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	<title>Papo de Empreendedor</title>
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	<link>http://www.papodeempreendedor.com.br</link>
	<description>Papo de Empreendedor</description>
	<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 19:18:20 +0000</pubDate>
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		<title>Empreendedorismo e liderança</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 19:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nádila Vanessa de Sousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[
É muito comum vermos profissionais qualificados, mas desmotivados pelo estilo de gestão dos líderes da empresa. Ter um corpo de gestores alinhado às boas práticas de recursos humanos pode trazer grandes benefícios ao ambiente de trabalho, como maior produtividade e menor absenteísmo.
Muitas vezes, as ações e as habilidades desenvolvidas pelos bons líderes não recebem o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5195" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_lideranca.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="317" /></p>
<p>É muito comum vermos profissionais qualificados, mas desmotivados pelo estilo de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7820-17149,00-GESTAO.html" target="_blank">gestão</a></strong> dos líderes da empresa. Ter um corpo de gestores alinhado às boas práticas de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8319-17149,00-RECURSOS+HUMANOS.html" target="_blank">recursos humanos</a></strong> pode trazer grandes benefícios ao ambiente de trabalho, como maior produtividade e menor absenteísmo.</p>
<p>Muitas vezes, as ações e as habilidades desenvolvidas pelos bons líderes não recebem o devido valor em um dia a dia veloz e competitivo. Mas o capital humano vem ganhando importância dentro das organizações, agregando saúde ao corpo da empresa.<br />
<span id="more-5194"></span></p>
<p>Um perfil de um bom líder empreendedor está muito mais voltado a conhecimentos comportamentais do que propriamente a regrinhas de habilidades técnicas de gestão.</p>
<p>Um bom poder de persuasão, a <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8473-17149,00-LIDERANCA.html" target="_blank">liderança</a></strong> pelo exemplo, a empatia, a capacidade de ouvir e de se dispor a ajudar e a sensibilidade emocional são ações mais envolventes e aceitas nas equipes do que somente usar uma mesma técnica formal para se dirigir a pessoas diferentes.</p>
<p>Estar atento às diferenças humanas, alinhá-las ao conhecimento profissional de cada um, se autoconhecer e ser um bom exemplo comportamental levará o líder ao objetivo da empresa com muito mais segurança e confiança.</p>
<p>Esse movimento fará com que os profissionais se sintam envolvidos, motivados e participativos, engajando esforços e confiança ao seu redor!</p>
<p><strong>O que você, empreendedor, faz para motivar a sua equipe a alcançar as metas da empresa?</strong></p>
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		<title>Contrate alguém de quem você não goste</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[contratação]]></category>

		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>

		<category><![CDATA[processos seletivos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Como você costuma conduzir os processos de seleção na sua empresa? Pede indicações de funcionários? Contrata amigos? Ex-alunos da mesma faculdade que cursou? Pensa em contratar pessoas com quem não tem afinidades?
Saiba que a consultora de RH Suzanne Lucas, colunista do portal All Bussiness, defende que você contrate alguém de quem você não goste. Acompanhe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5189" title="Escolha o candidato que tenha qualidades diferentes das suas" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/contratacao.jpg" alt="Escolha o candidato que tenha qualidades diferentes das suas" width="450" height="300" /></p>
<p>Como você costuma conduzir os <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI85502-17201,00-ORIENTACOES+PARA+CONTRATAR+GENTE+BOA+E+COMPETENTE.html" target="_blank">processos de seleção</a> </strong>na sua empresa? Pede indicações de funcionários? <a href="http://revistapegn.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1688233-2992,00.html" target="_blank"><strong>Contrata</strong></a> amigos? Ex-alunos da mesma faculdade que cursou? Pensa em contratar pessoas com quem não tem afinidades?</p>
<p>Saiba que a consultora de RH <a href="http://evilhrlady.org/" target="_blank"><strong>Suzanne Lucas</strong></a>, colunista do portal <a href="http://www.allbusiness.com/" target="_blank"><strong>All Bussiness</strong></a>, defende que você contrate alguém de quem você não goste. Acompanhe o raciocínio e veja o porquê.</p>
<p><span id="more-5188"></span>Muitas vezes, quando se procura um novo funcionário, o mais importante é o &#8220;ajuste&#8221;. Ou seja, você pode treinar quase qualquer pessoa que tenha um certo nível intelectual e alguma experiência básica no campo para fazer o trabalho, mas é absolutamente necessário escolher alguém que se encaixe na cultura da empresa.</p>
<p>Isso é extremamente importante - ter alguém que não se dá bem com o resto do grupo ou que não compartilha dos mesmos ideais pode causar caos e tensão e tornar a vida no trabalho desagradável.</p>
<p>Por causa desta ideia, os gestores frequentemente procuram em um empregado as mesmas qualidades que <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI161742-17201,00-O+QUE+PERGUNTAR+DURANTE+A+ENTREVISTA+PARA+CONTRATAR+UM+FUNCIONARIO.html" target="_blank"><strong>buscariam</strong></a> em um novo amigo. Mas amigos são diferentes de funcionários, e a distinção é fundamental para o seu negócio.</p>
<p>Para Suzanne, pode ser necessário ter no time alguém que não pense como você, não goste do que você gosta e não ria das suas piadas. Por quê? Porque, se você e sua equipe estão de acordo em tudo, vocês vão olhar para as coisas do mesmo ponto de vista. Assim, estarão mais propensos a perder alguma coisa - talvez algo importante para <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82779-17189,00-DICAS+PARA+VOCE+VENCER+O+MEDO+DE+MONTAR+UM+NEGOCIO+DE+SUCESSO.html" target="_blank"><strong>seu negócio</strong></a>.</p>
<p>Você precisa de alguém que tem algumas experiências diferentes das suas. Alguém que possa explicar que nem todos os clientes amam o que você ama. Que possa trazer qualidades e perspectivas que faltam na sua personalidade.</p>
<p>A <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI110665-17161,00-COMO+ENCONTRAR+UM+BOM+FUNCIONARIO+PARA+FAZER+PARTE+DA+EQUIPE.html" target="_blank">contratação</a> </strong>de alguém de quem você não goste, é claro, significa que você provavelmente não vai ser o melhor amigo dessa pessoa. Não vai querer passar fins de semana juntos ou convidar a família dele para uma festa.</p>
<p>Bom, a maioria dos funcionários não está procurando isso de qualquer maneira.</p>
<p>É importante lembrar que isso não significa que você deva contratar alguém só porque é diferente. Como qualquer outro candidato, é preciso que tenha qualidades, experiência e conhecimento para fazer o trabalho. E seu novo contratado precisa se dar bem com todos - diferente não significa desagradável.</p>
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		<title>Empreendedoras: é hora de pensar grande</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/cultura-empreendedora/empreendedoras-e-hora-de-pensar-grande/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 20:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Bourroul</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[ideia]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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No final de 2011, durante uma apresentação no TEDxWomen, a jornalista americana Gayle Lemmon mandou uma mensagem clara: as mulheres são grandes empreendedoras e querem ver seus negócios crescer. Mas, para isso, é preciso parar de pensar pequeno. Enquanto rodava pelo mundo e escrevia reportagens sobre empreendedoras desconhecidas, Gayle percebeu que elas não tinham o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span><img class="alignnone size-full wp-image-5180" title="mulher_papo" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/mulher_papo.jpg" alt="mulher_papo" width="450" height="493" /></span></p>
<p class="MsoNormal">No final de 2011, durante uma apresentação no <strong><a href=": http://www.ted.com/talks/gayle_tzemach_lemmon_women_entrepreneurs_example_not_exception.html" target="_blank">TEDxWomen</a></strong>, a jornalista americana Gayle Lemmon mandou uma mensagem clara: as mulheres são grandes empreendedoras e querem ver seus negócios crescer. Mas, para isso, é preciso parar de pensar pequeno. Enquanto rodava pelo mundo e escrevia reportagens sobre<strong><a href="http://colunas.revistapegn.globo.com/mulheresempreendedoras/" target="_blank"> empreendedoras</a></strong> desconhecidas, Gayle percebeu que elas não tinham o devido reconhecimento de suas comunidades. Em uma dessas viagens, ela chegou a ouvir de um funcionário do FMI que a única mulher de negócios que encontraria na Bósnia seria aquela que vendia queijos na beira da estrada - um dia depois, conheceu a dona de uma fábrica de costuras em Sarajevo que empregava outras 20 mulheres. <span id="more-5179"></span></p>
<p class="MsoNormal">Outro ponto de vista interessante sobre o assunto pode ser conferido em um <strong><a href="http://www.inc.com/vivek-wadhwa/face-of-success-silicon-valleys-woman-problem.html" target="_blank">artigo recente </a></strong>de Vivek Wadhwa, colunista da revista Inc., no qual ele relata as dificuldades de empreendedoras atuantes no Vale do Silício. Especialista no mercado de startups de tecnologia e inovação, ele conta que ao se encontrarem com investidores locais, as americanas continuam tendo que responder perguntas como: “Quando você pretende ter filhos?” ou “Por que<span><em> </em></span><em>ele</em><span> </span>não é o CEO?”.</p>
<p class="MsoNormal"><span>Ainda nos Estados Unidos, segundo um levantamento do Departamento de Comércio publicado em 2010, companhias geridas por pessoas do sexo feminino costumam começar com uma média de capital inicial 64% menor que as demais. Mas onde será que estão as origens de tanta disparidade? Sobre essa questão, Gayle tem uma teoria interessante: depois de tanto tempo sendo diminuídas, as mulheres passaram subestimar suas próprias capacidades. Desse modo, elas precisariam começar a mudar a maneira como se enxergam, para que os outros comecem a fazer o mesmo. Pensar grande. Talvez esse seja um bom começo para um cenário de negócios mais equilibrado.</span></p>
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		<title>O que faz de um viral um viral?</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/internet/o-que-faz-de-um-viral-um-viral/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[marketing viral]]></category>

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O que leva um internauta a compartilhar alguns conteúdos e não outros? Em outras palavras, o que faz de um viral um viral? Com o objetivo de ajudar profissionais de marketing a acertar o alvo, dois pesquisadores canadenses conduziram um estudo sobre as motivações dos compartilhamentos na internet, publicado no “Journal of Business Research”. Melanie [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5174" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_viral.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="226" /></p>
<p>O que leva um <strong>internauta</strong> a compartilhar alguns conteúdos e não outros? Em outras palavras, o que faz de um viral um viral? Com o objetivo de ajudar profissionais de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8298-17149,00-MARKETING.html" target="_blank">marketing</a></strong> a acertar o alvo, dois pesquisadores canadenses conduziram um estudo sobre as motivações dos compartilhamentos na <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7988-17149,00-INTERNET.html" target="_blank">internet</a></strong>, publicado no “Journal of Business Research”. Melanie Dempsey, da Ted Rogers School of Business Management da Ryerson University (Toronto), e Jason Ho, da Universidade Simon Fraser (Columbia Britânica), enviaram questionários on-line para 582 universitários considerados “e-mavens”, especialistas em internet que passam grandes períodos navegando e costumam compartilhar mais conteúdos do que a média dos usuários.<br />
<span id="more-5172"></span></p>
<p>Tabulando os resultados, Dempsey e Ho reuniram quatro motivações potenciais: as necessidades de pertencer a um grupo, de se afirmar como um individualista que se destaca na multidão, de ser altruísta e de ter um crescimento pessoal. E concluíram que os mais altruístas e/ou individualistas são os que tendem a compartilhar mais conteúdo. Essas motivações vêm acompanhadas de uma “vontade de ser reconhecido como especialista”, segundo Dempsey. A pesquisadora ressalta que os critérios de escolha são coerentes com a construção da autoimagem do internauta. “Os e-mavens querem parecer únicos e ao mesmo tempo experimentar um sentimento de inclusão”, diz.</p>
<p>O conselho da pesquisadora aos profissionais de marketing é o seguinte: “Dada a massa de informações presente na internet, é necessário ter a capacidade de ultrapassar o blablablá e dar aos internautas uma razão para compartilhar uma mensagem com sua rede social. Se os marqueteiros conseguirem apelar para a natureza altruística do usuário e ao mesmo tempo contribuir para sua boa imagem on-line, as mensagens terão mais chances de se tornarem virais.”</p>
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		<title>As próximas tendências para quem quer vender para a geração Y</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/as-proximas-tendencias-para-quem-quer-vender-para-a-geracao-y/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 21:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Iwakura</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

