Papo de Empreendedor http://www.papodeempreendedor.com.br Papo de Empreendedor Fri, 27 Aug 2010 19:12:33 +0000 http://wordpress.org/?v=2.7 en hourly 1 Você delega tarefas? http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/voce-delega-tarefas/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/voce-delega-tarefas/#comments Fri, 27 Aug 2010 19:06:05 +0000 Mariana Iwakura http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3501 Uma vez um empreendedor me contou que, mesmo com uma equipe de executivos consolidada e a empresa já no patamar de R$ 30 milhões anuais de faturamento, ele continuava a cuidar pessoalmente do atendimento a alguns clientes. E não queria mais fazer isso. Queria delegar essa tarefa e se concentrar na estratégia do negócio. A grande questão é: quais partes da operação não precisam ficar o tempo todo sob o controle dos donos?

Quando o negócio está começando, muitos empreendedores adquirem um hábito difícil de perder: o de centralizar tudo. É claro que, quando a empresa é composta só dele mesmo e de algumas poucas pessoas, não tem muito como distribuir tarefas. O problema é que o empreendimento começa a crescer, e o empresário continua cuidando da folha de pagamento, do atendimento ao cliente, da limpeza… Pensando nisso, o site da revista Inc. fez uma lista bacana de itens que devem ser delegados a funcionários (leia a matéria original, em inglês). Aqui vão alguns deles.

1.    Contabilidade. É claro que o empresário precisa acompanhar muito de perto as finanças da empresa, mas não há necessidade de que faça a gestão da folha de pagamento, por exemplo, pessoalmente. Ative uma ferramenta on-line de pagamentos e recebimentos ou defina alguém para fazer isso.

2.    Mídias sociais. É grande a tentação de administrar todos os e-mails que saem da empresa ou todas as atualizações no Facebook. Como as redes exigem dinamismo e informalidade, pedem também presença constante. Então passe essa tarefa para um dos empregados – alguém que entende de mídias sociais, claro.

3.    Preocupações com os clientes. O empreendedor nunca deve tirar o olho de alguns clientes-chave. Mas também não pode querer cuidar de todas as reclamações dos fregueses. Presumindo que haja na equipe alguém de confiança para cuidar desse relacionamento, deixe que essa pessoa assuma totalmente a função – assim, o cliente não irá ficar confuso quanto a quem procurar.

4.    Criatividade. Muitos empreendedores gostam de participar de todas as sessões de brainstorming ou dar palpite no design de tudo na empresa. Ao fazer isso, podem minar a criatividade de seus empregados. O segredo está em incentivar novas ideias e finalizar tudo em equipe depois.

5.    Decisões de compra. É importantíssimo manter o controle sobre os gastos da empresa. Mas gerenciar todas as compras pode alienar os empregados. O jeito é definir as verbas que podem ser gastas e deixar que eles tomem as decisões dentro desse limite.

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Aplicativos para comprar melhor http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/aplicativos-para-comprar-melhor/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/aplicativos-para-comprar-melhor/#comments Thu, 26 Aug 2010 15:40:34 +0000 Camila Hungria http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3493  

Aplicativo para iPhone permite ver como fica o relógio da marca Nuevo, vendido pela internet, no braço do cliente

Aplicativo para iPhone permite ver como fica o relógio da marca Nuevo, vendido pela internet, no braço do cliente

Eu não tenho um iPhone, mas às vezes tenho vontade de comprar um só para poder fazer download da infinidade de aplicativos existentes e gastar horas brincando com eles (e parar de trabalhar para ter tempo suficiente para usar tantas funções…). Atualmente, existe aplicativo de iPhone para fazer (quase) tudo, até trancar o carro ou acionar o alarme a qualquer distância!

Para mim seria uma brincadeira, mas para muitos empresários os aplicativos podem ser úteis para turbinar os negócios, fazer uma ação de marketing diferenciada ou simplesmente interagir com seu público-alvo.
Um deles é o Shopkick, que, basicamente, é um sistema que pontua clientes que visitam lojas. A cada visita, o cliente ganha uma pontuação, que será revertida em descontos nos preços dos serviços ou produtos da loja. A rede de cafeterias Starbucks, por exemplo, criou um sistema para o consumidor escolher o pedido e fazer o pagamento via iPhone, além de um jogo personalizado para seus consumidores.

Aplicativos de iPhone também estão sendo usados como ferramentas que otimizam as vendas pela internet. O site de vendas online eBay desenvolveu um aplicativo exclusivo que permite ao usuário escolher peças, testar diversos looks e montar um guarda-roupa. As peças, claro, estão à venda no portal.

Hoje li sobre uma marca de relógios, a Nuevo, que também desenvolveu um aplicativo para facilitar as vendas dos seus produtos pela loja virtual. O usuário faz o download e pode provar em seu próprio braço os modelos de relógio da coleção nova; basta colocar o aparelho em frente ao braço. A ideia torna a compra de produtos dessa marca diferente e proporciona ao consumidor uma experiência quase lúdica, além de aproximar o cliente do contato com o produto, coisa que só seria possível caso comprasse na loja.

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É preciso pensar duas vezes antes de escolher o nome da futura empresa http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/e-preciso-pensar-duas-vezes-antes-de-escolher-o-nome-da-futura-empresa/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/e-preciso-pensar-duas-vezes-antes-de-escolher-o-nome-da-futura-empresa/#comments Wed, 25 Aug 2010 18:59:57 +0000 Katia Simões http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3489 Semana passada fui a Campinas, distante 100 quilômetros da capital paulista, entrevistar um grande empresário da área de educação. No caminho, aflita para não perder a hora, pois o motorista insistia em desafiar o GPS que ele havia comprado há poucos dias, decidi fixar os olhos nos letreiros das empresas para não me irritar ainda mais. Eis que fui surpreendida com as letras garrafais estampadas na frente de uma lavanderia: UOSHI. Sim, estava escrito exatamente assim. E o pior, não era brincadeira. Nem em inglês, nem em bom português. Não tive tempo de questionar o autor da maravilha, mas parei para pensar o que leva os empreendedores a batizar suas empresas com nomes tão fora de propósito. E basta parar e olhar em volta para confirmar o quanto esses absurdos se multiplicam. Você se sentiria à vontade comendo em um bar chamado Sujinho? Pois ele existe e é famoso na capital paulista. E exibiria orgulhoso a sacola de uma loja de calçados chamada Pezão?

Escolher o nome da empresa exige bom senso, afinal será a sua marca registrada no mercado e na cabeça dos clientes. A escolha errada do nome poderá atrapalhar para sempre os negócio, causando dificuldades de pronúncia, fixação e assimilação por parte da clientela. De acordo com os consultores, o ideal é evitar palavras estrangeiras, para não correr o risco de assassinar o idioma; junções de nomes e palavras, termos regionais e vocábulos de duplo sentido. Na dúvida, faça uma pesquisa simples consultando a família, os amigos mais próximos e até futuros consumidores. Se a maioria torcer o nariz, parta para outro.

