Papo de Empreendedor http://www.papodeempreendedor.com.br Papo de Empreendedor Mon, 29 Dec 2008 21:20:02 +0000 http://wordpress.org/?v=2.6.1 en Wraps cresce em 2008, mas diminui o ritmo de expansão http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/wraps-cresce-em-2008-mas-diminui-o-ritmo-de-expansao/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/wraps-cresce-em-2008-mas-diminui-o-ritmo-de-expansao/#comments Mon, 29 Dec 2008 21:17:39 +0000 Roberta Rossetto http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1127

 

No post de ontem, vimos como foi o ano de 2008 e o que se espera para 2009 na rede de idiomas Yázigi. Hoje, conversei com Marcelo Ferraz, sócio da rede de alimentação Wraps, com 11 restaurantes. Segundo ele, o ano de 2008 foi bom. As lojas já estabelecidas tiveram aumento de 30% no faturamento e 20% no número de clientes. Uma segunda rede surgiu: a Go Fresh, fast food de saladas e grelhados, com duas lojas, uma delas prestes a abrir as portas.

 

“O saldo foi positivo”, diz Marcelo. “Mas decidimos diminuir o ritmo de abertura de novas lojas em 2009 e trabalhar no controle de custos, aumentando a rentabilidade dos pontos já existentes”. O que motivou a decisão não foi o temor de que diminuam os clientes, pois segundo Marcelo os preços do Wraps são competitivos e tiveram pouca variação durante o ano. O que mais pesou na decisão foi o valor dos pontos comerciais, que ele acredita que cairão, e o custo dos financiamentos, que andam encarecidos. É através de crédito, principalmente para compra de máquinas, que se dá a expansão da rede.  

 

“No final do primeiro trimestre teremos uma noção melhor de como será o ano. Então, pode ser que voltemos à expansão em ritmo acelerado, negociando novos pontos. Enquanto isso, vamos colocar ordem na casa, vamos aproveitar para racionalizar os custos, diminuir os desperdícios, procurar novos ingredientes, fazer mais com menos.” É isso aí.

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Em 2008, a rede Yázigi cresceu 15%; 2009 requer cautela http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/em-2008-a-rede-yazigi-cresceu-15-2009-requer-cautela/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/em-2008-a-rede-yazigi-cresceu-15-2009-requer-cautela/#comments Sun, 28 Dec 2008 23:20:49 +0000 Roberta Rossetto http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1125  

Perguntei a alguns empresários como tinha sido o ano de 2008 e o que eles esperavam de 2009. Alexandre Gambirásio Silva, comandante da rede de franquias de ensino de idiomas Yázigi, disse que o saldo final de 2008 foi muito positivo, com um crescimento de 15% no faturamento bruto da rede. Novas franquias foram abertas e o número de alunos aumentou. O setor, segundo ele, foi até agora pouco afetado pela crise.

 

“Se houver aumento da taxa de desemprego, então veremos uma retração nos gastos com serviços e varejo em geral. Por enquanto, isso ainda não ocorreu e é a principal variável que temos que observar”, diz ele. “As escolas de idiomas têm seu período mais forte de matrículas no início de cada semestre. Para nós, isso significa que o volume de alunos novos e rematriculados até 31 de março será uma forte sinalização do que deverá ocorrer no ano. Se as matrículas se mantiverem relativamente estáveis, a tendência é que nosso segmento tenha um ano menos impactado pela crise. Portanto, estamos de olho no primeiro trimestre!”

 

Gambirásio diz que começará 2009 com cautela, mas sem pessimismo. “Quando nos deparamos com uma crise o importante é não ficar com excesso de medo e de pensamentos negativos. Afinal, quanto mais se pensa na crise, mas ela potencialmente cresce. Por outro lado, também não se pode desprezar a crise e assumir que passaremos por ela sem arranhões, mesmo que a empresa esteja forte e bem posicionada. Ou seja, o discurso das “marolas” adotado pelo presidente Lula foi demasiado otimista e ingênuo”, diz ele.

 

Segundo Gambirásio, o Yázigi vai adotarar um orçamento mais conservador em 2009, mas manterá a meta de vendas relativamente ousada: a previsão é de abrir ao menos 15 escolas novas em 2009 e comercializar mais 25 a 30 franquias para abertura em 2010, quando a rede completa 60 anos. Maravilha!

 

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Como adotar o regime de caixa no Simples Nacional http://www.papodeempreendedor.com.br/leis-taxas/como-adotar-o-regime-de-caixa-no-simples-nacional/ http://www.papodeempreendedor.com.br/leis-taxas/como-adotar-o-regime-de-caixa-no-simples-nacional/#comments Mon, 22 Dec 2008 16:58:44 +0000 Carin Homonnay Petti http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1121 A partir de 2009 as empresas que acertam as contas com o Fisco pelo Simples Nacional poderão optar pelo regime de caixa. Com isso, o recolhimento dos tributos poderá ser feito só depois de recebido o dinheiro do cliente e não mais no momento da emissão da nota fiscal, como ocorre obrigatoriamente hoje.

Nosso leitor Fernando Fernandes registrou aqui no blog sua dúvidas sobre o novo sistema. Para respondê-las, consultamos o especialista Welinton Mota, diretor tributário da Confirp Assessoria Contábil. Confira:

- Como a nova norma funcionará na prática? Prestamos o serviço, emitimos nota fiscal e só pagamos quando o cliente depositar o dinheiro em nossa conta corrente?

Isso mesmo. O pagamento só é feito depois de o dinheiro cair na conta, seja, por exemplo, com os depósitos de cheques, transferências bancárias ou recebimento de vendas com cartão de crédito. Para isso, será preciso registrar, para cada venda, o total recebido e a quantia ainda a receber, num formulário a ser divulgado pela Receita Federal. Ao que tudo indica, a apuração será feita no próprio site do Simples Nacional.

- E se o cliente pagar em 3 vezes, por exemplo?

