Papo de Empreendedor

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Arquivos da categoria ‘Varejo’


Ganhe dinheiro com suas fotos no Flickr

flickr

Para os amantes da fotografia e apreciadores do “momento decisivo”, mas que obviamente não querem morrer de fome sem ganhar um tostão com suas fotos, uma possível solução: desde o final de 2009, usuários da rede de compartilhamento de imagens Flickr podem vender e comprar fotos postadas nesse site por meio do banco de imagens GI (Getty Images).

São mais de 40 milhões de pessoas que poderão transformar suas contas em verdadeiros estúdios improvisados e até construir um nome no mercado se conseguirem vendas para veículos importantes. Para começar a licenciar suas fotos, o usuário só precisa clicar em um link de autorização que aparece no menu à direita do perfil. Dessa forma, a produção da pessoa fica disponível para avaliação dos editores do GI, que entrarão em contato no caso de qualquer venda. (more…)

Figurinhas da Copa do Mundo viram negócio

Uma das propagandas que mais me chamou atenção na avalanche de anúncios temáticos sobre a Copa do Mundo é a da Mastercard. Para quem ainda não viu, o filme conta a história de um filho que encontra o Pelé em um restaurante, fala algo para o Rei que, na sequência, aceita ser fotografado com a camisa canarinho e uma bola. Com a ajuda da tecnologia, a foto se transforma na figurinha que faltava para o pai completar o álbum amarelado da Copa de 70. [Assista o vídeo no fim do post] (more…)

A eficiência da propaganda boca-a-boca

pastel

Semana passada, uma amiga me contou que o melhor pastel de feira da cidade não era feito exatamente em uma feira livre, mas na esquina da rua onde fica a escola que nossos filhos estudaram.

Como ela adora superlativos, decidi no sábado à tarde conferir de perto. E não é que o sujeito transformou a entrada da garagem em uma grande banca e ostenta uma faixa de agradecimento à fiel clientela que o elegeu o melhor pastel de feira de São Paulo. O preço e a fartura dos recheios contribuíram muito para a escolha. Independentemente do sabor, cada pastel custa R$ 2,50. Atrás da bancada de madeira, forrada com plástico, no mínimo seis funcionárias se revezam na elaboração e fritura dos pastéis, cujos pedidos são anunciados a altos brados e numa rapidez assustadora. Há fila para tudo: para pedir, para pagar, para comer, para disputar os poucos lugares para sentar. Eu demorei pelo menos dez minutos para conseguir pedir um pastel de palmito com camarão. Mas, ninguém desanima. A banca é um sucesso. (more…)

Vendas com cheques devem aumentar no Dia das Mães. Proteja-se dos calotes

O Dia das Mães é a segunda data mais forte para o varejo no Brasil. Só perde para o Natal. Diante de tanto movimento nas lojas, é natural que aumentem, também, as compras feitas com cheques. Segundo a Rede Check OK, empresa de análise de crédito, as consultas de cheques feitas à empresa devem aumentar de 410 mil para 430 mil entre a segunda semana de abril e a segunda semana de maio, comparando 2010 com o ano anterior. A empresa espera cerca de 15 mil consultas diárias. É muito cheque circulando por aí. E você, comerciante, precisa tomar cuidado com o calote. Uma alternativa é consultar serviços de proteção ao crédito. Além disso, confira algumas dicas do grupo Rede Check Ok para evitar receber cheques sem fundo. (more…)

Aprenda a lidar com as reclamações dos clientes

Qualquer empreendedor com o mínimo de experiência sabe que cuidar da satisfação da clientela é essencial para a sobrevivência da empresa. Agradar o consumidor é importante para tê-lo sempre, além de ser uma ótima estratégia de marketing. Quantas vezes vamos a um restaurante ou loja e não só viramos fregueses como indicamos o local a amigos e conhecidos? O contrário também acontece. Basta ficarmos insatisfeitos com a qualidade do serviço ou produto para nunca mais voltarmos. (more…)