No vídeo abaixo, assista a conversa entre o empreendedor Danny Guimarães, que está abrindo um quiosque de comida japonesa no Rio de Janeiro, com o consultor de empresas Marcelo Cherto. Danny quer saber que critérios levar em conta na hora de escolher um nome para o empreendimento.

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Levi’s lança marca para jovens asiáticos http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/levis-lanca-marca-para-jovens-asiaticos/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/levis-lanca-marca-para-jovens-asiaticos/#comments Tue, 24 Aug 2010 18:05:33 +0000 Marcel de Lima http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3486 denizen_levis_asia_02

O que podemos aprender com uma empresa que tem mais de 150 anos de mercardo, 11.400 empregados, que criou um dos produtos mais consumidos da história, e em 2008, faturou mais de US$4 bilhões? A resposta é simples: se reinventar a cada dia, saber quem é seu público e ter visão de mercado.

A Levi Strauss & Co. lançou a dENiZEN, uma nova marca global para o mercado asiático. Segundo a empresa, além do tradicional jeans de qualidade, sua nova marca oferece um caimento perfeito, para a nova geracão desse mercado em ascensão.

Demonstrando conhecimento do público, os jeans da dENiZEN vão ter as medidas da cintura, do cós e o comprimento das pernas menores do que os modelos tradicionais. Outro atrativo é que normalmente uma calca jeans Levi’s é vendida na China por mais de US$ 100, mas os modelos da dENiZEN serão vendidos por volta de US$ 40 e US$ 60. Mesmo assim, o preço ainda é entre 10% a 15% mais alto do que o praticado pela concorrência local.

Pela primeira vez na história da Levi’s, a empresa cria uma marca fora dos Estados Unidos. A sede da dENiZEN é localizada em Hong Kong. Assim ficará mais fácil para a marca penetrar não apenas na segunda maior economia mundial, a China, já que até o final do ano a grife pretende abrir 50 lojas no país, mas também em outros mercados emergentes, como Índia, Singapura e Coreia do Sul.

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Uma campanha para mudar todas as campanhas? http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/uma-campanha-para-mudar-todas-as-campanhas/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/uma-campanha-para-mudar-todas-as-campanhas/#comments Mon, 23 Aug 2010 18:47:51 +0000 Rafael Farias Teixeira http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3482 Em fevereiro deste ano, a marca americana de desodorantes masculinos Old Spice lançou seu novo sabonete líquido. Mas não só isso. Lançou também uma campanha publicitária sem precedentes, que fez com que outras empresas refletissem sobre como se comunicam com seus consumidores.

A ideia parece simples. Intitulada “The Man Your Man Could Smell Like” (O Homem Com Quem Seu Homem Poderia Cheirar Parecido), a campanha criada pela agência Wieden + Kennedy trazia o ex-jogador de futebol americano Isaiah Mustafa apenas de toalha falando sobre o novo produto, com sua voz grave, verborragia elogiosa e seu jeito charmoso.

O primeiro vídeo inspirou diversos comentários em redes sociais, como Facebook e Twitter, tanto de pessoas comuns como de celebridades. Mas a empresa e a agência não pararam por aí. Iain Tait, diretor de interação global da Wieden + Kennedy e uma equipe de 35 pessoas selecionaram alguns desses feedbacks e fizeram vídeos em resposta usando o “Old Spice Guy” (O Cara Old Spice), como Mustafa ficou conhecido, como porta-voz da marca.

A campanha produziu mais de 180 vídeos que se tornaram sucesso de audiência na internet. A empresa Visible Measures, que acompanha e mede a audiência de vídeos na rede, informou que essas novas propagandas foram vistas por mais de 16 milhões de pessoas em apenas uma sexta-feira. “Nunca houve uma campanha que respondesse as perguntas dos consumidores de forma tão pessoal e rápida”, afirma Matt Fiorentino, analista de marketing da empresa em entrevista para o site Star.com. “E não foi apenas isso, foi o jeito como eles fizeram. O roteiro é brilhante e a atuação também.”

Na última semana, participei da Digital Age 2.0, conferência internacional sobre comunicação e marketing na era digital, e palestrantes internacionais como Brian Solis e Andrea Harrison mencionaram a campanha com uma das que mostraram maior resistência na web.

Abaixo, você confere o primeiro vídeo que deu origem à campanha e alguns outros em resposta a comentários feitos por usuários do Twitter.

Primeiro Vídeo

Resposta à apresentadora Ellen DeGeneres
O Cara Old Spice agradece os comentários da apresentadora de talk-show Ellen DeGeneres e ainda toma um tempinho para elogiá-la.

Resposta à atriz Demi Moore
Nesse vídeo Mustafa destrói uma piñada com um peixe congelado – não tente entender – como resposta a um pedido especial feito pela atriz Demi Moore.

Pedido de casamento
O Cara Old Spice usa todo seu charme para pedir em casamento a namorada de um usuário do Twitter no seu lugar.

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Sobre o comportamento empreendedor http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/sobre-o-comportamento-empreendedor/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/sobre-o-comportamento-empreendedor/#comments Fri, 20 Aug 2010 22:32:29 +0000 Ricardo F. Santos http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3478 empreendedor

Por meio de uma videoconferência pela internet, com a participação de cerca de 220 pessoas, o gerente de atendimento do Sebrae, Enio Pinto, falou sobre empreendedorismo nas micro e pequenas empresas, abordando o amadorismo empresarial, oportunidades e o comportamento empreendedor.

Enio cita um tripé comum a pessoas e empresas competentes: conhecimento, habilidade e atitude. Para ele, a vida é 10% daquilo que acontece com você e 50% de como você lida com isso. É o comportamento. “Durante muitos anos, acreditava-se que ou se nascia empreendedor ou não. Era possível ensinar técnicas de gestão, mas não comportamento empreendedor. Esse conceito mudou e atualmente temos ótimas ferramentas que ajudam na mudança do comportamento.”

Um dos primeiros passos para quem está interessado em empreender por oportunidade, explica Enio, é identificar o que você faz bem, melhor do que os outros. E também o que lhe dá prazer, o chamado ócio. Se você conseguir aliar isso a uma necessidade do mercado, você encontrou a sua vocação empreendedora.

Enio terminou a videoconferência listando 10 características do comportamento empreendedor:

1. Indivíduo de vida dupla (virtual e real)
2. Focado no Ser. O Ter é consequência
3. Multi-especialista
4. Sonhador (sonhos acordados) – movido por metas
5. Antena ligada em novas oportunidades
6. A serviço da diferenciação pela inovação
7. Aventureiro – correndo riscos calculados
8. Curiosidade intelectual
9. Velocista – a velocidade da resposta é tão importante quanto à qualidade da resposta
10. Mais do que envolvido, comprometido

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Marco César Bassi, vencedor do Prêmio Empreendedor de Sucesso 2008, fala sobre a importância da premiação http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/marco-cesar-bassi-vencedor-do-premio-empreendedor-de-sucesso-2008-fala-sobre-a-importancia-da-premiacao/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/marco-cesar-bassi-vencedor-do-premio-empreendedor-de-sucesso-2008-fala-sobre-a-importancia-da-premiacao/#comments Wed, 18 Aug 2010 14:47:58 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3475 (Foto: Omar Paixão)

(Foto: Omar Paixão)

O Grupo HDI, fundado pelo empresário Marco César Bassi, foi o destaque do Prêmio Empreendedor de Sucesso 2008. Além de conquistar o título de grande campeã, a empresa também ganhou na categoria Crescimento.

