Papo de Empreendedor

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Aprenda a lidar com as reclamações dos clientes

Qualquer empreendedor com o mínimo de experiência sabe que cuidar da satisfação da clientela é essencial para a sobrevivência da empresa. Agradar o consumidor é importante para tê-lo sempre, além de ser uma ótima estratégia de marketing. Quantas vezes vamos a um restaurante ou loja e não só viramos fregueses como indicamos o local a amigos e conhecidos? O contrário também acontece. Basta ficarmos insatisfeitos com a qualidade do serviço ou produto para nunca mais voltarmos. (mais…)

De porta em porta

boticario

Disputar o bolso do consumidor está cada vez mais difícil, não há como negar. Não é à toa que as grandes marcas buscam cada dia mais novos canais de venda, mesmo que para isso ingressem em searas dominadas pela concorrência. É o que deve acontecer em breve com O Boticário, a maior rede de franquias de beleza do país. A empresa acaba de abrir um gigantesco centro de distribuição e criou um novo braço da holding que, segundo comentários de bastidores, configuram-se como os primeiros passos em direção à venda direta. Isso mesmo, ao tradicional mercado de venda porta a porta, reduto da multinacional Avon e da concorrente Natura. A disputa será acirrada. Não há nada confirmado, mas é difícil acreditar que o novo projeto não ganhe corpo rapidamente, afinal nove entre dez especialistas em varejo afirmam que o futuro está na venda multicanal. Quem não investir na diversificação, garantem, será engolido. É esperar para ver.

Os empreendedores preferidos dos gays

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A edição de dezembro da revista gay Out traz na capa uma lista de 100 grandes personalidades da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) no ano de 2009.

Em forma de anuário, a reportagem traz nomes como o vice-campeão  do programa American Idol, Adam Lambert, os diretores de cinema Pedro Almodóvar e Robert Marshall, a cantora Cindy Lauper e o ator Neil Patrick Harris em categorias como “o esportista da classe” e “o mais bem vestido”.

Mas a lista não fica apenas no meio artístico. Lista também importantes nomes do empreendedorismo.
O designer Chistopher Bailey, 38 anos, foi escolhido como “criador de tendências do ano”, por renovar a grife britânica Burberry, dando um toque mais moderno às suas peças e alavancando suas atuais vendas.

Chris Hughes ficou com o título de “mais amigável”, talvez por ser um dos quarto fundadores do Facebook. Em 2007, ele se tornou o diretor da campanha online do presidente Barack Obama e lançou o site My.Barack.Obama.com, uma rede que arrecadou US$ 30 milhões para os gastos com propaganda do então candidato a presidente dos EUA. Ele também foi responsável por desenvolver o projeto Vote for Change, que registrou mais de um milhão de americanos para votar nas eleições de 2008. Tudo isso antes dos 30.

Para conhecer um pouco mais sobre como essas pessoas fizeram a diferença em 2009 – e um pouco de suas vidas também – leia a lista completa no site da Out.

Clientela virtual

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O consumidor está menos fiel aos canais tradicionais de venda. Cada vez mais, os compradores de todo o mundo utilizam os meios digitais – internet, celular e TV interativa – para conhecer produtos e serviços e comparar qualidade e preço antes da compra. Essas novas características do consumidor afetam diretamente o varejista, que precisa se adaptar aos canais digitais de venda e relacionamento para atender as exigências da clientela do futuro.

Confira as principais conclusões do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, conduzido em 11 países e apresentado hoje pela consultoria especializada em varejo GS & MD – Gouvêa de Souza:

- 73% dos internautas já utilizam a web para fazer comparação de preços. Isso gera um efeito econômico, reduzindo a rentabilidade das empresas

- O marketing tradicional já começa a perder espaço para as novas mídias, obrigando as marcas a rever suas estratégias de comunicação

- 53% dos consumidores brasileiros já ficam incomodados se suas lojas preferidas não venderem também pela internet. Se o seu público-alvo tem mais de 25 anos e renda mensal entre R$ 6.600 a R$ 9.800, você precisa ter ainda mais pressa para entrar no comércio eletrônico

- 42% dos brasileiros gostariam de receber promoções e propagandas pelo celular, especialmente a clientela entre 25 e 44 anos, das classes C e D

E então, o seu negócio está preparado para conquistar o novo consumidor?

