Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


O que você lê?

Eu adoro uma boa livraria. Para mim, shopping bom é aquele que tem pelo menos uma opção de livraria e revistaria – se tiver um café gostoso, melhor ainda. Nas minhas andanças por essas lojas, uma das seções que quase sempre visito – por força da profissão e por curiosidade mesmo – é a de livros de administração, negócios e recursos humanos.

O curioso dessa seção é que lá tem de tudo: desde livros técnicos de grandes estudiosos de marketing até análises no mínimo engraçadas sobre o comportamento das mulheres no ambiente de trabalho. Aparecem ali no meio muitos livros com um pé na auto-ajuda e outros que embarcam em modas (já vi diversos títulos com o sufixo “onomics” depois do sucesso de “Freakonomics – O Lado Oculto e Inesperado de Tudo que nos Afeta”, de Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner). (mais…)

9 lições de empreendedorismo do homem de US$ 300 milhões

gurbaksh_chahal

Gurbaksh Chahal se mudou da Índia para a Califórnia aos quatro anos. Desde criança era alvo constante de brigas para os valentões de San Jose. Aos 16 anos abandonou a escola para formar seu primeiro negócio, a Click Agents. Após dois anos, Chahal vendeu a empresa por US$ 40 milhões. Sua segunda companhia, a BlueLithium, foi adquirida pelo Yahoo! em 2007 por US$ 300 milhões. Atualmente, ele administra a gWallet, sua terceira empresa, uma plataforma de moeda virtual para mídia social. Recentemente, Gurbaksh foi convidado para participar de um evento no Canadá. Ele deu lições de empreendedorismo que aprendeu ao longo de seu caminho. Confira!

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O bom condicionamento físico nos negócios

corredorUm estudo recente da USA Triathlon, organização norte-americana de multiatletas profissionais e amadores, revelou que grande parte dos triatletas são profissionais do mundo dos negócios. A ideia é que, em ambos os lados, de empreendedor e de atleta, a pessoa precisa estabelecer metas, lidar com o estresse e conquistar desafios para se sobressair. A rotina empresarial não deixa de ser, em seu próprio modo, uma rotina seguida para ganhar algum evento ou tarefa importante. (mais…)

O mercado dos jogos eletrônicos

Maurilo Clareto/Ed.Globo

A indústria dos jogos eletrônicos, que envolve a venda de consoles, hardwares e softwares voltados especificamente para este propósito, chegou a crescer, segundo dados do NPD Group, um dos mais importantes órgãos de pesquisa de mercado dos Estados Unidos, de 1999 até 2009, mais de 400% em faturamento. Para base de comparação, no mesmo período a indústria cinematográfica cresceu por volta de 32%. O ano de 2008, apesar da crise, foi um dos melhores para o setor de jogos, que faturou mais de R$ 37 bilhões somente nos Estados Unidos, o maior mercado, responsável por quase 40% da produção. (mais…)

A mente empreendedora de George Lucas

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Ao se falar de empreendedorismo, não convém esquecer de alguém que é responsável pela criação de uma das sagas mais amadas do cinema do século 20, e além. Conhecido mundialmente pela criação da space opera Star Wars, George Lucas mostrou-se, ao longo de sua carreira, uma mente realmente empreendedora, responsável pela fundação de várias empresas e de uma rede gigantesca de produtos. Suas iniciativas estão entre as mais lucrativas do mundo. (mais…)

Paixão pelo que faz

Gustavo Caetano (à esq.) recebe o prêmio de Empreendedor do Ano das mãos de Nelson Blecher, diretor do núcleo de jornalismo de negócios da Editora Globo

Gustavo Caetano (à esq.) recebe o prêmio de Empreendedor do Ano das mãos de Nelson Blecher, diretor do núcleo de jornalismo de negócios da Editora Globo

O ano vai chegando ao fim e não há como não refletir sobre o que fizemos e vivemos. Não é de hoje que escrevo sobre empreendedorismo, já se vão 12 anos. E, mesmo assim, não paro de me surpreender.

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Só é rico quem arrisca, investe e empreende

pai-rico1Robert Kiyosak, autor do livro Pai Rico, Pai Pobre e outros catorze títulos, está no Brasil pela primeira vez, dia 17 de setembro. Kiyosak vendeu mais de 20 milhões de exemplares de Pai Rico, Pai Pobre em todo o mundo. Ali ele conta como são diferentes seus dois pais: o verdadeiro, professor, e o “adotivo”, pai de um amigo, um empresário que lhe ensinou a ganhar dinheiro, a investir, arriscar.

Ao observar os dois pais, Kiyosak constatou que, como funcionário, você dificilmente será rico. E que para ser rico, terá que ser dono do próprio nariz. Ele diz isso baseado na simples constatação de que, sendo funcionário, a pessoa recebe seu salário, tem os impostos descontados e é obrigado a viver com o que sobra. Como empresa, recebe-se, gasta-se e só paga-se impostos, calculados sobre o lucro, ou seja, sobre o que sobrou.

Portanto, se você tem ambições em relação a dinheiro, melhor arregaçar as mangas e batalhar pelo negócio próprio. E a aprender a investir e a correr riscos, tema principal discorrido por Kiyosak.