		<category><![CDATA[geração milênio]]></category>

		<category><![CDATA[geração Y]]></category>

		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[tendência]]></category>

		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não é fácil para uma marca chegar até a geração Y – também chamada de milênio. Saber o que agrada a esse perfil demográfico, o que eles estão dispostos a consumir e o que odeiam é um grande desafio. Os representantes da geração milênio são imprevisíveis e segmentados e têm interesses que mudam o tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5168" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_geracao_y.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="333" /></p>
<p>Não é fácil para uma marca chegar até a <strong>geração Y</strong> – também chamada de milênio. Saber o que agrada a esse perfil demográfico, o que eles estão dispostos a consumir e o que odeiam é um grande desafio. Os representantes da geração milênio são imprevisíveis e segmentados e têm interesses que mudam o tempo todo. Como um <strong>empreendedor</strong> pode atingir um consumidor que não fica parado?</p>
<p>Tina Wells, CEO do Buzz Marketing Group, que desenvolve <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8716-17149,00-ESTRATEGIA.html" target="_blank">estratégias</a></strong> para empresas que têm como público-alvo a geração Y, apontou <strong>tendências</strong> para o ano de 2012. Elas foram publicadas no site do <a href="http://theyec.org/" target="_blank">Young Entrepreneur Council</a> (YEC), organização sem fins lucrativos que reúne os empreendedores mais promissores do mundo. Confira algumas delas.<br />
<span id="more-5166"></span></p>
<p><strong>1. Consumo consciente. </strong>Os membros da geração milênio procuram produtos que, além de terem ótima qualidade, apoiem uma causa.</p>
<p><strong>2. Mãos na massa. </strong>Essa geração gosta de se envolver no feitio dos produtos. Preferem fazer o bolo a comprá-lo pronto. O que isso significa para os negócios? Um olhar dos bastidores da criação de uma nova linha de roupas, por exemplo, pode ser o detalhe para engajar esse perfil de consumidor.</p>
<p><strong>3. Instantâneo. </strong>Tina chama os membros dessa faixa etária de “geração micro-ondas”. Eles querem tudo em menos de um minuto: tirar e imprimir uma foto, encontrar um livro e fazer o download dele no tablet, cozinhar uma refeição. Toda essa conveniência os levou a querer tudo agora. Não há tempo para deixar nada para depois.</p>
<p><strong>4. Consumo comunal. </strong>Ser dono de um CD ou de um MP3 não é mais necessário. “Alugar” música, pagando para ouvi-las e compartilhá-las, como no site Spotify, é mais do que suficiente. Os membros dessa geração são bastante engajados com música, mas não necessariamente querem comprá-la.</p>
<p><strong>5. Experiências existenciais. </strong>As empresas vencedoras serão as que entenderem que esse perfil de consumidor quer ter experiências únicas. Isso engloba desde um ambiente diferente com um café até vivências na África. Essa geração viu seus pais comprarem ações em empresas grandes e seguras – que os desapontaram. Eles querem viver a vida ao máximo. Os artistas estão ganhando mais dinheiro com shows ao vivo do que com a venda de CDs. Não é à toa que músicos como Lady Gaga, com sua persona exagerada e apresentações incríveis, fazem tanto sucesso.</p>
<p><strong>6. Atenção segmentada. </strong>Não existe mais atenção exclusiva. Nosso foco é compartilhado por inúmeras coisas. Nós lemos SMS no cinema. Tuitamos discursos importantes. Enviamos fotos de objetos que estamos comprando. Isso significa que as empresas trabalham com um tempo menor para atingir o consumidor. Fale rápido, e fale certo.</p>
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		<title>5 dicas para construir comunidades ao redor de sua empresa</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/cultura-empreendedora/5-dicas-para-construir-comunidades-ao-redor-de-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 21:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomaz Gomes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação]]></category>

		<category><![CDATA[comunidade]]></category>

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		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se fala da presença de empresas em ambientes digitais, o engajamento de consumidores pode ser algo mais positivo do que o tamanho da audiência. Nesse sentido, a criação de comunidades que compartilhem os valores da marca é fundamental para criar uma relação mais estreita entre pessoas e produtos. Para ajudar a construir esse tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><img class="alignnone size-full wp-image-5161" title="comunidade" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/comunidade.jpg" alt="comunidade" width="450" height="450" />Quando se fala da presença de empresas em ambientes digitais, o engajamento de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI87151-17172,00-E+PRECISO+ENTENDER+O+QUE+MOTIVA+SEUS+CONSUMIDORES+A+INTERAGIR+COM+SUAS+MARC.html" target="_blank">consumidores</a></strong> pode ser algo mais positivo do que o tamanho da audiência. Nesse sentido, a criação de comunidades que compartilhem os valores da marca é fundamental para criar uma relação mais estreita entre pessoas e produtos. Para ajudar a construir esse tipo de relacionamento, Megan Berry, gerente de marketing do Klout, dividiu alguns conselhos valiosos no Mashable. <span id="more-5160"></span>Dá uma olhada!</span></p>
<p><span><strong>1. Estude o ambiente</strong></span><br />
<span>Descubra quem são os grupos que já andam falando sobre a sua empresa nas redes sociais e, com base no conteúdo dessas conversas, inicie uma estratégia de relacionamento. O trabalho focado em comunidades espontâneas é essencial para a formação de embaixadores de marcas na internet.</span></p>
<p><span><strong>2. Utilize todas as armas disponíveis</strong></span><br />
<span>Toda ferramenta de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI142210-17161,00-COMO+USAR+AS+REDES+DE+RELACIONAMENTO+PARA+ALAVANCAR+SEUS+PRODUTOS.html" target="_blank">relacionamento</a></strong> é válida. Mas isso não significa atirar para todos os lados. Escolha as plataformas mais adequadas para o seu negócio e mobilize a sua rede de contatos para começar a construir uma base sólida de conversações. </span></p>
<p><span><strong>3. Facilite o compartilhamento</strong></span><br />
<span>Quanto mais fácil compartilhar, maior o potencial de viralização do conteúdo referente à sua empresa. Esse processo pode ser facilitado por ferramentas simples, como botões de compartilhamento em <strong><a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/redes-sociais-sao-importantes-estrategias-de-marketing/" target="_blank">redes sociais</a></strong> e newsletters sem fichas de cadastro quilométricas.</span></p>
<p><span><strong>4. Ajude as pessoas</strong></span><br />
<span>Evite a tentação de fazer propaganda e ofereça uma combinação de serviços e conteúdo que faça alguma diferença na vida de seus consumidores, estimulando conexões verdadeiras entre eles.</span></p>
<p><span><strong>5. Monitore o seu desempenho</strong></span><br />
<span>Trace um plano de metas objetivo e observe quais ações causam mais impacto em comunidades específicas. Traduza esse comportamento em números. Essas métricas são o melhor termômetro para avaliar o seu desempenho social.</span></p>
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		<title>Cinco passos para uma boa avaliação dos funcionários</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/cinco-passos-para-uma-boa-avaliacao-dos-funcionarios/</link>
		<comments>http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/cinco-passos-para-uma-boa-avaliacao-dos-funcionarios/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 16:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Maria Martins Fontes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[avaliação]]></category>

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		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

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		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[
No começo do ano, as empresas dão o pontapé inicial em estratégias para melhorar sua performance. Entre elas, uma das mais importantes é a avaliação do desempenho dos funcionários.
De nada serve improvisar quando chegar a hora de ter uma conversa franca com eles, lá por novembro ou dezembro. Para que a avaliação dê bons resultados, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5157" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_avaliacao.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="338" /></p>
<p>No começo do ano, as empresas dão o pontapé inicial em estratégias para melhorar sua performance. Entre elas, uma das mais importantes é a <strong>avaliação do desempenho</strong> dos funcionários.</p>
<p>De nada serve improvisar quando chegar a hora de ter uma conversa franca com eles, lá por novembro ou dezembro. Para que a avaliação dê bons resultados, deve ser planejada já em janeiro.</p>
<p>Para muitos, chamar cada um dos subordinados diretos a sua sala para conversar sobre seus pontos fortes e fracos é o momento mais estressante do ano.</p>
<p>“Uma avaliação de performance requer que uma pessoa julgue a outra, o que é muito desconfortável”, afirma o consultor <a href="http://www.dickgrote.com/" target="_blank">Dick Grote</a>, autor de “How to Be Good at Performance Appraisals” (sem tradução para o português).</p>
<p>Como driblar esse desconforto e fazer com que a avaliação seja mais <strong>produtiva</strong> e menos tensa? Confira as dicas que ele e James Baron, professor da Yale School of Management (EUA), deram em um artigo publicado no <a href="http://blogs.hbr.org/" target="_blank">blog</a> da revista Harvard Business Review.</p>
<p><span id="more-5141"></span></p>
<p><strong>1. Defina critérios </strong></p>
<p>No começo do ano, sente com cada subordinado direto para definir como ele será avaliado, esclarecendo quais são suas metas e expectativas.</p>
<p>“A melhora é imediata: todos sabem o que o chefe espera, e as pessoas podem ser cobradas ao fim do período”, diz Grote.</p>
<p>Também é essencial identificar as ambições do funcionário. “Gestores avaliam performance sem saber das aspirações de carreira dos subordinados. Não adianta presumir que todos querem ser CEO”, alerta Baron.</p>
<p>Ao entender a trajetória profissional planejada pelo funcionário, o gestor pode pensar em maneiras de colaborar com seu aperfeiçoamento para alcançar esse objetivo.</p>
<p><strong>2. Refresque a memória</strong></p>
<p>Duas semanas antes da avaliação, peça a cada funcionário para colocar no papel ações das quais ele se orgulhou ao longo do ano. Além de refrescar a memória, isso põe um foco positivo na reunião, geralmente considerada negativa, segundo Grote.</p>
<p>Aproveite e dê uma olhada no que você anotou sobre o funcionário ao longo do ano: um projeto bem executado, um prazo estourado, se lidou bem com um cliente difícil.</p>
<p>Pessoas que não trabalham intimamente com o funcionário avaliado também podem ser consultadas sobre seu desempenho. “Quanto mais avaliações independentes, melhor”, afirma Baron.</p>
<p><strong>3. Quebre a surpresa</strong></p>
<p>Uma hora antes da conversa, dê ao funcionário uma cópia do relatório de avaliação. Assim, ele terá privacidade para expressar sua primeira resposta emocional.</p>
<p>“Ao ler críticas vindas de outros, as pessoas têm um turbilhão de sentimentos. É preciso dar um tempo para que elas reflitam em particular”, diz Grote.</p>
<p>De cabeça fresca, o funcionário estará mais bem preparado para ter uma conversa racional – e construtiva.</p>
<p><strong>4. Não seja condescendente</strong></p>
<p>As reuniões de avaliação geralmente tomam a forma de um sanduíche de feedback: elogios, críticas, elogios. Isso mascara a mensagem clara que se quer passar. Pior: desmoraliza os profissionais talentosos e encoraja falsamente os que estão rendendo mal.</p>
<p>Para os que vão bem, concentre-se no que foi feito de bom – isso motivará os mais competentes. Para os que estão na média, não amenize as más notícias. A avaliação é o melhor momento para pedir que melhorem.</p>
<p><strong>5. Dê conselhos construtivos</strong></p>
<p>Ao final da conversa com seus melhores profissionais, peça a opinião deles sobre como vão as coisas. O que não está funcionando? Que ações a empresa deveria tomar? Só assim será possível dar conselhos direcionados e específicos.</p>
<p>“Não diga ‘você precisa ser proativo’, isso não significa nada. Diga ‘você precisa tomar mais a iniciativa de ligar para potenciais clientes”, diz Baron.</p>
<p>E você? Tem uma boa dica sobre como um empresário pode avaliar seus principais funcionários?</p>
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		<title>Por que colocar informações pessoais nas mídias sociais?</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/internet/por-que-colocar-informacoes-pessoais-nas-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 18:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[dados pessoais]]></category>

