Mangabeira quer obrigar empresas a repartir lucro com funcionários
O ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Mangabeira Unger, defendeu, na semana passada, mudanças na legislação trabalhista, segundo informou a Agência Brasil. Mangabeira afirma não querer destruir a CLT, mas renová-la. De acordo com o ministro, das três mudanças sugeridas, a primeira a ser posta em prática deve ser a divisão do lucro das empresas com os trabalhadores, que está prevista na Constituição, mas depende de lei complementar. Outra mudança seria a desoneração da folha de salários. O ministro disse que esse deve ser o último ponto discutido, pois depende de reformas mais profundas, como a tributária e a previdenciária. O terceiro ponto fala da criação de novas regras para funcionários terceirizados. O que você acha dessas ideias? Dê a sua opinião.













May 27th, 2009 at 4:58 pm
Concordo que parte do lucro da empresa deva ser dividido com os colaboradores, afinal eles contribuíram para o resultado. Isso é até uma vantagem, pois assim todos acabam tendo mais interesse em trabalhar de forma a ampliar o lucro.
Quanto a desoneração da folha de pagamento, é tão necessária quanto a simplificação tributária. Deveríamos ter uma quantidade menor de impostos e sem bitributação.
Gosto do modelo do IVA, que é cobrado somente na venda ao consumidor final do produto e o valor não fica embutido no preço do produto ou serviço. É acrescentado no momento do pagamento / emissão da nota fiscal.
May 27th, 2009 at 5:04 pm
Primeiro precisa definir o que é lucro.
Muitas empresas mostram nos balanços lucro zero, mesmo com significativo avanço no faturamento.
May 27th, 2009 at 8:19 pm
Essa de dividir o lucro com os funcionários soa meio comunista mas é interessante se bem aplicada. Neste caso, creio que seria melhor se os funcionários fossem tratados como acionistas, recebendo cotas do lucro em função do salário ou outra coisa. Isto tem aplicações no melhoramento da distribuição de renda no país. Detalhe: se os funcionários forem super valorizados, recebendo suas cotas a todo custo e antes dos outros acionista, vira baderna…
May 28th, 2009 at 9:13 am
E se a empresa der prejuizo os funcionarios vão ajudar a pagar ?
Braga-Patos de Minas – MG.
May 28th, 2009 at 4:22 pm
Se o empresário vai ter que dividir o lucro, então o empregado será sócio da empresa. Assim, sendo deverá adquirir cotas da referida, pois o empregador é sócio da empresa e também trabalha nela e mais, muitas vezes o sócio/proprietário é a imagem pública da empresa. Vc, empresário, deixaria que TODO empregado/sócio, segundo essa idéia, fosse a imagem da sua empresa?
May 28th, 2009 at 4:28 pm
Também gostaria de saber o mesmo que o Braga Antonio perguntou rsrsrsrs.
May 28th, 2009 at 6:18 pm
Concordo com a participação dos funcionários no lucro das empresas se eles tiverem a mesma forma e os mesmo riscos da remuneração dos sócios. Pois, quem participa nos lucros e nos prejuízos são os sócios. Desta forma deixaríamos de ter funcionários e teríamos sócios. Não acredito que os funcionários queiram correr este risco, pois deixariam de ter 13o. salário e férias remuneradas. Correm o risco de ganhar mais ou de perder mais. Bem vindo ao mundo. Seria interessante ver como seria isto. Resolveria também o problema da previdencia, pois do pro-labore é descontado 20% para o INSS sem benefício algum para o sócio. Difícil seria tomar uma decisão de risco com tantos sócios.
Porém, se for somente para participar da festa – do lucro, discordo totalmente, chega a ser risível esta proposta. É só mais um encargo que vai reduzir o salário do empregado.
May 28th, 2009 at 6:25 pm
Na minha visão são medidas que, se bem aplicadas, poderão contribuir com o crescimento econômico do país e dar novas diretrizes às empresas, pois no mundo globalizado e sendo um dos princípios do capitalismo o lucro, nada mais justo que esse lucro seja dividido de forma justa com os colaboradores. Pois são eles que contribuem para o lucro das organizações.
May 28th, 2009 at 10:44 pm
Mais uma idéia burocrática idiota. Como sempre vem alguém do governo que tem o cofre eternamente transbordando com múltiplas maneiras de enchê-lo as custas do trabalho dos outros para fazer “o bem” com a grana alheia. Porque primeiro não abrem mão da carga tributária paga pelo empregador/empresa mensalmente aos cofres sem fundo do governo fazendo com que essa grana vá para o bolso do empregado ao invés de desaparecer nas teias da burocracia tributária? Simples, o empregador/empresa continuaria a pagar o que paga hoje, mas ao invés de recolher as inúmeras DARFs, depositaria o equivalente na conta do empregado. Fortaleceriamos as empresas e os empregados e movimentariamos muito mais a economia do que o desaparecimento mensal de bilhões de reais em por exemplo; auxílios moradias para quem já tem casa em Brasilia. Essa é mais uma palhaçada populista para ludibriar o empregado e colocá-lo contra o seu empregador. E quando a empresa der prejuízo, os empregados deixam de receber salário e o governo ajuda? Conheço muitos donos de empresas que ao final do mês põe dinheiro do bolso para honrar os compromissos que tem com seus colaboradores quando um simples gesto do “desgoverno brasileiro” em baixar a carga tributária facilitaria a vida deles e de seus colaboradores, mas nisso ninguém quer falar.
May 28th, 2009 at 10:56 pm
Concordo plenamente com o Antônio Braga. Se o empresário arrisca seu capital, nada mais justo que ele receber a remuneração sobre o capital investido além do esforço naturalmente gasto pra fazer uma empresa dar certo neste país. É cada vez mais facil deixar o dinheiro render comprando títulos do tesouro por exemplo… e depois ver o governo se lamentando pq o PIB fica estagnado.
