Casamentos: do Ceará à Califórnia
A arquidiocese de Fortaleza determinou que, de agora em diante, as cerimônias de casamento na igreja da capital cearense sigam regras que priorizam a simplicidade. Estão proibidos os casamentos cheios de efeitos especiais, músicas da moda e performances teatrais envolvendo os noivos em pleno altar – tudo isso estava se tornando cada vez mais freqüente nos últimos tempos na cidade. Segundo reportagem do site G1, uma cerimonialista chegou a pedir que o padre Clairton Alexandrinho vestisse uma roupa vermelha para combinar com o tapete. “Quer dizer que a parte religiosa não contava mais nada”, disse o padre, que não aceitou a sugestão. Os organizadores das cerimônias, por outro lado, dizem que agora será mais difícil adequar as solicitações dos clientes às exigências da arquidiocese. Mas nem só de proibições vive o mercado de casamentos. No estado americano da Califórnia a expectativa é de expansão dos negócios. O motivo é a recente aprovação dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo pelo Supremo Tribunal do estado. A previsão é que o ramo de festas matrimoniais na Califórnia fature US$ 700 milhões nos próximos três anos somente com os casamentos gays. A reboque desse mercado, outra indústria americana se prepara para lucrar: a do divórcio.











