22.10.2009
Sérgio Tauhata
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Com o passar dos anos - e reforçada pela crise iniciada no fim de 2008 -, sustentabilidade se tornou uma espécie de bandeira do bem contra o mal. Mas a discussão é muito mais profunda. Boa parte das empresas se aventura pelo tema sem entender direito esse conceito sistêmico. Para a maioria, o parâmetro ainda é o medo. De catástrofes ambientais, do colapso da economia, de esgotar o petróleo e até de faltar água. Hoje, as companhias ainda se empenham mais em compensar do que em mudar. O caso clássico: a corporação tem ações poluidoras, mas compensa plantando árvores. Funciona como uma espécie de conscience wash.
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Sérgio Tauhata edita a seção Grandes Ideias da PEGN e acredita na vocação brasileira para empreender
21.10.2009
Marcel de Lima
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A ferramenta mais interessante apresentada no Google Searchology 2009, evento feito pela empresa em maio passado, foi o Wave, uma nova plataforma de comunicação instantânea que promete revolucionar o jeito de se comunicar na web.
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O jornalista Marcel de Lima é responsável pelos vídeos da Editora Globo e adora tecnologia.
20.10.2009
Adriana Fonseca
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Há algum tempo, assisti a um workshop no qual o palestrante trouxe uma reflexão interessante e bem humorada sobre o desenvolvimento de pessoas: ele disse que quanto mais os líderes desenvolvem as pessoas, menos trabalham. Era uma brincadeira, mas me fez refletir, pois tem um fundo de verdade.
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Adriana Fonseca é editora-assistente e escreve sobre macroeconomia, oportunidades de negócios, exportação e legislação.
16.10.2009
Adriana Fonseca
Sem categoria
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Executivos e empreendedores costumam dizer que falhar não é uma opção. Afinal, sem erros os negócios se tornam mais produtivos e lucrativos. Será mesmo? Beth Zimmerman, fundadora e presidente da Cerebellas LLC, uma consultoria estratégica que ajuda negócios a encontrar, desenvolver e explorar novas oportunidades, discorda dessa afirmação. Em artigo escrito para o site WomanEntrepreneur, Beth afirma que está na hora de reconhecer que falhar também pode ser produtivo e necessário. Ela cita, inclusive, uma frase do economista da Carnegie Mellon University Allan Meltzer: “capitalismo sem falha é como religião sem pecado”.
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Adriana Fonseca é editora-assistente e escreve sobre macroeconomia, oportunidades de negócios, exportação e legislação.
13.10.2009
Rafael Farias Teixeira
Franquias
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Há muitas pessoas que depois de qualquer decepção no mundo corporativo imaginam que abrir seu próprio negócio é a melhor opção para se livrar de todas as amarras e frustrações do mercado de trabalho. Comprar uma franquia, então, parece ainda mais simples. É como tentar se animar em um dia meio cinza com um enorme pote de sorvete, só que você acaba sentindo o peso das calorias no dia seguinte.
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Rafael Teixeira é estudante de jornalismo e estagiário do site de Pequenas Empresas & Grandes Negócios
09.10.2009
logusico
Empreendedorismo, Recursos Humanos
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Stress no trabalho e dificuldades em equilibrar vida pessoal e profissional são temas recorrentes na rotina de um empreendedor. Assim como os motivos podem ser variados, também existem diversas formas de aliviar a tensão constante. Confira algumas dicas do site da revista americana Inc para encontrar uma forma equilibrada de lidar com família, trabalho, lazer e planos pessoais:
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Larissa Tsuboi Ogusico é estudante do 3º ano de jornalismo e acaba de chegar à redação da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Palavras-Chave: comportamento, estilo de vida, estresse
09.10.2009
Katia Simões
Inovação
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Circular pelas ruas do distrito histórico de Fort Worth, no Texas, significa mergulhar num cenário de filme de cowboy. E eles estão por todos os lados. Alguns prontos para exibição, outros à espera de apenas uma cerveja bem gelada, já que o calor castiga. Mas, muitos chegam de longe com um único objetivo: encomendar um novo par de botas sob medida na lendária M.L.Leddy’s, a grife dos astros de rodeio, das celebridades de Hollywood e até dos presidentes.
Na fachada, um letreiro em neon vermelho dá o recado: Leddy hand made boots. E mesmo quem chega de longe sem entender absolutamente nada do mundo dos rodeios, como eu, se surpreende ao cruzar a porta de entrada, tamanha a quantidade de botas à disposição da clientela. Curiosa, circulei em cada um dos ambientes da loja, que recebe os clientes com bancos forrados de couro de boi e adornados com chifres – exótico, para dizer o mínimo. Em pouco tempo, um aplicado vendedor me contou que tudo é feito a mão, a fim de que as botas calcem perfeitamente e se adaptem ao estilo de vida do consumidor, suas atividades, hobbies e lugares que frequenta.
Depois de uma minuciosa entrevista, é possível escolher desde modelos clássicos feitos de couro de vaca, até os mais inusitados, como os de couro de elefante, camelo, crocodilo e pele de pavão. Quem exige exclusividade, pode tirar as medidas, escolher o tipo de couro, a variedade dos recortes e a gama de detalhes. Depois, basta desembolsar até US$ 10 mil por um único par de botas e aguardar até um ano para receber a encomenda exatamente como imaginou. Caro? Há quem não ache. Fundada em 1922 e hoje sob o comando da terceira geração da família, a fábrica artesanal tem cadastrados 250 mil clientes, entre eles, Robert Redford e os presidentes Ronald Reagan e George W. Bush.
