Quais são as tendências tecnológicas que irão mexer com os consumidores de todo o mundo? Foi isso que a organização americana Consumer Electronics Association descobriu em uma pesquisa de mercado e condensou em seu compêndio anual, Five Technology Trends to Watch (Cinco tendências tecnológicas para ficar de olho). Ele foi lançado no CEA Industry Fórum, em São Francisco. O evento também realizou um debate sobre essa lista.
Confira abaixo essas cinco tendências, que foram listadas pelo pessoal da revista Inc.:
É oficial: os smartphones criaram uma nova geração de viciados em trabalho. São pessoas incapazes de largar o celular por um minuto que seja, sempre checando para ver se chegou mais um e-mail, se é preciso falar com mais um cliente, se ainda é possível resolver mais um problema… Na cama, no jantar com a família, nas férias, não importa: eles estão sempre de smartphone em punho, prontos para atender mais uma demanda. Essa é a principal conclusão de um estudo que acaba de ser divulgado pela empresa californiana Good Technology, especialista em mobilidade. Na pesquisa, foram entrevistados 100 americanos, que falaram sobre o uso do smartphone no trabalho. Os números não deixam dúvidas: os americanos viraram escravos desses pequenos aparelhos móveis. E nós, será que somos muito diferentes? (more…)
É sempre a mesma coisa: você liga para a sua operadora de TV a cabo (ou celular, ou cartão de crédito) e fica horas com o telefone grudado na orelha, esperando que alguém de carne e osso se digne a atender. Que tal nunca mais ter que passar por isso? E se, em vez de ficar escutando aquela musiquinha irritante, você pudesse simplemente colocar o número desejado no celular, e daí receber um aviso quando já houvesse um atendente do outro lado da linha, pronto para ouvir sua reclamação? (more…)
A cena é comum em seriados como “E.R.” ou “Grey’s Anatomy”. A porta da ambulância se abre e de lá saem os paramédicos carregando uma maca com um paciente em estado grave. Um médico se aproxima e tenta perguntar o que aconteceu, mas tudo que consegue do paciente são algumas frases ininteligíveis em chinês. “Chamem um intérprete!”, grita o médico, desesperado. Em poucos minutos, um sujeito de óculos se apresenta: “Alguém me chamou?” (more…)
Um carro movido a vapor pode parecer sem sentido hoje em dia. Mas na segunda metade do século 19, na era das máquinas a carvão, a ideia parecia perfeitamente viável. Até que, em 1885, o alemão Karl Benz patenteou o primeiro automóvel com motor a gasolina. Mais leve, veloz e prática, a invenção esfriou de vez o uso de propulsores com caldeiras e teve sucesso em aposentar as antigas carruagens e carroças com tração animal.
Do modo parecido, a área de TI vive um momento que se assemelha a sair do vapor e embarcar na velocidade de um novo paradigma tecnológico. A vida comercial das empresas deve ganhar novo impulso quando as promessas do cloud computing, dos aplicativos sob demanda, da mobilidade e, sobretudo, dos bancos de dados in-memory se concretizarem. E isso está a alguns meses de acontecer.
Já ouviu falar do Fou more here rsquare? Pois ele está completando, agora em março, um ano de vida e já tem 500 mil usuários no mundo. Trata-se de uma rede social, daquelas em que o sujeito tem que se cadastrar para entrar. E tem que cadastrar também um celular, do tipo smarthphone. Aí começa a brincadeira.
Cada vez que o cadastrado entra num estabelecimento comercial, ela avisa, com um click no celular, onde está. Faz, no linguajar da rede, o “check in”. E, quanto mais check ins, mais pontos acumula. Quem frequenta muitas vezes o mesmo lugar, acaba ganhando o título de mayor (curador) dali. O título fica com essa pessoa até que alguém a ultrapasse em frequência, “roubando” o tal título. Os usuários também ganham badgets (emblemas) por descobrir lugares novos, por escrever resenhas e impressões de suas visitas. Enfim, é um jogo que estimula as pessoas a saírem de casa, a visitarem e recomendarem lugares.
Você, que tem uma loja, uma escola, um hotel ou um restaurante, vai me perguntar: e eu com isso? (more…)
O consumidor está menos fiel aos canais tradicionais de venda. Cada vez mais, os compradores de todo o mundo utilizam os meios digitais – internet, celular e TV interativa – para conhecer produtos e serviços e comparar qualidade e preço antes da compra. Essas novas características do consumidor afetam diretamente o varejista, que precisa se adaptar aos canais digitais de venda e relacionamento para atender as exigências da clientela do futuro.
Confira as principais conclusões do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, conduzido em 11 países e apresentado hoje pela consultoria especializada em varejo GS & MD – Gouvêa de Souza:
- 73% dos internautas já utilizam a web para fazer comparação de preços. Isso gera um efeito econômico, reduzindo a rentabilidade das empresas
- O marketing tradicional já começa a perder espaço para as novas mídias, obrigando as marcas a rever suas estratégias de comunicação
- 53% dos consumidores brasileiros já ficam incomodados se suas lojas preferidas não venderem também pela internet. Se o seu público-alvo tem mais de 25 anos e renda mensal entre R$ 6.600 a R$ 9.800, você precisa ter ainda mais pressa para entrar no comércio eletrônico
- 42% dos brasileiros gostariam de receber promoções e propagandas pelo celular, especialmente a clientela entre 25 e 44 anos, das classes C e D
E então, o seu negócio está preparado para conquistar o novo consumidor?