Bassi criou um sistema automatizado inédito que vasculha 100% dos programas em busca de falhas, enquanto o comum no mercado é a checagem por amostragem. Em 2008, ano em que a receita da empresa cresceu 300%, foram abertas filiais no Chile e na Espanha.

Em uma entrevista descontraída, ele nos conta qual foi a importância do Prêmio, qual a principal característica de um empreendedor e o que motivou a sua inscrição. Confira o vídeo.

Para fazer sua inscrição, clique aqui.

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5 dicas para a sua empresa parecer maior do que é http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/5-dicas-para-o-seu-negocio-parecer-maior-do-que-e/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/5-dicas-para-o-seu-negocio-parecer-maior-do-que-e/#comments Tue, 17 Aug 2010 22:59:41 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3469
(Foto: iStockphoto.com)

(Foto: iStockphoto.com)

Todo pequeno empresário sabe como é difícil conquistar clientes. E aqui, muitas vezes, o tamanho do empreendimento importa, sim. Alguns pensam que empresas pequenas não darão conta de entregar um bom produto ou serviço e por isso já desistem do negócio logo de cara.

Mas mesmo o seu negócio sendo classificado como uma pequena empresa, não precisa agir como tal em determinadas situações. Se você fizer seu empreendimento parecer maior do que ele é, pode ser que fique mais fácil conquistar clientes.

O site australiano Smart Company entrevistou especialistas e elaborou 10 dicas para fazer com que seu negócio pareça maior e, assim, passe mais credibilidade ao mercado. Aqui estão cinco dicas. A lista completa você acessa no site Smart Company (em inglês).

1. Construa um site pomposo
Uma das primeiras coisas que um grande prospect vai fazer antes de fechar negócio é verificar o site da empresa que pretende contratar. Por isso vale a pena investir em uma boa página na internet, o que não é mais tão caro de se fazer hoje em dia

2. Desenvolva a presença da sua empresa nas mídias sociais
Estar presente nas mídias sociais não apenas aproxima a sua empresa dos clientes como também faz o seu empreendimento parecer que tem mais tempo no mercado e mais experiência. Ter muitos seguidores, por exemplo, faz parecer que sua empresa está há mais tempo com as portas abertas.

3. Aumente um pouco ao falar de você mesmo
Nas pequenas empresas, o dono também é o diretor financeiro, de marketing e recursos humanos. Mas, nas conversas com possíveis clientes, comente sobre os “outros” diretores, pois isso transmitirá a imagem de uma empresa maior, mais bem estruturada.

4. Tenha um bom endereço
Muitos negócios que acabaram de abrir as portas ainda estão instalados dentro da casa do empresário. Só que isso pode soar estranho aos futuros clientes. Por isso, encontre um escritório barato num bairro bem localizado e aumente a credibilidade da sua empresa.

5. Invista no material promocional
Não seja mesquinho com os folhetos da sua empresa. Se o negócio precisa parecer profissional – além de ser, claro -, se esforce para fazer um bom material promocional.

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Descontos via celular http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/descontos-via-celular/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/descontos-via-celular/#comments Mon, 16 Aug 2010 19:56:27 +0000 Marcel de Lima http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3464 Uma coisa que os americanos amam, ainda mais em tempos de vacas magras, são os cupons de desconto. Mais da metade das cartas recebidas pelo correio e pelo menos 20% do peso dos jornais diários são de empresas enviando seus cupons.  Existem até programas de televisão que dão dicas de como economizar mais usando essa poderosa arma. Observando esse hábito, a Shopkick, uma startup do Vale do Silício, lançou um aplicativo para smartphones que recompensa seus usuários com cupons de desconto. Mas, para preservar a privacidade das pessoas, o aplicativo não usa o GPS dos aparelhos. Basta o cliente entrar em um shopping ou uma loja e abrir o aplicativo para receber sinais de autofalantes, instalados nessas áreas, com os cupons disponíveis do dia, bônus ou preview de produtos.

Entretanto, uma questão que pode inibir os consumidores é que para receber o desconto o cliente tem que dar o número do celular para o caixa validar a venda. Mas esse detalhe não impediu a Shopkick de fechar parcerias com quatro grandes revendas americanas, a Macy’s Inc, Best Buy e outras duas que, por enquanto, não querem revelar seus nomes. Agora, pensem no poder que um aplicativo como esse pode ter sobre as vendas diárias de um determinado produto. Pensando nesse poder, investidores já liberaram um fundo de US$ 15 milhões para a Shopkick.

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Gestão do conhecimento vai muito além da intranet http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/gestao-do-conhecimento-vai-muito-alem-da-intranet/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/gestao-do-conhecimento-vai-muito-alem-da-intranet/#comments Fri, 13 Aug 2010 19:33:34 +0000 Thiago Cid http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3452 (Ilustração: Clix)

(Ilustração: Clix)

Toda tarefa realizada em uma empresa gera conhecimento. Ao executar um processo, o trabalhador aprende a melhor forma de realizá-lo. Ele também descobre soluções alternativas e se torna capaz de identificar problemas que possam surgir. Assim como seus funcionários, as empresas também precisam aprender com os acontecimentos diários. Registrar e difundir o que os colaboradores aprendem é vantajoso: a prática constrói um repertório de soluções e melhores práticas que auxilia na gestão do negócio e fomenta a inovação.

As grandes empresas já sabem disso. Há alguns anos elas investem em gestão do conhecimento – nome pomposo para o conjunto de práticas que promove a circulação e consolidação de ideias no ambiente de trabalho. A premissa é de que todo o conhecimento adquirido deve ser compartilhado e debatido pelos profissionais. Além de promover uma compreensão ampla do funcionário sobre toda a cadeia do negócio, esse tipo de gestão garante que o conhecimento não saia da empresa se o trabalhador for embora. Aquilo que ele descobriu com anos de experiência de tentativa e erro foi disseminado para outros colegas. E a empresa não fica refém do expertise de algumas poucas pessoas.