		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>

		<category><![CDATA[marketing na internet]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há muita discussão sobre como utilizar mídias sociais em relações profissionais. Enquanto alguns aconselham não adicionar colegas de trabalho ou clientes, a empreendedora René Shimada Siegel diz o contrário. A fundadora da consultora de marketing High Tech Connect, dos Estados Unidos, defende que colocar dados pessoais nas mídias sociais pode ser benéfico para o empreendimento.
René [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5136" title="Mídias sociais podem gerar Networking e prospectar clientes" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/social-midia.jpg" alt="Mídias sociais podem gerar Networking e prospectar clientes" width="450" height="500" /></p>
<p>Há muita discussão sobre como utilizar <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML16043-17149,00-MIDIAS+SOCIAIS.html" target="_blank">mídias sociais</a> </strong>em relações profissionais. Enquanto alguns aconselham não adicionar colegas de trabalho ou clientes, a empreendedora <strong><a href="http://www.facebook.com/#!/renesiegel">René Shimada Siegel</a></strong> diz o contrário. A fundadora da consultora de marketing <strong><a href="http://www.htconnect.com/" target="_blank">High Tech Connect</a></strong>, dos Estados Unidos, defende que colocar dados pessoais nas mídias sociais pode ser benéfico para o empreendimento.</p>
<p><span id="more-5134"></span>René começou seu <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82612-17189,00-AS+DEZ+CARACTERISTICAS+DOS+EMPREENDEDORES+DE+SUCESSO.html" target="_blank">próprio negócio</a></strong> em 1997. A empresa, que nasceu em sua <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82992-17191,00-SEIS+NEGOCIOS+PARA+VOCE+MONTAR+EM+CASA.html" target="_blank">casa</a></strong>, atualmente agrega mais de mil consultores de todas as partes do mundo e lida com 400 clientes. Ela utiliza toda essa experiência para escrever artigos no site da revista<a href="http://www.inc.com" target="_blank"><strong> Inc</strong></a>.</p>
<p>No último <strong><a href="http://www.inc.com/rene-siegel/why-you-should-put-your-personal-life-online.html" target="_blank">artigo</a></strong>, ela defendeu seu ponto de vista dizendo que pessoas gostam de trabalhar com quem se identificam. Com as mídias sociais é muito mais fácil mostrar pontos de identificação do que em uma reunião comercial ou em uma apresentação formal.</p>
<p>“Seja lá o que for que as pessoas achem interessante, provavelmente não estará no meu currículo”, afirma. Sem as mídias sociais, os clientes da empresa provavelmente não saberiam que ela é uma mãe de três adolescentes que colabora com o time de futebol dos filhos. As redes permitem criar uma conexão comum com quem se interessa pelo esporte ou por crianças. “Por isso eu não acho que você deva separar sua vida pessoal da sua marca profissional”, afirma René.</p>
<p>No entanto, é necessário ter bastante cuidado ao gerenciar o modo de se apresentar nas mídias sociais. Veja algumas dicas:</p>
<p><strong>Cuidado para não compartilhar informação demais.</strong> Tuitar sobre quanto você bebeu ontem? Um desabafo sobre seus colegas de trabalho? Opiniões extremistas?</p>
<p>Seus comentários on-line podem até representar sua personalidade “verdadeira”, mas podem polarizar a impressão que seus possíveis clientes e colegas têm de você. Ser apaixonado por alguma causa é normal, contudo é preciso entender que nem todo mundo vai compartilhar do seu ponto de vista.</p>
<p><strong>Mostre o que você quer ser. </strong> Seja virtualmente a pessoa que você quer ser. Confiante, informado, generoso, humilde. Pessoas percebem falsidade a quilômetros de distância. Todos têm problemas, mas, assim como não gostamos de almoçar com um amigo que fica constantemente reclamando, também não seremos muito atrativos para potenciais clientes se só ficarmos falando sobre nossas frustrações ou crises na empresa. E não se esqueça de compartilhar informações que possam ajudar os outros.</p>
<p><strong>Melhor ser precavido do que se arrepender depois.</strong> Assim como uma tatuagem, os pontos positivos e negativos de sua personalidade on-line podem durar mais do que você gostaria. Ainda quer festejar como um aluno de faculdade? Está sempre buscando um atalho? Falando mal da concorrência? Tudo isso influencia a opinião sobre você.</p>
<p>LinkedIn é uma ótima maneira de encontrar talentos profissionais, já o Facebook pode ser usado para eliminar candidatos que postam fotos engraçadinhas além da conta.</p>
<p>As mídias sociais não são apenas uma modinha. Se usadas corretamente, são uma ferramenta poderosa para divulgar a sua marca pessoal. Seja autêntico e profissional e lembre-se de que pessoas gostam de fazer negócios com gente de quem gostam.</p>
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		<title>Planos para o futuro devem ser mantidos em segredo?</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/cultura-empreendedora/planos-para-o-futuro-devem-ser-mantidos-em-segredo/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 18:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[ideia]]></category>

		<category><![CDATA[negócio]]></category>

		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando pretendem abrir uma empresa, ou dar qualquer outro passo importante no campo profissional, é comum as pessoas manterem os planos em segredo, sem compartilhá-los sequer com os mais próximos. O consultor José Dornelas, no livro “Seja Dono do Próprio Nariz” (Ed. Saraiva, 2009), argumenta que isso se justifica apenas quando o plano envolve alguma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-5129" title="cofre" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/cofre.jpg" alt="cofre" width="450" height="323" />Quando pretendem abrir uma empresa, ou dar qualquer outro passo importante no campo profissional, é comum as pessoas manterem os<strong> <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI219765-17161,00-COMO+MONTAR+UM+PLANO+DE+NEGOCIO+SIMPLES+E+PRATICO.html" target="_blank">planos</a></strong> em segredo, sem compartilhá-los sequer com os mais próximos. O consultor José Dornelas, no livro “Seja Dono do Próprio Nariz” (Ed. Saraiva, 2009), argumenta que isso se justifica apenas quando o plano envolve alguma inovação substancial, como um produto novo, que pode ser alvo de um concorrente.</p>
<p class="MsoNormal">“Na maioria dos casos, porém, não há por que o exagero em manter segredos”, escreve. “É muito importante o empreendedor trocar ideias com as pessoas mais próximas, nas quais ele confia, para que tenha uma validação do que está pensando em criar.” Além disso, a prudência manda que, antes de pôr uma empresa para funcionar, o empreendedor se baseie em pesquisas de mercado e testes de consumo, coisas que são impossíveis de fazer sem revelar o projeto.<span id="more-5128"></span></p>
<p class="MsoNormal">Tudo isso faz sentido, mas parece haver nas pessoas uma resistência arraigada em manter o segredo, como se fosse uma espécie de superstição. Uma possível explicação se encontra num post no site da revista da escola de negócios do Massachusetts Institute of Technology, a “MIT Sloan Review”. No texto, a editora Leslie Brokaw relata as conclusões de uma pesquisa realizada por um psicólogo da New York University, Peter Gollwitzer. Segundo ele, quem fala sobre seus planos a outras pessoas corre o risco de criar “uma sensação prematura de completude”, o que enfraqueceria a motivação de execução.</p>
<p class="MsoNormal">A conclusão contraria uma<a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI158514-18248,00-SAIBA+COMO+PATENTEAR+UMA+INVENCAO+E+QUANTO+CUSTA.html" target="_blank"> <strong>ideia</strong></a> aparentemente mais sensata, a de que compartilhar planos cria, perante quem ouve, um compromisso em realizá-los. Gollwitzer, no entanto, constatou que alunos do curso de direito da NYU que fizeram promessas públicas de estudar mais “na realidade pararam de estudar antes do que os colegas que mantiveram suas decisões em sigilo”. A explicação é que “compartilhar objetivos frequentemente nos leva a já ficar satisfeitos apenas por termos tomado a resolução”. Gollwitzer promete para breve aprofundar estudos sobre como conciliar o compartilhamento de planos e a manutenção do ímpeto de levá-los em frente.</p>
<p class="MsoNormal">
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		<title>O que não fazer ao buscar investidores para a sua empresa</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 14:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Iwakura</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[crescimento]]></category>