Descontos x Branding

Ainda sobre o tema “descontos x marca” iniciado pelo post da Lilian, aqui vão alguns pensamentos e dicas.

Em recente conversa com uma empreendedora apoiada pela Endeavor que atua no ramo de semi-joias, esse assunto foi bastante explorado e realmente a realização de constantes liquidações pode ter um impacto bem negativo na marca. No caso dela, por exemplo, como justificar que a mesma pedra vale metade do preço de dois meses atrás?

Uma ótima opção que surgiu há pouco tempo para quem atua no mercado de luxo (principalmente roupas, calçados e joias) são os clubes privados de compra na internet. Em linguajar simples (e não fashion) esses clubes são responsáveis por queimar os estoques de marcas conhecidas sem que isso prejudique a sua imagem. Melhor ainda: sem que quase ninguém fique sabendo, já que na maioria deles, o consumidor precisa ser convidado por um membro para fazer parte do clube. São verdadeiros outlets virtuais e meio “secretos”. Cada vez mais esses clubes estão explorando produtos além daqueles “fashion”. Já vi produtos sendo vendidos em várias categorias além de moda: esporte, lar, cuidado pessoal, etc. Os principais clubes no Brasil são: Brands Club, Coquelux, Superexclusivo e Privalia. Há também sites e blogs como o e-closet. Abaixo, uma breve descrição de cada um dos clubes:

Brands Club: é o mais conhecido dos clubes de compra. Nesse site é possível encontrar marcas nacionais e internacionais com descontos de até 70%. As marcas escolhidas são geralmente para um público com alto poder aquisitivo e, com os descontos, é possível encontrar peças por ótimos preços. No Brands Club as promoções ocorrem conforme o brandsday, que é um prazo de, geralmente, mais ou menos 5 dias, em que algumas marcas ficam disponíveis para compra.

Coquelux: se posiciona como o mais sofisticado dentre os clubes. Se preocupam em vender não só peças de grifes famosas, mas também elegantes e refinadas.

Superexclusivo: Conhecido por ser o clube mais difícil de se conseguir entrar, o Superexclusivo não tem muita regra em relação ao número de promoções vigentes. Normalmente os descontos não são tão agressivos como os outros clubes

Privalia: de origem espanhola, é o mais popular e pioneiro no assunto. Não é preciso ser convidado para entrar.

Agora é entrar em contato com as equipes de cada clube e disponibilizar sua marca lá! Bom trabalho!!!!

Este post foi escrito por Leticia Queiroz, da área de busca e seleção de empreendedores do Instituto Endeavor

Aprenda a dar descontos sem prejudicar sua marca

Nada mais atraente para o consumidor do que uma loja com um grande aviso de promoção logo na vitrine. Os descontos podem ser um bom chamariz para novos clientes. Ainda mais em uma época de recessão, quando boa parte das pessoas aprenderam a tomar cuidado com seus hábitos de consumo.

Por outro lado, dar descontos desenfreados pode ter um efeito bem negativo no seu negócio. Além de correr o risco de desvalorizar sua marca, tem o perigo de que suas margens de lucro caiam muito.

Como não dá para abrir mão do artifício do desconto, a versão eletrônica da BusinessWeek traz algumas dicas para baixar os preços sem prejudicar os negócios.

Confira:

1. Descontos Limitados

Não dê descontos muito frequentes nem os mantenha por muito tempo. Eles podem ser viciantes!!! Segundo a BusinessWeek, um exemplo disto é o que acontece com redes varejistas. Algumas delas, principalmente no setor de vestuário, realizam tantas promoções e queimas de estoque que acostumam o consumidor a só comprar nestas épocas.