Para fazer o conhecimento ultrapassar o limite dos cubículos e departamentos, é preciso criar plataformas por onde a informação deve transitar. Mas não é uma intranet que irá resolver os problemas. “É preciso criar meios que façam as pessoas se sentirem à vontade no ambiente de trabalho e usarem os canais destinados a oferecer sugestões e ideias”, afirma o professor da Fundação Dom Cabral Rivadávia Alvarenga, especialista no assunto. A plataforma não precisa ser necessariamente cara ou eletrônica. Grupos técnicos de discussão são uma ferramenta barata e providenciada facilmente. Para que essas ferramentas deem certo, porém, a empresa precisa convencer seus funcionários de que o intercâmbio é benéfico não apenas para o negócio, mas para suas próprias carreiras.

O conhecimento pode fluir de diversas maneiras. Uma boa estratégia é montar um banco de dados detalhando os processos e soluções. Sempre que uma dúvida surgir, os trabalhadores podem recorrer ao banco, economizando tempo e recursos. Fóruns virtuais, quando estimulam os funcionários a compartilhar o que sabem, se tornam uma seara de novas ideias. Independentemente da plataforma, o gestor tem de assegurar duas coisas: que os demais funcionários assimilem as informações trocadas e que a empresa armazene todo o conhecimento obtido.

Com esse diálogo, a empresa, como um todo, sai beneficiada. Da gestão estratégica ao marketing, da tecnologia da informação ao comercial, passando pelos recursos humanos, logística e serviços – todos os setores enriquecem com a visão global do negócio, aproveitando sinergias e colhendo sugestões de inovação. As muitas cabeças pensando coletivamente também ajudam na consolidação do conhecimento, refinando o amontoado de informações dispersas em diretrizes e práticas bem definidas. Afinal, conhecimento não é uma simples coleção de dados. É a interpretação crítica e seletiva da informação.

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A música que toca na sua loja pode interferir diretamente nas vendas http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/a-musica-que-toca-na-sua-loja-pode-interferir-diretamente-nas-vendas/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/a-musica-que-toca-na-sua-loja-pode-interferir-diretamente-nas-vendas/#comments Fri, 13 Aug 2010 15:03:53 +0000 Camila Hungria http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3442 Outro dia estava em um restaurante e notei que algo estava me irritando no ambiente (e contribuindo para que eu ficasse agitada, impaciente e comesse rápido demais): a música. Na contramão desse acontecimento, em outro momento,  em uma loja de roupas femininas, me surpreendi com uma cliente elogiando a música ambiente e perguntando à vendedora se, por acaso, a loja teria outras indicações de trilhas sonoras.

A música ambiente de um estabelecimento comercial é um fator que deve ser levado em consideração e merece uma atenção especial do empresário, pois contribui diretamente para o tempo de permanência do cliente no local, bem como para o seu estado de espírito, o que pode levá-lo a consumir mais, ou menos.

Algumas marcas, como a americana Abercrombie & Fitch, loja de menswear, por exemplo, utilizam a música em suas lojas como principal estratégia de venda. A trilha sonora cuidadosamente escolhida cria um clima de “balada”, o que anima os clientes e os leva a consumir mais e com mais disposição. O mesmo conceito é usado na Gola, loja de roupas masculinas localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo.

Entretanto, é preciso ter cuidado no momento de implementar uma estratégia como a usada pela Abercrombie&Fitch e pela Gola. A mesma música pode não ter o mesmo efeito, benéfico, em uma loja de roupas esportivas, em um restaurante japonês ou em uma loja de carpetes, por exemplo. De acordo com Alessandro de Paula, proprietário da AMP Music, consultoria especializada em desenvolver trilhas sonoras específicas para cada marca, serviço chamado de sound branding, “a música ambiente de uma loja, além de fortalecer a identidade da marca, cria um vínculo e uma identificação com o cliente, e por isso é preciso estudar cuidadosamente qual será essa trilha e se ela tem a cara do consumidor da marca”.

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Como reduzir o estresse do trabalho (usando a ciência) http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/como-reduzir-o-estresse-do-trabalho-usando-a-ciencia/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/como-reduzir-o-estresse-do-trabalho-usando-a-ciencia/#comments Thu, 12 Aug 2010 20:59:02 +0000 Rafael Farias Teixeira http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3430
(Fonte da foto: iStockphoto.com)

(Fonte da foto: iStockphoto.com)

Talvez um dos problemas mais insolúveis do dia a dia do empresário seja o estresse causado pela rotina.

A revista Wired de agosto trouxe uma matéria sobre como combater esse estado de ânimo com algumas dicas da ciência. Algumas delas você já deve ter ouvido falar - e até tentado aplicar -, mas acho que todas podem ser levadas em conta na rotina de qualquer empreendedor. E no fim, se conseguir resolver o problema, quem acaba ganhando é você e sua empresa.

- Faça amigos: estudos com macacos mostram que os mais isolados socialmente liberam taxas maiores de hormônios relacionados ao estresse, apresentam um sistema imune mais fraco e uma taxa de mortalidade maior. Outros estudos revelam que o mesmo acontece com humanos que possuem poucos amigos ou familiares próximos. Ou seja, se pergunte: você prefere ser o carrancudo da empresa, ou viver mais e ainda fazer um bom networking?

- Beba com moderação: Está aí uma dica que você não esperaria para diminuir seu estresse. Mas calma! Moderação é a palavra de ordem, já que o álcool é um ansiolítico, que diminui a ansiedade e a tensão. Já concentrações de álcool acima de 0.1% no sangue podem causar o efeito contrário: ativar a liberação de hormônios relacionados ao estresse. Ou seja, não deixe de curtir um bom happy-hour com seus funcionários e parceiros comerciais, mas nada que seja uma noitada que lhe deixe mais cabeça quente ou de ressaca no dia seguinte.

- Não se force a se exercitar: Para quem se obriga a acordar bem cedo todo dia para malhar, como eu, essa dica me pareceu a mais estranha, mas aqui vai. Enquanto fazer atividade física por livre e espontânea vontade melhora o humor, estudos com ratos forçados a andar em esteiras mostram que ir obrigado para a ginástica apenas eleva o nível de estresse do “atleta”.

- Evite brigas: Um estudo do biólogo Robert Sapolsky com babuínos relacionou certos comportamentos da espécie com baixos níveis de estresse. Aqueles que evitavam brigas, confrontos e outros problemas acabavam não só mais tranquilos, mas se davam melhor dentro do bando. Os babuínos “bonzinhos” se mantinham no topo da hierarquia por três vezes mais tempo do que os brigões e ainda faziam mais sexo, outra forma eficaz de aliviar o estresse.

Para conferir mais dicas, basta ler a matéria da Wired.

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Chat com Gustavo Caetano, sócio da Samba Tech http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/chat-com-gustavo-caetano-socio-da-samba-tech/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/chat-com-gustavo-caetano-socio-da-samba-tech/#comments Wed, 11 Aug 2010 15:57:56 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3426 gustavo_caetano

Gustavo Caetano foi o grande vencedor da 3ª edição do Prêmio Empreendedor de Sucesso e também foi eleito o Empreendedor do Ano (2009) pela Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Durante uma hora ele irá e compartilhar caminhos, oportunidades, lições e aprendizados de empreendedorismo com os internautas. Preparem suas perguntas! O bate-papo acontece quinta-feira (12/08) às 14 horas. Para participar clique aqui no horário do chat.

