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	<title>Papo de Empreendedor</title>
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	<description>Papo de Empreendedor</description>
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		<title>6 maneiras de chamar a atenção</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 23:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Grazini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[promoção]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Autopromover-se sem parecer arrogante é uma tarefa difícil para a maioria. As pessoas oscilam entre a tentativa de se ofuscar e a exposição quase narcisista. No entanto, em algum lugar nesse meio termo está a arte de ser notado de maneira positiva no ambiente profissional. Shelley Prevost, cofundadora de uma incubadora nos Estados Unidos, listou, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/Autopromoção.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6973" title="Autopromoção" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/Autopromoção.jpg" alt="" width="400" height="280" /></a>Autopromover-se sem parecer arrogante é uma tarefa difícil para a maioria. As pessoas oscilam entre a tentativa de se ofuscar e a exposição quase narcisista. No entanto, em algum lugar nesse meio termo está a arte de ser notado de maneira positiva no ambiente profissional.</p>
<p>Shelley Prevost, cofundadora de uma incubadora nos Estados Unidos, listou, no site da Inc., seis maneiras de fazer uma autopromoção, mas sem exageros.</p>
<p><strong>1. Deixe seus resultados falarem por você</strong><br />
As pessoas se importam mais com o que você já fez do que com o que você irá fazer. Não há nada como um currículo para chamar a atenção. Não precisa ser nada muito robusto e inatingível. Por exemplos, quais problemas você já resolveu na sua empresa? Quais foram as iniciativas que você tomou? Você foi capaz de ajudar alguém no seu trabalho? Ao conquistar coisas de valor, você tem a oportunidade de se promover.</p>
<p><strong>2. Promova os outros</strong><br />
Alguém que sabe valorizar os colegas de trabalho raramente percebe o quão inspirador é para eles. Quanto mais você notar o sucesso em outras pessoas, mais confiança e aprovação você passará a elas.</p>
<p>As pessoas podem esquecer o que você falou ou fez, mas dificilmente esquecerão como você as fez sentir. Se você as fizer sentir notadas, elas irão notá-lo.</p>
<p><strong>3. Fale sobre aquilo em que você acredita</strong><br />
“Eu acredito em criar empregos e fazer pessoas se sentirem importantes em seus cargos” é diferente de “Eu sou fundador de uma empresa de 200 funcionários”. A diferença é sutil, mas está lá.</p>
<p>Apresentar aquilo em que você realmente crê é uma pista para os colegas terem uma noção de suas conquistas, sem que você precise ser explícito. Se estiverem de fato interessados em dados mais específicos, perguntarão.</p>
<p><strong>4. Admita suas falhas</strong><br />
Assumir um erro é um sinal de vulnerabilidade, uma característica encontrada em líderes de negócios. As falhas humanizam o sucesso, assim como é importante que colegas de trabalho percebam o ser humano em você.</p>
<p>Lógica e intelecto o conduzem até certo ponto. Autenticidade e humildade podem levá-lo além.</p>
<p><strong>5. Decida pelo que quer ser conhecido</strong><br />
Aprimore aquilo que lhe dê destaque, mas deixe para os outros a tarefa de falar sobre isso. Se você for muito superficial e amador, não entenderão seus atributos.</p>
<p>Sua tarefa é descobrir seu superpoder, o que o diferencia, e fazer isso melhor do que todos. Se você for verdadeiramente muito bom em algo, receberá elogios.</p>
<p><strong>6. Permita-se algumas exceções</strong><br />
Certas vezes é necessário falar um pouco sobre si mesmo. Se você realizou uma tarefa difícil, fale sobre ela. Tenha a garantia de que você está conversando com as pessoas certas e de que seu feito é diferenciado. Os colegas certos se empolgarão junto com você.</p>
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		<title>Três passos para lidar com um cliente insatisfeito</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 20:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Adán Gil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[clientes]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação do cliente]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você trabalha com varejo, já deve conhecer uma regra básica do setor: não importa o quanto você se esforce para garantir a qualidade do produto e do atendimento, sempre haverá clientes insatisfeitos. Pode ser que algum dos seus funcionários tenha feito algo errado; pode ser que haja algum problema técnico que impeça o cliente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/cliente_insatisfeito.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6968" title="cliente_insatisfeito" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/cliente_insatisfeito.jpg" alt="" width="450" height="299" /></a></p>
<p>Se você trabalha com varejo, já deve conhecer uma regra básica do setor: não importa o quanto você se esforce para garantir a qualidade do produto e do atendimento, sempre haverá clientes insatisfeitos. Pode ser que algum dos seus funcionários tenha feito algo errado; pode ser que haja algum problema técnico que impeça o cliente de aproveitar o seu produto ou serviço; ou pode ser que o cliente esteja errado. Seja qual for a razão, pode ter certeza que, eventualmente, algum consumidor infeliz fará uma reclamação sobre sua empresa.</p>
<p>Diante dessa situação, a primeira pergunta que o empreendedor deve fazer é: o que esse consumidor realmente deseja, quando faz uma ligação ou um post expondo sua raiva e frustração? Será que ele quer ser confortado? Será que quer o dinheiro de volta? Será que quer colocar a culpa em alguém?</p>
<p><span id="more-6966"></span></p>
<p>Segundo o consultor Michael Boyette, conlunista do Allbusiness.com, a resposta não está em nenhuma das alternativas acima. Na verdade, o que eles querem é muito simples: uma solução para o problema. Apesar de toda a irritação, eles ainda acreditam que podem conseguir resolver a questão de forma satisfatória e esperam que você faça isso por eles. A seguir, os três passos necessários para deixar o seu cliente satisfeito de novo.</p>
<p><strong>1. Ouça com calma o que ele tem a dizer</strong> Muitos varejistas, ao serem alvo de um ataque de um consumidor furioso, tendem a reagir com agressividade. Evite ao máximo demonstrar qualquer sentimento que não seja solidariedade. Entenda que a manifestação do cliente não é um ataque pessoal, e sim um pedido de ajuda. Esse é o primeiro passo para chegar a uma solução.</p>
<p><strong>2. Faça com que ele se sinta seguro</strong> Deixe bem claro que ele está falando com a pessoa certa e que você está totalmente à disposição para resolver a questão. Essa atitude vale tanto para o cliente com pequenos problemas técnicos quanto para aquele que gastou uma fortuna com um produto que não funciona. A ideia é que o consumidor se sinta acolhido, seja qual for o tamanho da dificuldade.</p>
<p><strong>3. Comprometa-se a encontrar a solução</strong> Tome para si a responsabilidade de resolver o problema de uma vez por todas. E cumpra o que prometeu. Isso não quer dizer que você tem que atender todas as exigências do cliente, por mais descabidas que sejam. Mas significa que se compromete a avaliar a situação com calma e fazer o possível para encontrar uma solução viável. Quando o empreendedor compreende, ouve e atende as reclamações do cliente, ele conquista a sua confiança e reforça o poder da marca.</p>
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		<title>O que perguntar a um candidato a colaborador</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/o-que-perguntar-a-um-candidato-a-colaborador/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 23:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevistas de emprego causam apreensão não só nos candidatos, mas também no entrevistador quando ele é o futuro chefe. Um artigo da Entrepreneur aborda o assunto com algumas recomendações. Primeiro, as questões rituais. Não pense em bancar o severo. Criar uma atmosfera relaxada torna os dois lados mais espontâneos, e fica mais fácil obter as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/contratar-errado1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6964" title="contratar-errado" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/contratar-errado1.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p>Entrevistas de emprego causam apreensão não só nos candidatos, mas também no entrevistador quando ele é o futuro chefe. Um artigo da <em>Entrepreneur</em> aborda o assunto com algumas recomendações.</p>
<p>Primeiro, as questões rituais. Não pense em bancar o severo. Criar uma atmosfera relaxada torna os dois lados mais espontâneos, e fica mais fácil obter as informações necessárias. Os primeiros olhares, sorrisos e o aperto de mãos trarão indícios importantes sobre a autoconfiança e entusiasmo (ou não) do candidato.</p>
<p><span id="more-6963"></span></p>
<p>Quando for falar sobre a experiência e a história do candidato, faça pergunta amplas (“fale-me de seu emprego atual”) em vez de apresentar questões com respostas “sim” ou “não” (“você é perfeccionista?”), que não levam a conversa muito longe.</p>
<p>Além das respostas propriamente ditas, preste atenção em outros aspectos revelados pelo candidato, como senso de humor, conhecimento, iniciativa, assuntos que o fazem hesitar etc.</p>
<p>Deixe a última parte da entrevista para responder às perguntas do candidato e tenha a delicadeza de prever um prazo para que ela receba a resposta sobre a vaga.</p>
<p>Quanto às perguntas de avaliação, as mais importantes, eis as sugestões da <em>Entrepreneur</em>:</p>
<p>1. Se você pudesse descrever um emprego perfeito para você, qual seria e por quê?</p>
<p>2. Que tipo de chefe obtém o melhor de você?</p>
<p>3. Como você descreveria seu chefe atual?</p>
<p>4. Como você organiza seu tempo?</p>
<p>5. Diga três coisas de que você gosta no atual emprego.</p>
<p>6. Quais foram suas três maiores conquistas no ultimo emprego e em sua carreira?</p>
<p>7. O que você pode fazer por nossa empresa que ninguém mais pode?</p>
<p>8. Quais são sua maior força e sua maior fraqueza?</p>
<p>9. O que você espera estar fazendo em cinco anos?</p>
<p>10. O que mais lhe interessa nesta empresa e nesse cargo?</p>
<p>11. Fale de três situações em que seu trabalho foi criticado.</p>
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		<title>A força de uma boa história</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2013 11:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Adán Gil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo social]]></category>

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		<description><![CDATA[“Quer vender o seu produto? Conte uma boa história.” Ouvi a mesma recomendação em três apresentações diferentes durante a NRF Retail’s Big Show, o maior encontro mundial do varejo, realizado no mês passado em Nova York. Story telling foi um dos temas mais comentados do evento – da Coca-Cola à IBM, especialistas em marketing desfilaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_oculos2.jpg"><img class="size-full wp-image-6927 alignnone" title="Reprodução" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_oculos2.jpg" alt="" width="326" height="326" /></a></p>
<p>“Quer vender o seu produto? Conte uma boa história.” Ouvi a mesma recomendação em três apresentações diferentes durante a NRF Retail’s Big Show, o maior encontro mundial do varejo, realizado no mês passado em Nova York. Story telling foi um dos temas mais comentados do evento – da Coca-Cola à IBM, especialistas em marketing desfilaram as vantagens de investir em uma narrativa que emocione e envolva os clientes. O princípio é simples. Para conquistar consumidores, não basta citar números, ou explicar porque o seu produto é melhor do que os outros. É preciso mexer com os sentimentos das pessoas. E a melhor maneira de fazer isso é contando histórias.<br />
<span id="more-6926"></span></p>
