Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


Qual a relação entre felicidade e empreendedorismo?

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Uma das razões para muitas pessoas entrarem no mundo do empreendedorismo é a infelicidade que sentem nos seus atuais trabalhos. Assim como o sucesso na carreira pode motivá-las a começar seu próprio negócio. Uma pesquisa da rede social e profissional LinkedIn realizada com mais de 12 mil profissionais de 16 países mostrou que 63% deles estão satisfeitos ou muito satisfeitos com seus empregos atuais.

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Quem tem perfil para ser empreendedor?

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Em uma roda de amigos durante o final de semana, passei por uma situação constrangedora e reflexiva ao mesmo tempo. Conversando sobre o meu desempenho no trabalho, me perguntaram por que eu trabalhava com o tema empreendedorismo e dava dicas para aprimorar o desempenho das pequenas e médias empresas, mas não conseguia abrir o meu próprio negócio. No momento, fui pega de surpresa e respondi dizendo que não sabia ao certo, mas que como tinha escolhido o jornalismo como profissão queria crescer dentro dessa área de atuação.
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Quatro dicas para transformar a sua ideia de negócio em realidade

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Quase todo mundo tem uma ideia que pode se tornar um negócio lucrativo. Mas, depois da ideia, sempre há o próximo passo: assumir riscos. E nem tantas pessoas tem facilidade para fazer isso. Jennifer Fleiss, cofundadora e presidente da Rent The Runway*, escreveu um artigo para o site The Young Entrepreneur Council**, dando dicas de como tornar seu projeto em uma empresa de verdade. Dicas que qualquer empreendedor diletante deveria levar em consideração.

Confiram:

1. Teste seu mercado
Quando você é apaixonado por algo, vale a pena fazer um teste e saber o que seu consumidor acha da sua ideia. Seja aberto ao feedback e honesto consigo mesmo para fazer modificações no seu projeto ou simplesmente recomeçar. Use sua rede de contatos para conseguir opiniões variadas e numerosas. Para abrir seu negócio, Jennifer falou com diversas mulheres sobre o que elas achavam de alugar vestidos e até montou uma loja pop-up para ver se sua ideia daria certo.

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5 conselhos de empreendedores de sucesso

Richard Branson, do Virgin Group (foto: Gettyimages)

Richard Branson, do Virgin Group (foto: Gettyimages)

Ao contrário do que afirma a sabedoria popular, conselhos podem ser uma ótima fonte de crescimento e inspiração (e, às vezes, eles podem vir de graça, por que não?). Pensando nisso, a consultora Jen Kushell, do blog YSN, selecionou alguns dos melhores conselhos compartilhados publicamente por grandes líderes do mundo dos negócios. Vale a pena conferir. Afinal de contas, não é todo dia que o Richard Branson tem algo a dizer para você ;).
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O empreendedor, o inovador e o pequeno empresário

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Há um certo tempo, comecei a notar uma confusão generalizada entre os termos pequeno empresário, empreendedor e inovador. Parte da mídia e do meio acadêmico considera que os três elementos estão visceralmente ligados, sendo usados quase como sinônimos. Sim, há uma correlação entre as palavras, mas elas querem dizer coisas completamente diferentes. Usá-las sem critério pode ser perigoso por distorcer a realidade e gerar leituras míopes, que podem acabar balizando, erroneamente, as políticas públicas e privadas para o desenvolvimento das PMEs.
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7 erros que as mulheres cometem em seus negócios

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O número de mulheres que se lançam à aventura de empreender tem aumentado nos últimos anos.

No Brasil, elas já se equiparam aos homens: estão à frente de 49,3% dos novos negócios – em 2002, esse índice era de 42%, segundo relatórios do GEM (Global Entrepreneurship Monitor).

No comando de suas empresas, muitas delas passam por dificuldades típicas do gênero feminino, alerta a norte-americana Jane Wesman, dona de uma consultoria e presidente da regional da Associação Nacional de Empresárias em Nova York (EUA).

Em um artigo publicado na Fox Small Business Center, Wesman mostra quais são os sete erros mais comuns a empreendedoras e como evitá-los.

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10 erros que as empresas jovens cometem

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Quando um negócio recém-criado começa finalmente a deslanchar, a ideia de que ele já deu certo é uma conclusão bastante atraente e confortável. Mas é um erro. Apenas mais um dos vários erros que os líderes de negócios nascentes e em ascensão costumam cometer.

