Queremos cuidar mais de nossos filhos
2008 foi marcado por mudanças nas relações entre trabalho e gravidez: a licença-maternidade aumentou de 4 para 6 meses, a licença paternidade de 5 para 15 dias e agora a câmara acaba de aprovar um projeto de lei que proíbe a demissão de homens cuja as companheiras estejam grávidas. O projeto, do deputado Arlindo Chinaglia, segue para o senado.
Hoje, também foi divulgado que, pela segunda vez, o número de nascimentos caiu no País. Para mim, a relação de tudo isso é óbvia: o Brasil está amadurecendo, em todos os sentidos. Dar mais importância à maternidade é, ao mesmo tempo, causa e conseqüencia de tais resultados .
Se sentimos necessidade modificar nossas leis é porque também não somos mais os mesmos, ou seja, elas não nos contemplam mais. A relação entre as modificações e da pesquisa do IBGE só corrobora este fato: queremos cuidar mais de nossos filhos.












December 5th, 2008 at 7:42 am
Taí uma lei boa. Vou escrever um post sobre isso. Acho que existe muitas leis arcaicas que já não se encaixa nos dias atuais, no mundo 2.0. É hora de mudança e leis 2.0 também.
Abraços,
December 7th, 2008 at 11:15 am
Alguns afirmam que o capitalismo é cruel, mas dá oportunidades de crescimento a todos que lutam por dias melhores. Se sancionada a proposta do Chinaglia, vai virar Lei e dar ao trabalhador mais tranquilidade na hora de se preparar para receber seu rebento. Mas como no Brasil as coisas só andam sob pressão, pergunto: Quem vai pressionar?
February 20th, 2009 at 6:59 pm
A Sociedade tem que pressionar enviar e-mails para os parlamentares exigindo apoia a matéria, discutir o assunto em seus grupos de participação para ampliar a informação e compreensão sobre a importância do tema e apoiar as ações das entidades que mobilizam para essa causa, como por exemplo a que ocorreu na última segunda, 16, quando o Sindicato dos Bancários de São Paulo, promoveu ato, o Bloco dos Bancários, onde a principal alegoria eram enormes barrigas, desfiladas por foliões homens e mulheres em defesa da aprovação da Lei proposta pelo Arlindo Chinaglia, e cobrando dos Bancos que adote a ampliação da Licença Maternidade para que as bancárias possam amamentar com tranquilidade e acompanhar de perto os 6 primeiros meses do bebê e com a segurança de seu companheiro não correrá risco de demissão nesse período. Toda a sociedade ganharia com isso.