Papo de Empreendedor http://www.papodeempreendedor.com.br Papo de Empreendedor Fri, 12 Mar 2010 19:36:53 +0000 http://wordpress.org/?v=2.7 en hourly 1 74% dos usuários do Twitter têm menos de 10 seguidores http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/74-dos-usuarios-do-twitter-tem-menos-de-10-seguidores/ http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/74-dos-usuarios-do-twitter-tem-menos-de-10-seguidores/#comments Fri, 12 Mar 2010 19:14:27 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3073 twitter_med

O microblog Twitter cresce rapidamente. É fato. Mas será que todos os usuários ali são interessantes para a sua empresa? Um estudo da Barracuda Networks, empresa de e-mail e segurança na web, mostrou que apenas 21% dos usuários do Twitter são “usuários reais”. Por essa definição, o seguidor precisa ter pelo menos 10 seguidores, seguir pelo menos 10 pessoas e ter twitado pelo menos dez vezes. Os outros 79% falham em algum desses itens.

O levantamento, que analisou 19 milhões de contas do microblog, mostrou também que 17% dos usuários do Twitter não têm nenhum seguidor e que 74% têm menos de dez seguidores. Esses dados mostram que a sua estratégia para conseguir seguidores precisa ser ainda mais agressiva. Se o microblog é interessante para o seu negócio, dê uma olhada nas reportagens abaixo. Elas podem ajudá-lo na árdua tarefa de conseguir mais seguidores.

Três dicas para atrair clientes pelo Twitter

Para tirar melhor proveito do Twitter

Chegou a vez do Twitter

Cooperativa de taxi usa Twitter para marcar viagens

Infográfico animado: Como entrar no mundo dos negócios 2.0

Na edição de março da Pequenas Empresas, já nas bancas, mais uma reportagem sobre o tema: Como voar no Twitter. Assinantes podem ler a matéria aqui

A Pequenas Empresas & Grandes Negócios também faz parte desse universo. Siga-nos no Twitter

A sua empresa fez alguma ação bem-sucedida no Twitter? Compartilhe a sua experiência.

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O que você lê? http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/o-que-voce-le/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/o-que-voce-le/#comments Thu, 11 Mar 2010 16:24:16 +0000 Mariana Iwakura http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3066 Eu adoro uma boa livraria. Para mim, shopping bom é aquele que tem pelo menos uma opção de livraria e revistaria – se tiver um café gostoso, melhor ainda. Nas minhas andanças por essas lojas, uma das seções que quase sempre visito – por força da profissão e por curiosidade mesmo – é a de livros de administração, negócios e recursos humanos.

O curioso dessa seção é que lá tem de tudo: desde livros técnicos de grandes estudiosos de marketing até análises no mínimo engraçadas sobre o comportamento das mulheres no ambiente de trabalho. Aparecem ali no meio muitos livros com um pé na auto-ajuda e outros que embarcam em modas (já vi diversos títulos com o sufixo “onomics” depois do sucesso de “Freakonomics – O Lado Oculto e Inesperado de Tudo que nos Afeta”, de Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner).

Em meio a essa profusão de obras, uma pergunta que sempre me ocorre é: o que será que efetivamente ajuda o empreendedor na gestão do seu negócio? Imagino que algumas obras sejam muito técnicas, mais adequadas para serem material didático de cursos de administração. Outras parecem só passatempo, estofo para uma conversa de bar. Mas há também diversos livros que se propõem a ensinar o leitor a negociar, a liderar melhor, a tornar a sua empresa mais inovadora.

Com uma rápida olhada na lista dos livros mais vendidos de administração de uma rede de livrarias com sede em São Paulo, vejo que os favoritos são obras baseadas nos conselhos e nas experiências de consultores e executivos famosos, lições de liderança baseadas em experiências religiosas, maneiras de cortar custos e ensinamentos dos gurus de marketing.

Escrevo tudo isso para lançar o questionamento para você, leitor: como esses livros ajudam na gestão da sua empresa? Você aplica essas lições no dia a dia do negócio? O que você lê?

> > Leia mais: Cinco profissionais que lideram empreendimentos no Brasil indicam livros que de alguma forma apuraram sua percepção sobre os negócios

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Cinco dicas para sua empresa ganhar mais dinheiro http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/cinco-dicas-para-sua-empresa-ganhar-mais-dinheiro/ http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/cinco-dicas-para-sua-empresa-ganhar-mais-dinheiro/#comments Wed, 10 Mar 2010 15:42:02 +0000 Marcus Vinicius Pilleggi http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3055 dinheiro1

Os motivos para se iniciar um negócio variam bastante hoje em dia. Alguns querem ajudar o planeta ou as pessoas, outros querem divulgar seu trabalho ou seus produtos e outros ainda entram no universo do empreendedorismo porque querem, pura e simplesmente, ganhar dinheiro. De um jeito ou de outro, é a receita final que mostra se o seu negócio está ou não crescendo e denota a força de sua empresa. E é por causa disso que muitos empresários, em não poucas das vezes os iniciantes, preocupam-se quando percebem que está entrando menos dinheiro do que imaginavam ou pior: o dinheiro não está nem vindo.

O consultor Sid Kemp, presidente da Sid Kemp Enterprises, que analisa soluções e faz consultoria para pequenas empresas nos Estados Unidos, escreveu à Entrepeneur.com cinco dicas para otimizar a receita empresarial.

1. Faça um planejamento
A ideia é unir receita com as atividades de trabalho. Se você vende produtos, faça projeções para cada um deles. No caso de serviços, rastreie os contratos fechados e verifique o ganho em cada um deles. É preciso estabelecer metas e consequências: deixe cada empregado saber para o que eles contribuem e dê incentivos para o trabalho bem-feito. Esses incentivos podem ser reconhecimento, agradecimento e até mesmo um aumento salarial. Os empregados precisam ter um objetivo mínimo e um máximo e precisam de incentivo para atingir o máximo. Em meses ruins, entretanto, eles sabem o mínimo que devem fazer, ao mesmo tempo em que sabem das oportunidades no caso de um trabalho otimizado. Dessa forma, eles se sentem seguros no emprego e também vislumbram a possibilidade de crescimento.

2. Faça um rastreamento diário ou semanal dos resultados
Cada semana, reúna seus empregados e faça um balanço para ilustrar o tempo de trabalho em números. Discuta o andamento do trabalho e como podem melhorar, mas não pressione. Seja específico e encoraje a melhora. No caso de algum problema, procure determinar se esse problema foi isolado ou se pode acontecer de novo e desse modo se prepare. Entretanto, tente resolvê-lo. Se esse problema for externo e estiver fora do seu controle, elabore alternativas para alcançar seus objetivos. Às vezes a solução é óbvia e prática, mas terá ocasiões em que você vai precisar ser criativo.

3. Defina todo o trabalho
As áreas de uma empresa de qualquer porte podem ser independentes, mas todas elas conjugam fatores em sinergia para o sucesso final do empreendimento. Isso é ainda mais evidente nas pequenas empresas. Cada empregado precisa saber exatamente o que deve fazer e como os seus sucessos contribuem para o crescimento empresarial.

4. Rastreie diária ou semanalmente os seus gastos
Muitas empresas deixam suas informações financeiras acumularem. Como o dinheiro é o que mantém a sua empresa funcionando, não é aconselhável deixar essa documentações toda entulhar para consulta no final do ano fiscal. Quanto você está gastando? Como isso afeta seu planejamento? Você está gastando naquilo que planejou? Se souber as respostas para essas perguntas toda a semana, você pode corrigir qualquer erro no trajeto e atingir o objetivo mais rapidamente.

5. Rastreie o progresso mensalmente
Finalmente, você deve verificar o seu progresso e receita ao final de todo mês. É preciso se perguntar o que pode ser feito para ganhar mais e gastar menos e como ter resultados positivos antes e ser pago pelo serviço mais rapidamente. Encontrando maneiras de melhorar nessas áreas fará com que você construa melhores resultados em menos tempo e tenha uma receita positiva cada vez mais cedo.

Em resumo, o sucesso do negócio está em relacionar cada trabalho com o ganho que ele proporciona, reduzir os custos e entregar melhores resultados mais cedo. Para isso, é importante motivar os empregados fazendo com que eles saibam que o que eles fazem é relevante. É preciso mostrar, sempre, como eles podem melhorar. Dessa forma, você não só atingirá seus objetivos como irá ultrapassá-los.