<p>Um dos melhores exemplos de story telling é o caso da Warby Parker, loja online de óculos fundada em 2010 pelos sócios Neil Blumenthal e David Gilboa. A empresa foi criada com dois preceitos básicos: oferecer armações de qualidade por preços mais baixos que os da concorrência; e, ao mesmo tempo, ajudar pessoas carentes. “Descobrimos que 1 bilhão de pessoas no mundo precisavam de óculos de grau, mas não tinham como pagar. Decidimos fazer algo de bom pelo mundo”, disse Blumenthal à revista Inc.. Na abertura da loja, estipularam a seguinte regra: para cada óculos comprado por um cliente, um seria doado para uma pessoa carente.</p>
<p>O resultado foi surpreendente. Depois de ser tema de reportagem na Vogue e na GQ, a empresa vendeu todo o seu estoque em duas semanas e ainda ficou com 20 mil clientes na lista de espera. De lá para cá, a Warby Parker cresceu 500%, recebeu aportes de cinco fundos diferentes e distribuiu mais de 250 mil óculos de grau para comunidades carentes. No site da companhia, é possível encontrar vídeos e fotos de pessoas que receberam os produtos: não há como não se emocionar com as histórias apresentadas pela marca.</p>
<p>E é aí justamente que está o segredo. Estima-se que pelo menos 50% dos clientes da WP sejam atraídos pela propaganda boca a boca. Quem compra na loja pela primeira vez fica tão encantado com as histórias contadas no site que se empenha em divulgar a loja para amigos, parentes, nas redes sociais&#8230; “Eles sentem orgulho em comprar aqui, e querem que os outros sintam o mesmo”, diz Blumenthal.</p>
<p>O caso da Warby Parker é exemplar porque mostra que, para vender um produto, não basta contar uma boa história. É preciso vivê-la. Quer dizer, não é o caso de inventar uma história qualquer associada à sua marca e espalhar por aí. É preciso que esta reflita os valores da empresa, a visão dos empreendedores, o objetivo do negócio. Então, é hora de parar o que você está fazendo, tirar alguns momentos (ou dias) para refletir, conversar com os sócios, clientes, parceiros, e finalmente decidir: qual a história que você vai contar?</p>
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		<title>Sete dicas para passar uma imagem de sucesso</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/sete-dicas-para-passar-uma-imagem-de-sucess/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2013 18:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

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		<description><![CDATA[Não basta ser bem-sucedido; é preciso parecer. Kevin Daum, empreendedor, conferencista e escritor especializado em marketing, enumerou em sua coluna no site da revista Inc. sete conselhos para construir uma imagem de sucesso. “Algumas pessoas são naturalmente abençoadas com uma aura de sucesso, mas a maioria tem de construir a autoconfiança e burilar certos aspectos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/shutterstock_46801063.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6920" title="shutterstock_46801063" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/shutterstock_46801063.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p>Não basta ser bem-sucedido; é preciso parecer. Kevin Daum, <strong>empreendedor</strong>, conferencista e escritor especializado em marketing, enumerou em sua coluna no site da revista Inc. sete conselhos para construir uma imagem de sucesso. “Algumas pessoas são naturalmente abençoadas com uma aura de sucesso, mas a maioria tem de construir a autoconfiança e burilar certos aspectos da própria imagem”, diz Daum.</p>
<p>E adverte: “Se você projetar uma imagem de perdedor, as pessoas vão tratar você como um perdedor logo de cara.” As sete dicas são:</p>
<p><span id="more-6919"></span></p>
<p><strong>1. Vista-se bem em qualquer ocasião.</strong> Não é preciso ser rico para isso, assegura Daum. O importante é prestar atenção aos detalhes e saber que tipo de visual é adequado a cada situação (terno e gravata ficam tão deslocados num churrasco quanto agasalho de ginástica ou chinelo num escritório de advocacia). Ponto importante: sempre se vista um tom acima do que é esperado. Se a regra é usar jeans e camisa polo, acrescente um blazer esportivo. Finalmente, dê atenção especial a sapatos, corte de cabelo e unhas, porque todo mundo observa essas coisas, mesmo que disfarçadamente. Toques de desleixo passam a impressão de que você não sabe cuidar de si mesmo.</p>
<p><strong>2. Fale e escreva corretamente.</strong> Evite ser informal demais e tome sempre cuidado para não esquecer os plurais bem pronunciados. Cuidar da dicção, aliás, faz muita diferença. E melhore seu inglês. Daum lamenta dizer isso, mas avisa que muitos americanos pensam que quem fala inglês precário é pouco inteligente.</p>
<p><strong>3. Domine a arte da conversa inteligente.</strong> Em resumo: pare de falar apenas de sua própria vida e das celebridades e comece a se inteirar do que está acontecendo no mundo. Estude sempre. Leia. Viaje. E saiba relacionar as coisas que você colhe nessas atividades. Mais importante: saiba calar-se e ouvir, senão não há conversa, mas monólogo.</p>
<p><strong>4. Seja generoso.</strong> Qualquer doação desinteressada causa o maior impacto positivo. Não precisa ser algo material, mas atenção, energia, dedicação ou sabedoria. Até você mesmo vai passar a gostar mais de você.</p>
<p><strong>5. Seja organizado.</strong> Segundo Daum, uma pessoa desorganizada irrita todo mundo em volta, mesmo que ela não ocupe uma posição de destaque. A desorganização passa a impressão de descontrole, descuido e desinteresse. Faz você atrasar respostas a e-mails e telefonemas e, pior, chegar tarde a compromissos. Se você for assim, peça ajuda a um assistente, faça uso de aplicativos de smartphone criados para isso e evite carregar coisas de casa para o trabalho e vice-versa. Aparentar organização faz as pessoas acreditarem que você é eficiente e está sempre no controle.</p>
<p><strong>6. Faça com que as pessoas se sintam importantes.</strong> Já no primeiro contato, dê um aperto de mão firme e olhe nos olhos. Esteja presente nos momentos importantes da vida de quem você conhece. Leve as pessoas a acreditar que estão dizendo coisas importantes e merecem sua doação de tempo e atenção. “Use o poder da gratidão, seja com pequenos presentes, cedendo seu tempo ou simplesmente dizendo obrigado”, aconselha Daum.</p>
<p><strong>7. Cerque-se de pessoas bem-sucedidas.</strong> “Você sempre será julgado pelas companhias que cultiva”, adverte o autor. Por isso, diz ele, esforce-se para construir um círculo de pessoas que você respeita e admira, e assim será respeitado e admirado por elas.</p>
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		<title>Dicas de um arquiteto para deixar sua loja mais atraente</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 19:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlia Pitthan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Se as compras online ganham vantagem pela comodidade, as lojas físicas precisam fisgar o consumidor pela experiência. E a arquitetura é uma grande aliada do varejo na hora de construir um espaço atraente e que faça o cliente gastar tempo e dinheiro com uma marca. O arquiteto Ricardo Campos, do escritório Santa Irreverência, de Niterói, se especializou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/The-Beauty-Box-3-Crédito-Eduardo-Viana-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6910" title="The Beauty Box 3 - Crédito Eduardo Viana (2)" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/The-Beauty-Box-3-Crédito-Eduardo-Viana-2.jpg" alt="" width="450" height="254" /></a></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Se as <strong>compras online</strong> ganham vantagem pela comodidade, as lojas físicas precisam fisgar o consumidor pela <strong>experiência</strong>. E a <strong>arquitetura</strong> é uma grande aliada do <strong>varejo</strong> na hora de construir um espaço atraente e que faça o cliente gastar tempo e dinheiro com uma marca. O arquiteto Ricardo Campos, do escritório </span><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><a href="http://www.santairreverencia.com.br/"><strong>Santa Irreverência</strong></a>, de Niterói, se especializou em projetar lojas-conceito que reúnem algumas das características fundamentais para o sucesso do espaço.</span></p>
<p><span id="more-6909"></span></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Um dos trabalhos mais recentes é o projeto do </span><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><a href="http://www.thebeautybox.com.br/"><strong>The Beauty Box</strong></a> (na foto), do <strong><a href="http://www.boticario.com.br/">Grupo O Boticário</a></strong>, que foram abertas em shoppings de São Paulo. Campos criou </span><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">uma bancada na qual a cliente pode usar os produtos e experimentar sozinha o resultado da maquiagem. Além disso, a loja tem pequenas caixas de madeira que permitem à consumidora experimentar a curiosidade para investigar os produtos que estão lá dentro. </span><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">&#8220;O fundamental atualmente para tornar o ambiente do varejo mais eficiente é valorizar a experiência da compra&#8221;, diz o arquiteto.</span></p>
<p>Veja abaixo algumas dicas e tendências que podem servir de inspiração para você redesenhar a sua loja:</p>
<p><strong>1) </strong>Crie fluxos diretos, use iluminação abundante, e deixe todos os preços acessíveis se o objetivo é fazer <strong>vendas rápidas</strong> e em grande volume. Construa vários espaços com pontos de vendas.</p>
<p><strong>2)</strong> Use uma iluminação focada e mais aconchegante se a sua loja tem um mark up mais alto. Invista na <strong>personalização</strong> no momento do pagamento &#8211; transforme a compra do cliente em um evento.</p>
<p><strong>3)</strong> A tendência atual é a escolha de materiais <strong>sustentáveis</strong> e reaproveitáveis. Use m<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">adeira de demolição,  elementos de ferro reaproveitado ou com tratamento mínimo. Substitua madeiras naturais por madeira de reflorestamento ou ainda por revestimentos vinílicos de baixo impacto produtivo.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>4)</strong> A <strong>iluminação por LED</strong> também é uma tendência. Use esse tipo de lâmpada não só para a iluminação geral dos ambientes, mas também para foco de produtos em destaque. Esta opção, por sua eficiência energética, é uma prática sustentável que vem crescendo muito na arquitetura de varejo.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>5)</strong> Invista na criação de <strong>microambientes</strong> dentro da loja, para que o cliente tenha novas descobertas a cada momento e em espaços para experimentação de produtos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Os cinco profissionais que não podem faltar na sua empresa</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/os-cinco-profissionais-que-nao-podem-faltar-na-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2013 22:55:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Maria Martins Fontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[competências]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando uma empresa tem uma equipe pequena, aumenta a importância de fazer um bom mix de profissionais, com diferentes competências para ajudar o negócio a crescer. Afinal, sem as pessoas certas, nem a melhor das estratégias planejadas vingará. Para ajudar a compor um time variado, a revista Entrepreneur listou, em seu site, os cinco tipos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_pessoas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6905" title="Shutterstock" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_pessoas.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a>Quando uma empresa tem uma <strong>equipe</strong> pequena, aumenta a importância de fazer um bom mix de <strong>profissionais</strong>, com diferentes <strong>competências</strong> para ajudar o negócio a crescer. Afinal, sem as pessoas certas, nem a melhor das estratégias planejadas vingará.</p>
<p>Para ajudar a compor um time variado, a revista <a title="Entrepreneur" href="http://www.entrepreneur.com/" target="_blank">Entrepreneur</a> listou, em seu site, os cinco tipos de profissional que não podem faltar em nenhuma empresa.</p>
<p><span id="more-6901"></span></p>
<p><strong>1 – O mentor</strong><br />