May 29th, 2009 at 7:34 am
Demorou é nescessário este tipo de procedimento, dividindo a participação no lucro, vai gerar melhor qualidade de trabalho, mais interesse por parte do empregado entender os motivos do patrão, ter mais motivação e sentir seu trabalho respeitado e valorizado pelo empregador. E o governo faria sua parte como um imposto único, divido em grandes, média e pequenas empresas, diminuindo o absurdo de impostos faria com que o Brasil crescesse e diminuísse a desigualdade, pois é enorme a diferença de qualidade de vida no Brasil.
May 29th, 2009 at 8:20 am
Acho essa atitude arriscada, porém muito ousada. Deve ser algo a ser debatido incansavelmente para se achar um meio termo.
May 29th, 2009 at 8:59 am
Interessante que desoneração da folha de salários seja o último pto a ser discutido. Eu questiono se algum dia será discutido. Qual (is) o(s) objetivo(s) da proposta? Inviabilizar ainda mais o funcionamento da pequena e média empresa e consequentemente reduzir mais postos de trabalho? Não sou contra a divisão de lucros, porém com regras muito claras e não na atual situação. Na minha opinião em primeiro lugar deveria ser discutida a desoneração da folha de salários. Não é o mais fácil, para os que estão elaborando/revisando a legislação, que deve ser feito em primeiro lugar e sim o que de fato pode representar melhores resultados para a sociedade.
May 29th, 2009 at 9:26 am
Será que o Ministro é ou foi empresário ? Em sendo será que ele teria a mesma opinião?
Como dividir lucros sem dividir prejuízos?
Por que dividir lucros se o investimento de capital foi feito única e exclusivamente pelo empresário?
A empresa poderia abrir seu capital aos funcionários, para que comprassem sua participação no investimento e consequentemente nos lucros… ou prejuízos !!
Só rindo, diante de uma proposta destas !!
May 29th, 2009 at 11:00 am
Participação em resultado de uma empresa significa dizer “lucro ou prejuizo”. Os nossos trabalhadores não estão tão maduros a ponto de encarar um resultado que se expressaria em cores vermelhas. Não sou contra, mas o governo deveria colocar na pauta, não por último mas concomitantemente, a desorenação da folha também, pois o mesmo tem que fazer a sua parte. Todo gesto motivacional é importante, tanto para o trabalhador, que neste caso seria visto como sócio e tanto para a empresa que uma vez desonerada a folha de pagamento estaria também sendo motivada a mais investimentos. As decisões do governo não podem ficar só no âmbito político.
May 29th, 2009 at 11:12 am
ESTOU PLENAMENTE DE ACORDO COM O MINISTRO! DESDE QUE O GOVERNO TENHA AUTORIDADE, MASCULINIDAE (PRA NÃO FALAR SACO!) DE COMEÇAR PELOS BANCOS COMERCIAIS ETC. NUMA ÉPOCA DE CRISE MUNDIAL, A LUCRATIVIDADE ABSURDA DOS BANQUEIROS, NO “LOMBO” DAS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS CHEGA A SER IMORAL, PECAMINOSA, DESTRUTIVA, PODERIA SE DIZER! PODE SER LEGAL, PODEM DIZER QUE AUMENTOU MUITO POR TEREM ADOTADO METODOLOGIAS MAIS AVANÇADAS, O QUE QUIZEREM, NADA JUSTIFICA OS LUCROS ABSURDOS, QUE ATRAVANCAM O DESENVOLVIMETO NACIONAL. SÓ O GOVERNO FEDERAL E SUAS “EXCELÊNCIAS” OS POLÍTICOS E OS MINISTROS NÃO VÊEM ISSO? SOU GRANDE ADMIRADOR DO MINISRO MANGABEIRA, MAS ACHO QUE O MESMO ESTÁ SENDO “SUB-APROVEITADO” NESSE GOVERNO. DEVERIA OCUPAR UM CARGO NO MÍNIMO NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.
May 29th, 2009 at 11:16 am
Na minha opinião, a participação dos lucros entre colaboradores é uma ideia válida, porém, acredito que para que isso fosse realizado, o nosso Governo deveria ver a questão da carga tributária que é ALTÍSSIMA. Para depois sim, pensar em uma divisão dos lucros. Eu gostaria de remunerar mais um funcionário, mas a carga tributária não me permite. Acho que tem coisas de maior prioridade como a baixa da carga tributária para pessoas jurídicas, e não atravessar ou sancionar uma lei que exija uma participação de lucros entre os colaboradores de uma empresa.
May 29th, 2009 at 11:25 am
Por que é que os comunistas enrustidos querem só dividir o que é dos outros? Por que não dividem o seu?
A ideologia comunistas/socialista é a maior farsa que pode existir. Será que os “nobres” do PT, PCdoB e outros partidecos irão dividir o que lesaram dos cofres públicos, seja através de ONGs e outras diversas maneiras?
O que esse pessoal não inventa para permanecer no “puder”!
Brasil, o país dos idiotas!!!
May 29th, 2009 at 11:48 am
Desde que a participação nos lucros seja proporcional a remuneração do funcionário.
Desde que esta participação não seja base de imposto.
Desde que …
May 29th, 2009 at 12:15 pm
Achei ÓTIMO !!!! Assim ele poderá execer simultaneamente um Ministério no governo LULA e outro no governo CHAVES! Ou será que ele já não está exercendo? Só espero que quando ocorrer um prejuízo na empresa os funcionários participem também.
May 29th, 2009 at 12:26 pm
Mangabeira é aquele Ministro que fala pessimamente o português, se não me engano. Com sotaque estrangeiro, me parece que ele anda variando mesmo, pois para que ser empresário se o risco é todo seu e ainda tem que dividir o lucro com funcionários que tem todas as garantias que a CLT os privilegia?
Sr. Ministro viva como o povo e microemprendedores que verá que seu conto de fadas não passa de um devaneio pulítico eleitoral.
May 29th, 2009 at 12:39 pm
Não vejo a necessidade dos funcionários participarem dos lucros, já que não participam dos riscos do negócio.
Se o governo quer ajudar os funcionários então deve cumprir o seu papel e cumprir com os compromissos já assumidos, (saúde, infraestrutura, previdência, défit público, entre outros). Já não basta o peso deste sócio parasita (os noticiários demostram, diariamente, a farra com o dinheiro público) nas costa dos empreendedores?