O empreendedor fez da armazenagem e distribuição de vídeos o carro-chefe de um negócio milionário.

Em 2010, o Prêmio Empreendedor de Sucesso chega à sua 4ª edição.  São três as categorias premiadas: Oportunidade, Inovação e Crescimento. A empresa que se destacar em todas elas levará o prêmio Empreendedor do Ano. As inscrições podem ser feitas até 20 de agosto no site http://revistapegn.globo.com/empreendedordesucesso

Quem será o próximo vencedor?

Não percam o chat!

Sobre a Samba Tech
A principal proposta da Samba é tornar o contato com vídeos uma realidade possível e acessível para grupos de mídia e corporações. De forma 100% online e sob demanda, as soluções de gerenciamento e distribuição dos vídeos na internet são desenvolvidas de forma customizada, simples e fácil para os clientes que desejam montar uma TV na internet, realizar uma transmissão ao vivo ou fazer a informação circular dentro da empresa.

Conheça mais sobre Gustavo Caetano e a Samba Tech em www.sambatech.com.br ou siga o empreendedor no Twitter: @gustavocaetano.

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Cuidado com o seu site. Ele passa a imagem da sua empresa http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/cuidado-com-o-seu-site-ele-passa-a-imagem-da-sua-empresa/ http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/cuidado-com-o-seu-site-ele-passa-a-imagem-da-sua-empresa/#comments Tue, 10 Aug 2010 20:09:06 +0000 Heloiza Camargo http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3424 Empresas que optam por disponibilizar as suas informações online precisam ficar atentas ao visual do site e ao conteúdo exposto. Não raro, quando busco alguma coisa costumo torcer o nariz para aquelas páginas muito carregadas (cheias de imagens, com letras enormes) ou que não contenham informações de fato relevantes do negócio. A abinha “sobre a empresa” é fundamental e até mesmo erros de português podem passar uma imagem negativa do empreendimento.

Assim como é imprescindível que uma loja esteja sempre limpa para que o cliente sinta-se confortável, um site também precisa passar a máxima sensação de facilidade, o que pode ser alcançado com uma navegação simples, intuitiva. Caso contrário um internauta que tem ao seu dispor muitos outros endereços eletrônicos provavelmente não voltará a acessar a página e também não terá uma boa imagem da empresa. Isso funciona comigo e com vários amigos: se o site não é bom, bonito, com informações úteis, tenho a impressão de que a empresa também não tem cuidado com seus produtos, serviços ou atendimento. Essa pode não ser a realidade, claro, mas é a impressão que fica. Perdi as contas de quantas vezes deixei de comprar em lojas virtuais apenas porque achei o endereço eletrônico muito ruim, por exemplo.

Se é para entrar no mundo virtual, faça isso com qualidade. Um programador de sites já não é tão caro como antigamente e há inúmeras ferramentas disponíveis para o empresário medir a audiência da página de sua empresa e verificar se está indo na direção correta. O site pode, muitas vezes, ser aquela famosa “primeira impressão” de uma empresa.

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Marketing diferenciado na academia http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/marketing-diferenciado-na-academia/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/marketing-diferenciado-na-academia/#comments Mon, 09 Aug 2010 22:07:57 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3418 chuveiro1Ao entrar no vestiário da academia hoje pela manhã, impossível não notar a ação de marketing que a marca multinacional Nivea promoveu. Dentro dos chuveiros, um sabonete líquido para o corpo e um gel de limpeza para o rosto disponíveis para o uso de quem fosse tomar banho ali, ambos acorrentados a um suporte para que ninguém os leve para casa indevidamente. Na porta de cada chuveiro, um adesivo com uma explicação de cada produto.

Ao me deparar com tal ação de marketing, fiquei pensando se esse tipo de promoção não estaria ao alcance de uma pequena empresa. Não deve custar tão caro disponibilizar alguns produtos da sua marca em academias de ginástica de bairro. E quer forma melhor de convencer alguém a comprar um creme, sabonete ou xampu? Quem usar e gostar, certamente vai procurar o produto no comércio da região. Aí é só pensar bem na distribuição, para que o cliente encontre o que procura ao percorrer as lojas do bairro.

Você já fez alguma ação desse tipo? Compartilhe com os leitores do blog.

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Piratas do tempo http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/piratas-do-tempo/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/piratas-do-tempo/#comments Fri, 06 Aug 2010 15:00:57 +0000 Sérgio Tauhata http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3411 A relação entre preço e pirataria é sempre um tema polêmico. A questão certamente é muito complexa. Os piratas não pagam impostos e estão, em geral, associados a crimes como contrabando. Mas, controvérsias à parte, o mercado dos clones pode trazer percepções sobre a influência da revolução digital nos modelos de negócios. Em primeiro lugar, podemos intuir que existe um público consumidor longe da alça de mira das empresas. Cópias do iPhone, por exemplo, anunciados em praticamente todos os shoppings eletrônicos de importados, custam em média R$ 400. É um valor considerável para um produto que emula toscamente o visual do celular da Apple e nada mais. Mas, de resto, são aparelhos com funções interessantes para a grande massa, como TV, mp3 player, câmera, rádio e até wi fi. Ou seja, tem gente à procura de mini centrais de entretenimento e não de computadores de bolso.

Em outra frente, DVDs ilegais custam de R$ 5 a R$ 10 nos camelôs. É um valor muito próximo ao que se paga em locadoras de vídeo. Isso mostra que talvez houvesse um mercado para venda de cópias baratas e legalizadas de DVD em lugar do aluguel - os clientes, em geral, assistem à produção apenas uma vez, então por que não levar pra casa o filme sem a obrigação de devolver? Além disso, como o usuário sempre vai encontrar todos os lançamentos desejados, consumiria mais a cada visita. Muitos poderiam argumentar que a profusão de cópias canibalizaria o mercado. No entanto, o sistema atual também apresenta a mesma vulnerabilidade: o que impede os consumidores de replicar os discos alugados ou simplesmente baixá-los via internet? As locadoras poderiam se tornar centros de distribuição de títulos. Dinheiro extra, por sua vez, poderia vir de diferenciais, como a venda de caixas e embalagens customizadas ou de conteúdo exclusivo, como revistas, pôsteres (imagine um DVD da saga Crepúsculo com pôsteres colecionáveis dos astros), álbuns e assim por diante.

Os conteúdos digitais se tornaram alvos preferidos da pirataria porque existe demanda reprimida somada a uma grande facilidade de se produzir cópias baratas com equipamentos caseiros. Mas, se há gente interessada em adquirir determinados produtos a preços mais acessíveis, qualquer solução que torne possível essa fórmula rouba público dos piratas. Um exemplo mundialmente conhecido é o iTunes, da Apple, que conseguiu criar um bilionário mercado de venda de músicas. A loja virtual traz um modelo de negócios que contempla todas as necessidades dos usuários: preço baixo, um catálogo que satisfaz praticamente todos os gostos, facilidade de comprar, conveniência e legalidade.

