto mais você utiliza, mais o sistema reconhece suas preferências e mais refinadas são as respostas.

Resolvi entrar no jogo e descobrir se, na prática, a ajuda é válida. Escrevi no ícone de pesquisa a palavra business e logo me deparei com a pergunta: que tipo de negócio devo abrir? Após passar pelo questionário, veio o resultado. Por sinal, bem previsível. Imaginei que o site-guru me aconselharia a abrir algo inovador, mas, ao contrário disso, fui recomendada a montar um restaurante no interior do país.

Apesar das ressalvas, acho a ideia genial. As redes sociais vieram para ficar e as pessoas adoram ferramentas interativas. Os aplicativos são um dos responsáveis pelo sucesso do Facebook. No caso do Hunch, o que mais me chamou atenção foi o potencial publicitário. A partir das respostas, pode-se observar tendências, comportamentos, descobrir preferências de milhares de indivíduos e, assim, vender muito mais.

E você, leitor, participa de alguma rede social? Já conhecia o Hunch? Dê a sua opinião!

Crianças (e pais) digitais

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O pouco tempo disponível para os filhos faz muitos pais tentarem compensar a ausência com mimos para a criançada. A reportagem De olho nas crianças, publicada na edição de março de 2009 de Pequenas Empresas & Grandes Negócios, revela que os pequenos já influenciam cerca de 70% das compras de alimentos e bebidas.

De olho nesse nicho, empresas de todo o mundo lançam produtos e serviços inusitados para o público mirim. Enquanto meninas de São Paulo já fazem festa dentro de limousines, uma empresa de São Francisco (EUA) uniu dois mercados em expansão – o infantil e o digital – para criar o site Story Something.

A nova página da internet (ainda em versão beta) permitirá que pais e mães gerem histórias personalizadas, em que seus filhos são os protagonistas. A empresa reuniu uma equipe de autores profissionais para escrever as aventuras, focadas em crianças de três a oito anos. Inicialmente, os pais poderão escolher entre cerca de 50 roteiros. Depois, só informar o nome e idade do pimpolho e acessar a historinha na web ou recebê-la por e-mail. Para as famílias hi-tech, mais uma inovação do Story Something: os livros personalizados podem ser lidos pelo iPhone ou pelo Kindle, o leitor de e-books da Amazon.

Que outras oportunidades a nova geração, formada por crianças totalmente familiarizadas com o mundo digital, pode trazer? Que tal unir o serviço do Story Something com o de sites que permitem a edição e publicação de livros, como o Clube de Autores, mostrado aqui no Papo de Empreendedor? Ou permitir que avós-coruja narrem e gravem as histórias criadas especialmente para seus netos? 

Parece que a era dos novos negócios já começou, você não acha?

Clientela virtual

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O consumidor está menos fiel aos canais tradicionais de venda. Cada vez mais, os compradores de todo o mundo utilizam os meios digitais – internet, celular e TV interativa – para conhecer produtos e serviços e comparar qualidade e preço antes da compra. Essas novas características do consumidor afetam diretamente o varejista, que precisa se adaptar aos canais digitais de venda e relacionamento para atender as exigências da clientela do futuro.

Confira as principais conclusões do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, conduzido em 11 países e apresentado hoje pela consultoria especializada em varejo GS & MD – Gouvêa de Souza:

- 73% dos internautas já utilizam a web para fazer comparação de preços. Isso gera um efeito econômico, reduzindo a rentabilidade das empresas

- O marketing tradicional já começa a perder espaço para as novas mídias, obrigando as marcas a rever suas estratégias de comunicação

- 53% dos consumidores brasileiros já ficam incomodados se suas lojas preferidas não venderem também pela internet. Se o seu público-alvo tem mais de 25 anos e renda mensal entre R$ 6.600 a R$ 9.800, você precisa ter ainda mais pressa para entrar no comércio eletrônico

- 42% dos brasileiros gostariam de receber promoções e propagandas pelo celular, especialmente a clientela entre 25 e 44 anos, das classes C e D

E então, o seu negócio está preparado para conquistar o novo consumidor?

Rede social de moda? Esse negócio promete…

bymk2A internet sempre nos surpreende com negócios criativos e inovadores. O último que conheci atende pelo nome de byMK. Trata-se de uma rede social na internet onde as pessoas entram, preenchem um cadastro gratuito e passam a brincar de montar looks de moda. Para montar um look esportivo ou de festa, por exemplo, basta arrastar com o mouse, a partir de um menu de opções, roupas e acessórios de diferentes cores e marcas.

Os números da brincadeira impressionam: Em dois anos de funcionamento, já são 22 mil pessoas cadastradas e mais de 200 mil visitantes diferentes ao mês. Perto de 250 mil looks já foram montados. 96% dos usuários são mulheres, 76% entre 15 e 30 anos. E elas ficam em média 30 minutos à frente do computador, montando looks.  

O negócio surgiu, segundo os sócios Renato Steinberg e Flavio Pripas, por acaso. Amigos e ex-diretores da área de TI em bancos, eles construíram nos finais de semana uma plataforma que pudesse ser usada pelas esposas, ambas da área de moda, Karen Steinberg e Marcela Pripas (de onde surgiu o nome byMK). Com o tempo, a dupla se deu conta de que a rede social poderia dar dinheiro e decidiu deixar a vida de executivo para abraçar a de empreendedor. Como a rede gera receita? Através de anúncios e promoções. 

Ali, há algo como 250 mil produtos, de 900 marcas diferentes. Se alguém procura por um vestido para montar um look, o software apresenta randomicamente as opções. Então, se uma confecção quer que seus vestidos apareçam na pesquisa, ela pode pagar para que isso aconteça. Tal qual faz o Google, o byMK cobra por click sobre as imagens e o custo depende do valor a ser investido, variando de R$ 0,84 a R$ 1,20 por click (sim, se você tem produtos na área de moda, a rede pode ser uma boa ferramenta de divulgação, com valores acessíveis e você só paga se alguém clicar no seu produto).

Há outras modalidades de publicidade e também é possível bancar concursos, onde o melhor look ganha um prêmio. A empresa tem pelo menos um equivalente internacional,  a Polyvore. Mas, estando no Brasil, consegue arregimentar as empresas de moda e lojas brasileiras. Até já promoveu um encontro de usuárias e reuniu, segundo Renato, 80 delas numa loja de sapatos em São Paulo. O negócio ainda está nos primórdios, mas Renato e Flavio estão confiantes. O byMK promete.

Abaixo, o look criado pela usuária N@nda.

byMK - Comunidade de Moda: Aniversário byMK


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