May 29th, 2009 at 1:27 pm
Proposta ridícula. Se for para dividir os lucros que se dividam as responsabilidades também, já que todo o ônus do empreendimento fica com o empresário, e tanto faz a empresa ter ou não lucro, o dinheiro do salário tem de existir. Quero ver gente trabalhando numa empresa pelo menos uma semana sem dar lucro.
Querem dividir lucros, entam dividam também a responsabilidade pelos prejuízos. Se não no Brasil só vai compensar ser empregado, e não vai mais existir patrão!
May 29th, 2009 at 2:40 pm
Concordo com ele, mas convenhamos a empresa dá, mas tira de outro lado.
May 29th, 2009 at 3:29 pm
É um projeto inútil.
May 29th, 2009 at 9:06 pm
É o casamento do “só na alegria” mas “na tristeza” a CLT salva, ou o casamento do só “na saúde” porque na doença a CLT também salvará! Mais um obstáculo para o empregador na “fácil” tarefa de ser dono de uma empresa no Brasil. Quero uma boquinha dessas. Vou largar meu empreendimento e engrossar as filas das bolsas familias, gás e desemprego. Talvez devesse arrumar uma colocação em um emprego público. Como é fácil ser político nesse país, qualquer imbecil se elege fácil, desgoverna uma barbaridade e o povo bate palma e mantêm o cara lá. A maioria vai bater palmas por uma proposta dessas. Aconselho então a sairem de seus postos de empregados e virarem empregadores para ver como “é fácil” ter o governo como inimigo de crescimento número 1. O mercado está ai, quem vai ser o primeiro a se habilitar?
May 29th, 2009 at 9:44 pm
Primeiro deve-se corrigir essa dicotomia absurda: Trabalhador ou Empresário. Afirmo que 99% dos Empresários são antes de tudo TRABALHADORES. Infelizmente apenas 1% dos trabalhadores conseguem ser EMPRESÁRIOS. A visão que se passa dos empresários é que, tendo ganhado na loteria uma bela grana, montaram um negócio que seus funcionários “tocam”, que da muito lucro e o Dono só vai lá pegar a GRANA, numa nítida exploração do Trabalho pelo Capital. São 21hs, de uma sexta feira, eu, empresário, estou me permitido “parar” um pouco para escrever neste fórum, estou no escritório trabalhando, e entre outras “motivações” tenho que pagar os salários de 30 trabalhadores da minha empresa na próxima semana, e ainda impostos absurdos, encargos sociais e trabalhistas imorais, tudo permeado por uma burocracia que desestimula. Ah ! os funcionários ou trabalhadores ?. Quase todos desde 17hs foram para casa ou para um Happy-Hour, enfim cuidando dos seus interesses particulares. Os que trabalham MAIS são recompensados com aumentos, e gratificações, gerando mais encargos e, se não computar tudinho para calculo de todos o vencimentos, com certeza vão me gerar varias reclamações trabalhistas. Ministro que desenvolver o Brasil ?: Trabalhe para desonerar a Folha, reduzir os impostos a níveis morais, acabar com a burocracia e corrupção do estado, agilizar a Justiça. É isso que todos queremos. Lembre-se a “turma” que sabe ler não é comprada por uma Bolsa Família.
May 30th, 2009 at 12:30 pm
Mais uma forma de DESISTIMULAR o pequeno empresário. Como se já não bastasse a excessiva incidência de 36% de impostos só na folha de pagamento. Vamos continuar sendo o país do faz de conta. Sonegar é crime?! E se não sonegarem, que pequeno sobreviverá? O Brasil deve agradecer a sonegação, pois é ela quem mantém a economia viva.
Estudante de Ciências Contábeis – UFRN
May 31st, 2009 at 7:15 pm
O DESEMPREGO E A OMISSÃO DO CONGRESSO
O congresso é o maior responsável pela solução do problema da falta de emprego e renda.
Como se já não bastassem às dificuldades rotineiras para sobrevivermos neste turbulento país, temos observado que, paulatinamente, outros obstáculos muito maiores e perigosos estão se “colocando” entre o presente e o futuro de nossas empresas e, por conseqüência, de nossos empregos e fontes de renda. Refiro-me as novas “potências” industriais emergentes que estão passando por cima de nossos postos de trabalho como um rolo compressor passa sobre uma caixa de tomates.
Todos nós, inclusive os socialistas, marxistas, comunistas e todos os outros “istas” já aprenderam que para um país como o nosso crescer e diminuir as desigualdades só existe um caminho, que é o de criarem-se muitos empregos incentivando e atraindo grandes investimentos de médio longo prazos, nos setores primário, secundário e terciário da economia.
As grandes empresas, principalmente as globalizadas, com muito “fôlego” para investimentos, estão migrando para os países onde encontram condições de produzir com custos que lhes possibilitem concorrer de forma global e as pequenas, nacionais, que já vinham “cambaleando” acabam por perecer frente à globalização, também por não poderem concorrer com produtos manufaturados importados, como por exemplo, os calçados, vestuário, têxteis, móveis, eletrônicos, máquinas, automotivos,…
Exemplo atual foi a empresa calçadista Reichert de Campo Bom, RS, que anunciou o fechamento de 20 unidades e a demissão de 4000 funcionários, pois não consegue mais competir nos mercados mundial e nacional com produtos importados, principalmente da China.
É preciso, urgentemente, antes de tudo, preservar as fontes de trabalho e renda .
Precisamos as verdadeiras e honestas reformas trabalhista e tributária imediatamente, de forma séria, sem populismos e interesses exclusivamente eleitoreiros, que levem em conta essas reais diferenças entre os custos de produção no Brasil e nos países em desenvolvimento como, Rússia, China, Índia, Coréia, Taiwan etc. sob pena de continuarmos exportando nossos postos de trabalho.