		<category><![CDATA[investidor]]></category>

		<category><![CDATA[pitch]]></category>

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Conquistar investidores de venture capital para lançar ou desenvolver o seu negócio não é um processo simples. Fazer a abordagem correta e um pitch que desperte o interesse dos interlocutores é uma arte que precisa ser refinada. Aaron Levie, cofundador da Box, empresa de compartilhamento de conteúdo on-line, diz à Entrepreneur: “É preciso ter uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5123" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_investidor.jpg" alt="Shutterstock" width="446" height="434" /></p>
<p>Conquistar investidores de <strong>venture capital</strong> para lançar ou desenvolver o seu negócio não é um processo simples. Fazer a abordagem correta e um <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI246753-17157,00-QUAL+O+SEGREDO+DE+UM+BOM+PITCH.html" target="_blank">pitch</a></strong> que desperte o interesse dos interlocutores é uma arte que precisa ser refinada. Aaron Levie, cofundador da Box, empresa de compartilhamento de conteúdo on-line, diz à Entrepreneur: “É preciso ter uma história à prova de balas”. Levie levantou US$ 162 milhões em cinco rounds de investimentos e estima ter feito pitches mais de 30 vezes. A revista americana apontou estes erros comuns entre quem vai encarar os investidores. Confira tudo o que você não deve fazer.<br />
<span id="more-5122"></span></p>
<p><strong>1. Não entre em contato com todos os investidores da região. </strong>Atirar para todo lado com um pitch generalizado não aumenta as suas chances de conseguir um investimento. Nem todos estão interessados nos mesmo tipos de empresa, tampouco têm o mesmo montante para investir. Pesquise o fundo para o qual você quer fazer o pitch e levante informações sobre as empresas que receberam aportes dele e em que estágio de crescimento elas estavam. Essas informações básicas vão moldar o seu pitch ou excluir potenciais investidores da sua lista.</p>
<p><strong>2. Não faça uma apresentação gigante. </strong>Muitos empreendedores exageram no PowerPoint, o que deixa os investidores entediados e com pouco tempo para fazer perguntas. O recomendado é um máximo de 15 slides para uma reunião de uma hora, sendo meia hora para a apresentação e o restante para perguntas.</p>
<p><strong>3. Não despreze as perguntas que surgirem.</strong> É provável que os investidores queiram fazer perguntas no meio da sua apresentação. Você pode se sentir tentado a responder rapidamente e voltar ao que já ensaiou. Em vez disso, sempre responda perguntas da maneira mais completa possível. Afinal, se você conseguir esse aporte, será uma parceria de longo prazo – e a <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML13087-17149,00-COMUNICACAO.html" target="_blank">comunicação</a></strong> será muito importante.</p>
<p><strong>4. Não exagere nos números.</strong> Ainda que os investidores estejam procurando o próximo Facebook, eles não querem ouvir pitches irreais, de empresas que supostamente vão atingir bilhões de faturamento. Uma maneira de tornar a sua apresentação mais sensata é identificar seus potenciais rivais e explicar sua estratégia competitiva.</p>
<p><strong>5. Não tente levantar dinheiro somente para o curto prazo.</strong> Alguns empreendedores dizem que estão buscando investimento para pagar despesas ou ter caixa por um período de, em geral, de 12 a 20 meses. Mas outra maneira de conquistar esse aporte é estabelecer objetivos para o dinheiro, como alcançar um determinado número de downloads do seu aplicativo.</p>
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		<title>Como vencer seu concorrente sem reduzir os preços</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 21:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Adán Gil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

		<category><![CDATA[cliente]]></category>

		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[consumo]]></category>

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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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Seja qual for a sua área de atuação, a melhor maneira de se destacar no mercado é concorrer em valor, e não em preço: quem defende a teoria é Sandra Wear, fundadora das empresas The DocSpace Company e Atalum Wireless e colunista da Inc. Para derrotar seus competidores sem precisar mexer nos preços, é necessário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5119" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_cliente.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="450" /></p>
<p>Seja qual for a sua área de atuação, a melhor maneira de se destacar no mercado é concorrer em valor, e não em preço: quem defende a teoria é Sandra Wear, fundadora das empresas The DocSpace Company e Atalum Wireless e colunista da Inc. Para derrotar seus competidores sem precisar mexer nos preços, é necessário seguir três regras básicas.<span id="more-5117"></span></p>
<p><strong>1. Transforme seu público-alvo no seu melhor amigo. </strong><br />
Para competir em valor, o primeiro passo é saber tudo sobre o seu público-alvo. Trate-o como seu fosse um amigo querido, sobre quem você quer ter todas as informações possíveis. Algumas perguntas podem ser úteis nesse processo. Para começar, quem é o seu público-alvo? Como ele vai usar seu produto ou serviço? Como ele decide o que comprar? O que pensa dos seus concorrentes? É fundamental responder essas questões, recorrendo a artigos, pesquisas, posts em redes sociais, relatórios, palestras, conversas com consultores etc. E depois analisar em detalhes todo esse material.</p>
<p><strong>2. Crie uma proposta de valor que traga benefícios para o cliente, e faça dela a sua missão.</strong><br />
Não se trata de colocar uma placa na parede, com metas vagas e genéricas. A proposta de valor deve ser algo muito específico, que cole no seu produto e traga benefícios concretos para os clientes. Todos na sua organização devem conhecer a proposta de valor e se guiar por ela. A proposta precisa ser comunicada de maneira consistente em tudo que sua companhia faz, desde o material de marketing até a publicidade, passando pela fala de seus executivos. Só assim você construirá uma marca forte – e vendável.</p>
<p><strong>3. Entregue o que prometeu, custe o que custar. </strong><br />
Cheque com os consumidores se a promessa está sendo cumprida. A sua proposta de valor trouxe benefícios para os consumidores? É algo palpável, com o que eles conseguem se identificar? O valor criado pela marca faz com que os clientes se vejam nela? Em outras palavras: eles estão recebendo o que você prometeu? Se a resposta para alguma dessas perguntas for NÃO, corra atrás do prejuízo, corrigindo as falhas e cuidando da satisfação do cliente. Dessa maneira, ele nem vai lembrar que existem concorrentes&#8230;</p>
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		<title>Como prever e evitar conflitos em uma empresa familiar</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/como-prever-e-evitar-conflitos-em-uma-empresa-familiar/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 17:14:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Maria Martins Fontes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[empresa familiar; sócios; parentes;]]></category>

		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

		<category><![CDATA[negócios]]></category>

		<category><![CDATA[pequenas empresas]]></category>

		<category><![CDATA[pequenas empresas grandes negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ao abrir uma empresa, muitos brasileiros chamam parentes para fazer parte dela. No início, não é raro o empreendedor ter cônjuges e irmãos como sócios, além de outros membros da família ajudando na operação e na gestão.
“Esse cenário é semelhante em todo o mundo: estima-se que dois terços das empresas sejam familiares e que elas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5114" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_familia.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="336" /></p>
<p>Ao abrir uma empresa, muitos brasileiros chamam <strong>parentes</strong> para fazer parte dela. No início, não é raro o empreendedor ter cônjuges e irmãos como <strong>sócios</strong>, além de outros membros da família ajudando na operação e na gestão.</p>
<p>“Esse cenário é semelhante em todo o mundo: estima-se que dois terços das empresas sejam familiares e que elas criem três de cada quatro postos de trabalho”, afirma o espanhol Manuel Bermejo, diretor da <a href="http://www.ie.edu/" target="_blank">IE Business School</a>, uma das mais respeitadas escolas de negócios do mundo.</p>
<p>Mas, conforme o negócio cresce, aparecem divergências, conflitos e até separações. Nesses momentos, é difícil separar o lado pessoal do profissional e proteger o interesse e o patrimônio da empresa.</p>
<p>A melhor estratégia para evitar esse problema é fazer boas escolhas e acordos desde o princípio, afirma Bermejo. Ele conversou com o<strong> Papo de Empreendedor</strong> e deu mais conselhos para construir uma sólida <strong>empresa familiar</strong>.</p>
<p><span id="more-5105"></span></p>
<p><strong>Quando é uma boa estratégia ter um parente como sócio?</strong></p>
<p>A escolha do sócio é crucial. O empreendedor precisa saber claramente por que quer esse parceiro: por seu capital, experiência, rede de relações ou trabalho?</p>
<p>Escolher uma pessoa só por ter confiança nela não é um bom critério. Mas isso nem sempre ocorre. O que costuma acontecer é que quando o negócio se consolida e cresce, o fundador deseja transcender sua obra e deixa a família entrar.</p>
<p><strong>Como evitar que conflitos na empresa prejudiquem a convivência familiar?</strong></p>
<p>Conflitos acontecem quando o empresário não toma providências – e isso é ruim. Não se devem misturar as duas esferas. Mas, para isso, é preciso ser muito disciplinado ao separar esses dois espaços.</p>
<p>Quando a empresa cresce, institucionaliza esse fenômeno de separação criando um conselho de família – para tratar dos assuntos pessoais – e um conselho de administração, para falar dos desafios dos negócios.</p>
<p><strong>O negócio cresce, a família também: surgem filhos e mais familiares, ou seja, mais acionistas. Como o fundador mantém o nas decisões?</strong></p>
<p>Quem comanda uma empresa familiar sempre deve levar em conta o desafio duplo de família e negócios. Uma ferramenta muito usada para organizar ideias a esse respeito é o protocolo [ou acordo] de família.</p>
<p>É nele que todos combinam a pauta do desenvolvimento da empresa e se assentam as bases que permitem o crescimento do negócio e a relação harmônica entre os membros da família.</p>
<p><strong>Em que momento é preciso se preocupar com o patrimônio?</strong></p>
<p>Desde o início. Uma recomendação importante é separar o patrimônio da família e o da empresa. Para isso, é preciso organizá-la como se não fosse familiar.</p>
<p>Os sócios também buscam rentabilidade do investimento que fizeram no negócio. Por isso, um processo fundamental da gestão é separar o recurso destinado a remunerar os acionistas. Esse é um princípio sagrado, seja a empresa familiar ou não.</p>
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		<title>5 lições que você não vai aprender em uma sala de aula</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/cultura-empreendedora/5-licoes-que-voce-nao-vai-aprender-em-uma-sala-de-aula/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 19:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomaz Gomes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[prática]]></category>

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		<description><![CDATA[
Embora uma boa formação seja algo valioso para um empreendedor, é impossível ignorar o fato de que algumas coisas só se aprendem na prática. Investir em educação sempre vale a pena, mas a diferença entre a teoria e a realidade é que a última sempre vem com um número de variáveis que podem definir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><img class="alignnone size-full wp-image-5101" title="licao_negocios2" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/licao_negocios2.jpg" alt="licao_negocios2" width="450" height="299" /></span></p>
<p><span>Embora uma boa formação seja algo valioso para um empreendedor, é impossível ignorar o fato de que algumas coisas só se aprendem na prática. Investir em educação sempre vale a pena, mas a diferença entre a teoria e a realidade é que a última sempre vem com um número de variáveis que podem definir o sucesso ou o fracasso de um negócio. Então, se você acha que vale a pena conferir alguns conselhos de quem já sentiu na pele os desafios de abrir uma empresa, veja as dicas abaixo, compartilhadas por Khary Cuffe, fundador da produtora de vinhos Heritage Link, no site da Inc.<span id="more-5097"></span><br />
</span></p>
<p><span><strong>1. Abrir um negócio requer sacrifícios</strong></span><br />
<span>Embora a afirmação seja um clichê, sua repetição nunca é demais. Nenhuma aula no mundo pode preparar alguém para o estresse físico, mental e espiritual que a abertura de uma empresa envolve. Acabam-se os horários de ir para casa, as férias e as horas de sono. A vida social e familiar fica mais limitada. Antes de começar a empreender, pergunte-se se está pronto para encarar tudo isso.</span><br />
<strong><br />
<span>2. O sucesso raramente ocorre da noite para o dia</span></strong><br />
<span>Esqueça histórias romantizadas, como as do Google e do Facebook. Elas são exceções. Empresas como Amazon e LinkedIn levaram anos até se tornarem lucrativas. Se você quer criar algo significativo, seja paciente, pois esse é um processo lento.</span></p>
<p><span><strong>3. Se necessário, faça mudanças</strong></span><br />
<span>Na maioria dos casos, é difícil manter-se extremamente fiel à sua visão original. É preciso estar atento e acompanhar as mudanças da economia e do mercado. Em vez de deixar fatores externos destruírem a sua ideia, aproveite a oportunidade para repensar o seu modelo de negócios e melhorar seus resultados.</span></p>
<p><span><strong>4. Estratégias de vendas não podem ser ensinadas</strong></span><br />
<span>Independentemente do seu público ou produto, é fundamental estar em contato direto com seus clientes para fechar um negócio. Você pode até aprender estratégias de vendas em uma sala de aula, mas o carisma de um bom vendedor é adquirido apenas ao longo dos anos.</span></p>
<p><span><strong>5. Pense grande (mesmo que você seja pequeno)</strong></span><br />
<span>Pensar em grande escala obriga o empreendedor a estabelecer metas ambiciosas e criar processos que viabilizem esse crescimento. Por outro lado, é importante conhecer as suas limitações para não crescer desordenadamente, dando passos maiores que as pernas. No final, tudo tem a ver com correr atrás do seu sonho dentro do seu próprio ritmo.</span></p>
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		<title>Como demitir um familiar</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/como-demitir-um-familiar/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 18:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[contratação]]></category>