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Ele não para de crescer http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/ele-nao-para-de-crescer/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/ele-nao-para-de-crescer/#comments Tue, 09 Mar 2010 21:35:18 +0000 Ricardo F. Santos http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3051 semenzato_413

José Carlos Semenzato tem um currículo difícil de acreditar. Já foi contada muitas vezes, inclusive nesta PEGN, sua trajetória de Cafelândia, no interior de São Paulo, quando vendia salgadinhos aos 13 anos, até o auge da Microlins, que começou como escola de informática e virou uma rede de franquias de ensino profissionalizante. Contar a história dessa maneira faz parecer que foi fácil, mas houve muitas dificuldades, que você pode ler em duas matérias da PEGN: A trajetória de José Carlos Semenzato, da Microlins,  e A hora da classe D.

Apesar da rede de ensino com faturamento de R$ 304 milhões em 2009 ser seu carro-chefe, há muito mais Semenzato além da Microlins. E ele não para de investir.

Em 2008, Semenzato vendeu 30% das ações do Grupo Microlins para a Anhanguera Educacional. A operação rendeu um aporte de R$ 25 milhões e a rede educacional tornou-se a maior do Brasil, com mais de 700 mil alunos. Junto com isso, Semenzato começou a investir em outras empresas. “Acho que ainda há vários setores da indústria que não estão se desenvolvendo plenamente”, afirma ele. Apresentava às empresas o seu know-how de quase 20 anos no mercado e demonstrava interesse em investir. “Surgiram oportunidades, eu abordei os empresários, que viram chance de crescer e aceitaram”, diz Semenzato.

Duas empresas de que agora é sócio-diretor são o Instituto Embelleze e o Instituto da Costura. Ambas têm estreita relação com a Microlins, por serem escolas de formação profissional. O Instituto da Costura atua no ensino do segmento de corte e costura e se coloca como a “única escola livre brasileira exclusivamente direcionada para a qualificação de profissionais polivalentes em costura industrial”. E o Instituto Embelleze é uma rede de franquias voltada para a formação de cabeleireiros e profissionais da beleza em geral. Tem mais de 230 franquias e faturamento de R$ 80 milhões.

No site www.semenzato.com.br, é possível ver todas as empresas em que ele tem participações. A última das parcerias foi com a Casa do Sorvete Jundiá. A Jundiá é a terceira maior fabricante de sorvetes no Brasil e tem 5% de participação em um mercado que movimentou R$ 2,26 bilhões no país em 2009. Totalmente brasileira, começou em Jundiaí, interior de São Paulo, há 35 anos com produção artesanal de sorvetes, e hoje tem produtos em mais de 20 mil pontos de venda no país. A Casa do Sorvete é sua aposta no setor de franquias.

“O Brasil tem um clima tropical, é o 10º maior produtor de sorvetes do mundo e o melhor colocado entre os países em desenvolvimento”, diz Semenzato. O plano é expandir a rede, que tem hoje três lojas próprias e cinco franquias, abrindo de 80 a 100 unidades até o final do ano. “Temos um banco de investidores procurando bons negócios, que tenham por trás grupos com expertise e credibilidade”, afirma, e por isso acha que o plano de crescimento, apesar de ousado, não é inverossímil.

Apenas dois meses depois de começar o trabalho de prospectar franqueados e estabelecer a política de franquias, Semenzato e seus sócios da Casa do Sorvete Jundiá, David Pinto e César Bergamini, já conversaram com mais de 150 empreendedores, e até o final deste mês de março já devem ter 20 contratos assinados. “O investimento na Casa do Sorvete é entre R$ 100 mil e R$ 150 mil: esta é a faixa de investimento que os empreendedores mais procuram”. O homem sabe do que fala.

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Vale a pena ser sustentável http://www.papodeempreendedor.com.br/sustentabilidade/vale-a-pena-ser-sustentavel/ http://www.papodeempreendedor.com.br/sustentabilidade/vale-a-pena-ser-sustentavel/#comments Fri, 05 Mar 2010 20:31:18 +0000 Ana Cristina Chaer Dib Netto http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3029 green

Há dez anos, adotar práticas voltadas à preservação do meio ambiente era algo impensável para muitos empreendedores. Porém, a escassez de recursos naturais fez com que as empresas passassem a levar a sério questões ligadas à sustentabilidade. Hoje, o tema tem sido debatido em companhias de todos os portes e é possível encontrar soluções inteligentes sem aumentar as despesas e nem diminuir os lucros. Quem ainda insiste em ignorar a questão pode vir a ter problemas, já que a tendência é o surgimento de leis cada vez mais rigorosas.

Estudiosos são unânimes em dizer que a sustentabilidade veio para ficar. Como não há por onde fugir, que medidas devem ser tomadas pelas pequenas e médias empresas? O assunto é complexo e rende inúmeras discussões, mas algumas dicas bem simples podem ser o primeiro passo para tornar o seu negócio mais verde e consciente. Confira.

Substitua as lâmpadas:
Você sabia que trocar as lâmpadas convencionais pelas de baixo consumo energético pode diminuir em 45% os seus gastos com iluminação? Além disso, elas funcionam por mais tempo e emitem menos CO2 do que as lâmpadas incandescentes.

Dê preferência a fornecedores locais:
A ação é benéfica porque incentiva o desenvolvimento de regiões fora dos grandes centros, o que dinamiza a economia local, e diminui os danos causados pelo transporte de cargas entre longas distâncias. É importante escolher fornecedores que também atendam a políticas de responsabilidade ambiental.

Opte por embalagens de materiais recicláveis:
Substitua as sacolas plásticas, que demoram 300 anos para se decompor, por eco bags, modelos reutilizáveis que podem ser adquiridos por consumidores e reaproveitados diversas vezes.

Crie o hábito de desligar equipamentos:
Aparelhos ligados sem uso são responsáveis por cerca de 30% dos gastos das empresas com energia. Muitas vezes, ar condicionado, computador e luzes permanecem ligados por pura displicência.

Instrua os funcionários:

Conscientizar funcionários faz com que eles abracem as causas da empresa e incorporem atitudes menos predatórias mesmo quando não estão no ambiente de trabalho.

Monte um projeto de sustentabilidade:
O plano o ajudará a criar ações a curto e longo prazo, a verificar resultados e a ter novas ideias. Envolva toda a equipe e deixe um gestor responsável pelo cumprimento das metas estabelecidas.

E você, leitor, adota práticas sustentáveis? Quais? Compartilhe conosco a sua opinião!

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Cadê o atendimento 5 estrelas http://www.papodeempreendedor.com.br/atendimento/cade-o-atendimento-5-estrelas/ http://www.papodeempreendedor.com.br/atendimento/cade-o-atendimento-5-estrelas/#comments Thu, 04 Mar 2010 17:54:44 +0000 Katia Simões http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3026 Esta semana fui entrevistar um empresário e o destino escolhido para o encontro foi um dos mais badalados cafés da região da nova Faria Lima, ponto nobre de São Paulo. A decoração suntuosa chama a atenção, mas às vezes atrapalha a movimentação, já que as cadeiras se comparam a verdadeiras esculturas em tamanho avantajado. Mas, o que mais tirou a minha paciência foi o atendimento. De cinco em cinco minutos, um garçom se aproximava e insistia para que fizéssemos os pedidos. Quando finalmente decidimos o que desejávamos comer, ele disparou a sugestão do chef com tamanha insistência, que para nos livrarmos rápido da tarefa, optamos pelo prato do dia. A entrevista era longa e, por isso, demoramos para comer e, principalmente, para degustar a sobremesa. Qual não foi a minha surpresa quando, sem a menor cerimônia, o cidadão retirou o prato com a saborosa torta de chocolate praticamente inteira.

Entre a irritação e a chateação por não ter saboreado a iguaria até o final – cá prá nós, a melhor coisa do cardápio – não titubeei em questionar meu entrevistado sobre o que ele havia achado do atendimento. A resposta foi imediata: de nada adianta um ambiente cinco estrelas se o serviço é amador. Ele está mais do que certo. Em tempos de fidelidade zero por parte do consumidor, escorregar na obrigação chega a ser uma heresia. Fica aqui o alerta.

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As pequenas empresas querem estar presentes no mundo digital http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/as-pequenas-empresas-querem-estar-presentes-no-mundo-digital/ http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/as-pequenas-empresas-querem-estar-presentes-no-mundo-digital/#comments Mon, 01 Mar 2010 18:24:49 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3022 Na sexta-feira passada fui almoçar com a colunista do site Sandra Turchi, superintendente de marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e coordenadora do curso Estratégias de Marketing Digital da ESPM, e ela estava me falando de como os pequenos empresários estão ávidos por informações sobre o mundo digital. Por sua percepção, os donos dessas empresas já perceberam que precisam estar presentes na internet, com sites, comércio eletrônico e atuantes nas redes sociais, mas ainda não sabem muito bem como fazer isso. É papel da Pequenas Empresas ajudá-los nessa árdua tarefa e algumas reportagens publicadas na revista e no site podem jogar uma luz nesse caminho. Se esse é o seu caso, dê uma olhada nas reportagens abaixo. E se você já está alguns passos além, compartilhe suas experiências. Quais as ações que a sua empresa faz na internet?