2. Descontos Críveis

Nada de reduções de outro mundo no preço dos seus produtos!!! O consumidor tem que encarar as promoções como uma oportunidade muito boa de uma loja que se importa com ele, e não como um sinal de desespero para acabar com um estoque! Produtos com um desconto muito grande podem perder a credibilidade junto ao cliente.

3. Descontos Criativos

Uma boa ideia pode ser aplicar descontos para produtos específicos dentro da sua loja. A BusinessWeek citou como exemplo uma loja de videogames que, durante o auge da crise, disponibilizou a venda de jogos usados, que já teriam naturalmente um preço mais baixo.
E no seu negócio? Você costuma promover descontos com frequência? E estas promoções ajudam ou atrapalham as vendas?

Você lançaria um produto pior e mais barato?

tide

Que a crise financeira pegou os Estados Unidos de jeito não é novidade para ninguém. Mas a reação das empresas surpreende cada vez mais. A Procter & Gamble (P&G), por exemplo, lançou naquele país uma versão “piorada” do detergente para lavar roupas Tide, que foi designada como “Basic”. Segundo a própria empresa, o produto perdeu um pouco a capacidade de limpeza do original, mas custa 20% menos. O Wall Street Journal afirma que esse é um dos sinais mais eloquentes de como o enfraquecimento da economia está pressionando as fabricantes de produtos de consumo.

O Tide é o sabão em pó mais vendido dos EUA, mas vem perdendo espaço. Fechou junho com 44% do mercado, queda de 1 ponto percentual em relação a um ano antes. A versão líquida teve uma queda ainda maior, fechando o mês com 41,4% de participação, 3,25 pontos abaixo do mesmo mês do ano anterior. A decisão de lançar uma versão “piorada” do Tide não foi assimilada facilmente pela empresa, segundo a reportagem do jornal americano. O produto representa US$ 3 bilhões da receita anual da P&G e os executivos temiam que a versão menos eficiente e mais barata canibalizasse o Tide normal. O departamento de marketing da P&G temia manchar a marca, mas foram convencidos pelos novos hábitos dos americanos. Segundo relatório do Information Resources, 52% dos consumidores dos EUA planejam comprar produtos de marcas próprias, que normalmente são mais baratas, no próximo ano.

O novo Tide está a venda, por enquanto, em 200 supermercados dos EUA. A P&G vai observar o desempenho das vendas e avaliar a estratégia antes de decidir o futuro do Tide Basic.

Veja a nova versão:

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Aqui no Brasil, muito se falou nos últimos anos do aumento do poder de consumo da classe C. As empresas lançaram produtos focados nessa parcela da população — que segundo estimativas engloba 80 milhões de brasileiros — e sempre ressaltaram os preços mais acessíveis. Mas, que eu saiba, nenhuma ousou lançar um produto mais barato e pior que o original como fez a Procter & Gamble.

E você, o que achou da estratégia da companhia americana? Teria coragem de sacrificar a qualidade do seu produto para vender por menos?

Pagamento em cheque ou cartão? Qual você prefere?

chque

Enquanto o volume de pagamentos com cartões de crédito e débito cresceu de maneira significativa desde 2005, a utilização de cheques despencou neste período. Mas esse cenário deve mudar. As lojas, principalmente as pequenas e médias, já estão se mobilizando para incentivar a volta dos cheques, segundo reportagem da Folha publicada no último sábado. Isso deve acontecer por conta dos preços cobrados pelas operadoras de cartões no Brasil — Visanet, que detém exclusividade para credenciar a bandeira Visa, e Redecard, que tem a licença Mastercard. A matéria informa que enquanto a inadimplência final nas vendas com cheques está ao redor de 2,5% sobre a receita, as taxas das administradoras de cartões ficam em torno de 5%.  “De cada R$ 100 vendidos com cheque, o lojista recebe R$ 97,50. Nas vendas com cartão, o lojista fica com R$ 95.”