		<category><![CDATA[demissão]]></category>

		<category><![CDATA[empresas familiares]]></category>

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Nunca é fácil demitir um empregado, mas, quando o funcionário em questão é um membro da família, a tarefa é consideravelmente mais difícil.
Uma das principais complicações é continuar o relacionamento com o demissionário. Enquanto você provavelmente nunca mais terá de ver um ex-empregado não familiar, você terá de encontrar o membro da sua família regularmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5091" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_demissao_familia.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="319" /></p>
<p>Nunca é fácil <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI114037-17157,00-QUAL+A+MELHOR+FORMA+DE+CONTRATAR+AVALIAR+E+DEMITIR+EMPREGADOS.html" target="_self">demitir</a> um empregado, mas, quando o funcionário em questão é um membro da família, a tarefa é consideravelmente mais difícil.</p>
<p>Uma das principais complicações é continuar o relacionamento com o demissionário. Enquanto você provavelmente nunca mais terá de ver um ex-empregado não familiar, você terá de encontrar o membro da sua família regularmente, pelo resto de sua vida.<br />
<span id="more-5089"></span></p>
<p>O jornalista americano <a href="http://www.donsadlerwriter.com/" target="_blank">Don Sadler</a>, do portal <a href="http://www.allbusiness.com/" target="_blank">All Businesses</a>, escreveu um <a href="http://www.allbusiness.com/firing-family-members/16738155-1.html" target="_blank">artigo</a> com dicas para a situação. Dessa forma, a tarefa se torna um pouco menos dolorosa e prejudicial ao seu relacionamento:</p>
<p><strong>1.	Comunique-se abertamente, com honestidade e consistência.</strong></p>
<p>Essa etapa deve ser iniciada na <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI81418-17172,00-PCOMO+ACERTAR+A+MAO+NO+GERENCIAMENTO+FAMILIAR.html" target="_blank">contratação do familiar</a>. Assegure-se de que o empregado recebe feedback de desempenho regular de seu supervisor, que idealmente não deve ser outro membro da família. Também é uma boa ideia realizar reuniões regulares da família na empresa, durante a qual todos os membros são livres para compartilhar seus sentimentos ou preocupações abertamente e sem medo de retaliação. Ao tomar essas medidas, o empregado deverá estar bem ciente caso o seu desempenho não corresponda às expectativas.</p>
<p><strong>2.	Mantenha as linhas entre &#8220;família&#8221; e &#8220;negócios&#8221; bem definidas.</strong></p>
<p>Essa medida garante dois bons resultados. Em primeiro lugar, ajuda o empregado a ver que a decisão foi tomada estritamente pelo bem do negócio. Em segundo lugar, garante que ele não se sinta &#8220;demitido&#8221; da família também.</p>
<p><strong>3.	Crie uma política de emprego formal para familiares.</strong></p>
<p>É aconselhável ter uma política clara para o caso de contratação familiar: como eles serão admitidos, avaliados, promovidos, compensados e, se necessário, demitidos. Esses dados podem ser colocados como um adendo do código de conduta dado a todos os outros funcionários.</p>
<p><strong>4.  Coloque os pingos nos is.</strong></p>
<p>Verifique se você tem documentos que embasem a sua decisão pela demissão. Isso deve incluir um arquivo de pessoal detalhado com as avaliações de desempenho e avisos, por escrito, sobre problemas de desempenho ou deficiências. Quanto mais detalhes você tiver registrado, mais fácil será apoiar a sua decisão, tanto para o empregado quanto para o restante da família.</p>
<p><strong>5. Mantenha-se firme e sem emoção.</strong></p>
<p>A demissão de qualquer funcionário pode ser extremamente emocional, e isso se torna ainda pior com alguém tão próximo. Mas tente manter o máximo possível de foco nas razões que foram documentadas e levaram ao término do contrato. E o mais importante: não vacile em sua decisão, independentemente de quão emocionado o empregado possa ficar. Não há razão para se sentir culpado por uma decisão difícil, feita pelo bem da empresa.</p>
<p><strong>6. Não vá sozinho.</strong></p>
<p>Se possível, envolva outros executivos ou gestores na decisão e no momento de demissão. Isso irá ajudar a aliviar a percepção de que você é o vilão. No entanto, não fuja da responsabilidade de tomar a decisão. Embora possa ser difícil no começo, o resto de seus funcionários, incluindo outros membros da família, irá respeitá-lo por isso.</p>
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		<title>O homem com a missão de salvar o Yahoo!</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/o-homem-com-a-missao-de-salvar-o-yahoo/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 14:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[e-mail]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[yahoo!]]></category>

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Não é preciso ser muito observador, apenas ter alguma idade, para perceber que o Yahoo! já ocupou espaço maior na internet. A missão de reverter a situação de queda está desde o início desta semana nas mãos de Scott Thompson, recém-saído do PayPal, sistema de pagamento via rede que pertence ao eBay. Ele é considerado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5082" title="Yodel Anecdotal" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/yahoo.jpg" alt="Yodel Anecdotal" width="447" height="327" /></p>
<p>Não é preciso ser muito observador, apenas ter alguma idade, para perceber que o <strong>Yahoo! </strong>já ocupou espaço maior na <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7988-17149,00-INTERNET.html" target="_blank">internet</a></strong>. A missão de reverter a situação de queda está desde o início desta semana nas mãos de Scott Thompson, recém-saído do PayPal, sistema de pagamento via rede que pertence ao eBay. Ele é considerado o responsável por ter mais do que duplicado (de US$ 1,8 bilhão para US$ 4 bilhões) o faturamento do serviço em dois anos.</p>
<p>O Yahoo! ainda é muito forte como provedor de e-mail nos Estados Unidos e mantém um conteúdo noticioso de qualidade nas áreas de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8422-17149,00-FINANCAS.html" target="_blank">finanças</a></strong> e esportes. Mesmo assim, na entrevista em que anunciou a contratação de Thompson, o presidente do conselho diretor, Roy Bostock, admitiu que a empresa está “marcando passo”. Apesar do lucro estimado de US$ 1 bilhão em 2011, o Yahoo vem perdendo terreno rapidamente para o Google e o Facebook, que já superou o concorrente em volume de publicidade. A participação do Yahoo! no mercado de anúncios da internet caiu de 13,3% em 2010 para 11% no ano passado.<br />
<span id="more-5081"></span></p>
<p>Foram esses números que causaram a demissão da antecessora de Thompson, Carol Bartz, em setembro, depois de dois anos no cargo. Os observadores acham que o Yahoo! se perdeu ao concentrar esforços em criar conteúdo próprio, enquanto o Google, por exemplo, agrega conteúdo de outras fontes enquanto investe pesado em tecnologia.</p>
<p>Sem entrar em detalhes, Thompson disse que o Yahoo! precisa fazer ofertas inovadoras tanto para usuários quanto para anunciantes, e assim criar um efeito cascata. Alguns especialistas afirmam, no entanto, que são raros os casos de recuperação na internet. Thompson reagiu a previsões como essa dizendo que “o valor de nossos negócios principais é muito mais sólido do que se acredita hoje”. A declaração não combinou com a decisão da empresa de vender a maior parte de sua participação no Yahoo! Japan e no grupo chinês Alibaba.</p>
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		<title>Cinco resoluções de Ano-Novo para os futuros empreendedores</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/cinco-resolucoes-de-ano-novo-para-aspirantes-a-empreendedor/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 15:04:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Iwakura</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[abertura de empresa]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

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		<description><![CDATA[
As festas passaram, a ressaca, também, e é mais que hora de colocar 2012 em prática. E, no começo do ano, muitas pessoas querem concretizar a resolução de começar um negócio novo. Mas por onde começar? Tony Navarro, fundador e CEO da Streamcal, que faz calendários inovadores para a web, dá algumas lições para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5076" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_resolucoes.jpg" alt="papo_resolucoes" width="450" height="403" /></p>
<p>As festas passaram, a ressaca, também, e é mais que hora de colocar 2012 em prática. E, no começo do ano, muitas pessoas querem concretizar a resolução de começar um <strong>negócio novo</strong>. Mas por onde começar? Tony Navarro, fundador e CEO da Streamcal, que faz calendários inovadores para a web, dá algumas lições para os aspirantes a empreendedor. As dicas foram publicadas no site do <a href="http://theyec.org/" target="_blank">Young Entrepreneur Council</a>, organização sem fins lucrativos que reúne jovens e promissores empreendedores. Confira:<br />
<span id="more-5073"></span></p>
<p><strong>1. Faça uma lista de ideias.</strong> Quando Navarro conta para as pessoas que é um empreendedor, muitas respondem: “Eu também seria, se tivesse A ideia”. A verdade é que não é necessário ter um conceito revolucionário para começar um negócio. Se você quer mesmo ser empreendedor, você será conduzido pela <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML13705-17149,00-OPORTUNIDADES.html" target="_blank">oportunidade</a></strong>. Empreendedores procuram as ineficiências, os problemas e necessidades não resolvidos. Se você é mãe, terá insights sobre os cuidados com crianças. Se é um estudante, saberá economizar dinheiro. Mantenha um diário dos problemas, questione o status quo e escreva as ideias conforme elas vierem.</p>
<p><strong>2. Pare de ficar pensando.</strong> Um grande passo para o empreendedor é aprender a dar o primeiro salto e colocar ideias em prática. No início, as dúvidas terão peso maior do que os fatos, os dados e as respostas. Vai funcionar? Por que ninguém fez isso ainda? O mercado é grande o suficiente? Todas são questões razoáveis e o ajudarão nos próximos passos. Mas elas não devem ser justificativa para a estagnação. Se você ficar preso nas ervas daninhas, não dará o salto.</p>
<p><strong>3. Comece a fazer.</strong> Como se passa de um desenho em um guardanapo de papel para um <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8798-17149,00-PRODUTO.html" target="_blank">produto</a></strong>? O único jeito é fazê-lo. Você pode mitigar riscos conforme obtém dados sobre a ideia. O feedback inicial é gratuito: fale sobre o produto com clientes e fornecedores. E não precisa ser um item finalizado – faça um protótipo ou uma simulação. Não se preocupe demais com a possibilidade de alguém roubar a sua ideia. Ao compartilhar o conceito, é mais provável que você encontre investidores.</p>
<p><strong>4. Não seja impulsivo.</strong> Só comece a desenvolver o produto quando estiver confortável com os fatos que você coletou sobre a ideia. Muitas pessoas começam a gastar dinheiro antes de validar o conceito. Mas lembre-se de que quanto mais você aprende, mais você progride. Se for contratar alguém para fabricar seu produto, faça uma investigação sobre o fornecedor. Tenha certeza de que ele é confiável e capaz.</p>
<p><strong>5. Tenha paciência e coragem. </strong>Novos negócios encontram um número enorme de desafios, mas você é o maior obstáculo. Criar um negócio leva tempo, o que significa que você terá de se programar para uma longa jornada e se cercar de pessoas que possam apoiá-lo. Os empreendedores de maior sucesso aprenderam que uma casa é feita tijolo por tijolo, sobre uma fundação sólida. Ouvimos muitas histórias de sucesso repentino, mas há muito suor e lágrimas atrás da cortina.</p>
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		<item>
		<title>O que faz o sucesso de uma startup</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/o-que-faz-o-sucesso-de-uma-startup/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 21:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Adán Gil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