Os e-books são outro caso interessante. Talvez não consigam criar novos leitores, mas certamente estimulam os aficionados a comprar mais obras, seja pelo preço ou pela comodidade de adquiri-los. Entre os programas e games, os modelos de software como serviço (Saas) e de cloud computing podem se revelar armas eficientes contra os ilegais em um futuro próximo ao oferecer opções de uso sob demanda em lugar de aquisição de licenças. Em resumo, o consumidor não é uma entidade genérica. A convergência de interesses específicos pode fazê-los se comportar em bando, mas isso não os torna um grupo. Além disso, suas necessidades são continuamente moldadas pelo tempo.

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Assédio moral pode ser considerado acidente de trabalho http://www.papodeempreendedor.com.br/leis-taxas/assedio-moral-pode-ser-considerado-acidente-de-trabalho/ http://www.papodeempreendedor.com.br/leis-taxas/assedio-moral-pode-ser-considerado-acidente-de-trabalho/#comments Thu, 05 Aug 2010 01:40:56 +0000 Ricardo F. Santos http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3409 Um projeto de lei em tramitação na Câmara quer incluir o assédio moral como acidente de trabalho. A medida prevê reconhecimento por perito do INSS e, caso aprovada, pode aumentar o número de ações judiciais e os gastos das companhias com tributos.

A mudança não é à toa. A última revisão da lista de doenças classificadas como acidente de trabalho foi em 1999, e o governo já está estudando alterá-la. O projeto de lei quer incluir o assédio moral na lista por conta de dados como esse: a concessão de auxílio-doença acidentário para trabalhadores com transtornos mentais e comportamentais passou de 612, em 2006, para 13.478, em 2009.

Segundo o diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência Social, Remigio Todeschini, a ofensa é um dos principais motivos para a ampliação da concessão dos benefícios para doenças como transtornos mentais e comportamentais.

Além de receber o auxílio-doença por 12 meses, o trabalhador que tiver o benefício liberado poderá solicitar o auxílio acidente de trabalho, um tipo de indenização, correspondente a 50% do salário benefício. Não bastasse a remuneração do funcionário, se o assédio moral for classificado como acidente de trabalho, a empresa verá aumentar seu cálculo do Seguro Acidente de Trabalho.

Essa mudança na lei pode exigir das empresas uma mudança de comportamento para impedir um aumento inesperado de gastos trabalhistas. Você concorda com ela? Já viu casos de assédio moral no ambiente de trabalho? Comente!

Com informações do Estado de S. Paulo

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No Rio, encontro reúne empresários e investidores http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/no-rio-encontro-reune-empresarios-e-investidores/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/no-rio-encontro-reune-empresarios-e-investidores/#comments Sat, 31 Jul 2010 11:17:57 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3404 startup-meetup-rio-de-janeiro1Depois de reunir mais de 200 empresários e investidores em Belo Horizonte e São Paulo, o StartUp MeetUp chega ao Rio de Janeiro. Com um formato diferente – sem palco ou palestrantes – a ideia do evento é promover um encontro na forma de happy hour para discutir sobre negócios e ampliar o networking.

Na capital fluminense, o StartUp MeetUp acontece no dia 3 de agosto, terça-feira, às 19 horas, no bar Alma Carioca (Praia de Botafogo, 470).

A organizadora do evento é a SambaTech, vencedora do prêmio Empreendedor de Sucesso 2009, junto com a ReadWriteWeb Brasil, Confrapar e Aceleradora, além dos apoiadores locais Camiseteria, Descomplica e Videolog. A Pequenas Empresas & Grandes Negócios é media partner e sorteará duas assinaturas da revista entre os participantes do StartUp MeetUp.

Para fazer sua inscrição, clique aqui.

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Parceria surpreendente http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/parceria-surpreendente/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/parceria-surpreendente/#comments Fri, 30 Jul 2010 20:50:45 +0000 Katia Simões http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3400 sorvete_italia

Não é de hoje que estilistas e designers trocam figurinhas em suas searas, sem sentir o desconforto de estar em território alheio. A Papel Craft, a pioneira das butiques de papel, adora convidar nomes importantes do mundo da moda e das artes para criar as estampas de suas coleções de caixas e papéis. Nesta semana, porém, lendo um jornal especializado em economia, me deparei com uma parceria, no mínimo, inusitada.

A estilista Katia Barros, da grife carioca de moda Farm, desenvolveu embalagens exclusivas para o picolé sabor africano da Sorvete Itália. A novidade está chegando às geladeiras, mas confesso que chama a atenção pelo colorido e sofisticação do que podemos chamar de “estampa”. Um exemplo claro de que boas parcerias não têm fronteiras, basta afinar o discurso para colher bons frutos. Fica o recado.

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Unir-se a outra empresa pode dar certo http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/unir-se-a-outra-empresa-pode-dar-certo/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/unir-se-a-outra-empresa-pode-dar-certo/#comments Thu, 29 Jul 2010 15:39:57 +0000 Heloiza Camargo http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3390 belas-artes

Recentemente, o Cine Belas Artes, na Rua da Consolação, em São Paulo, perdeu o patrocínio do banco HSBC e por conta disso corre o risco de fechar. Com uma programação que inclui filmes produzidos fora do grande eixo comercial, o lugar é badalado e querido entre aqueles que gostam de um cinema mais alternativo. Mesmo com um público fiel, o proprietário não consegue arcar com todas as despesas dependo exclusivamente da bilheteria.


Vendo a situação, um grupo de 15 restaurantes paulistanos se uniu e organizou uma campanha para ajudar o Belas Artes até que outro patrocinador de peso apareça. Funciona assim: o cliente que aceitar pagar R$ 5 reais a mais na conta do almoço ou jantar, ganha um vale ingresso que, carimbado após o fim da sessão de cinema, vale uma sobremesa em uma próxima refeição no mesmo restaurante. O dinheiro arrecado vai todo para o Belas Artes.

Me parece uma boa ideia essa estratégia de integrar diferentes tipos de negócios, uma espécie de “compre alguma coisa nessa loja e ganhe desconto em outra”. Isso prova que mesmo empresas fora do mundo virtual, mais especificamente aquelas inseridas em sites de compras coletivas, podem tirar proveito da união de suas marcas. Se no on-line a ideia do colaborativo já está muito presente e difundida, até pelas características do meio, mais ações semelhantes à campanha dos restaurantes podem trazer esse tipo de negociação para o mundo real.