Ao sair da Leddy, ainda com o som da clássica música country soando nos ouvidos, tive mais certeza do que nunca de que trabalhar com nicho é, e será por muito tempo, um grande negócio. Afinal, quanto mais a tecnologia avança, mais sonhamos ter algo único, feito só para nós.
A editora Katia Simões escreve sobre varejo, marketing e empreendedorismo, mas já foi editora de moda, beleza e comportamento.
08.10.2009
Marcel de Lima
Inovação
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Oficialmente, em um ano de comercialização de iPhones no Brasil as operadoras já venderam 175 900 telefones, sem contar os aparelhos que entraram via ilícita no país.
No terceiro semestre de 2009 houve um aumento de 500% em relação ao ano anterior nas vendas mundiais, alcançando 5,4 milhões de telefones vendidos, de acordo com dados da consultoria norte-americana Gartner.
Parte do sucesso do iPhone deve-se aos aplicativos, que são separados em categorias como jogos, negócios, educação, entretenimento, finanças e fitness. E todos os dias, desenvolvedores do mundo inteiro despejam seus aplicativos na App Store. Segundo a Apple, já foram feitos 2 bilhões de downloads desses aplicativos.
Algumas empresas brasileiras já enxergaram esse mercado e estão produzindo aplicativos, seja para divulgar a marca ou para fazer vendas direto do aparelho. Para o lançamento do novo Honda City, por exemplo, a empresa criou um jogo de corrida em que você escolhe qual pista brincar: São Paulo, Rio de Janeiro ou Curitiba.
O Bradesco está indo além, o banco pretende lançar o primeiro aplicativo brasileiro de realidade aumentada, o Presença. Ao ligar a câmera do telefone o usuário enxergará uma rosa dos ventos indicando o endereço e a distância das agências mais próximas.
Com o início da loja on-line da Apple no Brasil ficou ainda mais fácil para os donos dos aparelhos baixarem os aplicativos. Vale a pena acessar a loja e baixar alguns aplicativos para inspiração, pois as opções são infinitas vão desde entrega de pizza, como o aplicativo da rede americana Domino´s, até a criação e encomenda de roupas da grife Ralph Lauren.
O jornalista Marcel de Lima é responsável pelos vídeos da Editora Globo e adora tecnologia.
03.10.2009
Roberta Rossetto
Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia
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Competições de planos negócios são uma forma interessante de viabilizar uma ideia quando não se tem dinheiro. Ali costumam estar reunidos investidores, interessados em apostar nas pessoas e projetos que pareçam mais promissores. Se você tem uma ideia na área de tecnologia limpa, corra para o site da Clean Tech Open e faça sua inscrição.
Podem participar projetos de todo o mundo que envolvam conceitos inovadores de tecnologias, produtos ou sistemas capazes de solucionar problemas energéticos ou ambientais. Para participar, basta preencher um formulário pela internet.
Se aprovada, a ideia passará para a próxima fase e deverá ser apresentada, em 5 minutos, para uma platéia de 3 mil pessoas em São Francisco, Estados Unidos. Estarão presentes juízes e também investidores, comunidade científica e jornalistas.
O vencedor levará U$ 100 mil para viabilizar seu projeto. As inscrições encerram-se em 15 de outubro. Para saber mais e inscrever-se, clique aqui. Boa sorte!
Roberta Rossetto é jornalista e tem um MBA em gestão. Dirigiu a revista Pequenas Empresas e trabalhou como executiva de comunicações, marketing e RH.
Palavras-Chave: competições, planos de negócios, tecnologias limpas
29.09.2009
Rafael Farias Teixeira
Leis & Taxas, Oportunidades, Sustentabilidade, Tecnologia
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O site da Entrepreneur publicou este ano uma nota com 10 setores, que apesar de todo o pessimismo da recente crise econômica, estão crescendo de forma impressionante. Entre os citados o setor de serviços, lojas de descontos, redes de fast food e netbooks são alguns deles. O mais interessante nessa lista é o mercado 3D. Isso mesmo! Os filmes, salas e equipamentos para produzir material 3D estão movimentando a economia – com números que saltam ao rosto do espectador.
Segundo matéria da Folha de São Paulo publicada em setembro deste ano, há em torno de 3 mil cinemas americanos com equipamento para projeção 3D. No Brasil, o número ainda é módico, apenas 75 salas até a data de publicação da reportagem. No país, o cinema 3D foi responsável por um crescimento de 55% na bilheteria nacional – que passou de R$108 milhões para R$143 milhões de julho de 2008 para julho de 2009.
Se os lucros são altos, o gasto para se ter uma sala de cinema 3D também é. A instalação de uma sala normal custa em média R$200 mil, enquanto a 3D, R$500 mil.
E engana-se quem pensa que a técnica ficará restrita apenas às salas de projeção. Atualmente já se pensa em usar o 3D em jogos de vídeo-game e transmissões televisivas. O produtor Jerry Bruckheimer, em entrevista para a revista Galileu de setembro, acredita no incrível potencial do 3D. “Sim, o futuro do negócio do cinema passa pelo 3D”, afirma.
E se levarmos em consideração as empresas que trabalham na manufatura e na criação dos equipamentos para uma projeção desse tipo – a câmera, o filme e o projetor são todos diferentes dos aparelhos usados em uma sessão 2D – podemos colocar mais algumas grandes cifras nessa conta. Não precisa nem dos óculos de lentes coloridas para enxergar que os números só tendem a crescer.
Rafael Teixeira é estudante de jornalismo e estagiário do site de Pequenas Empresas & Grandes Negócios