Executivos devem ter tato ao falar em público. Dunga não?
Desde que a Copa do Mundo tomou conta da televisão não há como, pelo menos, não prestar atenção no que acontece na África do Sul. Eu, especialmente, gosto de futebol – estou até razoavelmente bem colocada no bolão – e confesso que vivo com os olhos espichados para a tela. Mas, esta semana não foram os gols de Luis Fabiano, o terno de Maradona ou a goleada de Portugal que me despertaram maior interesse. Foi, sim, o jeito, para dizer o mínimo, “rude” de se comunicar do técnico Dunga. Ninguém é obrigado a concordar com tudo, mas há de se ter o mínimo de compostura e respeito diante do microfone.
Qualquer manual de comunicação empresarial recomenda aos seus executivos o mínimo de tato ao falar em público, afinal é a imagem da empresa que está em jogo. Por isso, todo cuidado é pouco. Fica o aviso: mesmo em momentos de grande fúria, não é permitido perder a classe.
Abaixo, reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, explica o episódio.