As vantagens do uso de redes sociais nas empresas

Comércio eletrônico nas pequenas e médias empresas: o que fazer para não quebrar?

Por que as empresas estão preocupadas com as redes sociais?

Como ganhar dinheiro com a revolução digital

Infográfico animado: Como entrar no mundo dos negócios 2.0

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Uma questão cultural http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/uma-questao-cultural/ http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/uma-questao-cultural/#comments Wed, 24 Feb 2010 23:04:39 +0000 Sérgio Tauhata http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3019 Reportagens sobre o iPad pipocam na imprensa há meses, muito antes de sua apresentação oficial em 27 de janeiro. Sei que é um assunto incrivelmente debatido. Mas em meio a tantas opiniões especializadas, achei interessante registrar um ponto de vista leigo. Seria humanamente impossível ler todas as menções já publicadas sobre o aparelho da Apple – que registrou mais de 7 mil tweets por minuto apenas no dia de sua estreia –, mas posso me considerar bem informado sobre o fenômeno. Tenho acompanhado as discussões quase hamletianas que buscam decifrar o “ser ou não ser” da jogada de Steve Jobs, que deve iniciar sua era comercial no fim de março.

Afinal é ou não é uma revolução digital? Do ponto de vista técnico, não: incompatibilidade com flash, ser monotarefa e não ter câmera são temas que dominam os fóruns geeks do planeta. Mas no olhar de quem vê a tecnologia apenas como um meio é, sim, um prenúncio de mudanças no horizonte.

Mais do que um avanço de hardware ou software, a grande transformação sugerida pelo iPad deriva mesmo do marketing digital. A expectativa associada naturalmente a qualquer novidade vinda da marca de Steve Jobs foi cuidadosamente amplificada pela empresa. Rumores – muitos verdadeiros, o que indica um vazamento controlado de informações – alimentaram blogs, tweeters, sites e toda a mídia tradicional durante meses. A corrida para ver quem antecipava primeiro o gadget chegou ao cúmulo na recompensa de US$ 100 mil oferecida por um portal para quem pudesse trazer um aparelho antes do lançamento.

Quando finalmente o iPad se materializou, muitos especialistas não tardaram a criticar as especificações técnicas do produto. Com o filtro de quem devora profissionalmente equipamentos hi techs, a maioria sugeriu que o tablet da Apple era apenas mais do mesmo.

No entanto, o fenômeno deve ser analisado muito além da dimensão física. A amplitude do lançamento teve repercussões globais, algumas que devem se estender por anos. Assim como ocorreu com o iPhone - com a diferença que o tablet mexeu com o mercado antes mesmo do lançamento -, na esteira do iPad outras potências tecnológicas anunciaram seus modelos com telas sensíveis ao toque. Até Microsoft seguiu a onda e divulgou dois aparelhos: o Slate, em parceria com a HP, e o Courier, com duas telas multitouch. O medo de perder mercado para a Apple levou a Amazon a projetar um super Kindle, com tela colorida multitouch.

O fato é que a proposta do equipamento o torna extremamente interessante para soft users de tecnologia como eu. Talvez não represente uma reviravolta digital, mas do ponto de vista cultural e de negócios deve sim criar novos mercados e dar sentido a várias áreas ainda de pouca expressão. O empenho da Apple em costurar acordos de conteúdo com jornais, revistas e editoras de livros revela a verdadeira essência do iPad: o de ser uma espécie de bolsa digital, ou seja, um acessório onde cabem todas as suas necessidades virtuais e que você pode levar para qualquer lugar – da mesma forma que as peças femininas.

O tablet é, portanto, uma lufada de multimídia fresca para uso cotidiano, que permite acessar a internet em movimento, ler livros – e, o mais importante, baixar uma obra em qualquer parte do mundo a qualquer momento, desde que haja uma conexão à rede mundial -, ouvir músicas, assistir filmes, checar e-mails, escrever no blog, twittar e assim por diante. Tudo isso a partir de um dispositivo com o tamanho, espessura e peso de um caderno escolar. Isso sem contar as centenas de milhares de aplicativos para iPhone e iPod Touch que vão desde detectores de alagamentos nas ruas de São Paulo a programas de realidade aumentada.

Com a enxurrada de lançamentos de competidores prometida para esse ano, os tablets rapidamente devem criar novas demandas de mercado. Sou avesso à futurologia em geral, mas imagino possibilidades. Em alguns anos, a maioria das publicações impressas, provavelmente, terá sua edição eletrônica repletas de sons, infográficos e animações. Muitas terão apenas versão digital e novos títulos poderão ser lançados até por editoras caseiras, espécies de home magazine ou home newspaper. Parecem-se com sites? Pois os portais vão ter conteúdo cada vez mais multimídia e com qualidade mais próxima de DVDs e da TV. Ter um tablet sempre à mão também pode ampliar as fronteiras do geomarketing e do marketing digital em especial aquele voltado às redes sociais – é só fazer as contas: gente conectada mais tempo = maior volume de mensagens, alcance e troca de informações em tempo real. Quem sabe o iPad até vai fazer os celulares virarem telefones de novo.

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Aprenda a lidar com as reclamações dos clientes http://www.papodeempreendedor.com.br/varejo/aprenda-a-lidar-com-as-reclamacoes-dos-clientes/ http://www.papodeempreendedor.com.br/varejo/aprenda-a-lidar-com-as-reclamacoes-dos-clientes/#comments Mon, 22 Feb 2010 19:53:41 +0000 Ana Cristina Chaer Dib Netto http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3008 Qualquer empreendedor com o mínimo de experiência sabe que cuidar da satisfação da clientela é essencial para a sobrevivência da empresa. Agradar o consumidor é importante para tê-lo sempre, além de ser uma ótima estratégia de marketing. Quantas vezes vamos a um restaurante ou loja e não só viramos fregueses como indicamos o local a amigos e conhecidos? O contrário também acontece. Basta ficarmos insatisfeitos com a qualidade do serviço ou produto para nunca mais voltarmos.
Na teoria é fácil agradar, mas nenhum empresário está livre de falhas e quando elas surgem é preciso muito jogo de cintura para lidar com as reclamações dos clientes sem perdê-los para a concorrência.
O primeiro passo para solucionar uma reclamação é saber ouvir. Deixe o consumidor desabafar e procure entender o que houve. É importante manter a calma mesmo se ele for ríspido. Em seguida, deve-se tentar resolver o problema com agilidade.

O cliente reclama que a refeição servida em seu restaurante não está boa? Peça desculpas, explique o que houve, ofereça outra opção ou não cobre pelo prato. Além de ser simpático, é melhor arcar com o prejuízo do que correr o risco de ter o negócio prejudicado.

É claro que é preciso ter bom senso porque nem sempre o consumidor está certo. Suponha que alguém insista em trocar uma peça de roupa muitos meses após a compra. É correto abrir uma exceção? Certamente não. Em situações como esta, o melhor a fazer é conversar e explicar que existe um prazo para troca pré-estabelecido. Se disser com educação, a pessoa irá compreender e ficará mais atenta da próxima vez.

De forma geral, resolver reclamações não é fácil, mas é uma boa oportunidade para aprimorar o atendimento, serviço e produtos oferecidos pela sua empresa.

E você, caro leitor? Como lida com as insatisfações dos seus clientes? Opine!

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Polêmica na gestão de empresas http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/polemica-na-gestao-de-empresas/ http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/polemica-na-gestao-de-empresas/#comments Fri, 19 Feb 2010 15:15:33 +0000 Mariana Iwakura http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3002 george_cloutierSeja controlador. Use o medo para motivar funcionários. Demita os membros da sua família que trabalham na empresa. George Cloutier, 63 anos, fundador da consultoria American Management Services, especializada em gestão de pequenos e médios negócios, dá conselhos que são no mínimo polêmicos. Em entrevista ao site do “New York Times”, Cloutier, que é autor do livro “Profits Aren’t Everything, They’re the Only Thing” (“Lucro Não É Tudo, É a Única Coisa”), afirma também que a crise tem sido desculpa para o desempenho ruim das empresas.

“O que aconteceu ontem está feito. Amanhã é um dia novo. Tenho de cortar meus custos de maneira feroz. Tenho de gastar muito mais tempo com vendas e marketing e tenho de parar de reclamar e começar a trabalhar”, afirma. De acordo com Cloutier, a maioria das empresas que estão em apuros não implementa o básico: demonstração de resultados e atenção ao fluxo de caixa.