Tanto a criação de uma empresa quanto os primeiros momentos rumo ao seu sucesso exigem uma série de cuidados e, mais do que isso, uma tranquila e despretensiosa humildade, o que inclui desde compartilhar as decisões com as pessoas ao seu redor até a simples atitude de admitir um erro.
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Quanto tempo o tempo tem?

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A sensação de aceleração do tempo aumenta ainda mais nessa época de final do ano. Todos querem aproveitar os últimos meses de 2011 para concluir as metas propostas tanto na vida pessoal quanto na profissional até o esperado dia 31 de dezembro. Mas como controlar o seu tempo diante de tantos afazeres?

Em um dia de trabalho, empreendedores são interrompidos a todo o instante por problemas e dúvidas de funcionários e colaboradores, ligações de clientes, e-mails que lotam a caixa de entrada e mensagens nos celulares. Diante de tudo isso, é difícil se concentrar e entregar todos os projetos a tempo.

Para evitar o estresse, é importante separar cerca de 30 minutos para colocar no papel todos os compromissos, com datas e horários de entrega. Isso permite ao empreendedor visualizar em uma planilha os seus deveres no longo prazo. Além disso, é válido acrescentar ao lado de cada tarefa um grau de importância as atividades. Os projetos mais trabalhosos e com chances de maiores resultados merecem destaque e atenção. Para não perder o foco nas atividades, é interessante colocar um tempo máximo para a realização de cada um dos afazeres.

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5 lições da minissérie “Mildred Pierce” para a vida real

A atriz Kate Winslet como a protagonista da minissérie Mildred Pierce

A atriz Kate Winslet, protagonista da minissérie Mildred Pierce

No final de setembro, a atriz inglesa Kate Winslet ganhou o Emmy (premiação de maior prestígio da TV norte-americana) de melhor atriz pela atuação em “Mildred Pierce”.

Na minissérie, exibida pela HBO Brasil em abril, ela encarna uma dona de casa dos anos 1930 que precisa arranjar um ganha-pão para sustentar as duas filhas após se divorciar do marido.

Trabalhando como garçonete, tem uma ideia de negócio e resolve abrir um restaurante. Ela acerta a mão, começa a ganhar muito dinheiro e o estrondoso sucesso a motiva a abrir mais unidades.

Quando tudo parece ir bem, porém, ela comete dois erros fatais que podem por fim a sua trajetória como empresária. Confira cinco lições que a minissérie traz para os empreendedores da vida real. Para quem ainda não viu a série, o texto abaixo contém “spoilers”.

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Capital celebridade

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Rumores no mundo das startups dizem que Justin Bieber está prestes a iniciar uma nova fase em sua carreira: a de investidor-anjo. Por mais bizarro que pareça, essa história começou a ficar mais próxima da realidade desde junho, durante o Tech Crunch Disrupt, quando Scooter Braun, empresário de Bieber, comentou sobre o interesse do ídolo teen no mercado de tecnologia. A atuação de celebridades nesse cenário não é novidade. Além de Bieber, Lady Gaga também está nessa, com investimentos na Zynga e na Turntable.fm. Ashton Kutcher, por sua vez, tem apostado em empresas promissoras do Vale do Silício, como o Flipboard e o Fashism, por meio do fundo A Grade Investments. No Brasil, a participação do Luciano Huck no Peixe Urbano se tornou um case bastante conhecido.

GettyimagesOportunidade de negócios? Retorno de mídia? Identificação pessoal com a empresa? Os motivos que levam artistas a participarem da cena de startups podem ser os mais diversos. Mas, de qualquer forma, tem sido bastante interessante observar como, além do capital investido, o poder de broadcasting pessoal dessas celebridades tem ajudado a consolidar novos modelos de negócios. Basta observar a explosão de usuários do Flipboard após a divulgação de Kutcher nas redes sociais. Seguindo essa linha de raciocínio, imagina só o que algumas twittadas de Bieber poderiam fazer por uma startup em termos de divulgação e credibilidade entre a sua base de fãs?

Os benefícios são óbvios. E a atitude de acreditar em novas empresas deve ser reconhecida. Mas, ao que parece, quando falamos desse tipo de capital celebridade, o que temos visto, na maioria dos casos, são investimentos em modelos de negócios hypados de internet. Além da questão dos modelos de receita complicados típicos do mercado digital (assunto para um outro post), não seria ainda mais interessante ver esses caras emprestarem a sua fama e dólares em áreas de inovação menos badaladas, mas potencialmente mais significativas e lucrativas (isso é um julgamento de valores pessoal, admito), como a biotecnologia e sustentabilidade industrial, por exemplo?

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