Papo de Empreendedor

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Mais uma rede social que promete fazer barulho: Foursquare

Já ouviu falar do Foursquare? Pois ele está completando, agora em março, um ano de vida e já tem 500 mil usuários no mundo. Trata-se de uma rede social, daquelas em que o sujeito tem que se cadastrar para entrar. E tem que cadastrar também um celular, do tipo smarthphone. Aí começa a brincadeira.

blog-foursquareCada vez que o cadastrado entra num estabelecimento comercial, ela avisa, com um click no celular, onde está. Faz, no linguajar da rede, o “check in”. E, quanto mais check ins, mais pontos acumula.  Quem frequenta muitas vezes o mesmo lugar, acaba ganhando o título de mayor (curador) dali. O título fica com essa pessoa até que alguém a ultrapasse em frequência, “roubando” o tal título. Os usuários também ganham badgets (emblemas) por descobrir lugares novos, por escrever resenhas e impressões de suas visitas. Enfim, é um jogo que estimula as pessoas a saírem de casa, a visitarem e recomendarem lugares.

Você, que tem uma loja, uma escola, um hotel ou um restaurante, vai me perguntar: e eu com isso? (mais…)

Encontre o equilíbrio

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Stress no trabalho e dificuldades em equilibrar vida pessoal e profissional são temas recorrentes na rotina de um empreendedor. Assim como os motivos podem ser variados, também existem diversas formas de aliviar a tensão constante. Confira algumas dicas do site da revista americana Inc para encontrar uma forma equilibrada de lidar com família, trabalho, lazer e planos pessoais:

(mais…)

O que não fazer em uma apresentação

Causar uma boa impressão pode garantir ótimos negócios. Preparação e prática são fundamentais na hora de apresentar suas ideias para empresários e executivos, e organizá-las num arquivo de PowerPoint é tão comum quanto eficiente se for bem feito.

Em recente coluna no site Business Week, o coach em comunicação para empresas Carmine Gallo deu dicas bem humoradas de como causar uma má impressão fazendo uma péssima apresentação. Se quiser impressionar, não cometa nenhum dos 15 erros que ele descreve.

Como fazer uma péssima apresentação

1. Cometa erros de ortografia: Não checar a escrita das palavras demonstra completa falta de cuidado e atenção. Se você não se importa o suficiente para por à prova a sua apresentação, sua audiência vai ficar menos interessada em você e na sua mensagem. É a forma mais fácil de parecer amador.

2. Crie combinações de cores que causem distração: Azul e verde são as mais difíceis de ler.

3. Use fontes inconsistentes: Designers profissionais de PowerPoint usam duas, no máximo três, estilos de fontes numa apresentação inteira. Mas porque parar por aí? Há centenas de tipografias disponíveis, mas usar várias no mesmo slide pode prejudicar o entendimento da mensagem.

4. Use uma fonte muito pequena: Se você quer deixar as pessoas malucas, diga algo como: “Eu sei que vocês não conseguem ler isso, mas se conseguissem eis o que diria…”

5. Insira fotos distorcidas esticadas para caber no tamanho do slide: Imagens usadas em PowerPoint devem ter pelo menos 900×720 pixels. Designers começam com imagens maiores e diminuem seu tamanho para caber no slide. Se você quer parecer ruim, encontre imagens de tamanho 200×300 pixels e estique-as para caber no slide. Sua qualidade ficará péssima.

6. Pareça completamente e totalmente desinteressado: Carmine Gallo comenta uma conferência da qual participou em que o palestrante não havia sequer preparado uma apresentação e tinha apenas algumas anotações escritas à mão. O maior problema foi que ele se perdia no meio das notas, remexendo nos papéis, e perguntou duas vezes ao mediador: “Quanto tempo ainda me resta?”. As pessoas na plateia acharam tão terrível que começaram a se entreolhar e rir.

7. Pareça desarrumado: Se quiser causar uma péssima impressão, use uma calça jeans desbotada, sapatos gastos e sujos e uma camisa manchada.

8. Leia todas as palavras de cada slide: Melhor ainda, vire as costas pra o público e leia  seus slides palavra por palavra.  Não tem coisa melhor para entendiar  a plateia.

9. Não se importe com um plano B: Se você precisa usar a internet para mostrar um site, não se preocupe em capturar uma imagem da página para caso a conexão não funcione. Assim, você não saberá o que dizer quando a internet falhar. Já imaginou que situação chata?