Vale a mesma lógica: recolhe-se os tributos após o recebimento de cada parcela.

- Quais as vantagens e desvantagens do regime de caixa?

O sistema colabora com o fluxo de caixa ao evitar o pagamento de impostos referentes a quantias ainda não recebidas. Mas atenção: em caso de calote, é preciso recolher o imposto até janeiro do segundo ano subseqüente. Ou seja, quem deixar de receber de algum cliente em 2009, tem até fim de dezembro de 2010 para declarar a quantia à Receita e até janeiro de 2011 para fazer o pagamento.
Como desvantagem, o sistema traz a exigência de maior controle dos pagamentos e recebimentos.

- Como é feita a opção pelo regime de caixa?

Quem se interessar pelo sistema deve fazer a opção na apuração do imposto de janeiro a cada ano, no site do Simples Nacional.

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Estratégia de mkt coloca um site de peixes na crista da onda http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/estrategia-de-mkt-coloca-um-site-de-peixes-na-crista-da-onda/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/estrategia-de-mkt-coloca-um-site-de-peixes-na-crista-da-onda/#comments Sat, 20 Dec 2008 19:11:50 +0000 Roberta Rossetto http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1106

 

Você sempre ouviu dizer que peixe fresco é a muuuito melhor do que peixe congelado, né? Pois o empreendedor inglês Alistair Blair tem remado contra a maré. Amante da cozinha do mar, ex-executivo do mercado financeiro, ele se dizia decepcionado com a falta de bons peixes no mercado quando decidiu abrir sua empresa online, a The Fish Society, no Reino Unido.

 

Pelo site, pode-se comprar patas de caranguejo, salmão orgânico, salmão pescado em rios (dizem que é mais magro do que aquele de criadoro) e uma infinidade de peixes e crustáceos difíceis mesmo de serem encontrados. Por incrível que pareça, o lema de Blair “melhor congelado do que fresco” tem feito sucesso.

 

Ele alega que, para garantir a qualidade, os produtos devem ser congelados rapidamente. Mas a maioria das pessoas que compra peixe fresco, congela o bicho no freezer, em casa. Um freezer doméstico leva, segundo Blair, de 10 a 20 vezes mais tempo para congelar do que o processo industrial que ele usa. Então… melhor congelado do que fresco! Além disso, diz ele, peixe fresco deteriora rapidamente, portanto… Fisher Society na cabeça! 

 

Nada como uma estratégia de marketing diferente e bem traçada para colocar uma empresa de vento em popa rumo ao sucesso. A Fish Society foi escolhida como “Brand of Tomorrow” de 2008 pela The Walpol, organização que promove negócios de luxo no Reino Unido.

 

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Pequenos negócios mais informatizados http://www.papodeempreendedor.com.br/bastidores-da-revista/pequenos-negocios-mais-informatizados/ http://www.papodeempreendedor.com.br/bastidores-da-revista/pequenos-negocios-mais-informatizados/#comments Thu, 18 Dec 2008 21:52:53 +0000 Silvana Mautone http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1087
Eu estava aguardando com certa ansiedade a divulgação, ontem, da pesquisa Observatório das Micro e Pequenas Empresas do Sebrae em São Paulo. O levantamento se propôs a revelar o nível de informatização no segmento. Para mim foi uma grata surpresa saber que 75% dos pequenos negócios possuem computador e 71% usam a internet como ferramenta de gestão. Há dez anos, só 7% acessavam a internet e 16% tinham o equipamento.
A minha ansiedade tinha um claro motivo. É que junto com a repórter Fernanda Tambelini estou preparando uma matéria para a edição de janeiro da revista Pequenas Empresas sobre como os serviços de internet banking podem ser úteis, assim como os cuidados que devem ser tomados com relação à segurança. E os dados do Sebrae mostraram que estamos no caminho certo. A informatização nas micro e pequenas empresas é crescente, o que torna fundamental tirar o melhor proveito possível dos investimentos feitos.
De acordo com a pesquisa, mais da metade dos empresários (54%) ouvidos afirma que pretende investir até R$ 4.000 na área de informática ao longo de 2009. Segundo o estudo, 49% dos entrevistados resolvem atualmente algum tipo de serviço bancário pela web, como acompanhamento de extrato, pagamento de contas e tributos. Na matéria, mostraremos que muitas outras operações podem ser realizadas e o que cada uma das dez maiores instituições financeiras comerciais do Brasil oferece às empresas pelo seu internet banking.
 
 
 

 

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Aos desenvolvedores, os sapatos http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/aos-desenvolvedores-os-sapatos/ http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/aos-desenvolvedores-os-sapatos/#comments Wed, 17 Dec 2008 18:27:27 +0000 Viviane Maia http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1083  

Tem algumas pessoas que acham oportunidades em momentos peculiares. Os desenvolvedores de games, por exemplo, tiveram uma semana bem agitada. Tudo para criar jogos em que era possível acertar um sapato em George W. Bush. Inspirado pelo ataque ao presidente dos Estados Unidos pelo jornalista iraquiano Muntazer al-Zaidi. E foram rápidos, para não perder tempo e nem a piada, que colocaram os jogos logo no dia seguinte. Também apareceram animações, como uma no estilo “Matrix”, em que Bush se movimenta como o personagem Neo para escapar de sapatos. No blog da revista “Wired”, há uma lista de animações e jogos gratuitos que simulam o ataque do jornalista. Há, por exemplo, um vídeo que o jornalista dá lugar a personagens de “Os Três Patetas”, cheio de tortas.
No site Sockandawe.com, o internauta tem 30 segundos para acertar Bush com sapatos o maior número de vezes possível – mesma meta de Bush Shoe Throw. Já Bush´s Boot Camp é um pouco mais agressivo: nele, também é possível atirar no presidente, enquanto ele recebe sapatadas. Mas, mesmo assim, se bater uma crise de consciência dá para o estado de saúde de mr. Presidente na barra no topo da tela. Alguns desses jogos tiveram mais de 20 milhões de usuários. De fato, eles aproveitaram muito bem o momento.