Transforme seu livro independente em um grande negócio

clube-dos-autores

Quem gosta de escrever – e tem algo escrito – sempre acaba esbarrando em um problema essencial na realização do sonho de ser um escritor: ser publicado. Ser iniciante pode prejudicar a aceitação por uma grande editora – a recente crise econômica também desestimula a contratação de novos talentos  - e custear uma impressão independente pode ser dispendioso.

Para salvar os escritores diletantes de uma morte na frustração, surge o site Clube dos Autores, uma parceria I-Group, empresa especializada em planejamento estratégico digital, e o A2C, empresa de tecnologia e design digital. O utilitário online proporciona que qualquer pessoa disponibilize suas criações literárias para compra em demanda: exemplares só são impressos de acordo com o número de pedidos.
No próprio site o autor pode fazer sua capa e determinar quanto quer ganhar de direitos autorais sobre cada cópia.

Mas ter uma obra disponível não significa que ela será comprada. “O erro do escritor é achar que é só escrever o livro e esperar a fama”, afirma Ricardo Almeida, um dos criadores do site e diretor da I-Group.

O próprio Clube oferece dicas de como tornar seu livro um bestseller – ou quase isso. E não pense, empreendedor, que só os amantes da literatura têm espaço nele. Muitos dos livros mais vendidos são técnicos – como administração e economia. Então, se você tem boas teorias, histórias de vida, do seu negócio, é um bom momento para testar seu lado escritor sem prejuízo.

Abaixo, nós listamos algumas dicas para tornar seu livro um bom negócio – depois de escrito, claro.

1) Crie uma audiência: Sendo um livro independente, dificilmente você conseguirá um espaço nobre nas vitrines das livrarias. Com a internet, fica mais fácil divulgar seu título. Crie um blog e inicie uma rede de contatos. Utilize redes sociais – como Orkut e Facebook – para tornar seu livro conhecido. E cative sua audiência: responda a comentários e e-mails. Evite ser chato e insistente demais.

2) Seja criticado: É bom que pessoas tenham lido seu livro e falem a respeito na internet ou em outros veículos. Obviamente é melhor se essas críticas forem positivas, mas ainda assim alguma resenha “mais ou menos” ajuda a criar um burburinho a respeito do livro. Convença amigos blogueiros conhecidos a fazer críticas sobre sua obra e dar entrevistas também ajuda.

3) Divulgação indireta:
Use o seu livro como parte de sua assinatura no e-mail. Presenteie ou sorteie exemplares para sua audiência.

4) Faça um lançamento oficial:
Mesmo que você não queira gastar dinheiro, fazer um lançamento oficial de sua obra pode dar uma guinada nas vendas iniciais. Almeida disponibiliza uma apresentação no site do Clube de como encontrar o formato ideal do seu evento.

Todas essas dicas estão organizadas no próprio site do Clube dos Autores. Mas mesmo que você se torne o livro de cabeceira de muitos brasileiros, lembre-se que é necessário um esforço constante para manter seu nome e obra conhecidos.

O sexo e o empreendedorismo

Um blog americano de empreendedorismo – The Toilet Paper Entrepreneur – levantou a questão entre seus leitores: uma vida sexual saudável pode refletir nos negócios? Veja a opinião de alguns membros do site e diga o que você pensa sobre o assunto.

“Eu acho que os empreendedores devem fazer mais sexo ou, pelo menos, mais sexo interessante que os não-empreendedores. Isso porque os empreendedores são mais ousados e aventureiros. “

“Eu acho que os empresários que têm uma vida sexual saudável geralmente são mais felizes e mais produtivos e isso pode refletir no sucesso de uma forma geral.”

“Eu gostaria de acreditar que empreendedores fazem mais sexo que os não-empreendedores, mas eu não posso provar isso. Mas eu sei que tenho mais sucesso nos negócios quando eu não faço sexo e eu não recomendo essa fórmula para o sucesso.”

“Esse assunto é uma faca de dois gumes. Se você é um empresário de sucesso, a chance de ter mais sexo é uma opção se é isso que você deseja. O sexo fica mais fácil porque você tem dinheiro, poder e respeito. Por outro lado, chegar ao sucesso pode levá-lo a uma vida sexual entediante, porque fazer uma empresa crescer leva tempo, energia e sacrifício.”

“Eu não sei quanto aos outros empresários, mas quando eu faço sexo, tenho que me concentrar e focar no resultado final. Eu faço a mesma coisa no trabalho. Então, fazer sexo, na verdade, me ajuda a manter o foco.”

“Eu acho que os empreendedores são muito criativos. Essa criatividade cruza todas as áreas da vida, incluindo o sexo.”

“Você vai se surpreender ao notar como você fica mais feliz, menos negativo e menos tendencioso a desistir dos seus sonhos quando faz sexo.”

Empreendedores podem mudar o mundo

O vídeo abaixo (em inglês) é curtinho, super legal e fala da importância do empreendedorismo. Fica a dica para os empreendedores.

Este post foi escrito por Alice Alves, da área de Cultura Empreendedora do Instituto Empreender Endeavor.