Ainda segundo a reportagem da Folha, enquanto o governo estuda mudar a legislação para estimular mais competição no mercado dominado pelas duas empresas, as varejistas já estão estimulando o uso do cheque com promoções e condições especiais para clientes que utilizam o cheque como forma de pagamento.

E você, prefere receber pagamento em cheque ou cartão?

Tem feito alguma coisa para minimizar o impacto das taxas das operadoras de cartões?

O que os sutiãs têm a mostrar

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Já vou avisando aos leitores do sexo masculino: vou falar de sutiãs. Mas (acho que) vai ser útil para vocês também. Não sei por que raios o controle de qualidade dos fabricantes de lingerie não funciona, os aros dos meus sutiãs vivem saindo para fora da costura. Quando isso acontece, é impossível vesti-los (isso só quem sente na pele pode entender). Levei certa vez meu sutiã quebrado a uma das mais badaladas lojas brasileiras do ramo. Pedi que consertassem ou me indicassem uma oficina de costura. Duas vendedoras trocaram olhares maliciosos, me encararam com desdém e disseram que não poderiam fazer nada. Para arrematar, fizeram questão de sugerir que meu (então) querido sutiã estava caindo aos pedaços. Nunca mais botei os pés ali. Na minha última viagem aos Estados Unidos, levei sutiãs com o mesmo problema de uma famosa grife norte-americana de lingerie. Eu não tinha muitas esperanças que encontraria uma solução. Eles tinham sido comprados cinco anos antes e eu havia perdido a nota fiscal (o site da empresa dizia que essa era uma exigência para a troca). Não digo que a gerente da loja ficou felicíssima, mas ela disse “tudo bem”. Como não dispunha de sutiãs do mesmo modelo na cor que eu queria,  ela falou que eu poderia escolher qualquer outro. Saí com um sorriso de orelha a orelha. Nunca imaginei que estaria elogiando o modelo norte-americano. Mas não consigo entender: por que eles são tão melhores do que nós no atendimento ao consumidor?

Doces negócios

Feira em Chicago traz invenções no setor de guloseimas para impulsionar lucros

Uma feira em Chicago apresentou novidades no setor de doces e guloseimas. O número de compradores na “All Candy Expo” aumentou 7% em relação a 2009. Mais de 14 mil pessoas estiveram envolvidas nos negócios da feira e 450 empresas montaram seus stands.

Durante o evento, também aconteceram várias palestras para discutir o mercado de doces. O analista do JP Morgan Jason English disse em sua apresentação que o gasto de consumidores nos Estados Unidos deve voltar aos níveis de antes da crise apenas na segunda metade de 2010, mas que o mercado deve se preparar até lá.

Para bons resultados neste período menos favorável para os negócios, o analista sugeriu que as empresas do setor reforcem os principais produtos de seu portfolio, mas que apostem em inovações.

É pensando em lançamentos inovadores que até doces para quem pratica yoga foram apresentados na feira. Confira algumas destas invenções:

 

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A ideia desta empresa foi inventar um doce para o público que pratica Yoga. “Assim como uma aula de yoga, este doce é cheio de bondade”. Este é o lema do fabricante, que usou na fórmula da novidade açúcar, xarope de milho, frutas indianas e especiarias (gengibre, pimenta e canela).

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Trufa de champanhe e conhaque

A aposta desta empresa foi em doces de luxo. A Anthon Berg lançou trufas recheadas de Piper-Heidsieck Champagne ou Rémy Martin Cognac. Cada sabor vem em uma caixa refinada com 12 trufas.

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Chiclete de “alta voltagem”

O chiclete da Candy Dynamics tem componentes que prometem causar uma sensação de choque na boca do consumidor. Até a embalagem incorpora o espírito “elétrico” e vem com uma grande aviso de PERIGO estampado.

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