Adepto do “micromanagement”, estilo centralizador de gestão, Cloutier diz que é preciso verificar sempre o que os funcionários fazem. “Conseguir pessoas boas é cem vezes mais difícil do que o senso comum diz. O fato é que você vai ter de lidar com muitas pessoas medíocres, não importa o quanto você tente”, resume. Seu sistema de controle o permite que ele sempre saiba qual é o saldo da conta corrente da consultoria e quantas novas vendas foram feitas no dia.

Quanto à gestão de pessoas, o consultor diz que é preciso tratá-las com respeito – e seguir a lei. Mas sem mimar os funcionários. Segundo ele, o conceito de amar os empregados para que tenham bom desempenho é “quase uma insanidade”. “Não precisa machucá-los, mas há uma missão. Você é pago para produzir resultados.”

Nessa linha de pensamento, Cloutier vai mais longe: ele considera o medo “o melhor motivador”. “Se eu lhe peço para fazer algo e você diz ‘puxa, não tenho tempo para fazer isso’, bem, talvez eu não tenha tempo para assinar o seu pagamento nesta semana”, ilustra.

Ele também defende que não haja parentes do dono no quadro de funcionários da companhia. Esses familiares, quando não são doutrinados pelos princípios do negócios, afirma, acham que têm a posição por direito, o que é terrível para a empresa. Cloutier acrescenta que o empresário deve amar seu negócio mais do que ama sua família – e, às vezes, colocar a companhia à frente das considerações familiares.

As declarações de Cloutier podem ser bastante polêmicas, mas incluem também alguns princípios geralmente tidos como parte da boa administração do negócio: com controle da empresa, o dono pode intervir antes de que haja algum desvio maior. Os funcionários devem ser preocupados com os resultados da companhia. E parentes precisam contribuir tanto quanto os outros colegas.

E você, leitor, concorda com os argumentos de George Cloutier? Vê um toque de razão em algum deles? Ou jamais colocaria esses conselhos em prática na sua empresa?

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Oito dicas para quem trabalha em casa http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/oito-dicas-para-quem-trabalha-em-casa/ http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/oito-dicas-para-quem-trabalha-em-casa/#comments Thu, 18 Feb 2010 20:47:23 +0000 Ricardo F. Santos http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2996 casa

A editora da revista Inc., Leigh Buchanan, trabalha de casa há três anos. Não é só alegria; ela confessa que às vezes se sente sozinha, e que briga muito para ter disciplina e não atrapalhar o trabalho com afazeres domésticos. Mas, de modo geral, tem sido uma experiência interessante. Abaixo, trazemos oito dicas que ela oferece àqueles que forem se aventurar a trabalhar de casa.

“Trabalho de casa há três anos, sem nada pra olhar além da paisagem de montanhas, e sem nada pra ouvir além de esquilos pulando no quintal.” Às vezes fica bem solitário. Sinto falta das conversas aleatórias nos corredores, que fazem surgir ideias inesperadas ou ajudam a formar parcerias. Mas, em geral, trabalhar de casa tem sido uma experiência satisfatória. Consegui me manter produtiva, e a redução no estresse de não ter que atravessar a cidade provavelmente aumentou um ano em minha vida. Para aqueles que vão embarcar nessa experiência de trabalho a distância, ofereço oito dicas para se dar bem.”

1- A linguagem é importante. Nunca diga ‘trabalho em casa’. Diga ‘meu escritório é em casa’, ou ‘trabalho para o escritório a partir de casa’. Além de soar mais profissional, você não entra para a lista de amigos e parentes como aquela-pessoa-que-pode-pegar-meu-filho-na-escola ou outros compromissos.

2- Algumas pessoas gostam de se vestir para o trabalho, mesmo que eles nunca ponham o pé pra fora de casa. Outras gostam de andar pela casa de pijamas. É uma escolha pessoal. Mas se você preferir a última, pelo menos troque de roupa uma vez de dia e de noite. Casual, sim. Sujo, não.

3- Fale com alguém do trabalho pelo menos uma vez por dia. Longos momentos de silêncio são angustiantes. Após três dias, eu fico me sentindo uma criança num acampamento: preocupada de que na minha ausência, eles terão mudado de casa sem me dizer. Melhor falar com gerentes, que sabem da situação geral.

4. Fofocar, navegar na internet e comprar uma coisinha durante o almoço são maneiras saudáveis de desanuviar a cabeça do ambiente barulhento, do café ruim e da cadeira desconfortável comuns ao trabalho. Apesar de em casa haver mais silêncio e conforto, não dá pra trabalhar oito horas sem parar. Então faça coisas úteis como pausa: lave roupa, varra o chão, faça um exercício (somente se você não gostar de se exercitar; se for divertido, você vai se distrair).

5- Se você tem filhos, explique a eles que quando sua porta estiver fechada, eles não devem incomodá-lo. Se eles não obedecerem, diga que se eles interromperem seu trabalho você vai perder os seus prazos, vai ser demitida, a família vai viver na rua e você vai vender seus brinquedos para comprar comida.

6- Galinhas adorariam trabalhar das 4h às 13h; as corujas, das 15h à meia-noite. Mas lembre-se de que alguns compromissos, ligações e conferências podem ser fora de seu horário de preferência. É tentador criar uma rotina adaptada ao seu organismo; mas é melhor se basear nos horários em que o mundo exige que você esteja disponível.

7- Em casa, temos três telefones: uma para a família, um para as crianças e um para as ligações de trabalho. Tenha um aparelho somente para o trabalho, assim você não corre o risco de alguém atender desavisadamente (‘Ei, mãe, é um tal de Steve Jobs, posso dormir na casa do Lucas?’), e você pode atender no modo profissional (‘Aqui é Leigh Buchanan’) e pessoal (‘Que foi?’).

8- Tenha uma cafeteira boa. A minha é uma Saeco Incanto Sirius, que faz um expresso fenomenal, mesmo tendo esse nome que parece saído de um livro do Harry Potter.

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A importância do design http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/a-importancia-do-design/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/a-importancia-do-design/#comments Wed, 17 Feb 2010 11:21:07 +0000 Marcus Vinicius Pilleggi http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2989 glass-rubiks-cube

Atualmente, um fator que oferece grande diferenciação ao consumidor quando ele busca algum produto é o seu design. Isso diz respeito não só ao próprio desenho de produtos mas também à identidade visual de uma empresa. No Brasil, ao menos em cidades interioranas ou onde a lógica de mercado não esteja tão arraigada, a importância desta faceta de uma empresa é, muitas vezes, vista como inócua e apenas complementar.

A frase “O design é a única coisa que diferencia um produto do outro no mercado” é uma das maiores máximas do setor. Ela veio do designer Norio Ohga, atual diretor geral executivo da Sony. Com o crescimento constante não só das grandes, mas também das pequenas, médias e mesmo microempresas, existe muita competitividade, em não poucas das vezes no mesmo setor. Se os serviços de diferentes empresas se aproximam uns do outros, o diferencial para o consumidor estará na marca.

Diego Rodriguez, sócio da empresa norte-americana de design IDEO e professor da Escola de Design da Universidade de Stanford, escreveu na Business Week sobre a importância que o design tem no meio empresarial. O bom design não implica necessariamente em um bom negócio, entretanto, um processo de design bem-estruturado agrega valor a uma marca ou empreendimento.

Rodriguez alerta para que não se trate o design como um substantivo, mas sim como um verbo. Um processo. Segundo o empresário, hoje em dia o design assumiu uma posição excessivamente relacionada ao estilo, um julgamento semiótico e estético dependente de paradigmas em constante movimento.

Em vez disso, o design deve aproximar designers e não-designers na resolução de desafios. Deve ser algo compreensível para ambos os lados. Ainda, o bom design deve se preocupar não só na inovação de estilo, mas também nos processos de fabricação, preço, suporte e atendimento das necessidades das pessoas. Muitos projetos bem-sucedidos em mercado operam e prezam pela simplicidade e funcionalidade. Não é à toa que um designer de produtos, por exemplo, estuda ergonomia.

A relação do design com o bom negócio vem, justamente, da atenção ao que é preciso em conjunção com o atrativo. Um design diferencial e inovador congrega a imagem com funcionalidade e serviço, sem comprometer outras fases do desenvolvimento. Ele otimiza custos, padrões estéticos, identidade visual e é essencial na estratégia de planejamento, produção e marketing.

