Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


Empreendedores vivem mais

idoso

Cada um tem as suas razões para se tornar um empreendedor. Mas aqui vão mais algumas. Dez, na verdade, que mostram que empreender faz bem à saúde. Jim Randel, autor da série de livros The Skinny On, elencou 10 pontos para dizer porque os empreendedores vivem por mais tempo. Você concorda com ele?

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Paixão pelo que faz

Gustavo Caetano (à esq.) recebe o prêmio de Empreendedor do Ano das mãos de Nelson Blecher, diretor do núcleo de jornalismo de negócios da Editora Globo

Gustavo Caetano (à esq.) recebe o prêmio de Empreendedor do Ano das mãos de Nelson Blecher, diretor do núcleo de jornalismo de negócios da Editora Globo

O ano vai chegando ao fim e não há como não refletir sobre o que fizemos e vivemos. Não é de hoje que escrevo sobre empreendedorismo, já se vão 12 anos. E, mesmo assim, não paro de me surpreender.

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Você acredita em duendes?

Sempre fiz reportagens sobre o mercado financeiro e ainda hoje cosidero inalcançáveis as avaliações que os analistas fazem das empresas. Estimar o resultado futuro de um negócio e trazer esse valor aos dias de hoje, com base em uma taxa mágica: não parece coisa de outro mundo? Descobri nesta semana que não estou só nesta Terra.  Durante seminário promovido pelo Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da FGV e o Instituto Endeavor,  Marcus Regueira,  da gestora de private equity FIR Capital,  revelou que nem olha  as avaliações nos planos de negócios que recebe. Os modelos financeiros têm sua  beleza. São construídos para ser perfeitos. O problema é que, por trás deles, estamos nós, complexos homo sapiens.  Como o empreendedor em série Daniel Heise, um dos palestrantes,  escreveu em artigo para a edição de julho de Pequenas Empresas & Grandes Negócios, planilhas aceitam quaisquer números. Regueiro está mais preocupado em descobrir se quem vai tocar o negócio sabe o que está fazendo.  Ele está em busca  de empreendedores com visão arrojada e clara.  Afinal, o que faz um negócio dar certo é gente.

Cuidado com a pizza!

Domingo à noite é dia de pizza em casa, pelo menos, para boa parte dos paulistanos. E eu me incluo nessa lista. Pizzaria é o que não falta nesta cidade. O díficil é conciliar preço, sabor, e entrega com qualidade. Quando digo qualidade não estou levando em conta a sofisticação dos ingredientes ou o atendimento, mas, sim, o estado como a pizza chega à mesa. Isso porque não foram poucas as vezes que a metade calabreza ganhou sabor de quatro queijos, graças ao vôo razante feito pelo motoboy entre a pizzaria e o prédio. Ninguém contesta que o serviço de delivery é uma mão na roda, que facilita a vida, mas que também deixa a desejar, isso deixa.

Estima-se que 2.500 restaurantes da cidade de São Paulo ofereçam o serviço e boa parte coleciona mais reclamações do que elogios. Assim, se você está disposto a agregar o delivery ao seu negócio, preste atenção: não dê mais valor à velocidade da entrega do que à qualidade do serviço. Cuide das embalagens para que a comida chegue quente, saborosa e com o visual esperado; equipe o motoboy com caixas com divisórias que permitam separar o quente do frio, o sólido do líquido, o salgado do doce; e, por fim, treine o entregador para que ele faça o transporte de maneira correta, sem altas emoções pelo caminho. O resultado, com certeza, não irá desapontar.

 


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