		<category><![CDATA[cliente]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[startup]]></category>

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		<description><![CDATA[
O site da Business Insider escolheu as 20 melhores startups de 2011. Vale a pena clicar no link e conferir as empresas eleitas. Mas é ainda mais interessante checar a análise feita pelo site especializado em tendências PSFK a partir da seleção da Business Insider. Segundo a colunista Paloma M. Vasquez, é possível destacar características [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5070" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_startup1.jpg" alt="Shutterstock" width="443" height="414" /></p>
<p>O site da Business Insider escolheu as <a href="http://www.businessinsider.com/20-best-startups-technology-inventions-2011-12#" target="_blank">20 melhores startups de 2011</a>. Vale a pena clicar no link e conferir as empresas eleitas. Mas é ainda mais interessante checar a análise feita pelo site especializado em tendências PSFK a partir da seleção da Business Insider. Segundo a colunista Paloma M. Vasquez, é possível destacar características que unem essas empresas - e que seriam, em última instância, responsáveis pelo seu sucesso. Dessa maneira, seria possível responder à pergunta: o que torna uma <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML19467-17149,00-STARTUPS.html" target="_blank">startup</a> especial?<br />
<span id="more-5069"></span></p>
<p><strong>Criar modelos de negócios inovadores. </strong>Várias das empresas apontadas encontraram soluções originais para modelos de negócios estabelecidos. Entre os exemplos está a Simple, que propõe um jeito diferente de lidar com operações bancárias, eliminando todas as taxas; e a Fab, que vende objetos de design originais para um público exclusivo: cada membro pode convidar três amigos para comprar no site.</p>
<p><strong>Transformar o cliente em empreendedor.</strong> São muitos os exemplos: a Chloe + Isabel transforma seus consumidores em vendedores de joias; já a Zaarly faz a ligação entre indivíduos com necessidades reais e outros capazes de satisfazê-las.</p>
<p><strong>Conectar objetos de forma inesperada. </strong>A empresa Sphero criou um aparelho que permite controlar uma bolinha com o seu telefone: ótimo para brincar com animais de estimação. Já a Kogeto Dot inventou uma ferramenta que se conecta ao iPhone para filmar vídeos panorâmicos.</p>
<p><strong>Democratizar serviços especializados. </strong>A ideia por trás da Goodisie é fazer com que qualquer pessoa seja capaz de desenvolver um site de comércio eletrônico. Na Giftly, o cliente brinca de designer e cria um vale presente da sua loja preferida, para depois poder mandar aos amigos.</p>
<p><strong>Estimular o trabalho colaborativo. </strong>A noção de economia compartilhada está presente em boa parte dessas startups. A We Work Labs criou um espaço de colaboração para que empreendedores de diferentes áreas possam trabalhar juntos. Enquanto isso, a Skillshare democratiza a educação: qualquer pessoa pode oferecer qualquer tipo de curso no site.</p>
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		<item>
		<title>Empreendedores com mais de 50 anos ganham espaço nos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 17:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Maria Martins Fontes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[crise]]></category>

		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[maturidade]]></category>

		<category><![CDATA[pequenas empresas]]></category>

		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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Quando se fala em startups, a primeira imagem que vem à cabeça de muitos é a de jovens como Mark Zuckerberg, criador do Facebook.
Mas, ao final de uma década em que tanto se incensaram as empresas de tecnologia criadas por rapazes do Vale do Silício (EUA), dados surpreendentes foram divulgados por Vivek Wadhwa, diretor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5065" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_senior.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="372" /></p>
<p>Quando se fala em <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML19467-17149,00-STARTUPS.html" target="_blank">startups</a></strong>, a primeira imagem que vem à cabeça de muitos é a de jovens como Mark Zuckerberg, criador do Facebook.</p>
<p>Mas, ao final de uma década em que tanto se incensaram as empresas de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8350-17149,00-TECNOLOGIA.html" target="_blank">tecnologia</a></strong> criadas por rapazes do Vale do Silício (EUA), dados surpreendentes foram divulgados por <a href="http://wadhwa.com/" target="_blank">Vivek Wadhwa</a>, diretor de pesquisa do Centro para Empreendedorismo e Comercialização de Pesquisas da Universidade Duke (EUA).</p>
<p>Em 2008, o número de novos empreendedores com mais de 50 anos equivalia ao dobro do registrado entre as pessoas com menos de 25 anos. E o maior crescimento na taxa de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8146-17149,00-EMPREENDEDORISMO.html" target="_blank">empreendedorismo</a></strong> ocorreu na faixa etária de 55 a 64 anos – a idade média dos empresários de primeira viagem era de 40 anos.</p>
<p><span id="more-5057"></span></p>
<p>Essa tendência se repetiu em 2009 e tem tudo para seguir forte em 2012, revelou Wadhwa em um artigo publicado na página de pequenos negócios do site <a href="http://www.huffingtonpost.com" target="_blank">The Huffington Post</a>.</p>
<p>“A idade dos empreendedores está aumentando. O estudo causou controvérsia porque contraria a percepção de que só os jovens podem inovar e que qualquer garoto pode criar um Facebook, mas nós achamos que não é o caso”, afirma Wadhwa.</p>
<p>Ele usa o caso de Steve Jobs para ilustrar seu ponto de vista, já que o ícone da Apple só desenvolveu o  iPod, o iPhone e o iPad após os 45 anos. “Quando ele era jovem, foi demitido da Apple.”</p>
<p>Ele acrescenta que, quando as pessoas chegam à meia idade, acumulam três trunfos: experiência profissional, conhecimento e um bom dinheiro poupado.</p>
<p>“Muitos têm desejo de criar e fazer algo grandioso antes de se aposentar. Sua preocupação é que, se não começarem algo em breve, vão ser deixados de lado, por isso decidem arriscar”, afirma.</p>
<p><a href="http://www.mrallbiz.com/" target="_blank">Steve Strauss</a>, autor de “The Small Business Bible” (sem tradução para o português), concorda com essa constatação. Para ele, a inovação não depende da idade, e sim de o empreendedor ter uma mente jovem.</p>
<p>“A mentalidade da geração dos ‘baby boomers’ [pessoas nascidas entre 1946 e 1964] é justamente pensar fora da caixa”, afirma. “As pessoas vivem mais e com boa saúde, por isso estão mudando a forma de encarar uma aposentadoria.”</p>
<p>Ambos concordam que um dos gatilhos para esse crescente interesse dos “baby boomers” pelo empreendedorismo é a crise econômica pela qual os Estados Unidos passam desde 2008.</p>
<p>O cenário de recessão fez muitos dos profissionais mais velhos perderem não só seus empregos como a perspectiva de obter uma boa posição em outra empresa, devido a seus altos salários.</p>
<p>Por aqui, acontece o movimento contrário. A partir de 2008, o número de empresários que têm de 18 a 24 anos começou a ganhar importância, e em 2010, a taxa de crescimento deles superou a dos que têm mais de 35 anos, apontou uma pesquisa do Global Entrepreneurship Monitor (GEM).</p>
<p>O maior índice de empreendedorismo no Brasil ainda está na faixa de 25 a 34 anos – 22% dos brasileiros dessa idade tinham um negócio em 2010, e 60% têm menos de 35 anos.</p>
<p>E você, acha que é melhor abrir um negócio quando jovem ou aproveitar a experiência da maturidade?</p>
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		<title>Os gurus de inovação</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 18:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomaz Gomes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[criatividade]]></category>

		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[guru]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entre as novas profissões que andam aparecendo nos últimos tempos, os gurus de inovação vêm ganhando destaque no mundo corporativo. Cargos como CIO (Chief Innovation Officer) se tornaram cada vez mais comuns nos organogramas das empresas, principalmente em startups de tecnologia. Mas será que é possível criar métodos pré-formatados para pensar de forma mais criativa? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5046" title="guru" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/guru.jpg" alt="guru" width="450" height="509" /></p>
<p>Entre as novas profissões que andam aparecendo nos últimos tempos, os gurus de inovação vêm ganhando destaque no mundo corporativo. Cargos como CIO (Chief Innovation Officer) se tornaram cada vez mais comuns nos organogramas das empresas, principalmente em startups de tecnologia. Mas será que é possível criar métodos pré-formatados para pensar de forma mais criativa? Essa é a pergunta feita por um <strong><a href="http://www.fastcodesign.com/1665764/why-innovation-consultants-kill-innovation?partner=homepage_newsletter " target="_blank">artigo</a> </strong>publicado hoje (dia 9) na Fast Company. Escrito por Jens Martin Skibsted, fundador da fabricante dinamarquesa de bicicletas Biomega, o texto questiona as fórmulas prontas de <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI231205-17162,00-CRIATIVIDADE+NA+ECONOMIA.html" target="_blank">criatividade</a> </strong>adotadas pelo mercado ultimamente.</p>
<p><span id="more-5043"></span></p>
<p>Basicamente, a reflexão proposta por Jens é a seguinte: será que é possível formatar processos corporativos que garantam o surgimento de ideias disruptoras? Se estabelecermos a<strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI176147-17171,00-AS+CIDADES+MAIS+INOVADORAS+DO+BRASIL.html" target="_blank"> inovação</a></strong> como conceito de pensamento não-linear, ficará difícil pensar na viabilidade de processos baseados em respostas fabricadas. Criatividade e inovação são resultados de espontaneidade, referências, liberdade de expressão e autonomia para execução. Ou seja, não adianta simplesmente criar cargos, promover workshops e elaborar missões institucionais se o ambiente como todo não oferece as bases para esse tipo de pensamento livre.</p>
<p>Em vez das respostas fáceis e confortáveis dos gurus, não seria mais interessante começar a abordar os processos criativos da empresa de dentro para fora? Assim como a<strong> <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/mares-tecnologicas-voce-esta-preparado-para-a-proxima/" target="_blank">tecnologia</a></strong>, a inovação nunca deve ser tratada de forma isolada ou ficar sob a responsabilidade de algum gênio criativo. Por isso, sempre desconfie de um guru autoproclamado de alguma coisa. Apostar no desenvolvimento de talentos e liberdade de trabalho a longo prazo pode não enfeitar um press-release com cargos hypados. Mas é o que garante um futuro de boas ideias para o negócio.</p>
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		<title>Como se manter sempre motivado?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 20:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathalia Prates</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[motivação]]></category>