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Da cadeira de rodas ao prêmio Empreendedor do Ano nos EUA http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/da-cadeira-de-rodas-ao-premio-empreendedor-do-ano-nos-eua/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/da-cadeira-de-rodas-ao-premio-empreendedor-do-ano-nos-eua/#comments Sun, 14 Dec 2008 14:06:57 +0000 Roberta Rossetto http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1077 Eis a história: Alison Schuback estava parada no sinal vermelho, em Dallas, quando um carro em alta velocidade provoca um acidente que a leva ao hospital. Alison, uma bela garota de 23 anos, que gostava de dançar e estava prestes a tirar o diploma universitário, acorda do coma com graves danos cerebrais e uma paralisia que a prenderá a uma cadeira de rodas para o resto da vida. Meses e meses de fisioterapia, contas médicas na estratosfera, a levam a querer ganhar dinheiro. Como não estava disposta a viver de caridade, Alison trata de empreender. E que tal criar o Invisibib, um babador transparente para adultos, com um bolso para pegar migalhas?  

Alison diz ter ido muitas vezes com a família a restaurantes e era sempre embaraçoso. No início, ela precisava ser alimentada por alguém. Depois, conforme foi recuperando alguns movimentos, conseguia erguer a colher, mas os tremores a faziam derrubar a comida, manchando as roupas. “Era constrangedor”, dizia ela.

Protótipos e testes foram feitos até que o Invisibib ganhou as ruas. Alison começou a vender por telefone e internet, quase faliu por falta de capital, arranjou um sócio e no final deu a volta por cima. Assim resumido, parece ter sido fácil, mas a verdade é bem diferente. Alison teve que reaprender a falar, a engolir e mesmo hoje não consegue pegar um lápis e escrever num papel. Seu dia era consumido por 5 horas de terapia e sobrava pouco tempo para os negócios. Ainda assim, foi em frente com a empresa. Hoje, emprega 75 vítimas de traumatismo craniano, seja por atropelamento, por bala perdida ou acidente de carro.

Alison acaba de ganhar o prêmio de Empreendedor do Ano nos Estados Unidos. Sua história foi contada pelo editor Leigh Buchanan em reportagem na revista de empreendedorismo americana Inc (cujo texto de capa é igualmente interessante, sobre um dispositivo que permite movimentar, ligar ou desligar objetos eletrônicos apenas com o pensamento). Ali você poderá conhecer detalhes da trajetória de Alison. Vale a pena. Uma lição de vida.

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Desculpa, mas aqui não tem nada para você http://www.papodeempreendedor.com.br/varejo/desculpa-mas-aqui-nao-tem-nada-para-voce/ http://www.papodeempreendedor.com.br/varejo/desculpa-mas-aqui-nao-tem-nada-para-voce/#comments Fri, 12 Dec 2008 19:34:13 +0000 Juliana Belda http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1068

- Posso te ajudar, moça?

- Pode, sim. Estou procurando alguma coisa até 10 reais para um amigo secreto.

- Ah, moça, posso te dar uma sugestão? Vai lá na (nome de loja), porque aqui não tem nada para você.

Acreditem, esse diálogo é verídico. Fiquei chocada com a conduta do vendedor, que não só me constrangeu, como sequer se esforçou para resolver o meu problema. Ontem, estava no shopping há horas, finalizando minhas compras de natal - exausta - e tudo o que queria era achar um presente legal dentro do piso estipulado na brincadeira de fim de ano que farei com as minhas amigas. E não pensem que entrei numa joalheria para encontrar algo de até R$ 10, tanto que encontrei lá o que queria, dentro das condições impostas.

Fui até o caixa e a moça me perguntou quem estava me atendendo. Respondi que ninguém (porque o moço, mesmo vendo que eu insistia na loja, não me ajudou). Ela reclamou com outra moça do caixa: “Três brigando para atender e a moça sozinha”. Ao pagar, ela insistiu “ninguém viu você entrar na loja?”. Respondi que uma pessoa começara a me atender, mas que havia feito isso muito mal. Não disse quem foi, mesmo com o argumento de que ela gostaria de melhorar o atendimento da loja. Não acho que acusar o vendedor pela falta de tato resolveria o problema, que foi falta de treinamento dos temporários. A loja estava, de fato, com muitos vendedores: a maioria perdida e atrapalhada em meio aos diversos produtos que com um tombo quebrariam (o que também aconteceu durante minha compra). Quantidade de vendedores definitivamente não significa qualidade de atendimento.

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Importação paraguaia legalizada? http://www.papodeempreendedor.com.br/leis-taxas/importacao-paraguaia-legalizada/ http://www.papodeempreendedor.com.br/leis-taxas/importacao-paraguaia-legalizada/#comments Tue, 09 Dec 2008 21:07:42 +0000 Silvana Mautone http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1066 Está sendo analisado no Congresso um projeto de lei que regulariza a importação dos produtos eletroeletrônicos vindos do Paraguai. No início do mês, o Senado aprovou um projeto que cria o chamado Regime de Tributação Unificada (RTU) para as mercadorias originárias do país vizinho que entram no Brasil via terrestre.

O projeto prevê a cobrança de um único imposto que pode variar entre 11% e 42,25%, dependendo do produto. A medida visa substituir a cobrança separada de diferentes taxas, como o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) e a Contribuição de Integração Social (PIS). Para pequenas e médias empresas, está previsto um volume máximo de importação anual, no valor de R$ 240 mil. Como a votação no Senado alterou o texto, o projeto agora será novamente votado na Câmara.

O governo acredita que assim combaterá o contrabando. As estimativas federais apontam que entram no país produtos que somam sete vezes mais o valor oficialmente declarado. Já os empresários da indústria do setor alegam que a medida só prejudicará a produção nacional, que gera divisas para o país, além de empregos, claro.