Como muitas empresas iniciantes não têm um programa formal de treinamento, o ideal é identificar profissionais com aptidão para desenvolver o talento dos funcionários mais jovens. Quem gosta de ensinar deve ser incentivado a compartilhar seu conhecimento com os outros. Esses “professores” da empresa devem ir além de passar aos outros suas habilidades técnicas. A ideia é que ajudem também a propagar a cultura da empresa e seus processos. É essa educação que ajudará a formar a próxima geração de líderes do negócio – e pode facilitar, no futuro, o planejamento da sucessão do fundador.</p>
<p><strong>2 – O curioso</strong><br />
Nem todo mundo nasce para liderar. Também é essencial ter em seu quadro alguns funcionários apaixonados pelo negócio e sedentos por conhecimento. Eles não se satisfazem em apenas saber o suficiente para cumprir suas tarefas. Querem continuar aprendendo – na empresa ou fazendo cursos. Essa atitude é extremamente saudável, pois inspira outros profissionais a investir em sua educação. Além disso, são os curiosos que mantêm a equipe atualizada sobre as tendências e os avanços tecnológicos.</p>
<p><strong>3 – O faz-tudo</strong><br />
Nos primeiros anos da empresa, seu fundador acumula diversos cargos: de CEO a gerente de recursos humanos – se bobear, até o de secretária. Por isso é bom ter mais profissionais multifacetados na equipe. Pessoas que transitam em diferentes setores da empresa são muito valiosos para ajudar a desafogar a agenda dos empreendedores. Assim, sobra mais tempo para se dedicar ao planejamento de estratégias.</p>
<p><strong>4 – O otimista</strong><br />
Problemas e contratempos fazem parte do dia a dia de qualquer negócio. Mas, se eles se prolongarem, um clima de desânimo pode tende a contaminar toda a equipe. Por isso é imperativo contar com algumas pessoas que conseguem ver a luz no fim do túnel até nas situações mais tenebrosas. Seu vigor tem efeito positivo no ânimo de seus colegas, o que ajuda a manter a produtividade e não deixar a peteca cair.</p>
<p><strong>5 – O desafiador</strong><br />
Ter funcionários que apoiam todas as decisões dos gestores não é nada ruim, mas também é bom contar com alguns que desafiem o status quo e até as direções que a empresa está tomando – e falem abertamente sobre isso. Nem toda ideia é brilhante, então é preciso cultivar uma atmosfera de debate saudável para se certificar de que o negócio tem ideias e estratégias fortes.</p>
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		<title>Como estabelecer parcerias melhores</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/como-estabelecer-parcerias-melhores/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 19:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Iwakura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>

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		<description><![CDATA[Há diversas maneiras de realizar parceiras. Fornecedores, clientes e até concorrentes podem ser parceiros, e essas colaborações trazem sucesso para todos. Mas é preciso ter cuidado ao construir essas pontes: a ligação entre as duas empresas precisa permanecer saudável e lucrativa. No site da Inc., o colunista Geoffrey James enumera dicas para estabelecer parcerias melhores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_parceria.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6896" title="Shutterstock" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_parceria.jpg" alt="" width="450" height="400" /></a>Há diversas maneiras de realizar <strong>parceiras</strong>. Fornecedores, clientes e até concorrentes podem ser parceiros, e essas colaborações trazem sucesso para todos. Mas é preciso ter cuidado ao construir essas pontes: a ligação entre as duas empresas precisa permanecer saudável e lucrativa.</p>
<p>No site da Inc., o colunista Geoffrey James enumera dicas para estabelecer parcerias melhores, baseadas em uma conversa com Ed Rigsbee, autor do livro The Art of Partnering (“A arte de fazer parcerias”). Confira.<br />
<span id="more-6895"></span></p>
<p><strong>1. Prepare-se para ceder uma parte do controle.</strong> Estabelecer parcerias significa que você vai estar mais vulnerável aos fracassos do seu parceiro. Ainda que goste de estar no controle de tudo, você vai ter de, no mínimo, compartilhar conhecimento sobre sua própria limitação e algumas fraquezas da empresa.</p>
<p><strong>2. Entenda seus pontos fortes e fracos.</strong> Antes de considerar uma parceria, é preciso entender o que você e sua empresa podem trazer para a negociação e, claro, o que você precisa que o parceiro traga. A maneira mais fácil de verificar isso é por meio de uma <a href="http://movimentoempreenda.revistapegn.globo.com/news/ferramentas/2012/06/analise-swot-071.html">análise SWOT</a>.</p>
<p><strong>3. Escolha o parceiro correto.</strong> Procure empresas ou profissionais que tenham fraquezas que sejam as suas forças e vice-versa. Por exemplo: se você tem ótimos produtos, mas pouca experiência em vendas, pode procurar um negócio que tenha produtos medianos, mas uma história de sucesso em vendas. É importante também avaliar a abertura que a outra empresa tem para estabelecer uma parceria.</p>
<p><strong>4. Chegue a um consenso.</strong> Uma vez que você tenha levado a ideia da parceria à outra parte, desenvolva um acordo que diga quem vai fazer o que e quando vai fazê-lo. Se a parceria é formal, será necessário fazer um contrato. Mas, mesmo que ela seja mais informal, é importante fazer um documento escrito com todas as atividades, expectativas e responsabilidades de cada parceiro.</p>
<p><strong>5. Adote um código de ética.</strong> A regra central aqui é ser o parceiro que você gostaria de ter. A ética é o que vai segurar essa parceria. E será ainda mais importante quanto maior for o risco envolvido no negócio.</p>
<p><strong>6. Faça mais do que o acordo.</strong> As parcerias de sucesso envolvem confiança. A melhor maneira de aumentar o nível de confiança é sempre entregar um pouco mais do que você disse que entregaria.</p>
<p><strong>7. Seja paciente.</strong> Se os problemas começarem a surgir, não se entregue à raiva ou à frustração. Faça um esforço para ajudar seu parceiro. Evite levar desavenças para os tribunais. O resultado de um processo pode representar pouco para você financeiramente.</p>
<p><strong>8. Monitore e meça.</strong> A má comunicação é a razão que mais leva as parcerias ao fracasso. Assim como na gestão da empresa, é o monitoramento que dá a base para a comunicação eficaz. Faça um esforço para que as duas partes possam monitorar a relação nos níveis micro e macro. Quando um desafio aparecer, vocês dois poderão trabalhar juntos para ultrapassá-lo.</p>
<p><strong>9. Comemore sempre.</strong> É importante dar “combustível emocional” para a parceria. Conforme ela progredir, você e a outra parte precisarão investir tempo e energia para manter e fortalecer o relacionamento. A maneira melhor e mais fácil de fazer isso é celebrar – mesmo – toda vez que a parceria conquistar algo importante.</p>
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		<title>Cinco formas de validar sua ideia de negócio</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/cinco-formas-de-validar-sua-ideia-de-negocio/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 16:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karin Salomão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[empreendimento]]></category>
		<category><![CDATA[ideias de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[Como saber se a sua ideia de negócios pode virar mais que uma abstração? Como avaliar se o insight pode se transformar em um empreendimento? Prerna Gupta, CEO da Khush, empresa que desenvolve aplicativos musicais inteligentes para telefones móveis, responde essa pergunta na coluna “Ask the Expert” do site Young Entrepreneur. Ela explica como avaliar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/1shutterstock_110608277.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6881" title="1shutterstock_110608277" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/1shutterstock_110608277.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a>Como saber se a sua ideia de negócios pode virar mais que uma abstração? Como avaliar se o insight pode se transformar em um empreendimento? Prerna Gupta, CEO da <a href="http://www.khu.sh" target="_blank">Khush</a>, empresa que desenvolve aplicativos musicais inteligentes para telefones móveis, responde essa pergunta na coluna “Ask the Expert” do site Young Entrepreneur. Ela explica como avaliar a validade e consistência da sua ideia e como fazer se a pessoa ainda não tem experiência no mundo do empreendedorismo. “Poucos de nós realmente têm uma experiência densa na área em que enxergou uma oportunidade, então você não está sozinho”, diz ela. “Em algum momento, você terá que simplesmente mergulhar no assunto e aprender enquanto vai fazendo.”</p>
<p>O principal produto da empresa, <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=g0GmTJ2F-WE" target="_blank">LaDiDa</a>, é um caraoquê ao contrário: quando a pessoa canta no telefone, o aplicativo analisa a voz e compõe uma música para acompanhar. O aplicativo recebeu mais de 2 milhões de downloads e liderou a empresa para o lucro. Prerna produziu vídeos virais para LaDiDa que foram visualizados mais de 100 milhões de vezes. Ela também foi nomeada pela FastCompany uma das mulheres mais influentes na área de tecnologia em 2010.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-6880"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo, as cinco dicas para ver a sua ideia sair do papel:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Embase sua ideia com fatos</strong></p>
<p><strong></strong>Pesquise sobre a indústria na qual tem intenção de entrar. Examine potenciais competidores e substitutos ou outras tendências de mercado que indicam uma oportunidade real de negócio. Isso irá ajudar você não apenas a verificar quão verdadeira essa oportunidade é, mas também irá ajudar a refinar o seu conceito de produto e diferenciá-lo do que já existe no mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Embase sua ideia com feedback</strong></p>
<p>Não tenha medo de falar sobre sua ideia com outros. Muitos empreendedores de primeira viagem são muito fechados sobre seus planos, pois têm receio de que alguém vá imitar sua ideia.</p>
<p>Como diz um velho ditado, uma ideia é só tão boa quanto a sua execução. Quais são as chances de alguém realmente roubar sua ideia e construir um grande negócio a partir dela? Provavelmente bem baixas, então não se preocupe.</p>
<p>Em vez disso, procure um retorno dos seus amigos, colegas e potenciais conselheiros. Preste muita atenção às reações instintivas, críticas e entusiasmo. Claro, a maior parte das pessoas vai achar que você é maluco, mas ainda assim você conseguirá opiniões muito úteis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. Alcance outros</strong></p>
<p><strong></strong>Identifique pessoas que possam ajudar – conselheiros em potencial, parceiros de negócios e cofundadores – e chegue até eles. Mesmo se você não tiver uma conexão direta, mande um e-mail respeitoso, explicando de forma sucinta qual é a sua ideia e como eles podem ajudar. Nem todos irão responder nem todas as respostas serão úteis. Porém, você irá construir uma rede de contatos confiáveis que serão muito valiosos à medida que o seu negócio crescer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. Siga tendências</strong></p>
<p>Descubra onde podem ser encontradas notícias e informações importantes sobre sua área e siga as novidades diariamente. Esteja atento a grandes competidores e movimentações no setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5. Reflita</strong></p>