De porta em porta

boticario

Disputar o bolso do consumidor está cada vez mais difícil, não há como negar. Não é à toa que as grandes marcas buscam cada dia mais novos canais de venda, mesmo que para isso ingressem em searas dominadas pela concorrência. É o que deve acontecer em breve com O Boticário, a maior rede de franquias de beleza do país. A empresa acaba de abrir um gigantesco centro de distribuição e criou um novo braço da holding que, segundo comentários de bastidores, configuram-se como os primeiros passos em direção à venda direta. Isso mesmo, ao tradicional mercado de venda porta a porta, reduto da multinacional Avon e da concorrente Natura. A disputa será acirrada. Não há nada confirmado, mas é difícil acreditar que o novo projeto não ganhe corpo rapidamente, afinal nove entre dez especialistas em varejo afirmam que o futuro está na venda multicanal. Quem não investir na diversificação, garantem, será engolido. É esperar para ver.

Os empreendedores preferidos dos gays

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A edição de dezembro da revista gay Out traz na capa uma lista de 100 grandes personalidades da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) no ano de 2009.

Em forma de anuário, a reportagem traz nomes como o vice-campeão  do programa American Idol, Adam Lambert, os diretores de cinema Pedro Almodóvar e Robert Marshall, a cantora Cindy Lauper e o ator Neil Patrick Harris em categorias como “o esportista da classe” e “o mais bem vestido”.

Mas a lista não fica apenas no meio artístico. Lista também importantes nomes do empreendedorismo.
O designer Chistopher Bailey, 38 anos, foi escolhido como “criador de tendências do ano”, por renovar a grife britânica Burberry, dando um toque mais moderno às suas peças e alavancando suas atuais vendas.

Chris Hughes ficou com o título de “mais amigável”, talvez por ser um dos quarto fundadores do Facebook. Em 2007, ele se tornou o diretor da campanha online do presidente Barack Obama e lançou o site My.Barack.Obama.com, uma rede que arrecadou US$ 30 milhões para os gastos com propaganda do então candidato a presidente dos EUA. Ele também foi responsável por desenvolver o projeto Vote for Change, que registrou mais de um milhão de americanos para votar nas eleições de 2008. Tudo isso antes dos 30.

Para conhecer um pouco mais sobre como essas pessoas fizeram a diferença em 2009 – e um pouco de suas vidas também – leia a lista completa no site da Out.

Clientela virtual

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O consumidor está menos fiel aos canais tradicionais de venda. Cada vez mais, os compradores de todo o mundo utilizam os meios digitais – internet, celular e TV interativa – para conhecer produtos e serviços e comparar qualidade e preço antes da compra. Essas novas características do consumidor afetam diretamente o varejista, que precisa se adaptar aos canais digitais de venda e relacionamento para atender as exigências da clientela do futuro.

Confira as principais conclusões do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, conduzido em 11 países e apresentado hoje pela consultoria especializada em varejo GS & MD – Gouvêa de Souza:

- 73% dos internautas já utilizam a web para fazer comparação de preços. Isso gera um efeito econômico, reduzindo a rentabilidade das empresas

- O marketing tradicional já começa a perder espaço para as novas mídias, obrigando as marcas a rever suas estratégias de comunicação

- 53% dos consumidores brasileiros já ficam incomodados se suas lojas preferidas não venderem também pela internet. Se o seu público-alvo tem mais de 25 anos e renda mensal entre R$ 6.600 a R$ 9.800, você precisa ter ainda mais pressa para entrar no comércio eletrônico

- 42% dos brasileiros gostariam de receber promoções e propagandas pelo celular, especialmente a clientela entre 25 e 44 anos, das classes C e D

E então, o seu negócio está preparado para conquistar o novo consumidor?

Descontos x Branding

Ainda sobre o tema “descontos x marca” iniciado pelo post da Lilian, aqui vão alguns pensamentos e dicas.

Em recente conversa com uma empreendedora apoiada pela Endeavor que atua no ramo de semi-joias, esse assunto foi bastante explorado e realmente a realização de constantes liquidações pode ter um impacto bem negativo na marca. No caso dela, por exemplo, como justificar que a mesma pedra vale metade do preço de dois meses atrás?