Depois de toda essa loooooooonga explicação, vamos ao que realmente interessa: a sua opinião a respeito. Afinal, pequenos e médios varejistas e pequenos e médios fabricantes de eletroeletrônicos serão diretamente afetados caso a lei entre de fato em vigor. Como nenhuma lei é perfeita, você acha que esse projeto pode trazer mais benefícios ou desvantagens ao país?

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Crise? Que crise? http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/crise-que-crise/ http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/crise-que-crise/#comments Mon, 08 Dec 2008 15:00:10 +0000 Viviane Maia http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1058  

 Tem gente que enxerga oportunidade em qualquer período. Em meio a turbulência econômica mundial, Gary Cige, 28 anos, criou o site Zilok destinado às pessoas que querem alugar seus itens pessoais para conseguir um dinheirinho extra em caixa. Aí vale tudo: aquela bolsa Prada, a câmara fotográfica ou até mesmo o par de patins que você já acumulou poeira em seu armário.

 Um membro do site que reside em Paris alugou suas lentes para câmara fotográfica algumas vezes e ganhou cerca de 800 euros (R$ 2.700) em nove meses. Outro membro conseguiu em torno de 600 euros (R$ 2.000) em quatro meses ao alugar câmara, patins e videogame. Cige diz que o site fica com cerca de 5% dos negócios e ele afirma ter crescido cerca de 25% ao mês. E espera aumentar ainda mais com a tão famosa-e-assustadora crise.

Eu fiquei pensando que os sites de aluguel de equipamentos, bolsas e até automóveis são uma boa alternativa para quem têm dificuldades de fazer com que as contas fechem no fim do mês. E pode ser uma boa opção para os empreendedores. Será que essa moda pega no Brasil?

 

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Queremos cuidar mais de nossos filhos http://www.papodeempreendedor.com.br/leis-taxas/queremos-cuidar-mais-de-nossos-filhos/ http://www.papodeempreendedor.com.br/leis-taxas/queremos-cuidar-mais-de-nossos-filhos/#comments Thu, 04 Dec 2008 20:38:38 +0000 Juliana Belda http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1053

2008 foi marcado por mudanças nas relações entre trabalho e gravidez: a licença-maternidade aumentou de 4 para 6 meses, a licença paternidade de 5 para 15 dias e agora a câmara acaba de aprovar um projeto de lei que proíbe a demissão de homens cuja as companheiras estejam grávidas. O projeto, do deputado Arlindo Chinaglia, segue para o senado.

Hoje, também foi divulgado que, pela segunda vez, o número de nascimentos caiu no País. Para mim, a relação de tudo isso é óbvia: o Brasil está amadurecendo, em todos os sentidos. Dar mais importância à maternidade é, ao mesmo tempo, causa e conseqüencia de tais resultados .

Se sentimos necessidade modificar nossas leis é porque também não somos mais os mesmos, ou seja, elas não nos contemplam mais. A relação entre as modificações e da pesquisa do IBGE só corrobora este fato: queremos cuidar mais de nossos filhos.

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Uma empresa precisa de um credo? http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/uma-empresa-precisa-de-um-credo/ http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/uma-empresa-precisa-de-um-credo/#comments Sun, 30 Nov 2008 14:28:31 +0000 Roberta Rossetto http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1046  

Credos são aqueles textos onde se exprime aquilo em que se acredita, os valores de uma empresa. Eu costumava achá-los uma bobagem, mas mudei de idéia. É que hoje em dia a ética parece ser um produto cada vez mais raro no mundo dos negócios. Faz-se qualquer coisa por dinheiro. Haja vista a recente crise imobiliária norte-americana, onde uma porção de agentes vendeu imóveis a quem não tinha condições de pagar – estavam de olho apenas nas próprias comissões – e levaram suas empresas à beira da falência e seus empregos ao vinagre.

O credo de empresa mais famoso que conheço é o da Johnson & Johnson. Foi escrito em 1943, por Robert Wood Johnson, filho do fundador e quem transformou a então pequena empresa familiar num negócio mundial. Johnson enxergava longe. Pôs em palavras aquilo em que acreditava e o que queria que seus funcionários acreditassem também (dizem que até hoje há pesquisas periódicas junto aos funcionários para verificar se o credo está sendo aplicado).

O texto coloca o consumidor em primeiro lugar. O acionista aparece em último, depois dos funcionários, das comunidades, do cuidado com o planeta e meio-ambiente. Nada poderia ser mais atual do que este texto de 65 anos. E nada poderia ser mais inspirador para as empresas de hoje. Confira:

 

Cremos que nossa primeira responsabilidade é para com os médicos, enfermeiras e pacientes, para com as mães, pais e todos os demais que usam nossos produtos e serviços. Para atender suas necessidades, tudo o que fizermos deve ser de alta qualidade.  Devemos constantemente nos esforçar para reduzir nossos custos, a fim de manter preços razoáveis. Os pedidos de nossos clientes devem ser pronta e corretamente atendidos.  Nossos fornecedores e distribuidores devem ter a oportunidade de auferir lucro justo.

Somos responsáveis para com nossos empregados, homens e mulheres que conosco trabalham em todo o mundo. Cada um deve ser considerado em sua individualidade. Devemos respeitar sua dignidade e reconhecer seus méritos. Eles devem sentir-se seguros em sues empregos. A remuneração deve ser justa e adequada e o ambiente de trabalho limpo, ordenado e seguro. Devemos ter em mente maneiras de ajudar nossos empregados a atender às suas responsabilidades familiares. Os empregados devem sentir-se livres para fazer sugestões e reclamações. Deve haver igual oportunidade de emprego, desenvolvimento e progresso para os qualificados. Devemos ter uma administração competente, e suas ações devem ser justas e éticas.