<p>Você realmente acredita nessa ideia, do fundo do coração? É melhor refletir seriamente e perguntar a si mesmo o quão apaixonado você está por essa oportunidade em particular, porque o caminho será longo e difícil. Nos tempos mais complicados, a única coisa que o fará seguir em frente será a sua própria determinação.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tarantino e suas quatro lições de negócios</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/tarantino-e-suas-quatro-licoes-de-negocios/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2013 19:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Farias Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou em uma corrida para assistir a todos os títulos indicados a categoria de Melhor Filme no Oscar 2013, antes da cerimônia no dia 24 de fevereiro. Nesse intento, não pude me livrar de ver “Django Livre”, mais recente produção do diretor Quentin Tarantino. Usei “me livrar” porque – e agora eu me preparo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/159110094.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6887" title="159110094" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/159110094.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p>Estou em uma corrida para assistir a todos os títulos indicados a categoria de Melhor Filme no Oscar 2013, antes da cerimônia no dia 24 de fevereiro. Nesse intento, não pude me livrar de ver “Django Livre”, mais recente produção do diretor Quentin Tarantino. Usei “me livrar” porque – e agora eu me preparo para todas as reprovações do mundo – eu não gosto muito do trabalho dele.</p>
<p>O filme do escravo que vira caçador de recompensas à procura de sua mulher não me impressionou – assim como todas as outras películas anteriores de Tarantino, confesso. Saindo da sessão de cinema, tentei extrair (espremer, produzir, tirar, forçar) algum significado de toda aquela sanguinolência, festival de referências e cacoetes estilísticos. O que restou mesmo foi cansaço.</p>
<p>Coincidentemente, passeando pela internet, encontrei uma pessoa, que diferentemente de mim, encontrou significados para os filmes de Tarantino, ou pelo menos para o seu trabalho, e ainda por cima com uma perspectiva de negócios. Lindsay Lavine, do site da revista Entrepreneur, listou, com a ajuda de dois acadêmicos, quatro lições de <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/tag/negocios/" target="_blank">negócios</a> que você pode aprender com o diretor de “Django Livre”.</p>
<p><span id="more-6886"></span></p>
<p>1) Encontre o melhor e mais adequado treinamento<br />
Em sua busca por vingança, a personagem A Noiva, da saga “Kill Bill”, vai atrás do melhor treinamento em artes marciais para acabar com Bill e seu time de assassinos. Tudo bem que vingança não é o melhor motivo para você ir atrás de capacitação, mas, segundo Todd Dewett, professor de administração na Wright State University, na cidade de Dayton, Ohio, milhares de dólares são desperdiçados em treinamentos incorretos para os funcionários de uma empresa. Sempre procure a melhor pessoa para capacitar sua equipe, tenha certeza de que ela esteja motivada e depois dê oportunidade para ela por em prática o que aprendeu – nada de lutas de katanas!</p>
<p>2) Reúna um grande time<br />
Os filmes de Tarantino são conhecidos pelo seu elenco afiado, uma combinação de grandes estrelas e atores não tão conhecidos, que sempre parecem estar sintonizados. Isso vai contra muitos produtores que acreditam que apenas um nome estelar é responsável pelo sucesso de bilheteria. Sempre contrate pessoas que consigam trabalhar em equipe e que tenham uma boa química.</p>
<p>3) Escolha qualidade em detrimento de quantidade<br />
Apesar de fazer sucesso com a maioria dos seus filmes, Tarantino tem uma produção pequena. O diretor toma muitos anos na produção de cada longa, dando um tratamento perfeccionista para que cada um saia do jeito que ele tinha planejado. Muitas empresas apressam estratégias e passos para acompanhar concorrentes, mas lembre que nem sempre as estratégias delas são ideais para seu negócio. Seja paciente para alcançar bons resultados.</p>
<p>4) Não tenha medo ouvir uma boa equipe<br />
Todos os filmes do Tarantino são extremamente autorais. Ele é diretor, escritor, produtor, faz pontas como ator e possivelmente seria maquiador, figurinista, dublê e a pessoa que faz o cafezinho. Ele, porém, sempre conta com uma equipe talentosa e não tem medo de aceitar feedback sobre seu trabalho. Muitos atores já o elogiaram pela capacidade de ouvir e absorver boas sugestões.</p>
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		<title>O que sua mesa de trabalho diz sobre você?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 16:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Grazini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[escritório]]></category>
		<category><![CDATA[mesa]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Dê uma olhada para sua mesa. Ela está cheia de papéis ainda não lidos? Decorada com fotos da família? Você possui brinquedos e enfeites que te ajudam a pensar? A maneira com que você organiza e até decora sua mesa pode dizer muito sobre você. Nos escritórios nós geralmente planejamos nosso espaço para comunicar nossos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/Mesa-de-trabalho.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6873" title="Mesa de trabalho" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/Mesa-de-trabalho.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a></p>
<p>Dê uma olhada para sua mesa. Ela está cheia de papéis ainda não lidos? Decorada com fotos da família? Você possui brinquedos e enfeites que te ajudam a pensar? A maneira com que você organiza e até decora sua mesa pode dizer muito sobre você.</p>
<p>Nos escritórios nós geralmente planejamos nosso espaço para comunicar nossos objetivos, atitudes e valores. Como um empreendedor, a mesa de trabalho dos seus funcionários pode ajudar você a compreendê-los melhor e a motivá-los mais. “Pessoas querem ser conhecidas”, afirma Sam Gosling, psicólogo e professor da Universidade de Texas, em Austin. “Você se torna mais saudável, mais feliz e mais produtivo quando as pessoas te conhecem de verdade.”<br />
<span id="more-6872"></span></p>
<p>Observe a mesa de seus colegas de trabalho, como eles usam o espaço? Quais objetos pessoais podem ser encontrados lá? “É importante procurar por temas”, acrescenta Gosling. Dê foco a objetos que parecem mais constantes e permanentes.</p>
<p>Nadia Goodman, do site de empreendedorismo Entrepreneur, juntou algumas dicas para encontrar o que há de mais marcante no ambiente de trabalho e o que elas revelam sobre a personalidade de cada um.</p>
<p><strong>1. Uma mesa organizada diz que&#8230; você é pontual e pouco autônomo.</strong><br />
Pessoas com escrivaninhas organizadas tendem a ser mais conscientes, o que significa que elas são confiáveis. São geralmente orientadas por suas tarefas e terminam seus trabalhos no prazo certo. “Quando entro em um ambiente de trabalho, procuro por um calendário”, diz Gosling, já que um calendário atualizado é mais um sinal de uma pessoa organizada.</p>
<p>Ter uma mesa bagunçada não é necessariamente ruim (pessoas criativas geralmente possuem mesas assim), mas outros podem julgá-las errado. “Quando encontram uma escrivaninha bagunçada, tendem a pensar que a pessoa cria polêmicas e discorda muito, o que não é sempre verdade”, explica Gosling.</p>
<p><strong>2. Objetos diferentes significam que.. você tem criatividade e é aberto a novas experiências.</strong><br />
Pessoas que decoram suas mesas com peças inéditas de arte ou uma variedade de enfeites quase sempre são abertas a novidades, elas abraçam novas ideias e têm criatividade.</p>
<p>Agências inovadoras, como algumas de publicidade ou startups, atraem pessoas com criatividade e estimulam seus funcionários a exibir suas personalidades. Por exemplo, algumas agências proporcionam crédito em sites de compra para que os funcionários decorem suas mesas. Nesses lugares é possível encontrar uma coleção esquisita de robôs, polvos de pelúcia e máquinas de escrever.</p>
<p><strong>3. Pôsteres motivacionais e mensagens de inspiração podem significar que você é um pouco neurótico.</strong><br />
Quem enche a mesa com declarações que inspiram é tipicamente um pouco neurótico. “Mensagens assim representam uma forma psicológica de emocionalmente equilibrar pessoas ansiosas”, esclarece o psicólogo americano.</p>
<p>Se você pregou alguns desses pôsteres, não se preocupe, nem sempre eles passam essa má impressão. Pessoas mais neuróticas são na maioria das vezes muito bem-sucedidas no trabalho, e as frases escolhidas por elas transmitem seus valores.</p>
<p><strong>4. Um espaço aconchegante e convidativo pertence a pessoas extrovertidas.</strong><br />
Aqueles com escritórios particularmente acolhedores – inclusive de portas abertas, com cadeiras confortáveis ou até potes de doces – tendem a ser muito sociáveis. Ao criar um espaço atraente, eles mostram aos outros que são receptivos e recebem muito mais visitas do que os tímidos.</p>
<p>Sociabilidade pode traçar um caminho para promoções e novas oportunidades. Quem é tímido pode tentar dar um toque de conforto em seu espaço. “É possível aprender a exercitar a sociabilidade, apesar de ser difícil ser tão agradável quanto as pessoas que são biologicamente extrovertidas”, acrescenta Gosling.</p>
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		<item>
		<title>6 dicas para se tornar mais produtivo</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/6-dicas-para-se-tornar-mais-produtivo/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 20:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Há dias em que você não consegue produzir direito. Isso é um fato e nem adianta negar. Então, reconhecer isso pode ajudá-lo a se tornar mais produtivo. Às vezes você está mais disperso, dormiu mal na noite anterior, insiste em fazer mil e uma coisas ao mesmo tempo. Algumas atitudes simples podem ajudá-lo a se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/produtividade1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6868" title="produtividade" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/produtividade1.jpg" alt="" width="450" height="358" /></a></p>
<p>Há dias em que você não consegue produzir direito. Isso é um fato e nem adianta negar. Então, reconhecer isso pode ajudá-lo a se tornar mais produtivo. Às vezes você está mais disperso, dormiu mal na noite anterior, insiste em fazer mil e uma coisas ao mesmo tempo. Algumas atitudes simples podem ajudá-lo a se manter mais focado. Veja a seguir seis dicas que Ed Powers, líder de investimentos do Bank of America Merrill Lynch, deu à revista Inc.</p>
<p><span id="more-6866"></span></p>
<p><strong>1. Comece pelas coisas que você não gosta de fazer.</strong> Um dos pontos que costuma prejudicar a produtividade é adiar tarefas e decisões difíceis. “Certa vez trabalhei com uma mulher que me sugeriu retornar as ligações mais desafiadoras logo pela manhã”, diz Powers. Segundo ele, algumas tarefas exigem que a mente esteja limpa e longe de distrações, o que acontece mais no período da manhã. Isso vai tornar seu dia melhor.</p>
<p><strong>2. Não seja escravo de sua caixa de entrada.</strong> Você certamente se conhece o suficiente para saber que ao responder a todos os e-mails e às mensagens de texto (e vamos incluir tuítes, publicações no Facebook etc?) o mais rápido possível você se dispersa num piscar de olhos do que deveria fazer naquele momento. Reunir várias mensagens para responder de uma vez – e um tempo depois que elas chegam – pode ser bom para fazê-lo pensar no que quer dizer exatamente, sem precipitações.</p>
<p><strong>3. Fale diretamente com outras pessoas.</strong> Às vezes, tratar assuntos por e-mail aumenta sua produtividade. Mas se a situação se tornar um pingue-pongue de mensagens, o melhor a fazer é conversar com o outro pessoalmente ou por telefone. Não vale a pena atrasar uma decisão de que você não quer tomar.</p>
<p><strong>4. Bloqueie as distrações.</strong> Quando você precisa fazer algo que realmente demanda sua atenção, torne-se monotarefa. Ser multitarefa nesses momentos só atrapalha. Com certeza você vai terminar sua atividade antes. Com foco, você será capaz de concluir a tarefa com mais qualidade e rapidez. Se você é do time dos que se orgulham de ser multitarefa, encare essa dica como ser um multitarefa em série, com uma tarefa concluída após a outra – e não com todas em execução ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>5. É preciso começar.</strong> A inércia é uma força poderosa, até menos no ambiente de trabalho. Nada vai ficar pronto sem que você comece. O que parece ser algo inatingível ou uma tarefa monstro pode se tornar mais simples se for dividido em partes. Além disso, você se sentirá melhor depois de dar um jeito nesses desafios maiores.</p>
