Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


Culpa pós-compra

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Recentemente, li no New York Times uma matéria que me chamou atenção. Desde o início da crise econômica mundial, estudiosos dos EUA têm observado  um comportamento no mínimo curioso nos consumidores americanos: o remorso pós-compra. Segundo o pesquisador Ran Kivetz, da Universidade de Columbia, a aquisição de um simples sapato ou até de bens de consumo mais caros como, por exemplo,  uma tevê de plasma, provoca em muitos indivíduos sentimento de culpa. Pra aliviá-lo, a saída é o extremo. Poupar compulsivamente. Tudo que representa gastos é  deixada de lado. 

O que essas pessoas parecem não entender, e Obama insiste em ensinar, é que quanto menos elas consomem, mais a economia encolhe e a recessão aumenta. Por sorte, na maioria dos casos, a obsessão por guardar dinheiro é passageira e os poupadores  de ocasião acabam não resistindo aos apelos consumistas. Volta tudo a estaca zero.

Confesso que já senti remorso pós-compra algumas vezes, principincipalmente quando trago para casa algo que em pouco tempo ficará esquecido no fundo da gaveta.

Empreendedores que nascem da crise

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Não dá pra negar que com a crise econômica alguns empregados correm maior risco de serem demitidos. Mas se isso acontecer, o que fazer?

Nos Estados Unidos, com o aumento da crise, muitas pessoas estão recorrendo a negócios independentes. Não só quando perdem o emprego, mas também para complementar a renda da casa. É o que diz  reportagem da BusinessWeek.com, que aponta as vendas diretas e empreendimentos online como os pivôs dessa tendência.

Os vendedores aproveitam nichos para vender seus produtos, como festas e encontros temáticos. A renda não é muita, mas todo esforço é válido.

Além de revelar empreendedores, que têm o desafio de lidar com logística, estoque e tempo para maximizar seus lucros, a atividade coloca o vendedor em contato com várias pessoas. Nunca se sabe o que vai aparecer quando se está em contato com as pessoas. Podem surgir novos negócios.

Um ombro em tempos de crise

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Em um texto publicado no suplemento do NYT da semana passada, na Folha de S. Paulo, encontrei uma abordagem original para a crise econômica. Na reportagem, faz-se um panorama dos relacionamentos amorosos em tempos de crise. Sim, eles também são afetados! A pergunta é: o amor serve como refúgio quando a vida financeira fica mais áspera ou ele também é afetado pela insegurança que permeia a economia?

Quem apostou no amor como salvação… enganou-se. Com a situação financeira instável, as famílias hoje sofrem tensões que antes não existiam. Nos EUA, afirma a matéria, com a demissão dos maridos, muitas mulheres assumiram a posição de principal provedora da casa. Isso afeta a relação do casal, bem como a personalidade de cada um. Deve haver tolerância e entendimento mútuo quando há más notícias para a família, como uma demissão. Muitas pessoas têm grande parte do ego no emprego.

Apesar disso, há um fato que pode servir de consolo: os serviços de encontros amorosos cresceram de 40% a 50%, relata a matéria. Isso porque as pessoas não querem passar sozinhas por momentos incertos, com decisões difíceis. Em momentos de futuro incerto, o amor parece mais importante, e todos querem um ombro onde se apoiar.

E você? Concorda com a matéria, ou acha que o amor de verdade supera qualquer crise? Dê sua opinião!

O lado positivo da crise

 

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A  gigante do mundo dos cosméticos L´Oreal sempre foi uma das companhias mais bem-sucedidas do setor de bens de consumo, com crescimento médio de vendas de 7% a cada trimestre até meados do ano passado. Porém, nos últimos quatro meses de 2008 a empresa amargou queda de 0,6% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano anterior. Um dos principais problemas foi a redução das encomendas por parte das redes de varejo dos Estados Unidos, reflexo da atual crise mundial.
Mas a empresa já traçou planos para se recuperar. Deve criar lojas próprias pelo mundo e ainda investir em produtos mais baratos, como spray para cabelos e produtos para a pele. “Uma das coisas boas dessa crise é que as pessoas irão voltar ao básico”, diz o CEO da L´Oreal, Jean-Paul Agon. Seria esse um sinal de que a crise gera oportunidades?