Conforme a revista Exame de Abril o custo da hora trabalhada, na indústria automotiva na China é US$ 0,81 e na Índia US$ 1,60, enquanto que no Brasil é de U$ 7,13, entre cinco a nove vezes maiores. Este é o dito “custo Brasil”.
E não adianta os defensores dos “direitos trabalhistas adquiridos” ficarem argumentando que nos outros países os salários são baixos e os trabalhadores são explorados, o que em parte é verdade, porém lá, por muito tempo, existirá a necessidade básica, vital de criação de empregos para “dar de comer” a uma população absurdamente maior que a nossa, quase dez vezes, fato que por si só já não justifica eles criarem alguns “direitos trabalhistas” absurdos como os nossos. Não podemos ficar esperando que eles, lá fora, criem mais direitos para os trabalhadores e obrigações para empresas ou que a moeda deles valorize a ponto de encarecer seus produtos manufaturados e assim termos chance de voltar a criar novos postos de trabalho por aqui. Isso dificilmente vai acontecer e se acontecer vai demorar muito, até lá, muitas de nossas empresas já estarão quebradas. A partir de hoje nossos sindicatos de trabalhadores e os patronais devem, juntos, pressionar o congresso para que ajam, votem as alterações constitucionais legais necessárias, atualizem as leis para a realidade global contemporânea em todas as frentes possíveis, no sentido de minimizar os efeitos deste furacão avassalador chamado globalização.
Não estamos mais no mesmo mundo da época de Getulio Vargas, as relações internacionais e o comércio global eram completamente diferentes do que é hoje. Naquela época nem se sonhava com as potências comerciais exportadoras como a China ou Índia, Coréia e muitos outros.
Além disso, as empresas têm que enfrentar as “injustiças trabalhistas”, quando muitos empresários têm que despender injustamente valores absurdos, “exigidos” e obrigatoriamente pagos por força da “justiça” trabalhista em ações absurdas a ponto de serem ridículas e hilárias as alegações dos requerentes e seus respectivos “procuradores”. Basta verificar a pesquisa do sociólogo José Pastore que comprovou que o Brasil é o campeão mundial de processos trabalhistas, com dois milhões de ações trabalhistas por ano. Em 2006, até o mês de setembro, foram pagos 6,13 bilhões a reclamantes. Realmente alguma coisa está errada. Será que os empresários são tão mal intencionados assim? É obvio que já passou a hora do congresso votar uma reforma trabalhista séria e honesta. Precisamos lembrar que os juizes são “obrigados”, por força de lei, a defender algumas exigências exageradas por parte dos trabalhadores.
Se os congressistas tiverem o verdadeiro interesse de manter os postos de trabalho existentes e criar outros, atraindo novos investimentos, devem imediatamente não somente votar as reformas trabalhista e tributária, muito mais que isso, deve legislar no sentido de oferecer as condições legais para que os empresários sejam novamente motivados a criarem novos postos de trabalho e renda.
Todos os deputados e senadores têm que tirar “suas máscaras populistas, imediatistas” e encarar a realidade global do momento no que se refere à geração de empregos e renda. Basta ver o desemprego que está acontecendo na Europa e Estados Unidos, onde o custo da hora, no setor automotivo são US$ 50,73 na Alemanha e US$ 30,56 nos USA.
Esses países vão enfrentar sérios problemas de desemprego por muitos anos e com certeza terão que rever suas leis trabalhistas, de forma que diminuam as exigências, possibilitando a geração de novos postos de trabalho e renda. De outra forma vai ser muito difícil a situação mudar a curto ou médio prazos.
Outro aspecto relevante nesse momento é a crise financeira global que provocou milhões de demissões em vários países industrializados provocando o retorno dos migrantes aos países de origem, aumentando significativamente a taxa de desemprego nos países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, nosso caso. A Organização Mundial do Trabalho já previu a volta de milhões de migrantes que necessitarão de postos de trabalho em seus países de origem.
Para que ocorram grandes investimentos na agricultura, construção civil, serviços, indústria e em todos os setores é indispensável à reforma trabalhista honesta que incentive os empresários a investirem sem os “custos” e “medos” que hoje os desmotivan
A globalização está “atropelando” os nossos postos de trabalho e levando os investimentos para o exterior onde a legislação trabalhista é mais branda ou não existe.
O maior responsável, Congresso Brasileiro, deve reverter isto imediatamente ou logo ali adiante pagaremos muito caro pela omissão. Vai faltar “patrão”.
June 1st, 2009 at 12:03 am
Será que o Mangabeira já foi dono de alguma coisa na vida ? Com essa idéia acredito que ele esteja querendo abanar o povo com o leque das empresas …. deixo bem claro, nada contra o povo. mas, esta é uma análise inicial, seria interessante que o Mangabeira tivesse um esboço deste projeto para que seja analisado melhor… À princípio muita coisa deveria mudar, a responsabilidade dos prejuízos também tem que ser dividida, e se a empresa quebrar, o que não é difícil nos dias de hoje, de quem será a culpa ? todos pagarão o prejuízo ?
June 1st, 2009 at 5:00 am
A cada dia fica mais fácil ser empregado e mais difícil ser empreendedor neste pais. Todo mundo hoje quer ser funcionário público pelas inúmeras vantagens de ficar as custas do governo que paga a cada um deles com o dinheiro gerado pelo privado. Qual é o funcionário público que gera riqueza? Só consome! O governo acaba de mexer na poupança para que ela não se tornasse a fuga dos investidores por algo mais seguro que os investimetos nos quais se corre risco… a poupança tinha risco zero não é verdade? Bem, vamos usar o mesmo argumento. Emprego público, risco zero. Emprego privado, risco zero. Vamos todos nós (empresários) migrar para o que é mais seguro porque não dá pra remar contra a maré e ver aonde isso vai dar!
June 1st, 2009 at 10:22 am
Amigos…se for para dividir os lucros, a empresa então teria que revelar aos funcionários o seu lucro mensal, correto? Eu pergunto se isso funcionaria ou causaria revolta aos empregados, “comparando o que o patrão ganha e o que eles ganham”.