<p><strong>6. Reflita sobre como você faz as coisas.</strong> Conhecer a si mesmo é uma ferramenta importante. Você realmente vai ler um relatório enorme durante uma viagem a trabalho? Vai passar a noite acordado por isso? Vai se cansar e começar a assistir a algum filme ruim no avião? Então deixe o relatório de lado e deixe para pensar nele depois de umas horas de sono – com a mente mais descansada.</p>
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		<title>O maior desafio dos varejistas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 11:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Adán Gil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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		<description><![CDATA[130 palestras. 488 expositores. 27.000 participantes. Uma rápida olhada nesses números é suficiente para perceber a grandiosiodade de um evento como a NRF Retail’s Big Show, a convenção anual da Federação Nacional do Varejo dos EUA, que aconteceu na terceira semana de janeiro em Nova York. Para quem, como eu, tinha a função de cobrir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_nrf.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6860" title="National Retail Federation" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_nrf.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a>130 palestras. 488 expositores. 27.000 participantes.</strong> Uma rápida olhada nesses números é suficiente para perceber a grandiosiodade de um evento como a NRF Retail’s Big Show, a convenção anual da Federação Nacional do Varejo dos EUA, que aconteceu na terceira semana de janeiro em Nova York. Para quem, como eu, tinha a função de cobrir o encontro, a primeira consulta ao guia enviado pelos organizadores provocou uma mistura de euforia (“Imagine quantas reportagens podem sair daí!”) e apreensão (“Quantas palestras eu consigo ver em quatro dias? E ainda tem a feira&#8230;”).</p>
<p>Logo de cara, percebi que seria necessário priorizar: seria virtualmente impossível checar cada palestra, conferir cada estande, entrevistar cada especialista que passasse por lá. O primeiro passo foi dividir as seções em dois grandes grupos: as palestras organizadas por grandes corporações, que tinham como objetivo principal vender a imagem da marca como inovadora; e os seminários organizados por empresas menores, consultorias ou departamentos de universidades, que tinham como objetivo divulgar novos produtos e tendências. Assistir às apresentações de companhias como a Coca-Cola ou a IBM no auditório North Hall foi um exercício interessante – entre os discursos celebratórios e vídeos festivos, era possível ler nas entrelinhas quais eram as dificuldades que essas empresas estavam enfrentando.<span id="more-6856"></span></p>
<p>Mas o melhor mesmo estava nas salinhas onde cerca de cem pessoas se espremiam (muitas vezes de pé ou sentadas no chão) para checar as últimas novidades em varejo, seja na área de tecnologia ou gestão. Foi em uma dessas apresentações que ouvi uma das considerações mais interessantes do evento. “Fala-se muito em um novo consumidor. Isso não existe. O consumidor continua o mesmo. Ele sempre quis ter acesso à informação. Ele sempre quis comparar preços. Ele sempre quis respostas rápidas e honestas vindas das empresas. A diferença é que agora ele tem os instrumentos para conseguir tudo isso.”</p>
<p>A declaração de Bill Johnson, presidente da Citi Retail Services, braço do grupo Citi que presta consultoria a varejistas em todo o mundo, serviu para colocar todo o evento em uma nova perspectiva. Foram muitos os assuntos discutidos, do pagamento por celular à etiqueta inteligente, passando por análise de dados, integração de canais e uso das redes sociais. Mas, por trás de tudo isso, estava sempre a mesma questão. Agora que o consumidor tem todas as informações, todo o acesso, todo o controle, o que restou para o varejista? Como retomar esse controle, ou pelo menos parte dele? Como estabelecer com esse consumidor um relacionamento de confiança, ou pelo menos de convivência amigável? E, ainda mais importante, como manter esse consumidor engajado com a marca?</p>
<p>Não existe, claro, uma resposta única. São muitos os caminhos possíveis, e não cabe aqui apontar todos eles. É fundamental, porém, que o empreendedor perceba que as regras do jogo mudaram. O consumidor é o mesmo de sempre, com uma diferença: agora ele tem a faca e o queijo na mão. É preciso parar tudo e colocar o foco nesse consumidor informado, ligado nas redes, com o celular em punho, pronto para apontar diferenças de preços, queda de qualidade, atitudes arrogantes, soluções ineficientes. Quem não se adaptar a essa realidade e não trabalhar para ganhar esse consumidor correrá o risco de perder o trem da história. E nunca mais achar o rumo.</p>
<p><em>Marisa Adán Gil viajou a Nova York a convite da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)</em></p>
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		<title>Como conquistar um cliente para a vida inteira</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 18:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomaz Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[lego]]></category>
		<category><![CDATA[luka apps]]></category>
		<category><![CDATA[ninjago]]></category>

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		<description><![CDATA[A história de Luka Apps, o garoto inglês que recebeu uma resposta incrível da LEGO depois de perder um brinquedo, bombou em sites e redes sociais nas últimas semanas. Mesmo não sendo novidade, achei que valia compartilhar aqui pelo exemplo de como uma marca pode enxergar o consumidor (assunto desse outro post) e conquistar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/luka_apps.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6849" title="Reprodução" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/luka_apps.jpg" alt="" width="450" height="402" /></a>A história de Luka Apps, o garoto inglês que recebeu uma resposta incrível da LEGO depois de perder um brinquedo, bombou em sites e redes sociais nas últimas semanas. Mesmo não sendo novidade, achei que valia compartilhar aqui pelo exemplo de como uma marca pode enxergar o consumidor (assunto desse <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/atendimento/nao-vou-estar-atendendo-a-sua-ligacao/" target="_blank">outro post</a>) e conquistar um cliente para a vida inteira. <span id="more-6847"></span>A troca de e-mails abaixo, feita por Luka e um funcionário da Lego, dispensa explicações.</p>
<p><em>Olá. Meu nome é Luka. Tenho sete anos de idade. Com todo o dinheiro que ganhei no último Natal, comprei o kit Ultrasonic Rider, do Ninjago.  O número de série é 9449. O brinquedo é realmente muito bom. Meu pai terminou de me levar ao Sainsbury’s (rede de lojas inglesa) e me disse para deixar os bonecos em casa. Mas eu levei mesmo assim e perdi o Jaz ZX , que caiu do meu bolso. Estou muito chateado por isso ter acontecido. Meu pai disse para enviar esse e-mail e ver se vocês podem me mandar um novo. Prometo que não vou levar o boneco para a loja de novo. Obrigado.</em></p>
<p>Resposta da LEGO:</p>
<p><em>Obrigado pelo e-mail!</em></p>
<p><em>Sentimos muito por você ter perdido o seu Jay ZX. Parece que o seu pai estava certo quando falou para você deixá-lo casa. Parece também que você está muito triste com isso.</em></p>
<p><em>Normalmente, a gente pediria para você comprar um boneco novo. Meus chefes disseram que eu não poderia mandar um de graça para você. Mas eu liguei para o Sensei Wu (outro personagem da coleção) para ver se ele poderia ajudar.</em></p>
<p><em></em><em>Luka, eu contei ao Sensei Wu que a perda do brinquedo foi totalmente acidental e que você nunca deixaria isso acontecer de novo. Ele me mandou te dizer o seguinte: “Seu pai parece ser um homem sábio. Você deve proteger os Ninjago como os dragões protegem as Armas de Spinjitzu.” O sensei Wu também disse que não teria problema se eu te mandasse um novo boneco junto com mais alguns presentes. Ele sabe que qualquer um que economiza todo o dinheiro de Natal para comprar o kit Ultrasonic Raider deve ser um grande fã dos Ninjago.</em></p>
<p><em> </em><em>Então, eu espero que você aproveite o seu novo Jay ZX e todas as suas armas. Você vai ser a única criança a ter um brinquedo desse tipo. Estou mandando junto um vilão para ele ter com quem lutar!</em></p>
<p><em>Lembre-se sempre das palavras do Sensei Wu e proteja os Ninjago como os dragões protegem as Armas de Spinjitzu. E, é claro, sempre escute o que o seu pai diz.</em></p>
<p><em>Você vai receber um envelope com os brinquedos nas próximas duas semanas. Por favor, cuide bem deles, Luka. Lembre-se de que você prometeu sempre deixá-los em casa.</em></p>
<p><em> </em><em>Boas construções!</em></p>
<p><em> </em><em>Atenciosamente,</em></p>
<p><em> </em><em>Richard</em></p>
<p><em></em><em>Atendimento ao Consumidor da LEGO     </em></p>
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		<title>Quatro dicas do fundador da Wizard para aumentar a sua presença online</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2013 18:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlia Pitthan</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Franquias]]></category>
		<category><![CDATA[marketing na internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O curitibano Carlos Martins é conhecido no mundo do empreendedorismo pela sua trajetória com a rede de escolas de idiomas Wizard. O negócio começou em 1987, com aulas de inglês ministradas na sala de sua casa, em Campinas, e hoje é uma rede com mais de 1,3 mil unidades espalhadas pelo mundo. Além disso, Martins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/CarlosWizard47.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6842" title="CarlosWizard47" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/CarlosWizard47.jpg" alt="" width="450" height="592" /></a></p>
<p>O curitibano Carlos Martins é conhecido no mundo do empreendedorismo pela sua trajetória com a rede de escolas de idiomas <strong><a href="http://wizard.com.br/">Wizard</a></strong>. O negócio começou em 1987, com aulas de inglês ministradas na sala de sua casa, em Campinas, e hoje é uma rede com mais de 1,3 mil unidades espalhadas pelo mundo. Além disso, Martins transformou seu negócio em uma holding com dez marcas na área de educação, o <a href="http://www.mh1.com.br/" target="_blank"><strong>Grupo Multi</strong></a>, que reúne as <strong>franquias</strong> de redes como Yágizi e Skill.</p>
<p>Além do sucesso no mundo das franquias, Martins se prepara para ampliar a sua presença online. Ele acaba de lançar o blog <a href="http://www.carloswmartins.com/" target="_blank">www.carloswmartins.com</a>, em que promete fazer atualizações diárias com temas ligados a empreendedorismo e educação. Autor de dois livros motivacionais, ele também vai  dar dicas para quem quer alcançar o sucesso profissional e financeiro.<br />
<span id="more-6841"></span>Martins se considera uma pessoa 100% conectada e diz que gosta de acompanhar os canais online pessoalmente – além do blog, ele tem contas no Facebook, Twitter, YouTube e LinkedIn.“Isso é bastante facilitado graças à tecnologia. Leio e respondo e-mails a qualquer hora pelo smartphone ou tablet”, afirma. Apesar das viagens constantes – ele já visitou 41 países -, o empreendedor afirma que não consegue ir dormir sem antes esvaziar a caixa de e-mails.</p>
<p>Veja abaixo as dicas de Martins para o empreendedor que quer ampliar a sua presença online:</p>
<p>1)  O mundo virtual, por meio das <strong>redes sociais</strong> e dos blogs, tornou-se um importante canal de comunicação, formando uma rede de relacionamento direto entre a empresa e seus consumidores, o escritor e o leitor. Ficar de fora delas é deixar de lado opiniões importantes, do mundo inteiro, que podem colaborar para o crescimento de uma empresa, de um produto ou de um conceito que se propõe a construir.</p>
<p>2) Um detalhe importante é planejar a produção de conteúdo que explore ao máximo cada ferramenta das redes sociais, como textos, fotos, vídeos, notas e aplicativos para que o perfil não se torne monótono e irrelevante.</p>