Somos responsáveis perante as comunidades nas quais vivemos e trabalhamos, bem como perante a comunidade mundial. Devemos ser bons cidadãos – apoiar boas obras sociais e de caridade e arcar com a nossa justa parcela de impostos. Devemos encorajar do desenvolvimento do civismo e a melhoria da saúde e da educação. Devemos manter em boa ordem as propriedades que temos o privilégio de usar, protegendo o meio ambiente e os recursos naturais.

Nossa responsabilidade final é para com os nossos acionistas. Os negócios devem proporcionar lucros adequados. Devemos experimentar novas idéias. Pesquisas devem ser levadas avante, programas inovadores desenvolvidos e os erros reparados.

Novos equipamentos devem ser adquiridos, novas fábricas construídas e novos produtos lançados. Reservas devem ser criadas para enfrentar tempos adversos. Ao operarmos de acordo com esses princípios, os acionistas devem receber justa recompensa.

 

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Você já adaptou seu call center à nova lei? http://www.papodeempreendedor.com.br/leis-taxas/voce-ja-adequou-seu-call-center-a-nova-lei/ http://www.papodeempreendedor.com.br/leis-taxas/voce-ja-adequou-seu-call-center-a-nova-lei/#comments Sat, 29 Nov 2008 00:20:26 +0000 Silvana Mautone http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1038

A nova lei de call center entra em vigor nesta segunda-feira, 1º de dezembro. Uma das principais determinações é que o consumidor deve ser atendido em no máximo um minuto – hoje, não são raras as vezes em que chega-se a ficar uma hora pendurado no telefone. Nas instituições financeiras o tempo máximo de espera autorizado será de 45 segundos. Nas segundas-feiras e nos dias que antecedem e sucedem feriados e o quinta dia útil do mês o prazo tolerado será de um minuto e meio. Além disso, as ligações deverão ser gratuitas e no menu eletrônico (via gravação de voz) deverá sempre constar a opção cancelamento do serviço – o que atualmente também é raro, já que o comum é passar por um verdadeiro périplo, com um número infindável de atendentes dispostos a dissuadir o consumidor da decisão. E, pelo cansaço, com frequência conseguem…

Apesar de o modelo buscar elevar a qualidade do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), muitas empresas ainda não se enquadraram às exigências decretadas pelo governo federal em julho. Uma pesquisa divulgada na última terça-feira, dia 25, pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) do Estado de São Paulo mostrou que, mesmo entre as companhias dos três segmentos que estão mais adiantados para atender às novas regras, o nível de adequação ainda é de 70%. São eles: operadoras de cartão de crédito, TV por assinatura e telefonia móvel. As empresas que descumprirem as normas estão sujeitas a multa que varia de R$ 200 a R$ 3 mihões.

Um diretor da companhia de telefonia celular Vivo disse publicamente que a empresa teve de contratar mais pessoas para se adequar à lei e já avisou que esse custo será repassado, sim, ao consumidor. Qual a sua opinião? O SAC da sua empresa já está pronto para atender às novas normas? Você também pretende repassar os custos aos clientes? E acredita que o momento econômico permitirá esse repasse?

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Você conhece o FrankenPhone? http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/voce-conhece-o-frankenphone/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/voce-conhece-o-frankenphone/#comments Thu, 27 Nov 2008 20:32:20 +0000 Viviane Maia http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1034  

Comecei a fazer uma reportagem sobre smartphones - aqueles aparelinhos que você pode mandar e-mail, escrever um relatório, achar uma rota alternativa de trânsito e até telefonar (!!!!) - e me deparei com uma infinidade de modelos, tamanhos e preços desses equipamentos. Mas, depois de páginas e páginas da internet, acabei encontrando o que pode ser considerado modelo ideal. A PC World americana, uma das revistas especializadas em tecnologia, reuniu os melhores recursos disponíveis no mais modernos smartphones do mercado e criou o FrankPhone. Coube a empresa Brian Christie Design criar o telefone Frankenstein.

E como seria esse smartphone? Segundo a PC World, ele teria a interface multitouch do iPhone, o trackball (uma espécie de joystick que permite fazer as funções de forma mais rápida) que existe nos modelos da BlackBerry e ainda o teclado slide semelhante ao existente no HTC G1. Além disso, teria o sistema operacional da Apple combinado à abertura oferecida pelo Android do Google e utilizar qualquer software terceirizado. O resultado seria uma aplicação matadora que utiliza a câmera como scanner da retina para substituir senhas. Outro destaque do smartphone perfeito seria o armazenamento de 16 Gigabytes, presentes no iPhone 3G mas que também aceitasse cartões de memória como os novos BlackBerry. No quesito mobilidade, o FrankenPhone traria o serviço de navegação da AT&T (provido pela TeleNav), que oferece informações sobre tráfego, modo pedestre, serviço de voz e indicativos de direção. E ainda com imagens realistas do Google Maps. Eu ainda acrescentaria a opção de fazer ligações via VoIP, usando a tecnologia 3G, música como iPod e jogos bacanas para que os empreendedores e executivos pudessem se distrair entre uma reunião e outra ou durante o trânsito. Quais acessórios e serviços que você gostaria de encontrar no smartphone perfeito?

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Uma mancha na Petrobras http://www.papodeempreendedor.com.br/sustentabilidade/uma-mancha-na-petrobras/ http://www.papodeempreendedor.com.br/sustentabilidade/uma-mancha-na-petrobras/#comments Wed, 26 Nov 2008 14:38:51 +0000 Fernanda Tambelini http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1030

Os impactos negativos dos negócios sobre o meio ambiente já começam a gerar problemas para as próprias empresas. Ontem, o Conselho do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa anunciou a nova carteira de empresas comprometidas com boas práticas socioambientais. E a Petrobras ficou de fora. O vilão da estatal foi o diesel que ela produz, com alto teor de enxofre.

Segundo a ONG Nossa São Paulo (uma das 12 entidades que solicitaram a exclusão da gigante do ISE), a Petrobras não cumpriu a resolução 315/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que determina a redução do teor de enxofre no diesel comercializado no Brasil a partir de janeiro de 2009.