June 1st, 2009 at 10:24 am
Cada uma que me aparece…
June 1st, 2009 at 8:41 pm
Esse Mangabeira, os políticos e o presidente adoram fazer presença com o dinheiro e direitos dos outros. Por que ele não volta para os EUA e leva o Lula com ele + os deputados e senadores.
Vão com DEUS!
June 2nd, 2009 at 9:27 am
Isso é dá tiro cá porva aleia.
Quando os encargos sociais forem extintos, quando os tributos sobre a empresa forem justos, quando o governo cumprir seu papel de gestor dos negocios publicos com qualidade, quando a corrupção for banida em todos os níveis e os colarinhos brancos pularem das janelas do vigésimo andar de um prédio sem anteparos de segurança motivados pela verrgonha de terem recebidos propinas, então, neste dia empunharei a bandeira de dividir lucros com colaboradores. O que o Sr. Mangaba deve entender, é que istos já éfeito no Brasil, só tem outros nomes. Vade in retro, Mangaberatum
June 2nd, 2009 at 7:48 pm
sem comentarios por favor…, por que ele não sai do governo e vai tentar ser empresario ? dai queria ver se ele teria essa opnião
June 4th, 2009 at 5:18 pm
Isso é a coisa mais absurda que já li, quer dizer que um trabalhador que monta sua empresa, sofre toda a pressão desse governo, trabalha que nem um burro, fica anos e até décadas até seu negócio prosperar pra vir um empregado que você nem conhece para ser seu sócio?
Se esses deputados aprovarem isso, fecho a minha empresa e começo a vender pela internet.
June 5th, 2009 at 4:14 pm
Essa proposta só é aceitável se os deputados que ganham um salário absurdo também dividirem seus salários com os trabalhadores do Brasil. E aí será que eles vão aceitar essa minha nova proposta?
June 8th, 2009 at 7:43 am
Essa proposta do Mangabeira vem da forma que ele pensa, tendo sido educado e vivendo nos EUA a maior parte da vida. Lá é comum empresas que
dão reconpensas aos empregados em épocas de grandes lucros. É uma forma de fazer com que o empregado se sinta também dono da empresa dando o melhor de si para O SUCESSO dela. Um exemplo de empresa assim é a Google. Uma das formas de se fazer isso é dando ações da empresa
como bônus (se ela tiver capital aberto). Mas isso de transformar isso em lei, acho rídiculo, esse tipo de coisa surge expontaneamente na medida que empresas sentem que têm que valorizar os empregados que têm.
June 12th, 2009 at 3:23 pm
É extremamente lamentável! Gosatria de saber se os funcionários serão registrados no Contrato Social… como seria?rsrsrs… Há cada contratação ou demissão…uma alteração contratual? rsrsrs… Serão sócios, tbm? rsrsrs… Os cartórios agradecem!rsrs… Pelo que eu estou vendo, o Mangabeira quer tirar onda com a cara do empresário, mais uma vez! O sujeito estuda , dá um duro, passa por dificuldades e além disso, tem que dividir o lucro! Demagogia!!!kkkkk… Isso não é forma de estimulo…mto pelo contrário! Estimulo seria, se os valores cobrados dos impostos fossem coerentes… eles são tão altos, que impede novas contratações novos ou até mesmo, de valorizar o empregado que merece. Isso sim, que significa, desemprego ! A cada empregado… o empresário paga o dobro por ele, só de impostos!
O Mangabeira! Quero saber se o empregado além de dividir o lucro, vai tbm divirdir as despesas? rsrsrsrs…
Se fosse o caso, não seria mais necessário empregador! Vamos abrir cooperativas… em nome de quem? Do Mangabeira? kkkk… Boa idéia, né?
Espero que ele pense bem! Quero ver se vão ficar sem o lucro no bolso dos impostos que os empresários pagam todo mês ? Gostaria de saber, se o Mangabeira, com o lucro (salário) que ele tem dos empresários, vai repartir com os empregados dele ou com os nossos empregados? Esse infeliz está de deboche ! Além disso, me admiro mto, certos comentários que ainda são a favor! No mínimo, eles estão sem noção do que significa ser empresário! Nós estamos no Brasil…é necessário que vc empresário, se valorize! Homens de grandes e pequenos negócios ( hum… não é aquilo que está pensando! rsrsrs…), são homens inteligentes , fortes e poderosos, prontos, para contra atacar essas pegadinhas de mal gosto! Estamos na fase de invertermos os quadros! ” Não pense que uma pessoa não faz diferença…porque faz! Conte com vc mesmo… faça sua parte!”
June 16th, 2009 at 3:05 pm
Em país que a carga tributária é irreal, em que cada dia aparecem mais dificuldades para empreender, só uma medida como essa, de gente que nunca soube o que é abrir uma empresa, ralar anos a fio para conseguir ter um resultado positivo e não conhecem todas as dificuldades de empreender por aqui. O melhor mesmo é ser empregado e ficar esperando o empresário correr riscos e depois dividí-lo, mas só os lucros, pq os prejuízos é com ele. Mas esta é a intenção do governo, ter cada vez mais empregados, pois aí podemo tirar o imposto já na fonte, para pagar as viagens dos deputados e amantes para Europa e os empregos das filhas e filhos dos senadores.
July 12th, 2009 at 12:23 pm
Discordo plenamente dessa ideia do ministro, alem de todas as dificuldades enfrentadas hoje em dia pelos empresarios que vivem sufocados viviendo em uma corda bamba com uma carga tributaria implacavel, ainda ter q dividir o suposto “lucro” da empresa com o funcionario que não tem nem conhecimento de causa sobre o funcionamento de um empresa.
O governo deveria sim reduzir essa enorme carga tributaria para q o empregador pudesse reverte-la em subisidios para o proprio empregado, e colocar em pratica esses direitos basicos que ja são garantidos pela constituição como educação, saude, segurança que com certeza darão mais qualidade de vida a todos os brasileiros sejam eles empregados ou empregadores.
October 9th, 2009 at 7:10 pm
Eu sou totalmente à favor dessa iniciativa. Em meu blog escrevi vários artigos sobre esse tema, e sempre entendi que a participação dos funcionários nos lucros só traz benefícios para a empresa. Claro que tem que ser bem planejado, como tudo na empresa, mas muitos benefícios sim, e inclusive aumenta os lucros da empresa.