<p>3) Sempre responda ao seu leitor e aceite as críticas, afinal, a partir do momento em que você está exposto ao mundo virtual, você precisa estar pronto emocionalmente para receber elogios e críticas também.</p>
<p>4)  Use  a ferramenta de maneira estratégica e faça um trabalho para integrá-la a todos os outros canais. Por exemplo: divulgar o blog no Facebook, no Twitter e em outros blogs. A tendência mundial aponta para a comunicação no meio digital, quem estiver fora deste cenário estará perdendo um oportunidade valiosa de contato com seu público-alvo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como trabalhar a distância – em outros países</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/cultura-empreendedora/como-trabalhar-a-distancia-em-outros-paises/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 21:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Maria Martins Fontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho a distância]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho em casa]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de passar seis meses trabalhando em casa, a consultora Amanda DiSilvestro, especializada em SEO (Search Engine Optimization), desistiu da ideia do home office. Não, ela não voltou a dividir a bancada com colegas no escritório da empresa. Na verdade, decidiu trabalhar em outros ambientes. A americana embarcou em uma van adaptada para acampamento e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_trabalhoadistancia_cortada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6836" title="Shutterstock" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_trabalhoadistancia_cortada.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a>Depois de passar seis meses trabalhando em casa, a consultora Amanda DiSilvestro, especializada em SEO (Search Engine Optimization), desistiu da ideia do <strong>home office</strong>.</p>
<p>Não, ela não voltou a dividir a bancada com colegas no escritório da empresa. Na verdade, decidiu trabalhar em outros ambientes. A americana embarcou em uma van adaptada para acampamento e partiu para uma <strong>viagem</strong> de quatro meses por seis países, sem deixar suas tarefas profissionais de lado. “Viajar me ajudou a realmente amar meu trabalho e a me aperfeiçoar muito mais do que seria possível se eu ficasse o dia todo em um escritório”, diz Amanda.</p>
<p>Ela defende que é possível conciliar trabalho com turismo – e compartilha algumas de suas reflexões em um artigo publicado no site<a title="Get Busy Media" href="http://www.getbusymedia.com" target="_blank"> Get Busy Media</a>.<br />
<span id="more-6833"></span></p>
<p><strong>Sinta-se em casa</strong><br />
Não dá para priorizar a experiência de viagem. Quem vai trabalhar em outra cidade não pode pensar como turista, e sim agir como se morasse lá. Assim, os passeios turísticos devem ser programados para os finais de semana, como uma atividade de lazer.</p>
<p><strong>Olhe o relógio</strong><br />
Em alguns países, a diferença de fuso horário em relação aos clientes faz com que o dia de trabalho seja estendido. Para não trabalhar demais – nem deixar de cumprir prazos –, organize sua jornada de acordo com o relógio dos clientes, e não o seu.</p>
<p><strong>Explore seus limites</strong><br />
“Somos mais independentes do que pensamos”, afirma Amanda. “Ficar preso em um escritório não nos dá liberdade para explorar nossos limites.” Para ela, é importante se manter motivado para cumprir novos desafios – como escrever um artigo em uma hora.</p>
<p><strong>Mude o cenário</strong><br />
Quem trabalha em casa pode se cansar do cenário. Mas, se você estiver viajando, pode simplesmente ir para outro canto. “Quando o lugar é animador e estimula a mente, as pessoas têm vontade de trabalhar todo dia”, afirma. “Nunca achei que isso fosse possível, até viajar.”</p>
<p><strong>Nada de distração</strong><br />
O dia de quem trabalha em casa é recheado de distrações – como as crianças chegando da escola, telefone tocando com demandas pessoais ou problemas com eletrodomésticos. Mas, durante uma viagem, a distração é o trabalho. “Descobri que eu conseguia focar mais nas tarefas”, diz Amanda.</p>
<p><strong>Inspire-se com os outros</strong><br />
A consultora conta que não fazia ideia do tamanho da inspiração que nasce da experiência de conversar com pessoas de diferentes culturas. “Mesmo para quem escreve sobre negócios e SEO, como eu, é fácil descobrir novos temas aproveitando o conhecimento de outro povo”, afirma.</p>
<p><strong>Não é para todo mundo</strong><br />
Viajar não é uma solução acessível – ou adequada – para todo mundo. Quem gosta de trabalhar em casa para ficar mais pertos dos filhos certamente não achará a experiência atraente. “Não é fácil deixar família, casa e amigos para trás, mas é uma boa oportunidade para ter mais satisfação com sua carreira.”</p>
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		<title>Três regras de ouro dos designers de sucesso</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/tres-regras-de-ouro-dos-designers-de-sucesso/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2013 17:16:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Farias Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente muitas empresas conseguem sucesso com o design criativo e único que utilizam na sua marca e criação de produtos. Ficar de olho, portanto, nesse processo é algo muito importante, até mesmo para perceber quando está na hora de se reinventar. Junto com seu sócio Tony Fadell, o americano Matt Rogers refez o design do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/shutterstock_80271508.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6829" title="shutterstock_80271508" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/shutterstock_80271508.jpg" alt="" width="450" height="294" /></a></p>
<p>Atualmente muitas empresas conseguem sucesso com o <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML13182-17149,00-DESIGN.html" target="_blank">design</a> criativo e único que utilizam na sua marca e criação de produtos. Ficar de olho, portanto, nesse processo é algo muito importante, até mesmo para perceber quando está na hora de se reinventar.</p>
<p>Junto com seu sócio Tony Fadell, o americano Matt Rogers refez o design do antigo termostato para algo mais moderno e prático, dando origem ao Nest Thermostat, que, além disso, “aprende” a preferências do usuário em termos de temperatura.</p>
<p>Rogers conversou com o site da revista Inc. e listou três regras douradas para alcançar um design sempre inovador:</p>
<p><strong>1. Não tenha medo de substituir você mesmo</strong><br />
Muitas empresas trabalham com o objetivo de estar sempre à frente de seus competidores. E isso inclui sua própria empresa, significando que você deve estar disposto a substituir seu próprio produto – ou negócio – para se manter no topo do mercado. “Nós estamos constantemente nos perguntando: como podemos fazer mais, se mais espertos e mais inovadores do que nós mesmos?”, diz Rogers.</p>
<p><strong>2. Seja o seu pior crítico</strong><br />
Segundo Rogers, você não precisa depender dos seus consumidores para saber o que pode melhorar nos seus produtos. Seu trabalho é sempre antecipar qualquer possível falha em eliminá-la nas próximas versões do produto. Ele afirma que se preocupar está no DNA dele e há pouco espaço para empresas com apenas uma criação de sucesso. “Você continua se movimentando, e não apenas descansa nos louros do seu sucesso”, diz.</p>
<p><strong>3. Marketing de qualidade é tudo</strong><br />
A qualidade do design do produto deve refletir também na forma como você conta a história dele, como você faz o seu marketing e branding. Sendo assim, a inovação também deve estar na embalagem, no site, na publicidade etc. E, para Rogers, um produto com um design realmente inovador se vende sozinho, sem precisar de muito esforço. Vale lembrar que Rogers já foi designer da Apple, então ele deve entender disso.</p>
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		<title>5 hábitos para extrair mais das mídias sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 18:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karin Salomão</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[clientes]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Comece 2013 com alguns novos comportamentos para aumentar sua influência nas mídias sociais e melhorar o relacionamento com seguidores e clientes. Tornar-se influente nas mídias sociais pode ser uma forma interessante de atrair a atenção de potenciais clientes, principalmente para uma empresa nova. Aumentar a repercussão de sua companhia online é um bom plano para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/shutterstock_119250424.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6821" title="Mídias sociais" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/shutterstock_119250424.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a>Comece 2013 com alguns novos comportamentos para aumentar sua influência nas mídias sociais e melhorar o relacionamento com seguidores e clientes.</p>
<p>Tornar-se influente nas mídias sociais pode ser uma forma interessante de atrair a atenção de potenciais clientes, principalmente para uma empresa nova. Aumentar a repercussão de sua companhia online é um bom plano para 2013. Mas, com tantos perfis e tantas mídias sociais, essa nem sempre é uma tarefa simples. Em sua coluna na revista Inc., John Brandon lista cinco dicas para a visibilidade da sua marca crescer neste ano.<br />
<span id="more-6818"></span></p>
<p><strong>1. Procure as pessoas influentes</strong><br />
O seu alvo devem ser as pessoas mais influentes nas mídias sociais. Identificar 100 pessoas influentes é exponencialmente mais efetivo do que conseguir 5 mil followers menos influentes. Por quê? Quando um perfil influente republica os seus posts ou comenta em algum link, sua mensagem pode atingir centenas de milhares de usuários de Twitter ou Facebook em um instante. Mas ter 5.000 seguidores (ou até 50 mil!) que não estão realmente interessados no que você tem a dizer é o fim. Se você criar um aplicativo para celular, tente conseguir a atenção de perfis que cubram essa área. Se você faz consultorias, tente ver se algum especialista da área segue os seus tuítes.</p>
<p><strong>2. Saiba quem são seus seguidores</strong><br />
Um hábito que Brandon desenvolveu foi o de sempre procurar mais detalhes sobre novos seguidores ou sobre aqueles que republicam seus tuítes. Mídias sociais devem ser, acima de tudo, sociais. Isso pode ajudar em diversas maneiras. Segundo ele, nosso cérebro correlaciona melhor informações a pistas visuais. Se você souber que João da Silva mora em São Paulo e gosta de Coca-Cola, você irá montar uma imagem e conexão mental.</p>
<p>Ao se comunicar com esse seguidor, usar esses interesses pode ser uma forma de desenvolver uma conexão maior com o usuário. Uma ferramenta interessante para conhecer a pessoa por trás do perfil é <a href="http://rapportive.com/">Rapportive</a>.</p>
<p><strong>3. Sempre responda</strong><br />
Brandon conta que costumava evitar esse passo. Mas, na realidade, criar um diálogo ajuda a prolongar a conexão nas mídias sociais, ainda que pareça um tópico negativo. Por exemplo: se alguém postar uma crítica sobre um dos artigos ou produtos da empresa. Ao invés de ignorar, a sugestão é interagir com a pessoa e discutir sobre o que não a agradou. Talvez isso ajude a melhorar a qualidade do produto. Mais importante que isso, significa que todo mundo vê que a companhia se preocupa o suficiente para responder.</p>
<p><strong>4. Agende-se</strong><br />
Quanto mais ativa uma empresa nas mídias sociais, melhor. Agendar posts com uma ferramenta como HootSuite, na qual você pode programar uma postagem para ser publicada mais tarde, significa assegurar que você tem uma presença ativa.</p>
<p><strong>5. Aventure-se para além do Twitter e Facebook</strong><br />