		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

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Sucesso, prosperidade e crescimento profissional foram alguns dos desejos feitos a cada ondinha no Ano-Novo. Mas como fazer para que esses pedidos não morram na praia? A revista Inc separou algumas estratégias simples que podem ajudar os empresários a não perder a energia, alegria e força de empreender durante o resto do ano. Elas podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Arial','sans-serif';"><img class="alignnone size-full wp-image-5034" title="motivação" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/shutterstock_77342767.jpg" alt="motivação" width="450" height="300" /></span></p>
<p><strong>Sucesso</strong>, prosperidade e crescimento profissional foram alguns dos desejos feitos a cada ondinha no Ano-Novo. Mas como fazer para que esses pedidos não morram na praia? A revista Inc separou algumas <strong>estratégias</strong> simples que podem ajudar os empresários a não perder a energia, alegria e força de<strong> empreender</strong> durante o resto do ano. Elas podem parecer um pouco clichê, mas, quando aplicadas, podem tornar o cotidiano mais leve e produtivo. E falta de tempo não é desculpa. Separe um horário na agenda para investir na sua própria <strong>motivação </strong>pessoal e profissional. Trace um plano, firme compromissos com você e siga-os à risca.<br />
<span id="more-5033"></span>- <strong>Mente sã, corpo são</strong>. Pensamentos positivos trazem benefícios para a saúde física. A recíproca também é verdadeira. Portanto, aposte em uma alimentação balanceada e na prática de atividades físicas sempre que tiver um tempinho na agenda.</p>
<p>- <strong>Afaste-se de pessoas negativas.</strong> Invejosos estão sempre de plantão, e a melhor coisa é manter suas ideias, sucessos e descobertas distantes deles.</p>
<p>- <strong>Motive as pessoas ao seu redor.</strong> Positividade é contagiante e pode tornar a sua equipe mais unida e preparada na hora de enfrentar dificuldades.</p>
<p><strong>- Não se atenha tanto aos seus objetivos. </strong>Ao longo dos meses, as prioridades podem mudar. Seja flexível e não se apegue tanto a antigas ideias. Além disso, não se esqueça de arcar com as responsabilidades de suas ações, tanto as bem como as mal-sucedidas.</p>
<p>- <strong>Lembre-se das suas origens. </strong>Visitar uma casa antiga ou passar perto da escola que frequentava quando criança são ações que podem despertar lembranças importantes, fazendo com que você se lembre do caminho que percorreu para chegar até aqui.</p>
<p>- <strong>Não seja tão perfeccionista.</strong> Não há dúvidas de que querer que tudo saia perfeito é o que todo empresário deve ter em mente antes de iniciar qualquer projeto. Mas, como tudo na vida, o perfeccionismo em excesso atrapalha e faz com que a satisfação nunca seja alcançada. Aposte na excelência, e não no inatingível.</p>
<p>- <strong>Celebre seus erros. </strong>Não lembramos direito quantas notas boas já tiramos em nossa carreira escolar, mas daquele(s) zero(s) não esquecemos tão facilmente. É lá no fundo do poço que aprendemos as maiores lições. Saiba extrair o melhor de todas as situações, inclusive e principalmente das piores. E também não se deixe acomodar com o sucesso.</p>
<p>- <strong>Pense antes de falar. </strong>A máxima diz: não é por acaso que temos dois ouvidos e uma boca.</p>
<p>Incluir e praticar essas dicas no dia a dia pode aumentar a<strong> produtividade</strong> e a<strong> satisfação</strong> pessoal e atrair coisas boas para o <strong>negócio</strong>. Todo o resto, com o suor do trabalho diário, pode ser alcançado.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 11pt; color: #1f497d; font-family: 'Calibri','sans-serif';"> </span></p>
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		<title>Os chefes também ouvem (quando querem)</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/os-chefes-tambem-ouvem-quando-querem/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 19:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[avaliação]]></category>

		<category><![CDATA[executivos]]></category>

		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quando chegam às posições de comando, os executivos param de receber avaliações no ambiente de trabalho. Por um lado, eles não têm mais chefes, orientadores e coaches que façam isso. Por outro, os colegas e os subordinados adotam uma postura distante, entre outras coisas por medo de que críticas sejam mal-recebidas. Mesmo assim, as chefias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5029" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_chefe.jpg" alt="Shutterstock" width="445" height="340" /></p>
<p>Quando chegam às posições de comando, os <strong>executivos</strong> param de receber avaliações no ambiente de trabalho. Por um lado, eles não têm mais chefes, orientadores e coaches que façam isso. Por outro, os colegas e os subordinados adotam uma postura distante, entre outras coisas por medo de que críticas sejam mal-recebidas. Mesmo assim, as chefias precisam e até sentem falta de <strong>feedback</strong>. Quando as opiniões aparecem em avaliações anônimas ou outros momentos esporádicos da vida corporativa, os executivos costumam se surpreender com o que ouvem ou leem. Um professor de <strong>gestão empresarial</strong> da Harvard Business School (EUA) e autor de vários livros, Robert Kaplan, monitorou um executivo em sua busca de feedback entre os subordinados e o ajudou num processo árduo para destravar as opiniões de sua equipe. A experiência foi publicada pela “McKinsey Quarterly”.<br />
<span id="more-5028"></span></p>
<p>O executivo em questão era o mais graduado de uma empresa farmacêutica de porte médio. Quando Kaplan perguntou com quem ele se aconselhava, respondeu com nomes de pessoas de fora da empresa. Kaplan retrucou: “Mas quem de fato observa seu comportamento regularmente e pode dizer coisas que você não quer ouvir?” O executivo não respondeu, mas deve ter entendido a pergunta. Apesar de resistir a ser avaliado pelos subordinados, ele também se queixava de não conseguir um consenso na diretoria da empresa sobre várias questões estratégicas.</p>
<p>Contra a vontade, ele aceitou “entrevistar” pessoalmente cinco de seus subordinados diretos, seguindo uma sugestão de Kaplan. Depois de gastar muito tempo para convencê-los de que ele estava genuinamente interessado nas respostas e que isso o ajudaria a tomar decisões, o executivo descobriu que era visto como alguém que raramente consultava os subordinados, não sabia ouvir, era “defensivo”, não compartilhava suas convicções sobre questões de interesse comum e conduzia reuniões como se fossem apenas para anunciar decisões, e não para discutir ideias. O executivo passava a impressão de ser criativo, brilhante como estrategista, mas ineficiente como administrador e líder.</p>
<p>Ouvir essas verdades amargas o levou a adotar algumas medidas sob a orientação de Kaplan: estabeleceu reuniões periódicas com cada um dos subordinados diretos para discutir suas discordâncias específicas, criou um jantar mensal entre as chefias para conversarem francamente sobre assuntos de trabalho e reviu seu modo de estabelecer relacionamentos, incluindo o jeito de emitir opiniões, fazer perguntas e ouvir a equipe. Finalmente adotou como rotina o “exercício do papel em branco”, pedindo a funcionários de todos os níveis que escrevessem textos a partir de perguntas como: “Se você tivesse que começar uma empresa do nada, que tipo de mercado procuraria?” Ou: “Que tipo de produto ofereceria?” Ou: “Que tipo de pessoa contrataria?” E assim por diante, abordando questões organizacionais cada vez mais complexas.</p>
<p>Segundo Kaplan, depois de tudo isso, a empresa conseguiu agilizar os processos de decisão, criar um ambiente mais crítico e criativo e aumentar a<strong> motivação </strong>dos funcionários.</p>
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		<title>Como causar uma primeira impressão matadora</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 12:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Iwakura</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[clientes]]></category>

		<category><![CDATA[eventos]]></category>

		<category><![CDATA[linguagem corporal]]></category>

		<category><![CDATA[networking]]></category>

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Causar uma boa primeira impressão quando você é apresentado a um possível cliente ou parceiro é muito importante – principalmente porque você tem só uma chance para fazer isso. Mas como ter certeza de que as pessoas que você conhece vão pensar coisas boas? Para Vanessa Van Petten, especialista em pesquisas sobre inteligência social e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5023" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_primeiraimpressao.jpg" alt="Shutterstock" width="448" height="505" /></p>
<p>Causar uma boa <strong>primeira impressão</strong> quando você é apresentado a um possível <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7790-17149,00-CLIENTES.html" target="_blank">cliente</a></strong> ou parceiro é muito importante – principalmente porque você tem só uma chance para fazer isso. Mas como ter certeza de que as pessoas que você conhece vão pensar coisas boas? Para Vanessa Van Petten, especialista em pesquisas sobre inteligência social e emocional, o bom aproveitamento desses contatos inclui ser autêntico – os interlocutores sabem de cara que alguém está fingindo.</p>
<p>Ela também dá dicas de como começar uma conversa com o pé direito e garantir uma boa impressão. As sugestões foram publicadas no site do <a href="http://theyec.org/how-to-make-a-killer-first-impression/" target="_blank">Young Entrepreneur Council</a>, organização sem fins lucrativos que promove o <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8146-17149,00-EMPREENDEDORISMO.html" target="_blank">empreendedorismo</a></strong> como uma solução ao desemprego e ao subemprego. Confira.<br />
<span id="more-5021"></span></p>
<p><strong>1. Determine as suas intenções. </strong>Isso é muito importante em eventos grandes, em que você vai conhecer muitas pessoas, como conferências ou festas. Antes de chegar ao local, reflita sobre o tipo de pessoa que você quer encontrar e que tipo de interação quer ter. Esse processo o ajudará a concentrar a sua energia no que é realmente importante.</p>
<p><strong>2. Pense sobre seus ornamentos.</strong> Roupas, maquiagem, joias, relógios e sapatos são itens que as pessoas levam em consideração quando fazem julgamentos iniciais. Reúna suas roupas e acessórios e mostre-os para amigos em quem você confia. Pergunte o que eles acham. Muitos homens não percebem o quanto seu relógio pode dizer sobre eles. Para mulheres, bolsas e brincos vistosos podem alimentar determinadas avaliações. Certifique-se de que aquilo que você veste ou como você arruma o cabelo ou a maquiagem passam a mensagem certa para as pessoas que você vai conhecer.</p>
<p><strong>3. Preste atenção na linguagem corporal.</strong> Essa é uma parte crucial das primeiras impressões e inclui desde a sua postura até como você anda e para que lado vira o corpo. Muitas vezes, simplesmente pensar na sua linguagem corporal já causa melhorias. Se puder, faça um vídeo de você andando por um ambiente. Algumas dicas para aprimorar essa linguagem são prestar atenção na direção para onde você aponta os pés, a posição dos seus ombros e o seu aperto de mão.</p>
<p><strong>4. Evite os dias ruins.</strong> As pessoas que vão a coquetéis depois de terem passado por um dia ruim normalmente continuam tendo um dia ruim. Se você está de mau humor ou ansioso, outras pessoas vão perceber isso na sua expressão facial, nos seus comentários e na sua linguagem corporal. Se o dia está ruim, fique em casa! Se não der, encontre uma maneira de sair dessa nuvem negra. Faça exercícios ou assista a vídeos engraçados no YouTube. Isso vai melhorar o seu humor.</p>
<p><strong>5. Seja interessado e interessante. </strong>Se você realmente quer conhecer pessoas e está aberto para aprender quem eles são, isso irá transparecer na primeira impressão. Nós todos já tivemos a experiência de encontrar alguém e saber instantaneamente que eles foram arrastados até lá por um amigo e não veem a hora de ir embora. Quando se aproximar de alguém, mostre um interesse genuíno em quem a pessoa é. Isso é contagioso, e você terá conversas melhores e contatos mais duradouros.</p>
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		<title>Viciados em distrações</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Adán Gil</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>