E não só para as grandes empresas, mas pequenas empresas também podem se beneficiar disso.
Portanto, por mais que eu esteja do lado dos empresários, acredito que um bom plano de PL traz muitos benefícios.
Abraço,
Matheus Zeuch
November 6th, 2009 at 4:07 pm
e se a empresa tiver prejuizo???
essa ideia e boa para grandes corporações, mas em pequenas nao e muito boa…alias, e desanimador para o pequeno empresario
November 28th, 2009 at 10:46 pm
De maneira alguma, creio eu, que este ministro nunca administrou, ou muito menos teve alguma empresa. As leis trabalhistas precisam mudar muito em favor das empresas para que o Brasil seja melhor. A quantidade de pessoas que querem um emprego é grande, agora trabalho não, e que não venham cobrar responsábilidades, deveres e etc, se sentem constrangidos, isso porque as leis trabalistas defende eles. E nós que temos uma pequena empresa sofremos com isso, impostos, e tantas outras coisas para ter que dividir lucros.
December 8th, 2009 at 4:32 pm
Eu tb concordo que os funcionarios devam participar dos lucros da empresa. E tambem que devam participar dos prejuizos, e da responsabilidade de pagar todas as contas em dia, de se coprometer a trabalhar 60, 80 horas por semana e nos finais de semana sem reclamar. Eu sou empresaria e até hoje nunca vi um empregado participar tao ativimente…
Ja fui CLT como boa parte da populacao brasileira. E acho que o protecionismo governamental acaba com qualquer auto-estima. As pessoas trablaham pelo dinheiro e nao pela realizacao pessoal. Reclamam por levantar cedo na segunda-feira e, por mais que ganhem, nunca estao satisfeitas. Acho que deviamos rever nossas posturas como empregados e empregadores – com ética, e nao ter de depender tanto d ogoverno para tomar as decisoes em nossas vidas. e, para finalizar, todos – sem execessao, somos penalizados com este montante absurdo de tributos impostos pelo governo. Ao bel prazer, eles aumentam as taxas, coloca ais nos proprios bolsos e fica tudo por isto mesmo. Tentem fazer isso e verao onde ira parar a economia brasileira.
Sou a favor de Leis precisas que regulem a relacao empregaticia SIM. mas nao preciso de mais um pai ou mae me dizendo o que fazer e onde colocar omeu dinheiro ou dividi-lo com todo mundo.
Modelo IVA é o mais justo. Só nao sei de onde eles vao tirar ais dinheiro pros impostos. Talvez um Iva de 100% os satisfaçam.
December 28th, 2009 at 5:02 pm
entendo que repartir lucros deve ser uma liberalidade de cada empresa, fruto do amadurecimento natural do(s) sócio(s) e não uma imposição “legal”.
January 8th, 2010 at 2:32 pm
Os EUA como o principal modelo de capitalismo do mundo devem ver este tipo de absurdo e rir das palhaçadas ditas por nossos governantes.
Lá não existe esta idéia de divisão de lucros. Paga-se um bom salário por hora trabalhada e dá-se dinheiro na mão do trabalhador para que ele possa pagar o que consome. Se a pessoa está disposta a trabalhar 10 a 12 horas diárias para ganhar mais ela pode fazer isso sem que o empresário seja acusado de exploração.
Aqui no Brasil o governo só pensa em explorar o empresário, é o sócio majoritário de todas as empresas, levando a maior parte do bolo a troco de dar emolas aos pobres. Pobre não quer esmolas, quer emprego, quer poder trabalhar e ganhar um salário digno para poder gastar como bem entender. Se ao invés de gastar bilhões de reais com seus programas sociais o governo investisse essa mesma quantia, daria emprego para milhões de brasileiros que ganhariam dinheiro e gastariam como pudessem. Nós temos que gastar muito dinheiro para pagarmos serviços básicos como escola, saúde, luz, água, combustíveis e não nos sobra para gastarmos com bens superfluos que é o que realmente movimenta uma economia desenvolvida. Penso que deveriam isentar impostos sobre escolas, planos de saúde, combustíveis e converter isso em um imposto único sobre produtos superfluos, aumentando o poder aquisitivo de todos. Temos que trabalhar mais da metade do ano para sobreviver e pagar impostos. Ainda teremos em 2010 mais de 130 dias de feriados, finais de semana, recessos e feriados emendados. Como querem que o país se desenvolva com essas regras medievais. Gastam bilhões de reais em publicidade inútil com musiquinhas ridiculas a troco de que. De financiar a grande mídia. Duvido que em algum outro país do mundo o governo tenha um papel tão importante no faturamento da mídia.
Quem deveria dividir lucros com os trabalhadores é o governo e não os empresários. O país cresce apesar de todas as amarras que impedem o desenvolvimento, imagina só se dessem condições das empresas crescerem sem levarem todo o lucro. Seriamos uma das maiores potências do mundo.
January 8th, 2010 at 6:05 pm
Eu trabalho com essa metodologia há 1 ano e 4 meses. Pra ser sincero me considero dono do próprio negócio. Pois sei que ganho o que mereço. Quando quero melhorar os meus ganhos me dedico mais e mais. Quando olho a minha volta vejo que quase todos fazem o mesmo. Isso faz com que todos colaborem, defendendo com unhas e dentes, vestindo realmente a camisa da empresa. Faço parte da eCoopertec RJ, com muita dedicação e a busca constante por conhecimento, pois já escolhi o meu lugar, já escolhi a minha montanha e agora eu só paro quando chegar ao topo. Paro para analisar e criar uma estratégia para crescer ainda mais, ajudando meus amigos que são muitos. Com a repartição dos lucros até o clima muda. Nem parece ambiente de trabalho, você não se desgasta.
Trabalhar em um ambiente onde te da a oportunidade de ser reconhecido, te paga o que você merece, junto com os seus melhores amigos, parece surreal. Parece com o ambiente da Google você só acredita quando vê.