As duas maiores mídias sociais recebem toda a atenção. Mas usuários que usam essas mídias há algum tempo tendem a ignorar as empresas. Sites mais novos, como o Pinterest, podem ser um lugar melhor para desenvolver seguidores, dependendo do assunto, porque há uma grande massa de usuários simplesmente clicando em tudo e conferindo todas as novidades. Tenha sempre um olho para novas mídias em ascensão.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como desenvolver jovens líderes</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/como-desenvolver-jovens-lideres/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 16:53:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Grazini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[Janeiro não significa só a volta ao trabalho, mas também o começo dele, principalmente para jovens empregados e estagiários. Muitos deles chegam com ideias frescas e um verdadeiro talento para crescer na empresa, mas, ainda assim, precisam ser orientados no local de trabalho. Como diz Brent Gleeson em um texto para a Inc., “os jovens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_jovens.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6813" title="Shutterstock" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_jovens.jpg" alt="" width="450" height="600" /></a>Janeiro não significa só a volta ao trabalho, mas também o começo dele, principalmente para jovens empregados e estagiários. Muitos deles chegam com ideias frescas e um verdadeiro talento para crescer na empresa, mas, ainda assim, precisam ser orientados no local de trabalho. Como diz Brent Gleeson em um texto para a Inc., “os jovens da sua empresa estão prontos para liderar”. Ele dá algumas dicas para prepará-los para as novas responsabilidades. Afinal, no futuro, essas pessoas poderão estar à frente do negócio.<br />
<span id="more-6812"></span></p>
<p><strong>Divulgue seus talentos.</strong> Não esconda seu jovem líder, mostre-o para o mundo. Permita que eles sejam a cara da sua empresa. Incentive-os a contribuir com o blog da empresa ou com publicações institucionais, fazer cursos e treinamentos, realizar apresentações em feiras e congressos e colaborar para melhorar o que sua empresa tem a oferecer.</p>
<p><strong>Gerencie-os, mas não seus trabalhos.</strong> Se você possui a pessoa certa para o trabalho certo, não há a necessidade de vigiar todos os esforços realizados. Defina limites, mas saiba também dar espaço. Permita ao jovem ser inovador e desenvolver seus próprios processos e metodologias, que os ajudarão em seu trabalho. Ao fazer isso, o resultado não será apenas uma equipe mais eficiente, mas cada membro dela se sentirá autônomo o suficiente para tomar iniciativas e não somente seguir ordens.</p>
<p><strong>Permita o erro.</strong> Ao mesmo tempo em que é necessário proporcionar liderança e orientação, também é preciso permitir errar. Encoraje os jovens líderes a assumir riscos calculados, quando for o caso. Se algo fugir daquilo que tinha sido planejado, aproveite a oportunidade para ajudá-los a compreender de que forma eles serão bem-sucedidos no futuro. Todo empresário de sucesso sabe que muito de sua sabedoria foi obtida a partir de seus erros.</p>
<p><strong>Atrele seus esforços a resultados tangíveis.</strong> Verdadeiros líderes querem saber o quanto são capazes de influenciar no crescimento de uma empresa. Ao desenvolver líderes, trace objetivos e marcos a serem atingidos para que os jovens aprendam o caminho para o sucesso. Mostre a eles como seus esforços e resultados ajudam a empresa. Ao alcançarem posições de liderança, esses jovens saberão como chegaram lá e para onde precisam ir depois.</p>
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		<title>Você é otimista? Treine-se para isso</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 20:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[otimismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento positivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo começo de ano é comum ouvir (e ler) notícias que dizem que comerciantes estão otimistas em relação ao futuro, que determinado setor está mais confiante etc. Ver as situações por um lado positivo realmente pode ser melhor para sua vida pessoal – e também para os negócios, por que não? Uma pesquisa recente realizada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/otimista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6802" title="otimista" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/otimista.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p>Todo começo de ano é comum ouvir (e ler) notícias que dizem que comerciantes estão otimistas em relação ao futuro, que determinado setor está mais confiante etc. Ver as situações por um lado positivo realmente pode ser melhor para sua vida pessoal – e também para os negócios, por que não?</p>
<p>Uma pesquisa recente realizada por cientistas do Instituto U.S. Army de Pesquisa de Comportamento e Ciências Sociais, em Arlington, nos Estados Unidos, relacionou 14 traços de personalidade de um grupo de 147 empreendedores de pequenos negócios e o sucesso que eles alcançaram com suas empresas. Os quatro traços essenciais foram: foco no objetivo, relacionamento social (o famoso networking), resiliência emocional e ritmo de trabalho. Além disso, o estudo apontou que três características são fundamentais para a satisfação pessoal com o negócio. Qual é a primeira delas? O otimismo, que foi seguido pelo controle do negócio e pelo ritmo de trabalho. Juntos, esses três pontos representaram 29% do grau de satisfação.</p>
<p><span id="more-6801"></span></p>
<p>Se você não é otimista por natureza, prestar atenção a alguns pontos essenciais pode ajudar a ver a vida de outra forma – e até ter mais sucesso em seus negócios. As duas dicas abaixo foram dadas por Jason Selk, autor do best-seller Executive Thoughness – The Mental-Training Program to Increase Your Leadership Performance (Perseverança executiva – O programa de treinamento mental para aumentar sua performance de liderança, em tradução livre), para a revista Inc:</p>
<p><strong>1. Pense menos nos problemas e mais nas soluções</strong></p>
<p><strong></strong>A natureza humana é dar mais atenção ao que pode ser perigoso e representar um problema. Provavelmente, segundo Selk, isso vem de nosso mecanismo de defesa, aguçado desde os tempos mais remotos. Por isso é importante fazer uma escolha consciente de mudança. A dica de Selk é perguntar a si mesmo sempre que houver um problema: o que posso fazer de forma diferente para melhorar esta situação? Isso vai fazer com que sua mente se foque em resolver o problema em vez de se preocupar com eles. Tente fazer isso rapidamente quando o problema surgir.</p>
<p><strong>2. Treine sua mente</strong></p>
<p>Muita gente se sente mais confiante quando recebe o estímulo de outras pessoas. Uma opção pode ser imaginar alguém em que você confia muito ou em quem se inspira e tentar se colocar no lugar dela. O que fulano faria nessa situação? Como ele pensaria? De que forma agiria? Isso tende a deixá-lo mais otimista.</p>
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		<title>Três dicas para contratar melhor</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jan 2013 19:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomaz Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[seleção]]></category>

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		<description><![CDATA[Processos seletivos costumam ser bastante complicados. Por mais rigorosos que sejam os critérios de avaliação de uma empresa, nada garante a contratação perfeita. Mas, se não existe fórmula mágica para escolher o candidato ideal, alguns indicadores podem ajudar a peneirar talentos em uma caixa de entrada lotada de currículos. Em um artigo publicado no site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_contratacao_cortada.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6797" title="Shutterstock" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_contratacao_cortada.jpg" alt="" width="450" height="319" /></a><br />
Processos seletivos costumam ser bastante complicados. Por mais rigorosos que sejam os critérios de avaliação de uma empresa, nada garante a contratação perfeita. Mas, se não existe fórmula mágica para escolher o candidato ideal, alguns indicadores podem ajudar a peneirar talentos em uma caixa de entrada lotada de currículos. Em um artigo <a href="http://www.fastcompany.com/3004617/3-rules-hiring-right-person-every-time" target="_blank">publicado no site da Fast Company</a>, a consultora americana Roberta Matuson aponta os mais importantes.<span id="more-6793"></span></p>
<p><strong>Paixão   </strong></p>
<p>Priorize candidatos que demonstrem um envolvimento intenso com suas profissões. Preste atenção  em como ele se comporta e avalie suas posições em relação ao futuro da empresa. Se você se flagrar instintivamente empolgado com suas visões para o negócio, provavelmente a pessoa certa para o trabalho está sentada à sua frente.</p>
<p><strong>Alinhamento</strong></p>
<p>Um campeão de vôlei dificilmente terá o mesmo desempenho das quadras nos campos de futebol. O mesmo tipo de comparação vale para o mundo dos negócios. Um profissional acostumado a liderar em modelos altamente hierarquizados dificilmente se adaptará a uma cultura de startup, onde todos os membros da equipe precisam desempenhar tarefas diversas e simultâneas.</p>
<p><strong>Diversidade</strong></p>
<p>Grandes talentos podem vir de áreas inesperadas. Desse modo, não exclua candidatos apenas por que eles não possuem experiência em um setor de específico. O foco da contratação deve estar no talento e na habilidade para exercer a função. Levar em conta apenas os anos de atuação em um mercado é uma visão limitada de seleção.</p>
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		<title>Você já ouviu falar de marketing de atribuição?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 14:57:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlia Pitthan</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[marketing na internet]]></category>

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		<description><![CDATA[As possibilidades de comunicação nos canais digitais – redes sociais, sites, e-mail – são múltiplas. Essa diversidade é uma oportunidade para as marcas que querem conversar com os seus públicos, mas também gera um problema: como fazer um plano integrado se as informações estão dispersas em diferentes canais? Essa é a questão que o chamado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/alvo2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6780" title="alvo" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/alvo2.jpg" alt="" width="450" height="451" /></a></p>
<p>As possibilidades de <strong>comunicação</strong> nos canais digitais – redes sociais, sites, e-mail – são múltiplas. Essa diversidade é uma oportunidade para as marcas que querem conversar com os seus públicos, mas também gera um problema: como fazer um plano integrado se as informações estão dispersas em diferentes canais? Essa é a questão que o chamado <strong>Marketing de Atribuição</strong> quer ajudar a responder.</p>
<p><span id="more-6779"></span></p>
<p>Segundo Edmardo Galli, country manager da <a href="http://www.ignitionone.com/">Ignition One</a> no Brasil, o grande problema no marketing digital é que há diferentes canais gerando informações que não se comunicam. Isso acarreta um grande trabalho operacional e, muitas vezes, análises equivocadas dos resultados. A grande questão por trás disso tudo é saber de maneira precisa como as ações em diferentes canais estão impactando os clientes e quais estão gerando mais conversões – e, portanto, devem receber um volume maior de recursos e investimento.</p>
<p>Para isso, as agências e empresas que atuam com marketing digital estão investindo para criar um digital marketing suite  (DMS), um método centralizado que possa medir de que forma cada usuário foi impactado e quanto cada canal contribuiu para a <strong>conversão</strong> do cliente. Sobre essa questão, um adendo: a empresa precisa ter de forma clara o que entende como conversão. Pode ser a venda de um produto, quando se trata de um canal de e-commerce, a geração de um seed (um cliente que pede o teste de um produto ou uma visita de um vendedor) ou mesmo a formação de uma comunidade engajada na sua marca.</p>