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Quando uma empresa depende de uma boa parceria http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/quando-uma-empresa-depende-de-uma-boa-parceria/ http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/quando-uma-empresa-depende-de-uma-boa-parceria/#comments Wed, 28 Jul 2010 20:05:30 +0000 Rafael Farias Teixeira http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3381 hsbc-belas-artes-01-3

Cinéfilo que é cinéfilo já sabe que o Cine Belas Artes, na rua da Consolação, em São Paulo, pode fechar as portas se não achar um outro parceiro que substitua o HSBC. O banco, que patrocinava o cinema desde 2004 em uma parceria de direito de uso de nome, não renovou o contrato em março deste ano.

Agora, o sócio-proprietário do espaço, André Sturm, tenta encontrar uma empresa que exerça esse papel, ajudando nas despesas. Segundo matéria publicada no suplemento Divirta-se, do jornal O Estado de São Paulo, 28 mil pessoas passam pelo Cine Belas Artes todo o mês, mas seria necessário um total de 48 mil para que esse tipo de acordo não fosse necessário.

Enquanto uma parceria acaba, outra começa. Saiu no jornal Valor Econômico do dia 23 deste mês que a Livraria Cultura firmou uma parceria com o Cine Bombril, também na região da Avenida Paulista, em São Paulo. A partir de setembro, o espaço ganha uma reforma e novo nome, adotando a marca do patrocinador.

Para Joaquim Ferreira Sobrinho, professor de marketing da escola de negócios Trevisan, há muitas vantagens na parceria entre um negócio de pequeno e médio porte e uma grande marca, como o acesso a um capital maior e a possibilidade de realizar novos projetos. Mas é preciso sempre prestar atenção nos termos do contrato. “É muito importante tomar cuidado com o futuro, delinear os objetivos de curto e longo prazo dessa parceria e sempre considerar a possibilidade dela acabar, tendo um ‘plano b’”, afirma Sobrinho.

No caso do Belas Artes, Sobrinho concorda com Sturm de que a melhor chance de sobrevivência do cinema é achar uma outra parceria o quanto antes. “Isso seria um socorro imediato. Achando uma parceria curta, de seis meses, a empresa conseguiria uma sobrevida maior e tempo para pensar em alternativas.”

É o que esperam fãs do espaço, que sempre teve uma programação alternativa aos filmes apenas comerciais e faz eventos voltados para os cinéfilos, como o Noitão Belas Artes, uma maratona de três filmes na madrugada com intervalos e sorteios de brindes, além de café da manhã no final.

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Presidente do Brazil Fast Food, Ricardo Bomeny fala da expansão das marcas de franquias http://www.papodeempreendedor.com.br/franquias/presidente-do-brazil-fast-food-ricardo-bomeny-fala-da-expansao-das-marcas-de-franquias/ http://www.papodeempreendedor.com.br/franquias/presidente-do-brazil-fast-food-ricardo-bomeny-fala-da-expansao-das-marcas-de-franquias/#comments Tue, 27 Jul 2010 17:52:24 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3377 bomeny1

Com 707 pontos de venda espalhados pelo país, o grupo Brazil Fast Food era conhecido, até pouco tempo, por sua franquia mais famosa, o Bob´s. Só que hoje, o portfólio da empresa também inclui o KFC, a Pizza Hut em São Paulo, a cafeteria In Bocca Al Lupo e a rede de cachorro-quente Doggis, de origem chilena. O faturamento do grupo foi de R$ 709 milhões no ano passado, o que representa um crescimento de 28% em relação a 2008.

Presidente do grupo e também da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Ricardo Bomeny deu uma entrevista à Rio Bravo Investimentos (ouça a íntegra aqui) e falou sobre os planos de expansão da rede. Confira trechos:

De 2007 para cá, a Brazil Fast Food deixou de ser apenas o Bob’s e passou a ser um portfólio de marcas. Nos próximos anos, vocês pretendem ter novas marcas ou focar no desenvolvimento das franquias atuais?
Os novos projetos - KFC, Doogis e Pizza Hut na cidade de São Paulo - consomem muita energia nossa e da equipe e investimentos. O objetivo é focar nesses projetos nesse momento até que eles ganhem escala antes de pensarmos em outras marcas para o nosso grupo.

Em relação ao Doggis, a ideia é crescer primeiro no Rio de Janeiro, consolidar no Rio, para depois, por exemplo, ir para São Paulo?

Não necessariamente. Nós devemos crescer mais nos grandes centros, como Rio e São Paulo, mas nada nos impede de abrir franquias em outras regiões.

Como é a estratégia de crescimento em relação a lojas próprias e franquias?
A gente precisa separar por marca. Falando do Bob’s, temos uma estratégia de um crescimento orgânico nos próximos anos, predominantemente pelo setor de franchising. No caso da Pizza Hut, não concedemos franquia, pois somos um franqueado na cidade de São Paulo. Com o KFC nós temos o direito de desenvolver franqueados e de prestar toda assessoria aos franqueados do KFC aqui do Brasil. Pretendemos, nesse caso, desenvolver prioritariamente os mercados do Rio de Janeiro e São Paulo e, na sequência, outras grandes capitais. E com o Doggis nós vamos crescer no Rio, São Paulo e demais regiões, predominantemente com franquias.

Vocês estão crescendo principalmente no interior hoje? Mais do que nas grandes metrópoles?
O que acontece no Brasil é que 50% do PIB está no Rio e em São Paulo. O nosso crescimento segue um pouco essa divisão da economia do próprio país. Estamos indo bastante para o interior como uma forma de chegar em locais onde nós não estamos com a marca ainda, procurando, em muitos casos, ser pioneiros nessas áreas. Como recentemente, por exemplo, abrimos uma loja em Rio Branco, no Acre. Foi o último estado onde não estávamos e com um sucesso absoluto, porque tivemos ali a vantagem do pioneirismo.

Em relação ao interior, em que áreas do Brasil vocês têm crescido mais?
O interior de São Paulo é uma área bastante rica, onde a gente já tem uma presença de marca, mas ainda tem espaço para crescer muito. E mesmo em algumas cidades onde já estamos temos condições de colocar a segunda, terceira, quarta loja. No interior do Rio de Janeiro, estamos razoavelmente presentes em quase todos os municípios, mas ainda há alguns em que a gente tem oportunidade para abrir novas unidades. Estamos indo também para o interior de Minas e estamos com presença no interior em alguns estados do Nordeste e do Sul. Nas regiões Centro-Oeste e Norte, ainda estamos mais nos grandes centros.

Qual é o tamanho da cidade alvo para uma franquia do Bob’s hoje?
Se a gente estiver falando fora das grandes metrópoles, cidades que têm acima de 120 mil pessoas.

A empresa tem planos estratégicos de desenvolver o conceito de lojas café, seja através da marca In Bocca al Lupo Cafe ou de outro nome. Existe mesmo mercado para uma rede de cafés no Brasil?
Nós acreditamos que existe mercado para redes formatadas, que é o que estamos habituados a fazer. Nós estamos hoje nos segmentos de hambúrgueres, frango, pizza e agora, mais recentemente, hot dog, e o segmento de café interessa pela escala que pode proporcionar. Para uma empresa como a nossa, que está habituada a desenvolver os pontos de venda com uma velocidade um pouco maior, faz todo sentido ter dentro do nosso guarda-chuva uma marca que complemente as demais e que possamos desenvolver no Brasil inteiro.