Detalhe é brasileira, criada por brasileiros.
Repartição dos lucros é a melhor estratégia para o crescimento.
http://www.equipepitbull.wordpress.com
January 8th, 2010 at 6:06 pm
Eu trabalho com essa metodologia há 1 ano e 4 meses. Pra ser sincero me considero dono do próprio negócio. Pois sei que ganho o que mereço. Quando quero melhorar os meus ganhos me dedico mais e mais. Quando olho a minha volta vejo que quase todos fazem o mesmo. Isso faz com que todos colaborem, defendendo com unhas e dentes, vestindo realmente a camisa da empresa. Faço parte da eCoopertec RJ, com muita dedicação e a busca constante por conhecimento, pois já escolhi o meu lugar, já escolhi a minha montanha e agora eu só paro quando chegar ao topo. Paro para analizar e criar uma estratégia para crescer ainda mais, ajudando meus amigos que são muitos. Com a repartição dos lucros até o clima muda. Nem parece ambiente de trabalho, você não se desgasta.
Trabalhar em um ambiente onde te da a oportunidade de ser reconhecido, te paga o que você merece, junto com os seus melhores amigos, parece surreal. Parece com o ambiente da Google você só acredita quando vê.
Detalhe é brasileira, criada por brasileiros.
Repartição dos lucros é a melhor estratégia para o crescimento.
January 29th, 2010 at 5:33 pm
SOU CONTRA ESSA IDÉIA .
Motivo : A pessoa teve a idéia, colocou em prática, estudou sobre o assunto, fez faculdade, vários cursos, viajou para adquirir produtos diferentes (pagou a viagem do próprio bolso), participou de feiras, pediu sozinho emprétismo no banco, sozinho se “virou” pra pagar, paga sozinho as contas: luz, água, telefone, imposto, IPTU, gás …, trabalhou mais de 10 horas por dia, fez a propaganda sozinha ou pagou para publicar em jornais, revistas etc…, se dedicou ao negócio, se esforçou e quando finalmente a empresa cresce tem repartir com alguém que só está ali porque você está pagando ? De jeito nenhum !
Quando a empresa abrir falência os empregados vão ajudar o dono a pagar as divídas ?
Imagine você trabalhou anos e anos e finalmente conseguiu comprar e mobiliar sua casa própria, você colocaria o vizinho ou qualquer outro pra morar nela de graça?
Se for assim os cantores quando finalmente fizerem sucesso vão ter que repartir o dinheiro com os fãs e os ganhadores da Mega Sena dividiram o dinheiro com os outros apostadores?
January 29th, 2010 at 6:31 pm
Não acho que daria certo.
Em primeiro lugar porque todos ou quase todos iriam querer ser empregados,
Em segundo lugar esses “sócios-empregados” não dariam o mesmo valor na empresa que nem o antigo “dono”, porque quando se “associaram” já estavam tudo pronto.
E quanto aos lucros, no telermarkenting isso já existe, aliás acho que só o telemarketing sobreviveria, já pensou todo mundo trabalhando de telemarketing ?.
E os banqueiros será que dividiriam os seus lucros? dúvido, é mais fácil eles se matarem do que isso acontecer.
March 7th, 2010 at 12:38 pm
Concordo plenamente, desde que o Brasil não reparta o que nós pagamos de impostos, com os corruptos que existem no Brasil, e sim com as pessoas que realmente nescessitam, os trabalhadores que precisam parar de pagar impostos exorbitantes, para sustentar a máquina governamental.
March 11th, 2010 at 8:59 am
Estou de pleno acordo com o Eduardo , a Patricia e o Braga!!
Se o empregado vira sócio da empresa , tem que dividir os pejuizos tambem e em caso de falencia continuar ajudando a paga-la .
Melhor seria o governo abrir mão de tantas Darfs e estes, serem repassados aos empregados !!
April 6th, 2010 at 8:10 pm
Dar um Bônus de fim de ano para os funcionários que fizeram um bom trabalho é uma coisa, repartir os lucros (ao pé da letra) é outra .
Sou a favor de dar um bônus.
April 7th, 2010 at 11:58 am
Isso é uma grande besteira. Talvez até funcione nas grandes empresas, que tem tudo controlado, sabe exatamente o lucro que deu, mas e nas pequenas empresas, que o proprietário ou “própriootário” não sabe quanto de lucro deu… um mês ele resolve comprar mais, ou seja, aumentara o estoque, por que tá com preço bom, daí no fim do mês concerteza terá prejuizo, a aí como repartir lucro…. ????
April 12th, 2010 at 3:11 pm
alem da carga tributaria altissima( somos escravos do governo)neste pais pequeno e medio empresario é tido como bandido e todo funcionario é pobre coitado explorado pelo patrao!
Louvo as palavras de Dalton
“Além disso, as empresas têm que enfrentar as “injustiças trabalhistas”, quando muitos empresários têm que despender injustamente valores absurdos, “exigidos” e obrigatoriamente pagos por força da “justiça” trabalhista em ações absurdas a ponto de serem ridículas e hilárias as alegações dos requerentes e seus respectivos “procuradores”. Basta verificar a pesquisa do sociólogo José Pastore que comprovou que o Brasil é o campeão mundial de processos trabalhistas, com dois milhões de ações trabalhistas por ano. Em 2006, até o mês de setembro, foram pagos 6,13 bilhões a reclamantes. Realmente alguma coisa está errada. Será que os empresários são tão mal intencionados assim? É obvio que já passou a hora do congresso votar uma reforma trabalhista séria e honesta. Precisamos lembrar que os juizes são “obrigados”, por força de lei, a defender algumas exigências exageradas por parte dos trabalhadores.