Em resposta, a Petrobras afirma que a resolução do Conama não está relacionada à quantidade de enxofre no diesel, e sim aos limites de emissões que os novos motores deverão atender. A estatal diz ainda que se comprometeu a fornecer o diesel S-50, com menor teor de enxofre, a partir de janeiro de 2009.

Mas não é de hoje que a sustentabilidade da Petrobras vem sendo posta à prova. Alguns fundos de pensão na Europa, por exemplo, não investem em ações da Petrobras por causa da freqüência dos derramamentos de petróleo que a envolvem.

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Coca-cola evangélica http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/coca-cola-evangelica/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/coca-cola-evangelica/#comments Mon, 24 Nov 2008 23:34:34 +0000 Wagner Roque http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1024  

Em dezembro, deve chegar ao mercado o refrigerante Leão de Judá Cola, referência a um dos nomes bíblicos de Jesus Cristo. Trata-se de uma bebida destinada principalmente aos consumidores de produtos evangélicos. A embalagem da bebida, assim com toda a campanha de marketing e de vendas, é repleta de salmos, alguns deles “traduzidos” para o mundo dos negócios quando se trata, por exemplo, da convocação de parceiros comerciais para distribuir o produto pelo Brasil afora. O primeiro lote da “Coca-cola evangélica” terá 12 milhões de litros. O produto tem tudo para fazer sucesso. Ainda mais nesse período, em que a tão temida crise financeira mundial exigirá que as pessoas encontrem um refresco celestial que as ajude a engolir coisas amargas como alta de juros, redução de crédito e outros problemas típicos do mundo material.

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Pequenas Empresas ganha prêmio que coroa processo de reposicionamento http://www.papodeempreendedor.com.br/bastidores-da-revista/pequenas-empresas-ganha-premio-que-coroa-processo-de-reposicionamento/ http://www.papodeempreendedor.com.br/bastidores-da-revista/pequenas-empresas-ganha-premio-que-coroa-processo-de-reposicionamento/#comments Mon, 24 Nov 2008 16:54:33 +0000 Roberta Rossetto http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1015 A revista Pequenas Empresas acaba de ganhar um prêmio, dado por um júri formado por membros da Academia Brasileira de Marketing, que escolheu os vencedores da 22ª edição do Prêmio Veículos de Comunicação, da revista Propaganda.

Para a turma da Pequenas Empresas, o prêmio tem um sabor especial. Ele coroa um processo de reposicionamento da revista, conduzido nos últimos dois anos. Nesse tempo, mudamos muita coisa.  Quebramos um paradigma e paramos de nos preocupar com o tamanho da empresa da qual falávamos na revista. O que é uma pequena empresa? A que tem menos de 100 funcionários? A que fatura menos de 30, 50 ou 80 milhões por ano? A verdade é que, hoje em dia, essas definições estão furadas, pois há empresas com meia dúzia de funcionários faturando milhões. E outras que faturam pouco, mas pertencem a um grande grupo e não sofrem nem metade dos problemas comuns aos empreendedores.  

Decidimos, naquela época, nos concentrar no empresário (independente do tamanho da sua empresa) que tenha uma mentalidade moderna: aquele que entende que o lucro é conseqüência de uma gestão bem feita e não um objetivo em si. O empreendedor que visa o lucro, pura e simples, vai achar que tudo o mais é custo e não investirá em tecnologia, em RH, em marketing (e, sinto dizer, esse cara tem vida curta).  

Aos poucos fomos mundo o tom da revista, que ficou mais profunda. Os jornalistas tiveram que estudar gestão (e não vão parar nunca mais de fazê-lo). O leitor, então mais concentrado na classe C, passou a ser também das classes B e A. Aos poucos os anunciantes foram chegando (as páginas publicitárias cresceram 71% em dois anos). Sentimos uma queda nas vendas em bancas, mas as assinaturas se mantiveram firmes e fortes, na casa dos 45.000 assinantes, e agora estão em franca expansão.

Foi um processo longo e difícil, que tive o privilégio de conduzir. Confesso que tive um medo danado de tomar decisões erradas. E é um alívio olhar para trás e ver que tomamos a estrada certa. Afinal, nosso assunto é gestão. Então, imagina se não conseguíssemos, nós mesmos, conduzir um processo de reposicionamento de produto de forma bem sucedida! Ufa! É bom saber que em casa de ferreiro, o espeto nem sempre é de pau!!

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A força da classe C http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/a-forca-da-classe-c/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/a-forca-da-classe-c/#comments Fri, 21 Nov 2008 17:05:10 +0000 Katia Simões http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1013  

Muito se falou (e ainda se fala) sobre o aumento do poder de consumo da classe C, mesmo em tempos de economia instável. Há quem diga - eu também me encontro nesse grupo -, que para crescer no varejo é preciso conquistar esse público não só pelo bolso, mas principalmente pelo coração. E para isso não basta ler sobre os hábitos e comportamentos desse público, é preciso ir onde a chamada nova classe média está. É exatamente isso que está fazendo a Coca-Cola. Desde o início deste mês, uma Kombi percorre bairros populares do Recife vendendo Coca-Cola. Por R$ 1,89, o cliente recebe um litro de refrigerante mais o vasilhame. Depois, quando quiser comprar mais, o consumidor leva a garrafa de vidro e paga R$ 1,39 para recebê-la cheia. A idéia é que a Kombi circulasse pela periferia do Recife por quatro horas. Para surpresa de todos, desde o primeiro dia a carga se esgota em duas horas, o que comprova de que falar com esse público vale mais do que a pena. Se até a Coca-Cola está prestes a investir pesado em uma nova estratégia de distribuição, por que não pensar no assunto?