Há mais de 15 dias venho perdendo tempo e paciência para resolver um problema aparentemente simples: emissão da segunda via da conta de um telefone celular. Na minha ingenuidade, acreditei que em alguma área do site da operadora encontraria a opção. Puro engano. Fui obrigada a recorrer ao SAC. Fui atendida no tempo determinado pela lei, mas a eficiência parou por aí. Sem brincadeira, devo ter recebido uns três números de protocolo e a mesma quantidade de torpedos confirmando os ditos cujos. A segunda via da conta? Ah! Não recebi até agora.
De nada adianta gastar rios de dinheiro em campanhas publicitárias para dizer que o cliente é o rei, se na prática a empresa não consegue resolver com eficiência problemas simples, que devem se repetir aos milhares. O consumidor, com certeza, prefere ter suas necessidades satisfeitas a ser coberto de paparicos. O alerta vale para grandes e pequenos.
Em alguns anos, faremos tudo pelo celular, como mostra esse vídeo. A simples calculadora usada, hoje, só na hora de rachar a conta no restaurante, também calculará a quantidade de calorias que gastaremos malhando, ou o quanto de gás carbônico deixaremos de emitir ao usar o metrô em vez do carro, a escada normal em vez da rolante.
Para quê pen drive, e-mail, impressora, se enviaremos nossos trabalhos acadêmicos e documentos com um toque entre celulares? E mais: para quê dinheiro e cartões? Se tudo: metrô, ônibus, almoço, roupas poderão ser pagos com o celular, e sem aquelas complicações de envio de sms para operadora, e envio de sms para confirmação. Tudo muito simples.
Mas, no vídeo, o que nos interessa mesmo é a hora do cappuccino: quando os estudantes passam em frente a cafeteria, ela logo os capta e lhes envia um cupom de desconto – sem hesitar eles entram e consomem.
Imagine quantas promoções você poderá fazer aos seus clientes quando esse futuro, que nem me parece tão longe assim, chegar. Alguns países como a Finlândia já usam sistema parecido.
Mas se você está pensando que ainda estamos, sim, muito longe da Finlândia, pense quantas tecnologias já estão acessíveis no Brasil e não são aproveitadas? Sua loja tem Twitter? Se tivesse, você já poderia estar fazendo promoções especiais para seus seguidores.
Indo um pouquinho mais longe, por que não usar o Google Latitude para saber onde seus clientes estão e lhes enviar um sms promocional?
Inovar já não é mais tão difícil com tantas possibilidades. Mala direta já era!
Desde que o telefone celular virou um companheiro insepará I Still Love Him I Need Him Back With Spell vel da maioria dos mortais, a maior preocupação era com o destino de suas baterias, tão prejudiciais ao meio ambiente. Não só as empresas têm se preocupado com o descarte dos componentes como têm trabalhado no desenvolvimento de modelos que não agridam o meio ambiente. É o caso da Motorola que lançou esta semana no Brasil a sua versão W233 Eco, cuja estrutura externa é feita de material reciclado de garrafas plásticas.
Como tudo o que é feito de pet, o aparelho mantém a atração do design e o colorido, com a diferença de que seu uso pesa menos na consciência.O novo modelo ainda possui um kit 100% reciclável, com embalagem e manual produzidos a partir de papel reciclado. Segundo a Motorola, o aparelho oferece, ainda, bateria com maior vida útil, com até nove horas de conversação, o que permite economia de tempo e de energia, e é o primeiro telefone do mundo com certificado CarbonFree. Um exemplo a ser seguido.
Franquias – Um manual completo para escolher e administrar do jeito certo. A reportagem de capa da edição de março de Pequenas Empresas & Grandes Negócios mostra que os brasileiros têm sido cada vez mais atraídos pelo modelo de negócio das franquias, mas que não é tão simples assim se dar bem nesse mercado. A revista também aponta 35 novas redes em todas as regiões do Brasil, lista os dez passos a tomar ao abrir o seu negócio, enumera os erros mais comuns dos franqueados e revela o perfil de franqueado que as grandes marcas procuram.
Uma reportagem especial traz uma pesquisa inédita com o perfil do empreendedor brasileiro, mostrando quem ele é, o que pensa e o que espera do futuro. O estudo foi realizado em parceria pela revista e pela Fundação Nacional de Qualidade (FNQ).
Outra reportagem conta a história de sucesso do empresário mineiro João Leite Praça, que transformou a padaria do pai na Cassini, uma fábrica de biscoitos de polvilho que fatura R$ 52 milhões.
A edição tem ainda o caminho a cumprir a lei e evitar processos trabalhistas ao demitir um funcionário, dicas para vender pelo celular, e um artigo com as lições de empreendedorismo de Richard Branson.
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