10. Não pratique: Nem um pouco. Praticar uma apresentação em voz alta dá trabalho e faz com que você pareça polido, mas é garantia de que o assunto vai fluir melhor e no tempo certo.

11. Chame atenção para os seus erros: Se você quer mostrar total falta de preparo, diga algo como: “Ops, não tenho ideia de como este slide veio parar aqui”.

12. Comece com uma piada ofensiva e sem graça: Metade das pessoas vai sair da apresentação imediatamente e você terá conseguido causar uma péssima impressão logo de cara.

13. Use animações doidas: Deixar o texto simplesmente desaparecer gradualmente é muito simplista. Especialmente quando o PowerPoint oferece as funções “saltar”, “bumerangue” e a temida “nêutrons”, que faz as letras circularem descontroladas.  Todas farão a plateia ficar com dor de cabeça.  A simplicidade, muitas vezes, é a melhor opção.

14. Use desenhos de clip art: Por  que gastar dinheiro com fotos de alta-resolução de um serviço de banco de imagens quando há muitos desenhos ordinários e sem custo que farão sua apresentação parecer um projeto de escola?  O acabamento - até em uma apresentação - faz toda a diferença.

15. Use softwares de apresentação antigos: PowerPoint 2003 serviu seu propósito (foi usado por anos). Mas não há comparação com o PowerPoint 2007, que é uma ferramenta simplesmente melhor e mais robusta. Darla Wigginton, uma designer expert em PowerPoint e diretora de criação da eVision Design em São Francisco, diz: “Quando o [PowerPoint] 2007 foi lançado, ele assustou o mundo do design, pois o usuário comum poderia criar coisas realmente impressionantes”. Por que assustar os designers profissionais?  Fique com as versões mais antigas e  perca a atenção da sua plateia.

Excesso de confiança pode inibir novas ideias

Em sua última coluna na revista The New Yorker, o jornalista britânico Malcolm Gladwell discute a “crise do excesso de confiança” (crisis of overconfidence, em inglês). Entitulado “Cocksure: The Psychology of Overconfidence” (Pretencioso: A Psicologia do Excesso de Confiança), o texto analisa como o cérebro administra as decisões e identifica o papel da dimensão psicológica nas escolhas que fazemos, usando como exemplo a guerra e a crise financeira mundial.

Para Gladwell, o excesso de confiança é apenas uma das causas de insucesso. Um outro ponto seria o fato de que líderes costumam basear seu comportamento em tomadas de decisões que tiveram sucesso no passado. O resultado costuma ser ideias repetidas, que não evoluem e não se modificam através dos tempos. O processo de criação fica comprometido e os líderes acabam não se adaptando aos novos cenários de mercado.

Valerie Casey, conceituada designer da IDEO, observou um exemplo claro desta situação no texto “Why Does the Best Design of 2009 Still Look Like 2000?” (Porque o melhor do design de 2009 ainda se parece com o de 2000?), publicado no site Fast Company.

Casey põe em xeque a função do design, sempre a frente das inovações e adaptações, ao expor a semelhança dos objetos premiados pelo IDSA no Prêmio Internacional de Excelência em Design, IDEA  na sigla em inglês (International Design Excellence Awards), com antigos ganhadores do mesmo prêmio. Veja as comparações feitas por ela:

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View-Master Virtual Viewer (2000) e Argus Bean Children's Digital Camera (2009)

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Diante desta realidade, Casey questiona se, com todas as mudanças sociais e econômicas dos últimos dez anos, o design atual não deveria ser muito diferente do de 2000. Ela sugere que a razão para tais semelhanças faz parte da dificuldade de adaptação que o excesso de confiança pode causar.

Ela cita Gladwell e compara este cenário ao que o jornalista britânico identifica como “ilusão de controle”, na qual acreditamos tanto em nossas decisões anteriores que “superestimamos a precisão de nosso discernimento” e repetimos aquilo que consideramos bom. No entanto, algo que foi bom no passado pode não se encaixar na realidade atual, caindo no anacronismo.

A preocupação de Valerie Casey se estende à área de negócios devido ao importante papel do design no mundo corporativo. “Designers regularmente trabalham com líderes de empresas, levando fundações e governos ao redor do mundo a resolver os mais complexos problemas do nosso tempo”, afirma.