Rodriguez encerra ao esclarecer que, se você trabalha com a preocupação de atingir grandes parcelas da população, sem deixar de levar em conta fatores sociais e econômicos, e cria, desta forma, alternativas melhores de produtos e serviços, então você é um bom designer. O design ajuda a fortalecer uma marca, é um diferencial, mais uma virtude. Um bom negócio.

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Simplesmente luxuoso http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/simplesmente-luxuoso/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/simplesmente-luxuoso/#comments Mon, 15 Feb 2010 11:32:42 +0000 Simone Coelho http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2983 Entrar no mercado de luxo há alguns anos significava investir uma grande quantidade de dinheiro. As peças eram verdadeiras joias, tanto pelo valor estimado quanto pelo material utilizado em sua fabricação. Mas, ao que parece, esse conceito vem se modificando com o passar dos anos.Hoje, falar em um elemento luxuoso pode significar um produto confortável.A ideia foi debatida por empresários do mundo inteiro na última feira de varejo norte-americana, a NRF 2010.

O encontro realizado em janeiro mostrou que as pessoas estão mais preocupadas com o bem-estar do que propriamente com o ato de ostentar. De acordo com Ricardo Pastore, diretor da consultoria de planejamento estratégico Growbiz, uma simples capa de celular pode ser luxuosa para um determinado público.

O luxo pode estar também no atendimento, em uma recepção diferenciada, por exemplo. Os especialistas sugerem que o gerente da loja faça o chamado “a-campo-nhamento”. Isso significa que o responsável deve sair, algumas vezes, do escritório e acompanhar um dia de vendas. Esse contato trará mais confiança aos funcionários, que será transmitida aos clientes. Foi dessa maneira que a Container Store loja especializada em materiais para organização atingiu um crescimento de 20% a 40% ao ano. Praticando a pesquisa de campo, os gerentes puderam ver os produtos que tinham mais saída, quais eram as principais queixas dos clientes e orientar os funcionários a partir disso.

Os produtos luxuosos também podem ser peças funcionais, que ajudam o consumidor a economizar tempo. As pessoas querem resolver as tarefas rapidamente e de qualquer localidade. Comprar pelo celular, através de um código de acesso, e ainda receber a compra em casa, já é uma alternativa amplamente utilizada no exterior.

No conceito renovado de luxo, a tecnologia inteligente está em alta. Um provador digital que traz as opções de roupa e cores é um bom exemplo da praticidade dos novos tempos. O cliente consegue colocar a sua foto no sistema e, com apenas um toque, visualiza como ficará cada modelo no seu corpo.

Pensar em luxo é pensar no cliente.

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Seis mercados em crescimento para pequenas empresas http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/seis-mercados-em-crescimento-para-pequenas-empresas/ http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/seis-mercados-em-crescimento-para-pequenas-empresas/#comments Fri, 12 Feb 2010 18:26:54 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2981 Sabe quais são os setores mais promissores nos próximos anos? A empresa de análise de mercado IBISWorld, dos Estados Unidos, apontou os seis mercados que devem ter um crescimento bastante acelerado na próxima década naquele país. Esses segmentos, divulgados pelo site americano The Street, podem ser boas oportunidades para as pequenas empresas. Inclusive as do Brasil. Confira!
1. Provedores de VoIP (voz sobre IP)
Crescimento previsto: 149,6%
Essa indústria cresceu 179% de 2002 para 2009, segundo a IBISWorld, e o futuro continua promissor para essa forma barata de comunicação – em comparação com o telefone tradicional.

2. Planos de previdência e aposentadoria
Crescimento previsto: 133,7%
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostra que apenas 13% dos americanos acreditam que terão dinheiro suficiente para viver confortavelmente durante a aposentadoria. Ao mesmo tempo, 72% disseram que vão continuar pagando o mesmo valor em planos de previdência e 18% pretendem aumentar esse montante. Em resumo: há uma população que está envelhecendo e que planeja o período da aposentadoria.

3. Biotecnologia
Crescimento previsto: 127,6%
O envelhecimento da população faz com que as pessoas precisem cada vez mais dos avanços da medicina. Apesar de ser um setor dominado por grandes corporações, a IBISWorld acredita que as pequenas empresas terão seu espaço na terceirização de alguns processos.

4. Comércio eletrônico e leilões online
Crescimento previsto: 124,7%
O setor quintuplicou de tamanho na última década e ainda está crescendo. A IBISWorld acredita que esse mercado ainda vai se expandir mais porque as pessoas estão cada vez mais confortáveis com os pagamentos online.

5. Consultoria ambiental
Crescimento previsto: 120,3%
Parece uma aposta segura acreditar que ninguém pensa em ser menos “verde” na próxima década. Também é bem provável que aumente o número de regulamentações ambientais e muitas empresas não têm nem ideia de como deixar suas produções mais limpas. É aí que entram os consultores ambientais.

6. Videogames
Crescimento previsto: 112,9%
As vendas do setor nos Estados Unidos mais que dobraram desde o ano 2000, chegando a US$ 19,6 bilhões. O levantamento da IBISWorld mostra que esse crescimento deve continuar. Um aviso: o mercado de aluguéis de games deve cair 32,8%.

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De porta em porta http://www.papodeempreendedor.com.br/varejo/de-porta-em-porta/ http://www.papodeempreendedor.com.br/varejo/de-porta-em-porta/#comments Thu, 11 Feb 2010 16:44:44 +0000 Katia Simões http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2975 boticario

Disputar o bolso do consumidor está cada vez mais difícil, não há como negar. Não é à toa que as grandes marcas buscam cada dia mais novos canais de venda, mesmo que para isso ingressem em searas dominadas pela concorrência. É o que deve acontecer em breve com O Boticário, a maior rede de franquias de beleza do país. A empresa acaba de abrir um gigantesco centro de distribuição e criou um novo braço da holding que, segundo comentários de bastidores, configuram-se como os primeiros passos em direção à venda direta. Isso mesmo, ao tradicional mercado de venda porta a porta, reduto da multinacional Avon e da concorrente Natura. A disputa será acirrada. Não há nada confirmado, mas é difícil acreditar que o novo projeto não ganhe corpo rapidamente, afinal nove entre dez especialistas em varejo afirmam que o futuro está na venda multicanal. Quem não investir na diversificação, garantem, será engolido. É esperar para ver.

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9 lições de empreendedorismo do homem de US$ 300 milhões http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/9-licoes-de-empreendedorismo-do-homem-de-us-300-milhoes/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/9-licoes-de-empreendedorismo-do-homem-de-us-300-milhoes/#comments Wed, 10 Feb 2010 19:34:42 +0000 Michelle Iglesias http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2969 gurbaksh_chahal

Gurbaksh Chahal se mudou da Índia para a Califórnia aos quatro anos. Desde criança era alvo constante de brigas para os valentões de San Jose. Aos 16 anos abandonou a escola para formar seu primeiro negócio, a Click Agents. Após dois anos, Chahal vendeu a empresa por US$ 40 milhões. Sua segunda companhia, a BlueLithium, foi adquirida pelo Yahoo! em 2007 por US$ 300 milhões. Atualmente, ele administra a gWallet, sua terceira empresa, uma plataforma de moeda virtual para mídia social. Recentemente, Gurbaksh foi convidado para participar de um evento no Canadá. Ele deu lições de empreendedorismo que aprendeu ao longo de seu caminho. Confira!

1. Contrate apenas ‘rockstars’ para trabalhar em sua empresa - encontre pessoas incríveis e priorize a qualidade em vez da quantidade. Gurbaksh diz que prefere trabalhar com 10 pessoas impressionantes do que 100 pessoas comuns

2. Não espere ajuda gratuita - não peça ajuda a alguém até você perceber que pode oferecer algo em troca. Trata-se do que você pode fazer pelos outros

3. Nunca arrecade dinheiro quando precisar dele – arrecade-o quando não precisar. Os investidores sentem quando os tomadores de dinheiro estão num momento de fraqueza – somos emotivos e eles não correm riscos

4. Filtre as necessidades - escritório e mobiliário de luxo são ótimos, mas as pessoas só se impressionam mesmo é com o seu desempenho. Gaste cada centavo como se fosse o último, e gaste-o em coisas que agreguem valor à empresa

5. Contato é tudo -
nunca corte o contato com alguém. Lembre-se sempre que as pessoas não compram o seu produto e sim você (e o que você e sua empresa representam para elas)

6. Aceite a rejeição - nem todo mundo vai investir na sua empresa e nem todo mundo vai achar que você tem uma grande ideia. Faça vista grossa e desconsidere os ruídos

7. Seja decisivo - às vezes, o maior problema para um empreendedor é não tomar uma decisão, é a incapacidade de tomar uma decisão

