Papo de Empreendedor

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Uma saída mais barata para a informática

computador

Para as pequenas empresas que estão apostando em  informatização e querem reduzir custos, uma boa alternativa é comprar equipamentos usados ou recondicionados de grandes marcas. Além do preço reduzido, produtos de segunda mão têm garantia e suporte, que variam de acordo com a loja que os comercializa. Podem ser classificados em usados ou recondicionados.
 
Produtos usados realmente foram usados, por meses ou até anos, e estão funcionando. Quem usou geralmente troca para se modernizar, e as máquinas são vendidas do jeito que estão, com garantia relativamente curta. Os produtos recondicionados são aqueles que por alguma razão voltaram ao fabricante (o cliente não gostou, não funcionou etc.), são consertados por ele e vendidos por preço abaixo dos novos, com garantia maior.
 
O mercado tem bastante espaço para peças seminovas e em bom funcionamento, em geral retiradas de computadores que não tinham mais como serem consertados. HDs, placas gráficas, drives ópticos, impressoras, no breaks, todos com boa diferença de preço. É possível achar um monitor usado a partir de R$ 100, enquanto um novo custa no mínimo R$ 300. A IBM, por exemplo, tem uma página de internet que é exclusiva para anunciar seus equipamentos usados.
 
O maior problema desse ramo é que muitos não depositam confiança em produtos usados ou recondicionados, e acham que não vale a pena o risco. Você apostaria nessa saída?

Computadores verdes

As pequenas empresas também já começaram a adaptar suas operações para um modelo de desenvolvimento mais sustentável. Segundo estudo feito pela consultoria de tecnologia norte-americana Access Markets International (AMI), a venda de computadores para pequenos e médios empreendimentos vai crescer 17%  e a de servidores, 40%  nos próximos quatro anos. E a boa notícia trazida pela pesquisa para o meio ambiente é que os equipamentos e sistemas de tecnologia verde (ou seja, com melhor eficiência energética) estão se mostrando mais econômicos para as pequenas empresas. Isso porque a tecnologia sustentável reduz os custos da operação e o chamado custo total de propriedade, além de reduzir desperdícios. Os consultores da AMI descobriram também que os pequenos e médios negócios já começaram a expandir o conceito de tecnologia sustentável, adotando ações como a reciclagem do lixo eletrônico e o aproveitamento das duas faces do papel para a impressão de documentos. O resultado é a economia de recursos financeiros e naturais. Nada mal, não?

Doentes da internet

Durante anos a televisão esteve no centro das discussões como inimiga dos bons relacionamentos familiares e da educação das crianças. Agora é a vez do computador, mais exatamente da internet e de todo o emaranhado de recursos sedutores que a rede oferece. Uma das últimas edições do American Journal Psychiatry trouxe uma reportagem falando que a internet — esta “menina bacana de 18 anos” — é um problema sério à saude e está se transformando na doença do século. Só para citar um exemplo, em Beijim, na China, estima-se que existam 10 milhões de “internet boomers” doentes. Os principais sintomas são a falta de sociabilidade e o descuido com o próprio corpo, como má alimentação e até falta de banho. Por outro lado, é indiscutível que a internet é cada vez mais importante nas nossas vidas, usada como ferramenta de trabalho, de estudo ou de relacionamento. Estaríamos realmente diante de um monstro incontrolável sem ter o que fazer ou será a internet apenas a bola da vez envolta em previsões exageradamente catastróficas?


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