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Prêmio Empreendedor de Sucesso 2010 está com as inscrições abertas http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/premio-empreendedor-de-sucesso-2010-esta-com-as-inscricoes-abertas/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/premio-empreendedor-de-sucesso-2010-esta-com-as-inscricoes-abertas/#comments Mon, 26 Jul 2010 22:12:32 +0000 Adriana Fonseca http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3373 empreendedorsucesso2009_novo1

Em 2010, o Prêmio Empreendedor de Sucesso chega à sua quarta edição. Resultado de uma parceria entre a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e o Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas, com patrocínio da Visa, o prêmio tem como objetivo divulgar e reconhecer empreendedores de sucesso. São três as categorias premiadas: Oportunidade, Inovação e Crescimento. A empresa que se destacar em todas elas levará o prêmio Empreendedor do Ano. As inscrições podem ser feitas até 20 de agosto, no site http://editora.globo.com/especiais/2010/empreendedor/index.html. Participe!

Clique aqui e conheça o Empreendedor do Ano 2009: Gustavo Caetano, da Samba Tech.

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Cinco minutos para mostrar sua ideia http://www.papodeempreendedor.com.br/sustentabilidade/cinco-minutos-para-mostrar-sua-ideia/ http://www.papodeempreendedor.com.br/sustentabilidade/cinco-minutos-para-mostrar-sua-ideia/#comments Tue, 20 Jul 2010 19:21:42 +0000 Adriana Wilner http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3370 Como você apresentaria a sua ideia de negócio em apenas cinco minutos? Ontem, 19 de julho, oito empreendedores enfrentaram esse desafio durante a 3ª edição do Start-up Lab, um evento organizado pela Artemisia, entidade que apoia negócios sociais, em conjunto com o The Hub, um espaço dedicado ao trabalho coletivo (coworking). Não eram projetos convencionais. Todos buscavam um modelo lucrativo que pudesse ao mesmo tempo ter como pilar a inclusão social ou a preservação do meio-ambiente. Ou ambos. Fiz parte da banca avaliadora, ao lado de empreendedores experientes, investidores e acadêmicos de algumas das melhores universidades do país.

É, de fato, pouquíssimo tempo. Impossível dizer tudo que se tem para dizer em cinco minutos. Apesar de a maioria das ideias ser interessantíssima (e muitas já terem sido testadas, com bons resultados), ninguém conseguiu sintetizar o que fazia e o que queria fazer dali por diante. O projeto do CDI Lan, de Marcel Fukayama, quer formar uma rede consistente e ética de lan houses. Silvio Vieira, do Sabor Natural, tem um negócio de distribuição complexa de produtos orgânicos que, segundo ele, dá um bom lucro. Romina Lindemann, da Preserva Mundi, cultiva na Amazônia um repelente natural de pragas, de origem indiana, chamado Neem. O Grupo Eco, de Fabio Interaminense, tem vários negócios: um comércio eletrônico, uma agência, uma fabricante de brindes e uma exportadora, os quatro ambientalmente sustentáveis. Isso só para citar alguns. Conseguiram despertar o interesse? Sim, principalmente aqueles que se mostraram apaixonados e ao mesmo tempo conseguiram delinear algum caminho. Mas Fukayama não conseguiu explicar como controlará a sua rede e nem qual será sua fonte de renda. Vieira incluiu o tema consumo responsável em sua agenda, mas não mostrou como inserirá o conceito na sua empresa de orgânicos. Romina não soube dizer como fará para seu produto ser aceito pelo mercado que deseja atingir. Interaminense não fez uma conexão entre os seus diferentes negócios.

Fiquei com a impressão de que, em cinco minutos, o empreendedor precisa mostrar garra e, ao mesmo tempo, já chegar com um modelo de negócios mentalmente trabalhado. Dizer o que deseja fazer, porque seu negócio é importante e diferente e sugerir como a ideia pode ser amarrada para gerar resultados sociais, ambientais e financeiros.

> > Leia mais: Negócios sociais: Eles têm menos de 30 anos e estão mudando o mundo

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Estar antenado ajuda a criar aquela inovação tão desejada http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/estar-antenado-ajuda-a-criar-aquela-inovacao-tao-desejada/ http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/estar-antenado-ajuda-a-criar-aquela-inovacao-tao-desejada/#comments Fri, 16 Jul 2010 21:35:23 +0000 Sérgio Tauhata http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=3368 Ligar o interruptor, um dos gestos mais triviais realizados por pessoas em qualquer parte da Terra, já foi sinônimo de inovação. Corria o ano de 1879 quando o norte-americano Thomas Edison acendeu uma verdadeira reviravolta econômica e social. O pesquisador e empresário patenteou a lâmpada e, ao fazê-lo, lançou luz sobre como aplicar as recentes descobertas em eletricidade no dia-a-dia. Não por acaso, criou na época uma companhia que viria a se tornar um dos maiores conglomerados industriais do planeta, a General Electric. Em pouco tempo, a GE dominou o setor e, na atualidade, é um gigante com atuação em áreas tão distintas quanto aviação e saúde. De lá para cá, a eletricidade se tornou onipresente na vida das pessoas e trouxe grandes mudanças na sociedade. Iniciou, de fato, a era do consumo na civilização. A geladeira, por exemplo, criou uma demanda por alimentos frescos. A televisão globalizou comportamentos e traços culturais. E o computador acelerou o ritmo da vida.

Hoje vivemos, de novo, uma revolução nos comportamentos de consumo. Na era da informação instantânea, não existe mais enrolação. Em pouco tempo, os empresários vão ter de encarar um cenário onde todos estarão conectados o tempo inteiro. Isso significa, entre muitas outras consequências, que opiniões – boas e ruins – vão ser acessadas por qualquer um antes de comprar. A pesquisa de preço também vai ser instantânea. A comparação de funcionalidades entre produtos e serviços idem. Os clientes vão saber qual loja tem o melhor atendimento. E qual reúne uma equipe destreinada. Vão reclamar na hora de qualquer tipo de maus tratos, falhas de processo, burocracias e tudo o que atrapalha a vida do consumidor. Isso quando não preferirem comprar on-line.

Tecnologias como GPS, realidade aumentada, mobile commerce (m-commerce), internet móvel, interatividade, 3D, computação em nuvem e redes sociais equivalem para nós ao interruptor do século 19. Vão dominar o cotidiano do consumo nos próximos anos. A começar de agora. Os desenvolvimentos digitais, na verdade, estão em uma corrida para ficarem invisíveis. Quando se tornarem imperceptíveis para nós é o momento em que mais estaremos utilizando esses recursos. Mas ninguém precisa se preocupar. Não é um campeonato. O ponto é outro: estar antenado ajuda a achar seu nicho ou criar aquela inovação tão desejada.

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