8. Negocie a partir de uma posição de força - caso você precise de algo que pertence ao concorrente e que você já perdeu. A percepção é fundamental - as pessoas querem o que elas não podem ter

9. Seja apaixonado, mas não emocional - são duas coisas muito diferentes

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Os erros mais comuns cometidos ao montar um plano de negócio http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/os-erros-mais-comuns-cometidos-ao-montar-um-plano-de-negocio/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/os-erros-mais-comuns-cometidos-ao-montar-um-plano-de-negocio/#comments Mon, 08 Feb 2010 17:25:16 +0000 Ana Cristina Chaer Dib Netto http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2962 Abrir uma empresa é o desejo de muitos brasileiros que veem na oportunidade a chance de realização profissional, independência financeira e autonomia para tomar decisões. Porém, para o sonho se tornar realidade, não é preciso apenas motivação e dinheiro. É fundamental conhecer o mercado e montar um plano de negócio detalhado.Um plano de negócio bem feito pode ajudá-lo a encontrar financiamento, a recrutar futuros funcionários, a montar uma estratégia de marketing e, o principal, a diminuir os riscos da empresa não dar certo. Por outro lado, um planejamento cheio de falhas coloca tudo a perder. Confira a seguir os erros mais comuns, segundo a revista INC, cometidos ao montar o plano de negócio:

Ideias repetitivas
Fique alerta se um cliente em potencial ficar entediado antes mesmo de terminar de ler a introdução do seu plano de negócio. É importante conquistar o interesse no leitor já na primeira página do texto. Para isso, não é aconselhável ser prolixo. Seja também cuidadoso com a capa e o acabamento do projeto, o que causa boa impressão.

Uso de jargão
Fuja de termos específicos que só são conhecidos no seu meio profissional ou no ramo acadêmico. Tente usar frases simples e diretas. Seja objetivo para ser compreendido pelo maior número de pessoas.

Inconsistência
Tenha certeza que as informações contidas no plano são consistentes. Estude cada aspecto do setor, do mercado, de competidores e avalie com clareza as chances de viabilizar a empresa.

Não ouvir a opinião de especialistas
É importante mostrar o planejamento para especialistas da área e possíveis investidores. Assim fica mais fácil detectar erros e mudar de rumo antes do empreendimento sair do papel. Sem prejuízos.

Excesso de confiança
Muitos empresários ignoram a competição que irão enfrentar e não elaboram estratégias para vencê-la. Mesmo que o seu projeto seja completamente original, não se deve subestimar a concorrência.

E você, caro leitor, cometeu algum erro ao montar seu plano de negócio? Opine!

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Duas histórias para pensar ao vender seu produto http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/duas-historias-para-pensar-ao-vender-seu-produto/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/duas-historias-para-pensar-ao-vender-seu-produto/#comments Thu, 04 Feb 2010 21:30:06 +0000 Ricardo F. Santos http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2948 ipad4Já virou folclore a mania de Steve Jobs, fundador da Apple, de elogiar exageradamente seus produtos. “Fenomenal”, “revolucionário”, “mágico”, “deslumbrante” e “inacreditável” são algumas palavras recorrentes em seu vocabulário. Mas exagerar ao falar bem de um produto é uma tática de risco.Quando se trata do iPod, o tocador de música da Apple (mais de 250 milhões de unidades vendidas, popular, com um design revolucionário, interface intuitiva, eleito por diversas publicações como um dos melhores designs/produtos da década), aí os adjetivos encontram um produto à sua altura. Neste caso, a impressão causada no público é “incrível” e “fenomenal”, e vai atestar que a empresa é inovadora, tem consciência disso e sabe bem o que está vendendo.

Por outro lado, quando você repete o mesmo discurso para um produto que não atende plenamente as expectativas do público, o efeito pode não ser tão positivo. Jobs prometeu que o iPad, último lançamento da Apple, ia revolucionar o mercado. “Nossa mais avançada tecnologia, em um aparelho mágico e revolucionário, a um preço inacreditável”, disse ele, na cerimônia de lançamento, no último dia 27. Mesmo que o produto seja belo e tenha uma interface intuitiva, recebeu caudalosas críticas por aspectos técnicos e, principalmente, por sua real utilidade. Teria sido exagerado o estardalhaço que Jobs vinha fazendo? Muitos dirão que sim.

O excesso de modéstia
No outro extremo da corda, o Google lançou, no dia 5 de janeiro deste ano, seu primeiro smartphone, o Nexus One. O gigante de buscas ter entrado finalmente para o mundo dos celulares foi um fato muito relevante tanto na área de tecnologia quanto na de negócios. No entanto, a apresentação do celular só não passou em branco por causa de sua relevância para essas áreas; o Google não fez nada para ajudar.

A revista FastCompany conta que os fundadores da empresa, Sergey Brin e Larry Page chegaram atrasados ao evento de lançamento. A iluminação do palco estava ruim. Os apresentadores estavam com uma dicção péssima, cheia de “hums”, “ehs” e “ahs”, o que os fazia se parecerem com primatas se comparados à eloquência admirável de Jobs. Além disso, nem os próprios apresentadores pareciam animados com o produto. Como gostar de um lançamento desses?

Nem a Apple nem o Google sofreram perdas tão definitivas por causa dessas apresentações, ou da expectativa causada por elas. Mas isso é somente porque os produtos têm qualidade, o que os faz superar a repercussão ruim. Mesmo assim, fica a lição: vender mais do que se tem é arriscar-se; vender menos, é condenar-se.

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Com o que sonham os brasileiros http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/com-o-que-sonham-os-brasileiros/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/com-o-que-sonham-os-brasileiros/#comments Tue, 02 Feb 2010 19:40:22 +0000 Sérgio Tauhata http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2944 capa253A edição de fevereiro da Pequenas Empresas & Grandes Negócios chega às bancas na quinta-feira com uma pesquisa inédita sobre os “Negócios dos Sonhos” dos brasileiros. Realizado pelo Instituto Qualibest a pedido da revista, o estudo revela perfis dos empreendimentos mais desejados e as crenças que frequentam as cabeças dos aspirantes a empresários. O levantamento tira o véu do que leva as pessoas a abrir seu próprio negócio. Faço aqui um rápido preview do que o leitor vai encontrar.

A pesquisa indica uma mudança de conceito em relação aos motivos para se começar uma empresa. Empreender por necessidade, por exemplo, uma visão aceita pelos especialistas como uma característica partilhada pela maioria dos candidatos a patrão no Brasil, revela-se errônea: 57% dos entrevistados consideram a satisfação pessoal a principal razão para ter um negócio próprio. E 53% apostariam em uma ideia mesmo que todo mundo considerasse uma maluquice.

A mudança na motivação para empreender está ligada diretamente à influência cada vez maior da geração Y, ou seja, dos adultos de até 30 anos. São pessoas que cresceram em um ambiente de intensa mutação sócio-econômica e de maior prosperidade que os mais velhos. Por isso mesmo, os jovens dão mais valor a questões como auto-realização, independência financeira e autonomia para tomar decisões.

A diferença entre gerações também se reflete no nível de preparo para realizar o sonho. Em linhas gerais, quanto mais velhos os empreendedores, maiores as preocupações com questões técnicas, como pesquisas de mercado, planejamento e obtenção de recursos. A geração X, de pessoas entre 31 e 43 anos, apresenta uma relação de 10 para 6 em relação ao grupo dos jovens no percentual de entrevistados que declararam já ter feito um plano de negócios. Entre os baby boomers, indivíduos com mais de 44 anos, o índice é ainda maior: 10 para 5, a favor dos mais velhos.

Além da pesquisa propriamente dita, a revista ainda traz 24 histórias de empresários que conseguiram realizar seu sonho de negócio. Você vai saber o que fizeram gente da estatura empresarial de Edson Bueno, fundador da Amil, Mário Sérgio Moreira, da Runner, e Luiz Nogueira da Gama Neto, da CNA, para chegar lá.

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Os melhores logotipos, enviados por nossos leitores http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/os-melhores-logos-enviados-por-nossos-leitores/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/os-melhores-logos-enviados-por-nossos-leitores/#comments Mon, 01 Feb 2010 20:59:40 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2940 Há cerca de duas semanas, escrevi um post aqui no blog com uma seleção dos melhores logotipos de 2009, numa seleção feita pelo Creativefun.com. Pedi aos leitores que mandassem os seus logos, se julgassem que eles eram melhores do que os apresentados na lista que publicamos aqui no blog. Recebemos muitos logotipos. Colocamos alguns em uma enquete no nosso site. Clique aqui e vote no melhor!