Se os congressistas tiverem o verdadeiro interesse de manter os postos de trabalho existentes e criar outros, atraindo novos investimentos, devem imediatamente não somente votar as reformas trabalhista e tributária, muito mais que isso, deve legislar no sentido de oferecer as condições legais para que os empresários sejam novamente motivados a criarem novos postos de trabalho e renda. “
April 26th, 2010 at 9:58 pm
Eu fico abismado como esses comunistas a cada dia que passa ficam mais ousados. Essa velha e manjada retórica de ” produzir mais ” é uma chantagem que nunca terá fim, Hoje querem dividir o lucro e amanhã vão quer dividir o controle acionário ou participação na propriedade e nos bens da empresa…
Bem já diz o ditado: Cada um no seu quadrado…
April 28th, 2010 at 9:22 am
O grande retorno social de uma empresa, é a geração de empregos. No cenário atual isto já é um grande feito. A lei que o Ministro defende, consta a divisão do prejuizo quando ele existe? O empregado pagaria a parte dele pelo capital investido na empresa? Ministro, uma empresa na prática, é bem diferente da empresa imaginada no seu gabinete.
April 30th, 2010 at 12:23 pm
Escrevi dois livros que falam sobre esse assunto. Acho que o ministro esta com a razão e se ler o meu livro vai saber porque as empresas não tiveram coragem de cumprir o que determina a lie 10101.
Nome dos Livros: Administrando a Pequena Empresa:nós e
Administrando e Organizando a Pequena empresa:nós
No primeiro falo do assundo procurando sensibilizar os pequenos empresários a adotarem em suas empresas a administração participativa para depois implantarem o PPR conforme determina a lei.
No segundo apresento 16 treinamentos práticos destinados aos empresários, seus funcionários, psicólogos, estudantes de administração e psicologia bem como para administradores de empresas a ajudarem a pequena empresa realizar esse grande benefício tanto para elas como para seus colaboradores.
Estou interessado em discutir esse assunto na prática, inclusive estou entrando em contato com vários candidatos a deputados federais a colocarem em suas metas pulíticas a adaptação dessa lei e da lei de estágio 11.788 às pequenas empresas.
Sucesso a todos.
Cândido
June 17th, 2010 at 10:17 pm
Sem comentários. Mangabeira acho que voce deveria estudar um pouco mais antes de se dedicar ao poder legislativo, dividendos são pagos aos acionistas que colocam seu capital no risco participam no lucro e no prejuizo, mas como no poder público vive-se apenas de lucros (IMPOSTOS), acho que deve ser porisso que VSa Excelência teve essa idéia.
Pois o poder público depois de pagar altos sálarios e beneficios aos seus funcionários faz a distribuição dos lucros com as bolsas e bolsas pelo País a fora.
July 9th, 2010 at 6:51 pm
Ótima idéia!
August 18th, 2010 at 9:07 am
Ainda bem que esse cabeça de bagre já não está mais no governo. O Brasil é sempre um laboratório, querem fazer aqui tudo ao contrário do que fazem no primeiro mundo e comprovadamente já deu certo. Empregado é empregado, se querem ser patrão, estamos em um país livre, que vá tocar sua própria empresa. Aqui, querem que o TRABAIADÔ usufrua só da parte boa, risco mesmo, só para os trouxas dos patrões. Digo sempre aos meus funcionários, se a empresa não atende a suas expectativas, que procure outra, ninguém aqui está preso a uma bola de ferro. Isso é liberdade de escolha, é como voce casar, ter filhos, se matar para sustentar e dar educação e UM MONTE de gente querer te ensinar como criar … vá ter seu próprio filho oras … Nos países de primeiro mundo, e eu sei porque já morei e trabalhei em dois (EUA e ALEMANHA), o governo apóia as empresas pois elas que geram empregos, aqui, o governo quer quebrar todas elas, os patrões são sempre os carrascos, mas é claro, o governo, sócio majoritário de todas as empresas, não abre mão NUNCA da sua parte, dê a empresa LUCRO OU NÃO …
August 31st, 2010 at 12:47 pm
E na hora do prejuízo ou do investimento, o Mangabeira vai obrigar o empregado a pagar a conta também? Piada! Esse pessoal acostumado as tetas do governo, com salário pago religiosamente pelo contribuínte não faz idéia do que é empreender !!!!!!!!!!
November 29th, 2010 at 10:26 pm
Acho que vários dos que comentaram estão indo longe de mais:
Acredito que a idéia é como algumas empresas já fazem: PLR – Participação nos Lucros e resultados.
Neste caso, não é uma participação nos lucros todos os meses, mas é sobre o calculo anual do lucro líquido da empresa, onde determinado valor é concedito à cada trabalhador limitado a uma porcentagem do lucro liquido da empresa, por exemplo 13%.
Tipo de calculo para a elaboração desse valor a ser pago à cada trabalhador pode ser por exemplo: 90% do salário + 2% do lucro líquido anual limitado a um valor individual de 4.000 reais e um valor no total dos empregados de 13% do faturamento liquido anual da empresa, pagos em duas vezes, uma em novembro, outra em maio.
Isso é uma sugestão, que acredito acrescentar muito a empresa uma vez que os empregado estão diretamente interessados em aumentar tal lucro.
Se a empresa teve um lucro líquido minusculo, a PLR é proporcional. Se a empresa teve prejuizo, não existe PLR por não existe lucro.
June 5th, 2011 at 11:42 pm
Os Correios já fazem isso. Pagam anualmente a PLR. O problema é que a divisão não é justa. Tiram a maior parte e distribuem com diretores e o que sobra é uma merreca pra maioria que dá o duro mesmo! Considero que o lucro deve ter divisão igual pq cada um no se argo ou função fez o que era devido pra que a empresa alcançasse o resultado final.
October 3rd, 2011 at 4:00 pm
Está certíssimo, o Mangabeira.
October 17th, 2011 at 9:17 pm
Os funcionários já ganham o salário para fazer o seu trabalho. SE A EMPRESA QUISER distribuir uma parte do lucro com eles, tudo bem. Mas quem tem que decidir é A EMPRESA e não o governo.
Afinal, como disse o BRAGA ANTONIO no quarto comentário, se a empresa der prejuízo os funcionarios vão ajudar a pagar ?
Ne não vão, não há porque o empresário ser obrigado a dividir os lucros.
Afinal, já chega o governo que só arranca o nosso dinheiro e NÃO contribui com NADA.