É o momento de refletirmos sobre uma revisão de conceitos, cujo ponto crítico seria repensar nossas decisões para criar produtos diferenciados, que acompanhem as modificações do mercado. Produzir novos sucessos é muito melhor do que repaginar os antigos, o que explica a atual valorização de ideias inovadoras, habituais nas páginas da Pequenas Empresas e Grandes Negócios. O que vemos hoje é uma continuidade de tudo aquilo que já foi visto e feito. O mais difícil - e igualmente necessário - é quebrar este ciclo com novas e surpreendentes ideias.

O poder da assertividade

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No mundo corporativo, é muito comum a assertividade ser confundida com agressividade. De fato, a linha que separa as duas posturas é tênue e, por isso, nem sempre elas são adotadas corretamente. Alguns executivos acham que ser assertivo é sinônimo de grosseria, petulância e autoritarismo. Eles exageram na dose de autoconfiança (característica que, segundo especialistas, toda pessoa assertiva deve possuir) e não raro partem para o ataque verbal quando são contrariados. Outros preferem adotar uma postura submissa e não defendem ideias porque têm medo de criar atritos.

Porém, apesar da confusão, a assertividade nada mais é do que um comportamento direto, honesto e dinâmico. Pessoas que a adotam são confiantes, produtivas e sabem dizer sim ou não sempre que necessário. Sem drama.

Do ponto de vista empresarial, um líder ou funcionário assertivo pode ajudar:

* A reduzir a improdutividade causada por desentendimentos na comunicação

* A propagar novas ideias e programas

* A eliminar reuniões intermináveis e o adiamento das decisões tomadas por líderes que preferem manter a paz aparente do que se posicionar

Segundo a revista americana INC, atitudes assertivas também contribuem para o estreitamento das relações de trabalho, reduzem o estresse, melhoram a auto-estima e aumentam as chances de sucesso da empresa.

Em um mercado cada vez mais competitivo, não há espaço para a adoção de atitudes extremas. Saber se posicionar corretamente é determinante para o êxito. Por isso, se após uma autoavaliação você constatou que não está no caminho certo, confira as dicas abaixo e aprenda a usar a assertividade a seu favor:

Seja específico
Nunca diga: “Precisamos do trabalho pronto assim que possível”. O correto é falar: “Preciso do trabalho concluido na minha mesa, às 18h, na sexta-feira. Como posso te ajudar para que ele seja feito no prazo?”. Usar o assim que possível não transmite clareza porque pode ser entendido como hoje ou daqui a um mês, dependendo da interpretação e disposição do funcionário.

Saiba dizer não
Nunca responda sim apenas para manter o clima de paz. Saiba discordar e expor seus argumentos, porém sem ofender. Não leve para o lado pessoal opiniões distintas da sua. Quando não concordar com algo dito em uma reunião, por exemplo, fale: “Tenho uma outra sugestão que gostaria de compartilhar com vocês”.

Planeje
Procure anotar metas e pensamentos. Troque-os com pessoas de diferentes áreas da empresa. Ao pedir opinião, esteja preparado para as possíveis críticas.

Não tenha vergonha de esclarecer dúvidas
Se algo não ficou claro, não finja que entendeu. Uma segunda explicação irá poupá-lo de refazer o trabalho e pode ajudar a desenvolver a tarefa com mais confiança.

Mantenha o autocontrole
Em situações difíceis, use a racionalidade para dominar emoções. Não há nada pior do que trabalhar com pessoas que perdem a linha e tornam o ambiente de trabalho pesado.

E você, leitor, como tem sido o seu comportamento? Assertivo, submisso ou agressivo? Dê a sua opinião!

Buscar o funcionário na internet pode causar surpresas

A consciência de que uma pessoa pode ser lida por qualquer outra no mundo inteiro quando posta em um blog ou no Twitter poderia deixá-la mais cautelosa em relação ao que escreve. Ou não.

Muitos funcionários se esquecem desse princípio básico da internet e soltam comentários sobre seus chefes como se estivessem na frente do espelho. Descobrir se um funcionário está fingindo alguma simpatia ou comportamento pode ajudar a definir seu futuro na empresa.

A exemplo, houve um caso de um funcionário que teve uma emergência familiar, saiu do trabalho mais cedo e depois colocou no Facebook fotos dele numa festa de Halloween no mesmo horário.

Não precisa caçar seu funcionário, mas uma ligeira busca pela internet pode revelar muito sobre uma pessoa. Principalmente quando tantas redes de relacionamento e ferramentas publicadoras estão por aí.