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O bom condicionamento físico nos negócios http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/o-bom-condicionamento-fisico-nos-negocios/ http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/o-bom-condicionamento-fisico-nos-negocios/#comments Fri, 29 Jan 2010 15:42:43 +0000 Marcus Vinicius Pilleggi http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2934 corredorUm estudo recente da USA Triathlon, organização norte-americana de multiatletas profissionais e amadores, revelou que grande parte dos triatletas são profissionais do mundo dos negócios. A ideia é que, em ambos os lados, de empreendedor e de atleta, a pessoa precisa estabelecer metas, lidar com o estresse e conquistar desafios para se sobressair. A rotina empresarial não deixa de ser, em seu próprio modo, uma rotina seguida para ganhar algum evento ou tarefa importante.Com isso na cabeça, o empresário Aaron Kwittken, fundador e diretor-executivo da agência de relações públicas Kwittken & Company, escreveu no site Entrepreneur sobre a relação entre um bom condicionamento e prática de exercícios físicos e uma boa mente empreendedora. O empresário é praticante de triatlo, a competição que junta corrida a pé, de bicicleta e natação, e fala metaforicamente entre os objetivos de ambas as práticas: negócios e esporte.

- Planejamento estratégico: como “ganhar terreno” e entender cada parte da corrida?
- Medindo a competitividade: quem são meus rivais e como posso derrotá-los?
- Medição de performance: Estou melhorando?
- Administração nas transições: quão fácil e eficientemente se movimentar entre as fases da corrida?
- Investimentos financeiros: quanto preciso gastar em equipamento e suplementos nutritivos?
- Plano de contingência para tempos de crise: qual o plano B no caso de furar um pneu ou perder os óculos de mergulho?

Para começar o jogo, o empresário dá dicas valiosas que são aplicáveis tanto no esporte quanto nos negócios.

- Para inspiração, fazer assinatura de revistas específicas. Quando começando o seu negócio, é uma boa tática para se inteirar no setor que se pretende entrar. Ler revistas e jornais de negócios e empreendedorismo não só para inspirar, mas para conhecer o seu esporte de cabo a rabo.
- Começar com calma. Utilizar as primeiras corridas como oportunidades para entender o próprio lugar dentro do mercado. Desta forma, o negócio cresce gradualmente e ajuda a não morder um pedaço maior do que se pode mastigar, o que garante um crescimento mais estável.
- Estabelecer metas. Para muitos triatletas, a meta é terminar a competição. No mundo dos negócios, muitas metas são estritamente o sucesso financeiro. Para Aaron, isso não é problema, contudo, é pertinente estabelecer metas de melhoria de performance. Este tipo de objetivo ajuda a melhorar a eficiência da empresa.
- Nunca se tornar o tipo “Não terminei a prova”. Muitos param a prova de triatlo quando caem de uma bicicleta, por exemplo. Essa não deve ser nunca uma opção no seu negócio. Obstáculos e até tombos serão inevitáveis, todavia, a chave é não desanimar. Seus empregados dependem de você para terminar a corrida a cada dia.

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10 tendências em marketing para 2010 http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/10-tendencias-em-marketing-para-2010/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/10-tendencias-em-marketing-para-2010/#comments Wed, 27 Jan 2010 18:03:18 +0000 Rafael Farias Teixeira http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2931 1244710_17053538

O ano de 2010 chegou e já começaram as listas de dicas para melhorar seu negócio neste ano novo – e não por acaso as listas com o número 10 ganharam um novo charme.

Susan Gunelius, presidente da consultoria de marketing americana KeySplash Creative Inc. resolveu ajudar os leitores do site da Entrepreneur com 10 tendências na área para 2010. Abaixo você conhece o que fazer para melhorar suas táticas e conquistar mais consumidores.

1.    Transparência

Depois de tantos eventos economicamente ruins é preciso reconquistar a confiança dos consumidores, e para isso é preciso ser sincero. Construir a lealdade é um dos fatores mais importantes para solidificar uma marca. E não esqueça que manter a transparência com seus clientes é um processo contínuo.

2.    Mais conteúdo
Na hora de divulgar sua marca, dê informações valiosas, que acrescentem algo – se antes o objetivo da propaganda era apenas conseguir a atenção do consumidor, agora precisa ser o de transmitir os valores da empresa.

3.    Falando de valores

Com a recente crise econômica, muitos consumidores passaram a buscar descontos, promoções e a negociar para gastar seu dinheiro de forma consciente. Mesmo quando as coisas melhorarem, o que já está acontecendo, é bom ter em vista esse comportamento, construindo campanhas que o favoreçam.

4.    É melhor mostrar do que apenas falar
Na hora de fazer uma campanha sobre algum produto ou serviço sempre prefira mostrar visualmente o que ele oferece do que apenas falar sobre suas qualidades e benefícios – os consumidores andam meio céticos, é melhor confiar no sentido da visão do que apenas a força da sua lábia.

5.    O pássaro azul não vai fugir, então se acostume
As redes sociais vieram para ficar – e provavelmente muitos dos seus clientes estão no Twitter, no Facebook e em outras ferramentas da internet -, portanto comece a interagir e a atingi-los também nesses meios – ofereça conteúdo exclusivo e promoções.

6.    Um pouco de positividade
Eventos desastrosos, principalmente as catástrofes naturais, também marcaram a virada e o começo de 2010 e muitos consumidores esperam mensagens positivas das campanhas de marketing. Tente sempre passar uma sensação de segurança e conforto para atender essa necessidade.

7.    Discutindo a relação
As redes sociais já foram mencionadas, agora as use para manter um bom relacionamento com seus clientes. O marketing boca a boca ganha um novo potencial com a internet. Nenhum dos seus consumidores é pequeno demais para receber algum tipo de interação online.

8.    Vídeos e celulares
Aproveite que vivemos na era do Youtube e das mídias móveis para colocar sua marca em vídeos e celulares.

9.    Tenha foco
Ok, a lista já trouxe várias dicas para melhorar suas campanhas de marketing, mas nada disso funcionará sem foco! Defina seu público alvo e suas metas da forma mais precisa possível. É importante fazer isso inicialmente, antes de tentar expandir seu escopo ou pensar em novas campanhas.

10.    Marketing integrado
Use os diferentes meios para atingir seus consumidores nas diversas partes de suas vidas – cada uma adaptada e imaginada para cada um deles. Padronizar as campanhas para todos os veículos pode cansar o público. Mas não deixe de ser consistente e persistente!

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Sustentabilidade de ponta a ponta http://www.papodeempreendedor.com.br/sustentabilidade/sustentabilidade-de-ponta-a-ponta/ http://www.papodeempreendedor.com.br/sustentabilidade/sustentabilidade-de-ponta-a-ponta/#comments Fri, 22 Jan 2010 21:00:29 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2916 O Walmart Brasil lançou um desafio a alguns de seus fornecedores: tornar seus produtos sustentáveis de ponta a ponta, desde a fabricação até o momento do descarte. Todos os participantes foram grandes empresas, porque a ideia era trabalhar com marcas conhecidas pelo grande público, mas as ações podem servir de inspiração para pequenos negócios. Segundo o presidente da rede de hipermercados, Héctor Nuñez, as alterações dos produtos vão desde redução ou alteração do tipo de embalagem e matéria-prima utilizada, optando por opções recicláveis ou certificadas, à diminuição no consumo de energia, água e dos resíduos sólidos gerados. Para o desenvolvimento dos produtos sustentáveis, o Walmart ofereceu suporte técnico aos fabricantes, por meio do Centro de Tecnologia de Embalagens (Cetea), ligado ao Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), do governo de São Paulo.

