Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


4 passos para manter as finanças da empresa sob controle

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Uma das maiores preocupações de uma empresa iniciante é, claro, com o dinheiro.

Afinal, o empreendedor investiu nela as economias e quer que os recursos sejam bem usados para que o negócio prospere.

No começo, nem todo mundo tem familiaridade com finanças. Muitas vezes surgem imprevistos, os gastos saem do controle e o empresário tem de buscar financiamentos  de emergência no banco – e pagar juros muito altos por eles.

Mas algumas iniciativas muito simples podem evitar que a bagunça nas finanças ameace a empresa, segundo Fernanda Bromfman, sócia-consultora da ba}Stockler, consultoria especializada em varejo.

Ela conversou com o Papo de Empreendedor e deu quatro dicas para organizar e planejar os gastos sem ficar no vermelho.

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Quatro erros financeiros comuns em startups

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Dar o pontapé inicial para começar um negócio não é tarefa fácil. Mas não é impossível. Nos primeiros anos de uma empresa, o empreendedor precisa captar e fidelizar clientes, ganhar espaço no mercado e superar dificuldades de gestão. Tudo isso pode ser feito de maneira distinta e de acordo com as estratégias de cada empresário, mas o que todos precisam é saber como administrar o dinheiro investido para fazer com que os projetos deem certo e o melhor: lucro. Para que você tenha sucesso nessa empreitada, a Entrepreneur preparou uma lista com quatro dicas sobre os erros financeiros mais comuns cometidos por startups.
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Como estimar os gastos iniciais da sua startup?

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O relato é comum a muitos empreendedores: um cálculo inicial mostra quanto será necessário para começar um negócio. O dinheiro vem de economias, familiares e amigos. O empreendimento começa e, meses depois, o caixa já está no vermelho. Um motivo muito provável: a projeção da necessidade de capital de giro e de investimento inicial estava errada.
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Quando crescer é doloroso para a empresa

Depois de anos de luta, o negócio se expandiu. O produto se consolidou no mercado, e a empresa se tornou referência no setor. Finalmente acabou o sofrimento! Errado.

Administrar uma empresa em crescimento pode ser uma tarefa tão dolorosa quanto criar uma. Talvez não haja mais o pânico de ver o negócio falir por falta de receita, mas uma série de outras preocupações ocupa a cabeça dos empreendedores. São aflições de outra natureza, geralmente ligadas às mudanças que a organização precisa sofrer para se adequar ao seu novo tamanho. Muitas vezes é preciso cortar na carne, mudar práticas antigas e dispensar pessoas que deram a alma para construir o negócio, mas que agora não são mais adequadas para os cargos que ocupam.
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Como manter um fluxo de caixa saudável

Sua empresa está sem dinheiro para pagar contas e fazer investimentos? O valor das despesas é maior do que o montante que o negócio está faturando? Para que a sua empresa não acabe em uma dessas situações, é fundamental cultivar um bom fluxo de caixa. Brad Sugars, “coach” de negócios e colunista do site da Entrepreneur, levantou algumas maneiras de manter no azul a diferença entre a receita da empresa e as suas despesas. Confira.
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Cinco dicas para sua empresa ganhar mais dinheiro

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Os motivos para se iniciar um negócio variam bastante hoje em dia. Alguns querem ajudar o planeta ou as pessoas, outros querem divulgar seu trabalho ou seus produtos e outros ainda entram no universo do empreendedorismo porque querem, pura e simplesmente, ganhar dinheiro. De um jeito ou de outro, é a receita final que mostra se o seu negócio está ou não crescendo e denota a força de sua empresa. E é por causa disso que muitos empresários, em não poucas das vezes os iniciantes, preocupam-se quando percebem que está entrando menos dinheiro do que imaginavam ou pior: o dinheiro não está nem vindo.
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Boa nova no Simples

Finalmente uma boa notícia para as empresas que acertam as contas com o fisco pelo Simples. A partir de 1º de janeiro, será possível calcular o valor do imposto a pagar com base no regime de caixa. Trocando em miúdos: o  recolhimento poderá ser feito só depois que o cliente fizer o pagamento e não na ocasião da emissão da nota fiscal, como ocorre hoje. Com a trégua da receita, muita gente ganhará fôlego para pagar a conta com recursos próprios, às vezes meses depois da entrega da nota. Boa chance de se livrar dos estratosféricos juros dos financiamentos para capital de giro. Em tempo: quem quiser, pode continuar adotando a forma atual, o regime de competência. A escolha será feita junto com o primeiro pagamento de 2009 e não poderá ser mofidicada no decorrer do ano. Quer saber mais sobre a mudança? Clique aqui para ler as informações da Receita Federal.
Carin Homonnay Petti

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