<p><strong>&#8220;A atribuição é a prática de alocar valores para cada canal (jogadores) na jornada do cliente até a conversão ou venda (o gol)&#8221;, diz Galli.</strong> A ideia é poder fazer o tracking da jornada de cada usuário. Um exemplo? Uma jovem inglesa procura um carro popular. Ela faz uma busca no Google com a expressão &#8220;carro popular barato&#8221; e é impactada por um link patrocinado de uma montadora. Ela acessa o site, vê algumas informações, mas é apenas isso. Dias depois, ela é impactada por um post sobre o mesmo veículo no Facebook. Volta ao site, agora com uma possibilidade maior de conversão, na visão do algoritmo que calcula a temperatura do usuário. Ainda assim, não faz o pedido de teste do automóvel. Como o sistema já sabe que essa jovem está interessada em um carro, é capaz de gerar um banner a partir das informações emitidas por ela com uma promoção desse mesmo modelo de veículo em um site qualquer que ela acesse. Mais uma vez ela é impactada. Algumas semanas mais tarde, ela finalmente faz uma busca diretamente pelo nome do veículo, entra no site, e realiza o pedido do test drive. Como saber qual foi o momento de exposição que teve o peso mais importante nesse processo? O primeiro clique, no link patrocinado, ou o último? &#8220;Historicamente, a atribuição não considera a experiência do usuário (engajamento) considerando apenas a conversão final e dando grande peso ao último clique&#8221;, diz Galli.</p>
<p>Com o sistema integrado, é possível fazer uma atribuição dinâmica, baseada na experiência de cada usuário, o que pode ser chamado também de <strong>atribuição de comportamento</strong>. &#8220;A internet sempre foi uma comunicação para todo o mundo. A ideia, a partir de agora, é que o usuário seja impactado por coisas que ele realmente goste, realmente tenha interesse&#8221;, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como planejar um fim de semana realmente revigorante</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/cultura-empreendedora/como-planejar-um-fim-de-semana-realmente-revigorante/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 16:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Maria Martins Fontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[descanso]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de uma semana inteira de trabalho intenso, o que você faz na sexta-feira? Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o fim de semana também conta como dia útil, e não como descanso. O problema dessa rotina é acordar um tanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_fimdesemana_cortada.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6785" title="Shutterstock" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_fimdesemana_cortada.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a>Depois de uma semana inteira de <strong>trabalho</strong> intenso, o que você faz na sexta-feira?</p>
<p>Quem respondeu que se joga no sofá e contempla uma longa lista de tarefas não está sozinho: para muitos empreendedores, o <strong>fim de semana</strong> também conta como dia útil, e não como <strong>descanso</strong>.</p>
<p>O problema dessa rotina é acordar um tanto exausto na segunda-feira, afirma a escritora Laura Vanderkam. Ela acaba de publicar o e-book “What the Most Sucessful People Do on the Weekend” (o que as pessoas mais bem-sucedidas fazem no final de semana), para o qual conversou com empresários de sucesso sobre sua programação de fim de semana.<br />
<span id="more-6775"></span></p>
<p>Em um artigo publicado no site da revista <a title="Inc" href="http://www.inc.com" target="_blank">Inc</a>, ela resume o que ouviu desses empreendedores e dá três dicas para usar melhor o sábado e o domingo para combater os efeitos do excesso de trabalho – e voltar novo em folha para o escritório.</p>
<p><strong>1 – Conte as horas vagas – e aproveite-as</strong></p>
<p>Você já contou quanto tempo livre tem entre abrir uma cerveja na sexta às seis da tarde e desligar o despertador às seis da manhã de segunda? São 60 horas no total, ou 36 horas úteis, descontando-se as 24 de sono – quase a mesma carga horária de uma semana de trabalho.</p>
<p>“Tanto tempo não pode ser desperdiçado”, diz Vanderkam. Por isso, ela recomenda dedicação máxima ao planejamento antecipado dos dias de folga e diz que é preciso traçar estratégias com o mesmo apuro e seriedade de compromissos profissionais.</p>
<p><strong>2 – Planeje eventos-âncora</strong></p>
<p>A intensa semana de trabalho geralmente deixa o empreendedor esgotado na sexta-feira. Mas Vanderkam argumenta que sentar inertemente na frente da TV ou surfar aleatoriamente na internet não são as melhores maneiras de se preparar para uma nova jornada.</p>
<p>Parece um paradoxo, mas para renovar as energias é preciso se mexer. “Outros tipos de trabalho, como exercícios físicos, um hobby, tomar conta dos filhos ou ser voluntário, ajudam mais a preservar o ânimo para os desafios da semana do que vegetar completamente”, afirma a escritora.</p>
<p>O segredo para ter um fim de semana ativo é planejar alguns eventos-âncora, afirmam os entrevistados por Vanderkam para o livro. Não é preciso encher todas as horas vagas, apenas ter em mente que haverá um horário reservado para ver atividades e apresentações dos filhos, jogar futebol ou cozinhar para os amigos.</p>
<p>“De início, isso pode parecer pouco divertido e muito trabalhoso, mas, de acordo com os entrevistados, gastar energia dá mais ânimo para retomar o trabalho”, afirma Vanderkam.</p>
<p><strong>3 – Desfrute por antecipação</strong></p>
<p>Planejar com minúcia até mesmo o fim de semana parece coisa de gente bitolada, mas Vanderkam defende que essa tarefa também pode ser muito prazerosa. “Projetar o futuro e antecipar o programa representa uma boa parte da felicidade gerada por qualquer evento”, afirma.</p>
<p>A tática de marcar as atividades com antecedência também economiza momentos preciosos do fim de semana que em geral são gastos negociando um plano com seu cônjuge ou correndo atrás de algum restaurante que ainda tenha lugares vagos – ou de alguém para tomar conta das crianças.</p>
<p>Além disso, marcar um compromisso desestimula a clássica desistência de fazer algo no final de semana por estar muito cansado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Que negócio eu devo começar?</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/que-negocio-eu-devo-comecar/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jan 2013 14:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Iwakura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[abertura da empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Franquias]]></category>
		<category><![CDATA[modelos de negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pensa em abrir uma empresa, mas não tem aquela ideia matadora nem sabe que modelo de negócio é melhor. Por onde começar? Para Marty Zwilling, mentor de startups e colunista do Huffington Post, o primeiro passo é se perguntar por que você quer ser um empreendedor, e não um empregado. Há várias respostas, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_opcoes_cortado.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6769" title="Shutterstock" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/papo_opcoes_cortado.jpg" alt="" width="450" height="348" /></a><br />
Você pensa em abrir uma empresa, mas não tem aquela ideia matadora nem sabe que modelo de negócio é melhor. Por onde começar? Para Marty Zwilling, mentor de startups e colunista do Huffington Post, o primeiro passo é se perguntar por que você quer ser um empreendedor, e não um empregado. Há várias respostas, e o especialista analisa algumas:</p>
<p><strong>1. Você detém a tecnologia que vai mudar o mundo.</strong> Se você quer desenvolver um projeto, uma startup tradicional é a melhor aposta. Existe o desafio de conseguir patentes, criar o produto em si e definir de onde virá a receita.<br />
<span id="more-6768"></span></p>
<p><strong>2. Você quer ser chefe.</strong> Se você quer ter um negócio pela liberdade que você terá na gestão da empresa, pense em adquirir uma franquia. A organização-base vai definir o que, quando e como fazer, mas o sucesso todo depende da sua execução.</p>
<p><strong>3. Você quer ganhar muito dinheiro.</strong> Startups não ganham nada no começo. Algumas não ganham nem no final, mas umas poucas realmente conseguem faturar bastante. As franquias, na média, rendem menos do que outros tipos de negócio, mas têm taxas de sucesso mais altas. Consultorias raramente ganham escala, então você pode ficar bem de vida, mas provavelmente não vai ganhar muito dinheiro.</p>
<p><strong>4. Você quer empreender para satisfazer outra pessoa.</strong> Existem muitos empresários que estão tocando um negócio porque seus pais sempre esperaram que eles assumissem a empresa da família ou porque o cônjuge está insistindo nisso ou para provar algo para um irmão ou um colega. Se você tem a possibilidade de escolher, pelo menos selecione uma franquia com risco menor.</p>
<p><strong>5. Você quer algo para se ocupar.</strong> Se você tem recursos para abrir uma empresa, é um dos poucos sortudos que pode começar ou comprar o negócio que quiser. Se lhe falta experiência, uma franquia pode ser ideal, porque você terá ajuda para estruturar a operação. Por outro lado, se você tem muita experiência, por que não a compartilhar por meio de uma consultoria?</p>
<p>De acordo com Zwilling, se você ainda não tem certeza de qual é o melhor negócio, vale trabalhar como empregado por mais um tempo, ganhar experiência e autoconhecimento e juntar capital para a empreitada. Só depois dê o salto em um dos modelos citados acima. Você logo vai saber se está se divertindo – e esse é o melhor critério de todos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quais serão os filmes mais lucrativos de 2013?</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/quais-serao-os-filmes-mais-lucrativos-de-2013/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 18:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Farias Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[A atenção dos estúdios e produtores pode estar toda voltada para o Oscar, que revelará os indicados deste ano nesta quinta-feira (10/1), mas, ainda assim, todos começam a prever o faturamento dos seus principais lançamentos de 2013. Richard Greenfield, analista influente de Wall Street e da empresa de pesquisa BTIG, produziu um relatório sobre quais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/Jogos-Vorazes1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6766" title="Jogos Vorazes1" src="http://edgblogs.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/Jogos-Vorazes1.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p>A atenção dos estúdios e produtores pode estar toda voltada para o Oscar, que revelará os indicados deste ano nesta quinta-feira (10/1), mas, ainda assim, todos começam a prever o faturamento dos seus principais lançamentos de 2013.</p>
<p>Richard Greenfield, analista influente de Wall Street e da empresa de pesquisa BTIG, produziu um relatório sobre quais serão os grandes sucessos dos cinemas e as maiores bombas. Na dianteira, Jogos Vorazes: Em Chamas, do estúdio Lionsgate, será o grande blockbuster de 2013. Já o maior fracasso ficará com O Cavaleiro Solitário, da Disney.</p>
<p><span id="more-6765"></span></p>
<p>O estúdio do Mickey Mouse já sofreu um grande prejuízo em 2012 com o longa John Carter – Entre Dois Mundos, mas deverá alcançar sucesso com a animação Universidade Monstros, pela Pixar.</p>
<p>Se, em 2012, Os Vingadores foram imbatíveis nas bilheterias de todo o mundo – seguidos de perto pelo Batman e o seu O Cavaleiro das Trevas Ressurge -, 2013 pode se tornar o ano da volta triunfante do Superman. Para Greenberg, o longa O Homem de Aço será uma das grandes apostas a faturar muito bem, afastando a lembrança do seu antecessor, Superman – O Retorno, que custou R$ 270 milhões e faturou cerca de US$ 391 milhões.</p>
<p><strong>Outras previsões</strong><br />
Greenberg não parou apenas nas previsões cinematográficas. Ele ainda afirmou que acredita que 2013 será o ano que a Apple irá anunciar o seu iRadio; o Instagram começará a exibir anúncios; o YouTube começará a cobrar pelas exibições de vídeos; e a Disney abrirá um parque de diversões inspirado na série Guerra nas Estrelas, agora que comprou a Lucas Films.</p>
<p>Para conhecer todas as previsões de Greenberg, <a href="http://www.btigresearch.com/2013/01/03/btigs-top-13-media-predictions-and-events-to-watch-for-in-2013/" target="_blank">clique aqui</a>. O texto é em inglês e você precisa se cadastrar no site da BTIG.</p>
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