Conheça os produtos que surgiram com essa iniciativa:Clique aqui para conhecer o desenvolvimento completo dos produtos.

toddyToddy Orgânico, da Pepsico
O novo produto utiliza apenas cacau e açúcar orgânicos certificados; material 100% reciclado nos
rótulos; matéria-prima certificada pelo FSC para produção do rótulo do produto; menor emissão de gases de efeito estufa; eliminação do uso de queimadas para colheita da cana-de-açúcar utilizada na produção de Toddy Orgânico

lizaÓleo Liza, da Cargill
A empresa reduziu em 26% o consumo de água neste produto; passou a usar 18% menos energia elétrica na produção das garrafas plásticas; reduziu em 56% o consumo de combustíveis fósseis; passou a usar matéria-prima certificada pelo FSC na produção das caixas de papelão dos produtos finais; reduziu em 10% a quantidade de matéria-prima plástica necessária para a produção das embalagens do produto; e conseguiu uma redução de 40% nas emissões de gases de efeito estufa

aguaÁgua Pureza Vital, da Nestlé

Houve redução do consumo de material plástico utilizado nas garrafas de água com e sem gás; eliminação de pigmentos das tampas e das garrafas, facilitando a reciclagem; redução no consumo de água e energia no processo de fabricação; rótulo mais fácil de ser removido no pós-consumo, facilitando a reciclagem

pinhoPinho Sol, da Colgate Palmolive
A embalagem do produto consome agora menos 17% material plástico e são feitas com material PET 100% reciclado; houve uma redução de 15% da gramatura da tampa, com a retirada do selo de vedação, facilitando também o processo de reciclagem; utiliza-se 45% de papelão reciclado pós-consumo para a produção das caixas de transporte; há um reuso de 3% de água no processo produtivo e uma redução de 6% no consumo de energia; e os rótulos são feitos com papel certificado pelo FSC

mateMatte Leão Orgânico, da Coca-Cola

Surgiu um produto orgânico certificado, feito com 100% de erva mate orgânica certificada; com uso de material 100% reciclado na embalagem; redução da emissão de CO2 no transporte da erva
mate pelo uso de 10% de biodiesel; redução de 90% na quantidade de tinta na impressão da embalagem do produto; redução de 23% no consumo de energia e de 36% no consumo de água no processo de produção; e utilização de caixas de transporte feitas com matéria-prima certificada pelo FSC

pampersFralda Pampers Total Confort, da Procter & Gamble
A empresa conseguiu reduzir em 30% o uso de polpa de celulose no produto; diminuir em 7% o peso total da fralda, resultando em menor geração de resíduos pós-consumo; aumentar 25% a eficiência do transporte do produto por sua compactação; reduzir 9% o consumo de energia utilizada no processo de produção; e reduzir em 10% as emissões de CO2 devido ao menor uso de energia no processo produtivo e transporte

bandaidBand-Aid, da Johnson & Johnson
O curativo reduziu em 18% o uso de matérias-primas e utiliza agora 30% de matéria-prima reciclada pós-consumo na embalagem; utiliza 40% menos matéria-prima reciclada pós-consumo
na caixa de transporte do produto; deixou de usar 2.038 toneladas por ano de material, antes perdidas no processo de produção; reduziu em 1.192.000 kWh o consumo de energia por ano no processo de produção; reduziu as emissões de CO2 devido ao menor uso de energia no processo e transporte

comfortAmaciante Comfort, da Unilever
A empresa reduziu em 63% o consumo de papel na caixa de papelão utilizada no transporte e distribuição do produto; diminuiu em 37% o consumo de plástico para a produção da embalagem; reduziu o consumo de energia para produção e transporte do produto; e diminuiu o uso de água na formulação do produto

buchaEsponja de banho Curauá, da 3M
Fabricada com fibra natural (fonte renovável) dez vezes mais resistente do que a fibra de vidro, mais leve e flexível, e fibra sintética reciclada, a esponja usa 44% menos matéria-prima na produção da embalagem que uma esponja de banho comum; gera 32% menos resíduos sólidos; e consome 52% menos energia elétrica no processo industrial

sabaoSabão Top Max, marca própria do Walmart Brasil
A empresa desenvolveu um processo de logística reversa para os resíduos de óleo de cozinha coletados nas lojas participantes; passou a utilizar 20% de óleo de cozinha reciclado para a fabricação do produto; aumentou a disponibilidade de pontos de coleta de resíduos de óleo vegetal nas lojas Walmart; e passou a oferecer um produto mais sustentável e com preço 20% menor para o consumidor

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Apresente-se com estilo: os 10 cartões de visita mais criativos http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/apresente-se-com-estilo-os-10-cartoes-mais-criativos/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/apresente-se-com-estilo-os-10-cartoes-mais-criativos/#comments Thu, 21 Jan 2010 18:51:05 +0000 Ricardo F. Santos http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2893 6_kyle-laser1

Impressionar positivamente um possível cliente é importante para fazer novos contatos. Um cartão criativo pode fazer grande diferença, especialmente em áreas que envolvem critérios de escolha mais subjetivos, como arte e design. Mas qualidades como inovação e sofisticação podem ser expressas por meio de um pequeno pedaço de papel (ou outro material). Inspire-se com alguns dos cartões mais criativos reunidos por Josh Spiro, do site da revista Inc.

LAURA DUFF

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A especialista em maquiagem Laura Duff pode tornar as pessoas tão bonitas quanto horrendas. Ela já embelezou modelos em passarelas e na televisão, e enfeiou atores em filmes de zumbis. Com o design de Elisa Chavarri, o cartão de Laura mostra bem a natureza dualista de seu trabalho.

SAM BUXTON

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O cartão de Sam Buxton faz mais do que apresentar suas habilidades – ele é uma fonte de renda. O artista e designer inglês começou em 2000 a série de cartões-escultura, chamados de mikros, comercializados em algumas lojas. Além de fazer cartões para alguns profissionais, Buxton já vendeu mais de 200 mil mikros, a US$ 15 cada.

CLIFTON ALEXANDER

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Quando se é um designer, deve-se ter estilo. E um cartão estiloso é a chave para causar uma boa primeira impressão. Essa é a filosofia de Clifton Alexander, dono da Reactor, empresa de webdesign. “Quando o cartão é mais trabalhado, é mais provável ele terminar em cima de um monitor ou prateleira do que no lixo”, diz ele.

SEAN KINNEY

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O termo “cutting edge” tem dois sentidos: um deles é “extremidade cortante”; outro, mais complexo, é “o mais avançado grau de desenvolvimento”. Com essa ambiguidade, a empresa de marketing e comunicação Digital Fresh fez da lâmina de barbear um ícone para si. Alguém fotografou o cartão e pôs na internet; a boa ideia se espalhou tanto que a empresa começou a atrair clientes de outros estados e até de outros países.

KYLE LASER

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Kyle Laser estava tentando melhorar a posição de sua gráfica em mecanismos de busca. Por coincidência, também estava estudando o marketing viral e seus benefícios, até que surgiu-lhe uma ideia que juntava os dois conceitos. O cartão foi feito até meio na brincadeira; mas Laser estima que dez de seus maiores clientes chegaram à sua empresa achando o cartão na internet.

BRYCE BELL

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Quando estava desempregado, Bryce Bell concebeu esses cartões únicos para anunciar suas habilidades mecânicas. Mas os cartões ganharam vida própria, e se tornaram o próprio investimento. Hoje, Bell começou um negócio em que vende os “cardapults” e outros cartões personalizados.

MARK RAMADAN

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“O que fazer se você descobre que vai jantar naquele minuto e não tem talheres? Use seu kit de emergência”, brinca Mark Ramadan. Ele fez o design desse cartão para promover seu blog sobre gastronomia. O acesso saltou de 250 para 1000 visitas diárias.

EMERSON TAYMOR

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Este cartão pode parecer meio egocêntrico, mas foi a maneira que Emerson Taymor encontrou para promover suas habilidades como designer. Quando ele o entrega às pessoas, as reações sempre são entusiasmadas. Mais importante: o cartão gerou vários pedidos de trabalho para Taymor.

DAVID HOLIFIELD

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Com esse laço em torno do dedinho, David Holifield passa a mensagem de que este não é um cartão para esquecer em qualquer lugar. Presidente da InterFUEL, agência de webdesign e mídias sociais, Holifield diz que é a maneira mais rápida de demonstrar a um cliente que a agência pode ter ideias criativas e inéditas.

ROB RANDTOUL, PLASMADESIGN

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Se esse cartão passa alguma impressão, é de alguém moderno e sofisticado. E não é de outra maneira que Steve Wozniak, co-fundador da Apple, quer ser apresentado. A PlasmaDesign, empresa britânica especializada em cartões de plástico e metal, customizou esse em aço inoxidável especialmente para “Woz”.

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Os melhores logotipos de 2009 http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/os-melhores-logotipos-de-2009/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/os-melhores-logotipos-de-2009/#comments Tue, 19 Jan 2010 21:50:35 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=2878 O logotipo de uma empresa pode ter grande impacto nos negócios. Um desenho bem pensado e um slogan bem construído podem chamar a atenção do público e levar novos clientes para a empresa. E não é fácil bolar um logo criativo. Afinal, ele precisa caber em um pequeno cartão de visitas. O CreativeFan.com fez uma seleção dos melhores logotipos de 2009. A seguir, alguns dos escolhidos. O que você acha desses logos? Merecem estar na lista dos melhores? Se o da sua empresa é ainda melhor, mande para especialistapegn@edglobo.com.br e coloque no assunto do e-mail a palavra logotipo. Quem sabe a gente não escreve sobre o seu logo nos próximos dias?

Logotipo de uma barbearia Logotipo de uma cafeteria. Confira o processo de criação da imagem

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