 

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Idéias infantis e brinquinhos de nariz http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/ideias-infantis-e-brinquinhos-de-nariz/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/ideias-infantis-e-brinquinhos-de-nariz/#comments Fri, 21 Nov 2008 13:56:53 +0000 Juliana Belda http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=1003

Já vi bijuteria feita de tudo: osso de animal, dente de gente,  jornal, garrafa pet, pena de pássaro, pneu velho, anel de latinha, côco, tecido, retalho de couro, porcelana, pedaço de Barbie…pedaço de Barbie? Sim, acreditem, uma designer de jóias mutilou a famosa boneca e fez brincos da sua boca, colares do seu braço, pulseiras dos seus seios e até mesmo decapitou o Ken para fazer os tais adornos femininos.

A assassina plástica, ops…artista plástica, Margaux Lange, afirma que a Barbie estimulou sua imaginação e criatividade desde a infância, além de lhe dar o gosto por bijuterias. A boneca teve praticamente o mesmo efeito na minha vida: passei a infância vestindo-a de roupas que eu mesma fazia com os retalhos que roubava da minha avó, decorando sua casa que eu tanto esperei ganhar no natal  e cortando seus cabelos até ficarem no toco. Estou a caminho de me tornar jornalista por isso. Não me tornei estilista, costureira, decoradora ou cabeleireira graças ao fiasco com a Helen, como eu chamava minha Barbie preferida, ela sempre estava mal vestida, com a casa horrível e o cabelo estranho.

Prestar atenção nas nossas idéias infantis pode nos render na vida adulta. Margaux chega a cobrar 150 por brincos de mãozinha e eu, com meu “enorme talento” estético, certamente vou me dar melhor escrevendo. Talvez lembrar da sua época de criança seja uma boa ferramenta para empreender.

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Sem financiamento, nada feito http://www.papodeempreendedor.com.br/financas/sem-financiamento-nada-feito/ http://www.papodeempreendedor.com.br/financas/sem-financiamento-nada-feito/#comments Wed, 19 Nov 2008 00:58:40 +0000 Silvana Mautone http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=995

Eu nunca achei mesmo que o brasileiro tivesse o hábito de pensar no amanhã. Não à toa produtos financeiros mais sofisticados que a simples poupança, como fundos de investimento e de previdência privada, raramente têm suas regras bem compreendidas pela população, mesmo a das classes mais abastadas.

Recentemente, foi divulgado um estudo do instituto LatinPanel que revela que 74% das pessoas não poupam absolutamente nada no Brasil. Naaaaaada. E dos 26% restantes, apenas metade consegue guardar até 10% do que recebe mensalmente. Ok, é verdade que o custo de vida é alto para o baixo salário que a grande maioria recebe. Mas mais de 70% da população não ter o hábito de economizar nada é, sim, na minha opinião, impressionante e tem também um quê cultural.

Polêmicas à parte, isso só reforça o quanto é essencial que qualquer empresário ofereça financiamento à sua clientela para ao menos manter o ritmo das vendas pré-crise. Por mais que esteja difícil obter crédito no mercado, é preciso encontrar uma saída: seja usar capital de giro próprio, reduzir margens ou camelar de banco em banco em busca de menores taxas.

Não tem jeito. Se não oferecer a opção de pagamento parcelado, não vende. O consumidor não tem de onde tirar dinheiro. Ele tem mesmo que contar com o salário do mês para pagar tudo que comprou – a prazo, a perder de vista.

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No ar, mais uma rede social http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/no-ar-mais-uma-rede-social/ http://www.papodeempreendedor.com.br/tecnologia/no-ar-mais-uma-rede-social/#comments Mon, 17 Nov 2008 19:57:16 +0000 Viviane Maia http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=991

Esses dias vi que a Air France e a KLM lançaram a rede social para todos os passageiros. E dei uma olhada para ver como funciona. Eu achei bem bacana. Batizada de Bluenity, ela funciona como uma ferramenta para compartilhar dicas sobre hotéis, restaurantes e compras em qualquer parte do mundo. E ainda permite que os viajantes das duas companhias troquem informações sobre os itinerários de viagem e podem receber atualizações sobre os itinerários de outros passageiros. Por exemplo, se é a sua primeira vez que vai para Paris e você não arrumou companhia, pode encontrá-la na rede e acertar detalhes ou, simplesmente, combinar para fazer um passeio, dividir um táxi ou combinar a ida a um restaurante. É uma espécie de Orkut!

A rede também tem um espaço de compartilhamento das dicas de outros viajantes e de funcionários da Air France e da KLM que viajam o mundo. Além disso, é possível fazer reservas on-line diretamente pela rede social. Isso prova a grande influência das redes sociais. Já que um número grande de pessoas confia, cada vez mais, nas experiências dos outros para conseguir informações. Para se inscrever no Bluenity, é gratuito e está disponível em inglês, francês e holandês. Não deixa de ser uma boa idéia para quem tem negócios relacionados a turismo. O que acham?

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Empresas usam rede social, tipo Orkut, como ferramenta de RH http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/empresas-usam-rede-social-tipo-orkut-como-ferramenta-de-rh/ http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/empresas-usam-rede-social-tipo-orkut-como-ferramenta-de-rh/#comments Thu, 13 Nov 2008 19:44:25 +0000 Roberta Rossetto http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=957 Acabo de ler duas reportagens sobre redes sociais, cada uma com um enfoque diferente. A primeira, de Viviane Maia, da revista Pequenas Empresas (edição de novembro/08) mostra que as empresas estão usando as redes como ferramenta de marketing, para se relacionar com clientes, lançar produtos, apaziguar reclamações. Ela juntou dezenas de dicas de especialistas sobre o que fazer e o que não fazer.