		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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Seja honesto: no espaço de uma hora, quantas vezes você interrompe o trabalho para mergulhar em alguma distração deliciosa? Checar e-mails, conferir os últimos posts no Facebook, mandar um torpedo para um amigo&#8230; Cinco a dez vezes, seria a minha resposta. A verdade é que a tentação de abrir uma nova janela, responder àquele post [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5017" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_distracao.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="301" /></p>
<p>Seja honesto: no espaço de uma hora, quantas vezes você interrompe o trabalho para mergulhar em alguma distração deliciosa? Checar <strong>e-mails</strong>, conferir os últimos posts no <strong><a href="http://www.facebook.com/revistapegn" target="_blank">Facebook</a></strong>, mandar um torpedo para um amigo&#8230; Cinco a dez vezes, seria a minha resposta. A verdade é que a tentação de abrir uma nova janela, responder àquele post no <strong><a href="http://twitter.com/peqempresas" target="_blank">Twitter</a></strong> ou espiar as fotos novas no Tumblr é praticamente irresistível. Existe uma razão para isso, diz Ilya Pozin, empreendedor digital e colunista da Inc. Segundo ele, nós amamos as distrações. Somos praticamente viciados nelas. Mas o empresário faz um alerta: essas paradas, quando em excesso, podem ser fatais para a <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML7927-17149,00-PRODUTIVIDADE.html" target="_blank">produtividade</a></strong>. Em artigo para a Inc, Pozin enumerou as sete dicas fundamentais para manter a produtividade e se livrar das distrações.<br />
<span id="more-5016"></span></p>
<p><strong>Desmonte seu projeto em pequenas partes. </strong>Não basta fazer uma lista de prioridades: “Montar o website da empresa”, “Aumentar as vendas”, “Criar um programa de benefícios para os funcionários” etc. É preciso desdobrar cada uma dessa prioridades em pequenas tarefas, de maneira que você saiba qual o próximo passo a tomar em cada caso. Dessa maneira, será possível estabelecer um cronograma e colocar cada projeto em movimento.</p>
<p><strong>Evite fazer várias coisas ao mesmo tempo.</strong> Resista à tentação de ter e-mail, Facebook, Twitter e mais dez janelas abertas ao mesmo tempo no seu computador. O famoso multi-tasking é extremamente prejudicial ao trabalho. Segundo alguns especialistas, quem pula de tarefa para tarefa fica entorpecido. O efeito seria semelhante ao de uma droga: o raciocínio fica mais lento e a capacidade de decisão vai embora pelo ralo.</p>
<p><strong>Elimine as distrações a qualquer custo.</strong> Se não estiver conseguindo completar uma tarefa importante, vale tomar medidas drásticas: trancar a porta, colocar um sinal de “Não perturbe”, desligar o celular, fechar o Outlook e, em casos mais drásticos, sair da internet. Você verá que o trabalho vai fluir com muito mais facilidade.</p>
<p><strong>Determine horários para o e-mail. </strong>Escolha dois ou três horários ao longo do dia para ler e responder e-mails. Parar o que está fazendo o tempo todo para conferir mensagens cria um barulho enorme na sua cabeça, diminuindo pela metade a produtividade.</p>
<p><strong>Troque o e-mail pelo telefone.</strong> Se você tiver que responder a um e-mail mais de duas vezes, sinal de que é melhor pegar o telefone e resolver de uma vez a questão. Pode ser bem mais rápido e indolor.</p>
<p><strong>Seja o dono do seu tempo.</strong> Não deixe que suas atividades diárias sejam controladas por mecanismos externos. Determine sua agenda logo pela manhã e siga o que determinou, na medida do possível. Muita gente começa o dia lendo e-mails e enlouquece tentando resolver tudo ao mesmo tempo. Faça seu cronograma diário e deixe os e-mails para mais tarde.</p>
<p><strong>Faça uma parada a cada 90 minutos. </strong>Está comprovado: seu cérebro consome mais glicose do que qualquer outra parte do corpo. Depois de uma hora, uma hora e meia, seu estoque de energia estará esgotado. Não é à toa que as pessoas ficam cansadas depois de longas reuniões. O ideal é fazer um intervalo a cada 90 minutos e recarregar: comer alguma coisa, bater um papo, curtir a paisagem (se houver uma). É bom para o cérebro e para a sua empresa.</p>
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		<title>Como criar um modelo de gestão baseado em descoberta</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/como-criar-um-modelo-de-gestao-baseado-em-descoberta/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Maria Martins Fontes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

		<category><![CDATA[startups]]></category>

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		<description><![CDATA[
Durante o ano que passou, muitas pessoas de faro aguçado identificaram carências no mercado e desenvolveram uma ideia de negócio para suprir essa necessidade. Algumas certamente já tomaram fôlego e se preparam para estrear no mundo do empreendedorismo em 2012.
Mas, antes, vem o frio na espinha: será que vai dar certo? “Uma startup não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5013" title="Shutterstock" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/papo_startup.jpg" alt="Shutterstock" width="450" height="300" /></p>
<p>Durante o ano que passou, muitas pessoas de faro aguçado identificaram carências no mercado e desenvolveram uma <strong>ideia de negócio</strong> para suprir essa necessidade. Algumas certamente já tomaram fôlego e se preparam para estrear no mundo do <strong><a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML8146-17149,00-EMPREENDEDORISMO.html" target="_blank">empreendedorismo</a></strong> em 2012.</p>
<p>Mas, antes, vem o frio na espinha: será que vai dar certo? “Uma<strong> <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML19467-17149,00-STARTUPS.html" target="_blank">startup</a> </strong>não é uma pequena empresa, e sim uma organização temporária com a missão de achar um modelo de negócios que permita ganhar escala”, afirma o empresário Ryan Healy, cofundador da consultoria <a href="http://www.brazencareerist.com/" target="_blank">Brazen</a> (EUA), citando <a href="http://steveblank.com/" target="_blank">Steve Blank</a>, autor do livro “The Four Steps to the Epiphany”.</p>
<p>A saída para não se desesperar, diz Healy, é descobrir quais são as questões mais importantes para resolver e colocar a mão na massa, sem medo de errar.<br />
<span id="more-5011"></span></p>
<p>Ele considera essa fase bastante arriscada, na qual o empreendedor se depara com milhares de perguntas e poucas respostas. Especialmente porque a startup não pode ser administrada da mesma maneira que uma grande empresa – é preciso partir de um modelo novo.</p>
<p>Para isso ele adotou, na fase inicial de seu negócio, a cultura de aprendizado e descoberta. Ela se baseia em três pontos, que Healy mostrou em um artigo para o site do YEC http://theyec.org/ neste mês. Confira, abaixo, quais são eles.</p>
<p><strong>1.	Reuniões de aprendizado</strong><br />
Healy decidiu mudar o formato das reuniões de sua equipe. Em vez de resultados e problemas, ele resumiu a pauta a três perguntas: 1) o que você aprendeu na semana passada?; 2) o que você está testando nesta semana?; e 3) o que você precisa testar e não consegue entregar nesta semana?.</p>
<p><strong>2.	Lista de perguntas sem respostas</strong><br />
Quando alguma questão – grande ou pequena – vem à mente de Healy, ele para e a anota em uma lista-mãe. Mais tarde, organiza o rol de perguntas, mesmo que seja uma vez a cada 15 dias. “O ato de escrever já ajuda”, diz.</p>
<p><strong>3.	Lista de respostas</strong><br />
Por outro lado, quando algum item da lista de perguntas é submetido a teste, o resultado também é anotado, mas na lista-mãe de respostas. Isso vale também para o que não deu certo – para evitar perda de tempo tentando trilhar um caminho.</p>
<p>Por fim, Healy ressalta que, para tudo isso funcionar, é preciso ter uma política de total transparência entre todos os membros da equipe. “Acredito que achamos o modelo certo. Continuamos testando as ideias, mas agora nossas reuniões são mais focadas em resultados e objetivos. Ainda conversamos sobre aprendizado, mas, quando chega a hora de ganhar escala, é preciso seguir em frente”, afirma.</p>
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		<title>O que fazer diante de pedidos inusitados dos clientes?</title>
		<link>http://www.papodeempreendedor.com.br/servicos/o-que-fazer-diante-de-pedidos-inusitados-dos-clientes/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 12:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathalia Prates</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>

		<category><![CDATA[atendimento ao cliente]]></category>

		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

		<category><![CDATA[satisfação do cliente]]></category>

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		<description><![CDATA[
Saber lidar com pessoas é um pré-requisito essencial para  todos os tipos de negócio. Tratar os consumidores com respeito, cordialidade e  simpatia – em qualquer hora e todos os dias – é regra. Mas como reagir quando os  clientes fazem perguntas e solicitações estranhas? A companhia aérea britânica  Virgin Atlantic realizou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><img class="alignnone size-full wp-image-5005" title="relacionamento com o cliente" src="http://www.papodeempreendedor.com.br/wp-content/uploads/shutterstock_51354070.jpg" alt="relacionamento com o cliente" width="408" height="461" /></p>
<p class="MsoNormal">Saber lidar com pessoas é um pré-requisito essencial para  todos os tipos de <strong>negócio</strong>. Tratar os <strong>consumidores</strong> com respeito, cordialidade e  simpatia – em qualquer hora e todos os dias – é regra. Mas como reagir quando os  clientes fazem perguntas e solicitações estranhas? A companhia aérea britânica  <a href="http://http://www.virgin-atlantic.com/en/us/index.jsp   "><strong>Virgin Atlantic</strong></a> realizou uma pesquisa com cerca de 3.000 funcionários, entre  pilotos e comissários de bordo, para saber quais foram as frases mais inusitadas  que já ouviram. O resultado foi publicado no site da CNN.</p>
<p class="MsoNormal"><span id="more-5004"></span>Acostumados a voar para diversos destinos e,  consequentemente, a lidar com pessoas de nacionalidades diferentes, a tripulação  respondeu coisas inacreditáveis:</p>
<p>“Você poderia me mostrar onde ficam os chuveiros?”</p>
<p>“Você poderia levar os meus filhos para a sala de brinquedos?”</p>
<p>“Vocês servem lanches do McDonald’s?”</p>
<p>“Seria possível abrir as janelas?”</p>
<p>“Você poderia trazer uma xícara de chá, um livro e fazer uma massagem na  minha Barbie?”</p>
<p>“Por favor, você pode pedir para o piloto parar a  turbulência?”</p>
<p>“Vocês poderiam desligar o motor? Ele está fazendo muito  barulho.”</p>
<p>Segundo a gerente de<strong> relacionamento</strong> com o cliente da Virgin, Caroline Lynam,  é importante que a <strong>empresa</strong> busque oferecer sempre o melhor serviço possível aos  clientes. “Contudo, há algumas solicitações que até nós achamos desafiadoras.” A  declaração da funcionária é inteligente e deveria servir de exemplo. Nem sempre  estamos bem-humorados e há dias em que dá vontade de dar respostas não muito  educadas. Quem trabalha diretamente com o <strong>público </strong>sabe que não há lugar para  esses “dias” no calendário da empresa. É preciso ter paciência e consideração  com quem está usufruindo de um <strong>serviço</strong> oferecido pela sua empresa e tentar tirar  o melhor proveito possível da situação. Quem sabe, de uma pergunta aparentemente  tola, não surge uma ideia inovadora?</p>
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