Veja alguns exemplos do Twitter de desabafos que podem deixar alguém no olho da rua, ou dificultar bastante conseguir uma vaga em outro lugar.

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Veja mais casos aqui e aqui.

Quem são e o que querem os jovens Millennials ou Geração Y

A juventude de hoje tem comportamento bem diferente das gerações anteriores. Nada de rebeldismo regado a muitas drogas e álcool. Nada de sonhos impossíveis e utopias irrealizáveis. Esses jovens são conhecidos como Millennials ou Geração Y e nasceram entre os anos 80 e 2000 (o nome Millennials foi talhado pelos estudiosos Neil Howe e William Strauss, no livro Millennial Rising). Eles são filhos da revolução feminista e da revolução sexual, cresceram numa época de liberdade e de muita informação. Se sua empresa tem produtos voltados para essa faixa etária, veja como essa moçada se comporta, segundo estudos do portal WGSN (só para assinantes):

  • É uma geração mais careta: ser nerd passou a ser legal
  • É uma geração que tem foco na saúde e na vaidade: menos drogas, menos bebida, mais beleza e sexo responsável
  • Usam marcas como uma forma de compor sua identidade; a customização dá a sensação de pertencer a um grupo e se destacar dentro dele
  • É uma geração obcecada por tendências de moda e como há grande rapidez na informação, as coisas perdem e ganham relevância muito rapidamente
  • Barreiras geográficas, diferenças etárias ou sócioeconômicas perderam importância: a cultura e os interesses comuns os aproxima e os aglutina.
  • As ”tribos” se formam por afinidade e identificação cultural, não importa que cada um esteja num canto do planeta.
  • Muitos Millennials vivem com seus pais: o conflito entre gerações é menor
  • Compartilham suas vidas pessoais na internet e não têm preocupação com o que é privado
  • Segundo pesquisas, 61% dos jovens americanos não expressa interesse pelo mundo adulto. Portanto, as marcas voltadas para eles devem celebrar a juventude, pois é isso o que importa para eles

Se você pensa em contratá-los, veja o que o espera:

  • Os jovens de hoje são mais estressados, pois sofrem maior pressão da família para ter sucesso
  • No trabalho, o dinheiro não é o principal motivador: flexibilidade de horário e a liberdade de usar roupas casuais no trabalho pesam tanto quanto
  • São inseguros em relação ao futuro: eles sabem que fazer uma faculdade ou conseguir um emprego não é garantia de estabilidade nem de sucesso
  • São descrentes de regras pré-estabelecidas, por isso costumam ser mais empreendedores do que os jovens do passado
  • São narcisistas e acham que sabem tudo
  • Não ficam idealizando o futuro. Eles vêem o que pode ser feito, de fato, para mudar o mundo e se mobilizam, via internet.

O que te parece? O mundo estará em melhores mãos?

Sob pressão

Você já ouviu falar da Síndrome de Burnout? É um transtorno psicológico ligado ao ambiente de trabalho. Em geral, costuma aparecer em pessoas excessivamente críticas, muito exigentes consigo mesmas e com os outros e que têm maior dificuldade para lidar com situações difíceis. Os sintomas dessa síndrome se dão em um comportamento agressivo e irritadiço, o que resulta em exaustão e falta de motivação para fazer qualquer coisa durante o dia. Não há dados sobre a incidência da Síndrome de Burnout no Brasil, mas os consultórios médicos e psicológicos registram um aumento do número de pacientes com relatos de sintomas típicos da síndrome. Ela afeta especialmente os profissionais que lidam com pressão intensas no dia-a-dia. Bom, aí você deve estar pensando: todos nós, não? De acordo com algumas pesquisas, as áreas mais estressantes e propícias para desenvolver essa síndrome são: tecnologia, medicina, engenharia, vendas e marketing, recursos humanos, operações e produção. E, como todos nós sabemos, os ambientes corporativos estimulam, de alguma maneira, esse tipo de comportamento entre os profissionais, criando condições que podem predispor ao adoecimento e, na seqüência direta, em licenças médicas e eventuais afastamentos por longos períodos. O que há de fazer para que isso não contamine sua empresa? Saber estabelecer metas e saber cobrá-las mas, ao mesmo tempo, dar prazos para essas metas. Não entrar em ritmo de cobrança do dia para a noite, pois lembre-se que há pessoas que trabalham com você. E cada um tem seu limite.

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