Papo de Empreendedor

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E-mail marketing ético – e não spam

O último post que escrevi fala sobre e-mail marketing. Nele, surgiram alguns comentários lembrando da importante diferença entre esta prática e o spam.

Os spams são aqueles e-mails que recebemos com propagandas de produtos duvidosos, que querem vender algo a todo custo e são enviados aleatoriamente (geralmente para listas de e-mails compradas, como lembrou o internauta Ramon E. Ritter em um dos comentários).

Já o e-mail marketing tem intenção de estreitar o relacionamento com o cliente. Ele é uma ferramenta ótima para os negócios, mas o spam, além de ser muito incômodo, é perigoso – pois pode trazer vírus para seu computador.

Para que não haja risco do e-mail marketing ser confundido com spam e também para evitar que ele se torne um peso na vida – e na caixa de entrada - dos clientes, começou a vigorar este ano uma autorregulamentação para prática de e-mail marketing (Karin Keller, obrigada pela dica deixada nos comentários).

O documento foi elaborado por meio de parceria entre agências reguladoras de marketing, associações de comércio, de defesa do consumidor, e centros de combate aos crimes da internet. A regra mais importante – e que define o que é um e-mail marketing – é a que diz que ele será enviado apenas para destinatários que escolheram receber as mensagens. Para conhecer a regulamentação completa, clique aqui e acesse o documento no site da ABEMD – (Associação Brasileira de Marketing Direto).

Burlando a sedução da tecnologia

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Ainda que seja possível encontrar românticos que se queixam da falta de calor e intimidade das mensagens eletrônicas, depois do advento do e-mail, é natural que o envio de cartas tenha caído.  Esse meio de comunicação tão antigo estaria, enfim, destinado a acabar? É possível nadar contra a maré da tecnologia, sobretudo da internet, e manter a multiplicidade e o valor do que não está online?

Difícil conjecturar sobre o assunto neste momento. No entanto, o correio francês pode estar perto de dar a resposta.

Em 2008, após ver o e-mail derrubar o volume de correspondências enviadas na França em 3%,  a empresa trouxe novidades criativas. Uma delas é o serviço de impressão de selos individualizados, com fotos pessoais ou logos de empresas estampados, tudo feito pela internet. Também  é possível que selos comuns sejam impressos, de casa, diretamente sobre envelopes ou etiquetas.

A ideia é modernizar os produtos de acordo com os novos hábitos franceses de compras via web. Dessa forma, ainda que aliado do inimigo, o correio francês adquire boas armas para evitar a aniquilação de seu motivo de existência, as cartas.

Dramático. Mas ainda mais dramático deve ter sido ver  o péssimo resultado de sua campanha, pois , só no primeiro trimestre de 2009, a emissão de cartas por meio da companhia francesa caiu 4,4% em relação ao período equivalente de 2008,  com o agravamento da crise.

A nova estratégia foi apelar ao que a internet não pode oferecer: sabor e aroma.  A partir da segunda-feira dessa semana, todas as agências do correio francês passaram a vender um selo com as características do chocolate. Além de perfumar a carta com o cheiro do doce, a pessoa que for colar a imagem no envelope pelo método tradicional - lambendo - sentirá o seu sabor.

A coleção, com 10 imagens diferentes, conta a história da iguaria e será vendida pelo mesmo preço dos selos comuns: 5,60 euros (cerca de R$ 15). A tecnologia seduz? O chocolate também.

Seis em cada dez já se ofenderam ao ler um e-mail

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Uma pesquisa mostrou que 63% das pessoas já se ofenderam, pelo menos uma vez, ao ler um e-mail. E se isso acontecer com um cliente ou um funcionário pode ser sinônimo de prejuízo ou, pelo menos, mal-estar entre a equipe. Segundo a consultoria espanhola Global Estrategias, responsável pelo estudo, responder e-mails de forma automática e rápida, sem pensar no que está sendo escrito, pode gerar mal-entendidos e até ofensas. Por isso é preciso ter atenção e ser cuidadoso na hora de mandar um e-mail. O levantamento mostrou que os e-mails que mais ofendem são aqueles enviados por um chefe a um funcionário chamando sua atenção por um trabalho mal-feito e copiando toda a equipe na lista de endereços.

Orkut Brasil muda nome para Yogurt

Ao acessar a caixa de e-mails, logo pela manhã, vi que um grande amigo tinha deixado um recado no meu Orkut. Corri lá para acessar a página e me deparei com a mudança do nome do site. Sim, a partir de hoje, no alto da página, onde geralmente fica a marca da rede social, aparece escrito Yogurt ao invés de Orkut. Se você não viu e faz parte desse site de relacionamentos, corra lá pra ver. No primeiro momento, confesso que pensei que o site tivesse sido invadido por hackers e eles mudaram o nome como uma forma de mostrar a sua presença. Mas não. Foi uma opção do Google Brasil para facilitar os usuários a falar e divulgar mais o site por aí. Acreditou? Então, te peguei. Hoje é primeiro de abril. A mudança no nome do Orkut faz parte das alterações temáticas que a empresa costuma fazer em suas páginas. No site de busca, por exemplo, a empresa já colocou imagens de bolos para celebrar seu aniversário, pandeiro e mulatas durante os dias de carnaval e recentemente apagou as luzes da página inicial do Google Israel em apoio a uma campanha ambiental. É uma estratégia simples e prática que pode ser replicada no site de sua empresa. Por exemplo, um site de comércio eletrônico pode fazer uma promoção especial para o dia da mentira, dia das mães e qualquer data comemorativa que apareça. E, por que não, brincar com o logo da empresa nesses dias? A mudança do visual do site pode trazer mais audiência para a sua loja virtual. Para fazer isso, nem precisa ser o Google. Com poucos cliques, você consegue se diferenciar no cyberespaço e atrair mais consumidores ou visitantes para seu site. Que tal começar a agir?

Não dá para brincar

Muita gente acha que só porque está no trabalho pode usar e abusar dos recursos da empresa. Aí, liga para um amigo no Japão, troca e-mails do trabalho com os amigos como se fosse uma conversa instantânea e assim vai…É claro que todos sabemos que se usarmos com parcimônia não há porque se preocupar. Mas, o monitoramento de e-mails não é novidade dentro das empresas. Na semana passada, o assunto voltou a ser falado por conta de uma decisão do TRT de Brasília. O Tribunal negou o pedido de uma funcionária que desejava anular a demissão por justa causa. Na sentença o juiz afirmou que o e-mail corporativo é de propriedade da empresa, apenas cedido ao trabalhador para ele executar suas funções. Não é a primeira vez que a Justiça decide a favor dos empregadores, o que demonstra que o e-mail da empresa deve ser usado apenas como uma ferramenta de trabalho. Vale uma conversa com seus funcionários. O ideal é sempre alertar dos possíveis problemas e não simplesmente proibir.


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