Uma ótima opção que surgiu há pouco tempo para quem atua no mercado de luxo (principalmente roupas, calçados e joias) são os clubes privados de compra na internet. Em linguajar simples (e não fashion) esses clubes são responsáveis por queimar os estoques de marcas conhecidas sem que isso prejudique a sua imagem. Melhor ainda: sem que quase ninguém fique sabendo, já que na maioria deles, o consumidor precisa ser convidado por um membro para fazer parte do clube. São verdadeiros outlets virtuais e meio “secretos”. Cada vez mais esses clubes estão explorando produtos além daqueles “fashion”. Já vi produtos sendo vendidos em várias categorias além de moda: esporte, lar, cuidado pessoal, etc. Os principais clubes no Brasil são: Brands Club, Coquelux, Superexclusivo e Privalia. Há também sites e blogs como o e-closet. Abaixo, uma breve descrição de cada um dos clubes:

Brands Club: é o mais conhecido dos clubes de compra. Nesse site é possível encontrar marcas nacionais e internacionais com descontos de até 70%. As marcas escolhidas são geralmente para um público com alto poder aquisitivo e, com os descontos, é possível encontrar peças por ótimos preços. No Brands Club as promoções ocorrem conforme o brandsday, que é um prazo de, geralmente, mais ou menos 5 dias, em que algumas marcas ficam disponíveis para compra.

Coquelux: se posiciona como o mais sofisticado dentre os clubes. Se preocupam em vender não só peças de grifes famosas, mas também elegantes e refinadas.

Superexclusivo: Conhecido por ser o clube mais difícil de se conseguir entrar, o Superexclusivo não tem muita regra em relação ao número de promoções vigentes. Normalmente os descontos não são tão agressivos como os outros clubes

Privalia: de origem espanhola, é o mais popular e pioneiro no assunto. Não é preciso ser convidado para entrar.

Agora é entrar em contato com as equipes de cada clube e disponibilizar sua marca lá! Bom trabalho!!!!

Este post foi escrito por Leticia Queiroz, da área de busca e seleção de empreendedores do Instituto Endeavor

Aprenda a dar descontos sem prejudicar sua marca

Nada mais atraente para o consumidor do que uma loja com um grande aviso de promoção logo na vitrine. Os descontos podem ser um bom chamariz para novos clientes. Ainda mais em uma época de recessão, quando boa parte das pessoas aprenderam a tomar cuidado com seus hábitos de consumo.

Por outro lado, dar descontos desenfreados pode ter um efeito bem negativo no seu negócio. Além de correr o risco de desvalorizar sua marca, tem o perigo de que suas margens de lucro caiam muito.

Como não dá para abrir mão do artifício do desconto, a versão eletrônica da BusinessWeek traz algumas dicas para baixar os preços sem prejudicar os negócios.

Confira:

1. Descontos Limitados

Não dê descontos muito frequentes nem os mantenha por muito tempo. Eles podem ser viciantes!!! Segundo a BusinessWeek, um exemplo disto é o que acontece com redes varejistas. Algumas delas, principalmente no setor de vestuário, realizam tantas promoções e queimas de estoque que acostumam o consumidor a só comprar nestas épocas.

2. Descontos Críveis

Nada de reduções de outro mundo no preço dos seus produtos!!! O consumidor tem que encarar as promoções como uma oportunidade muito boa de uma loja que se importa com ele, e não como um sinal de desespero para acabar com um estoque! Produtos com um desconto muito grande podem perder a credibilidade junto ao cliente.

3. Descontos Criativos

Uma boa ideia pode ser aplicar descontos para produtos específicos dentro da sua loja. A BusinessWeek citou como exemplo uma loja de videogames que, durante o auge da crise, disponibilizou a venda de jogos usados, que já teriam naturalmente um preço mais baixo.
E no seu negócio? Você costuma promover descontos com frequência? E estas promoções ajudam ou atrapalham as vendas?

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