A segunda reportagem fala do uso das redes sociais como ferramenta de RH. No texto “Orkut Corporativo”, (pág. 48 da revista B2B de setembro/08), Thiago Borges mostra que empresas como Coca-Cola e Oi têm ferramentas para a criação de blogs e páginas pessoais, tipo Orkut, penduradas em suas intranets. A rede social da Oi, inclusive, chama-se Oikut. Ali os funcionários fazem seu perfil, postam fotos, vídeos e blogam textos. Contam coisas do trabalho e também de suas vidas, hobbies, passeios etc. Mas o que pensar disso? Bobagem? Uma distração que pode minar a produtividade dos funcionários?

Esses pensamentos ocorrem, claro, a qualquer administrador. Mas Thiago apresenta dados estatísticos: segundo ele, um estudo conduzido pela consultoria IDC, feito com 2.400 funcionários de 17 países, mostrou que 16% são jovens hiperativos que usam celular com câmera, telefonia sobre IP e redes sociais. E em cinco anos, eles serão 36% da força de trabalho. Esses jovens não separam a vida pessoal da profissional. Uma rede social interna, teoricamente, poderia ajudá-los na produtividade - não o contrário. Arrisco dizer que talvez ajudasse até a retê-los na empresa, pois é sabido que eles não ficam muito tempo em emprego algum. E aí? Você acha que a moda pega? Será que logo logo muitas empresas terão seus Orkuts internos?

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Passageiro Inflável http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/passageiro-inflavel/ http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/passageiro-inflavel/#comments Wed, 12 Nov 2008 11:00:31 +0000 Wagner Roque http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=982

Quem assistiu ao filme Náufrago, com Tom Hanks, deve se lembrar do Wilson, a bola que se transformava no companheiro imaginário do personagem que vivia na ilha deserta. Não por coincidência, este é também o nome do boneco inflável que tem circulado no banco do passageiro de alguns carros em grandes cidades como São Paulo. A intenção dos motoristas solitários é usar o boneco corpulento, narigudo, de bigode e de óculos escuros para intimidar os assaltantes no trânsito. O idealizador do Wilson é o empresário Juca Amaral, dono de uma fábrica de bonecos infláveis usados em postos de combustíveis. Ele teve a idéia de criar o passageiro inflável há dois anos, quando viu estatísticas da polícia informando que a presença de um acompanhante no carro reduz em até 90% as chances de assalto. O boneco custa R$ 350. O preço inclui uma sacola de transporte, um plugue e um motor de 12 volts para enchê-lo – pode ser ligado no acendedor de cigarros do automóvel. Por enquanto, Amaral vendeu 70 bonecos Wilson, mas a expectativa é que as vendas aumentem significativamente a partir do ano que vem. Ele acaba de fechar contrato com as Lojas Americanas, que comercializará o passageiro inflável.

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Resultados do chat http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/resultados-do-chat/ http://www.papodeempreendedor.com.br/empreendedorismo/resultados-do-chat/#comments Tue, 11 Nov 2008 21:57:20 +0000 Juliana Belda http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=976 A Pequenas Empresas & Grandes Negócios fez um chat ontem para tirar dúvidas sobre como administrar bem o seu negócio. 67 pessoas acessaram para perguntar e ver o que o economista – e colunista da revista – Eduardo Bom Ângelo sugeria aos demais empreendedores.

Destaco aqui algumas perguntas e suas respectivas respostas:

Thiago Flores perguntou: Em relação aos call centers, o ideal é que ele seja sempre terceirizado? Como escolher a melhor empresa para esse serviço, que acho essencial?

Essa é uma boa pergunta. Eu trabalhei em uma empresa que contratou 120 pessoas e levou o serviço de call center para a empresa porque nós tínhamos informações muito específicas para os clientes. Se você trabalha com informações básicas, eu sou a favor de terceirizar. Na hora de selecionar a empresa, é melhor procurar uma que já prestes serviços para uma empresa como a sua.

Fernanda Dias questionou se uma empresa não informatizada estaria fora do mercado. O consultor, mesmo sem saber qual o tipo de nogócio a que ela se referia afirmou que “Tecnologia, hoje, é importante para a gestão de qualquer negócio”, segundo ele é difícil que uma empresa que não investe nesse setor se mantenha no mercado.

Paula Cabral quis saber se mudar o nome de sua loja poderia ser uma alternativa para alavancar as vendas, Bom Ângelo não concordou com a idéia: “Em uma lista das seis mudanças mais importantes, para mim, o nome ficaria em nono.“

Veja aqui o chat na íntegra

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Cuidado com a pizza! http://www.papodeempreendedor.com.br/varejo/cuidado-com-a-pizza/ http://www.papodeempreendedor.com.br/varejo/cuidado-com-a-pizza/#comments Tue, 11 Nov 2008 20:43:58 +0000 Katia Simões http://www.papodeempreendedor.com.br/?p=968

Domingo à noite é dia de pizza em casa, pelo menos, para boa parte dos paulistanos. E eu me incluo nessa lista. Pizzaria é o que não falta nesta cidade. O díficil é conciliar preço, sabor, e entrega com qualidade. Quando digo qualidade não estou levando em conta a sofisticação dos ingredientes ou o atendimento, mas, sim, o estado como a pizza chega à mesa. Isso porque não foram poucas as vezes que a metade calabreza ganhou sabor de quatro queijos, graças ao vôo razante feito pelo motoboy entre a pizzaria e o prédio. Ninguém contesta que o serviço de delivery é uma mão na roda, que facilita a vida, mas que também deixa a desejar, isso deixa.

Estima-se que 2.500 restaurantes da cidade de São Paulo ofereçam o serviço e boa parte coleciona mais reclamações do que elogios. Assim, se você está disposto a agregar o delivery ao seu negócio, preste atenção: não dê mais valor à velocidade da entrega do que à qualidade do serviço. Cuide das embalagens para que a comida chegue quente, saborosa e com o visual esperado; equipe o motoboy com caixas com divisórias que permitam separar o quente do frio, o sólido do líquido, o salgado do doce; e, por fim, treine o entregador para que ele faça o transporte de maneira correta, sem altas emoções pelo caminho. O resultado, com certeza, não irá desapontar.

 

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