
Ninguém gosta de errar. Diante do fracasso, a primeira reação é sempre a mesma. Raiva. Decepção. Frustração. E, sobretudo, a infinita cobrança: como eu deixei isso acontecer? Algumas pessoas, porém, lidam melhor com o erro do que outras. Para elas, o erro nada mais é do que uma consequência de estar vivo. Quer dizer, se você levantou da cama hoje e saiu para a rua, pode ter certeza de que, cedo ou tarde, cometerá algum erro. Se decidiu abrir uma empresa, então, pode ter certeza de que cometerá MUITOS erros. E não há nada demais nisso.
O erro em si não tem importância: o que importa é o que você faz a partir dele. Quem diz isso é Paul J. H. Shoemaker, professor da Wharton School e autor do livro Brilliant Mistakes (Erros Brilhantes, ainda não lançado no Brasil). Segundo ele, a maioria das pessoas, diante de um fracasso, se concentra apenas nos custos: não consegui o cliente, perdi um fornecedor, não convenci o investidor etc. O que elas não percebem é que os benefícios podem ser bem maiores do que as perdas.
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