Papo de Empreendedor

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O jeito carioca de administrar os funcionários

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Recém-lançado, o livro Jeito Carioca na Gestão de Pessoas, escrito pelo consultor Luiz Moura, com mais de 40 anos de experiência na área de recursos humanos, pretende mostrar como é a forma do carioca de administrar os funcionários em uma empresa. Segundo o autor, a publicação não pretende ser bairrista e nem dizer que o jeito carioca é melhor do que o de paulistanos, potiguares, mineiros ou gaúchos. É apenas diferente. (mais…)

Associação de RH defende afastamento das grávidas por conta da gripe

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Alguns órgãos públicos decidiram afastar as servidoras que estão grávidas por conta do risco de contrair a gripe H1N1 (suína). Entre as “afastadas” estão mulheres que atendem clientes e que cuidam de crianças. A medida foi tomada porque as grávidas são mais vulneráveis à gripe. Carlos Pessoa, vice-presidente de Relações Trabalhistas e Sindicais da ABRH-Nacional, defende que as empresas privadas façam o mesmo. “Como alguns órgãos públicos estão afastando estas pessoas, é sensato, prudente e até humano que as empresas privadas façam o mesmo, pois as mulheres grávidas estão trabalhando sob forte pressão emocional, especialmente aquelas que atendem o público, cuidam de pessoas ou crianças, trabalham em bilheterias ou balcões de companhias aéreas, entre muitas outras atividades.” Pessoa afirma que, embora uma empresa não possa ser responsabilizada caso uma empregada grávida se contagie, uma vez que se trata de pandemia, há aspectos sociais que as empresas precisam considerar. Nismenia Cardoso, vice-presidente de Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social da ABRH-Nacional, lembra ainda que a situação de risco para as grávidas não está apenas no trabalho, mas também no transporte, pois muitas são obrigadas a pegar ônibus, trens e metrô, o que potencializa o risco de contaminação. Nismenia acredita que, no campo da responsabilidade social, é importante que as empresas percebam que as melhores soluções são aquelas onde todos ganham.

Você tomou alguma providência na sua empresa em relação à gripe H1N1? O que acha da sugestão da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH)?

Projeto de lei quer proibir demissão em empresas com incentivos fiscais

Um projeto de lei em discussão na Câmara dos Deputados quer proibir as empresas que receberam incentivos fiscais do governo federal de demitir seus funcionários sem justa causa. A proposta ainda obriga as empresas a aplicar pelo menos 5% do valor dos incentivos recebidos do governo na qualificação dos trabalhadores. Segundo o projeto, a empresa que desrespeitar estas normas estará sujeita à revisão dos contratos com o poder público. No entendimento do deputado Ratinho Junior (PSC-PR), autor do projeto, isso é o mínimo que se pode exigir das empresas que recorrem ao governo para crescer. Para justificar seu projeto, Ratinho Junior relembra o caso da Embraer, que demitiu mais de 4 mil trabalhadores neste ano. “Entre 1997 e 2008, a empresa foi beneficiada com R$ 19,7 bilhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), destinados ao financiamento da exportação de aviões. Na prática, a Embraer foi agraciada com um valor total de financiamentos dezenas de vezes superior ao seu valor de venda. A companhia não sobreviveria sem o incentivo do Estado”, disse o deputado à Agência Câmara.

British Airways pede que seus funcionários trabalhem de graça

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A companhia aérea inglesa British Airways mandou um e-mail para 30.000 funcionários pedindo a eles que abram mão de uma semana - ou até um mês - de salário para ajudar a empresa neste momento de crise econômica. O presidente da companhia, Willie Walsh, foi o primeiro a aderir. Em julho, deixará de receber seus habituais R$ 195 mil mensais. No mês passado, a British Airways anunciou que os funcionários que desejassem poderiam ficar um período de licença não remunerada para aliviar a folha de pagamentos da empresa. Mil pessoas aderiram à ideia. A empresa está lutando para sobreviver, segundo Walsh. Você teria coragem de pedir algo semelhante a seus funcionários ou pensaria em outro tipo de medida?

Mangabeira quer obrigar empresas a repartir lucro com funcionários

O ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Mangabeira Unger, defendeu, na semana passada, mudanças na legislação trabalhista, segundo informou a Agência Brasil. Mangabeira afirma não querer destruir a CLT, mas renová-la. De acordo com o ministro, das três mudanças sugeridas, a primeira a ser posta em prática deve ser a divisão do lucro das empresas com os trabalhadores, que está prevista na Constituição, mas depende de lei complementar. Outra mudança seria a desoneração da folha de salários. O ministro disse que esse deve ser o último ponto discutido, pois depende de reformas mais profundas, como a tributária e a previdenciária. O terceiro ponto fala da criação de novas regras para funcionários terceirizados. O que você acha dessas ideias? Dê a sua opinião.

Motivação que não custa nada

Para conseguir se destacar em períodos de crise, uma equipe de funcionários motivada é fundamental. Cindy Ventrice, autora do livro Make Their Day! Employee Recognition that Works (Faça o dia deles! Reconhecimento de funcionários que funciona, sem tradução no Brasil) conversou com o site da MSNBC e deu algumas dicas de como motivar um time sem gastar muito.

“Um prêmio pode ser um sinal de reconhecimento, mas os funcionários também valorizam muito uma oportunidade, por exemplo”, explica Cindy.

Segundo ela, confiar o atendimento de um cliente importante ao funcionário ou colocá-lo em contato com um processo estratégico da empresa são formas de estimular e dar motivação que não custam nada. Em 2007, Cindy realizou uma pesquisa com funcionários de diversas empresas e constatou que 57% das mais importantes formas de reconhecimento citadas por eles eram de graça e 80% custavam menos de US$ 20.

“Já foi identificado também que os funcionários valorizam mais o reconhecimento individual do que como parte de um grupo”, diz. A autora afirma que em uma pequena empresa é fundamental saber o nome de todos os funcionários, quais as funções e as aspirações deles. “Não tem como reconhecer e estimular o funcionário sem uma relação de respeito”, explica.

E você, o que faz para motivar seus funcionários?

Buscar o funcionário na internet pode causar surpresas

A consciência de que uma pessoa pode ser lida por qualquer outra no mundo inteiro quando posta em um blog ou no Twitter poderia deixá-la mais cautelosa em relação ao que escreve. Ou não.

Muitos funcionários se esquecem desse princípio básico da internet e soltam comentários sobre seus chefes como se estivessem na frente do espelho. Descobrir se um funcionário está fingindo alguma simpatia ou comportamento pode ajudar a definir seu futuro na empresa.

A exemplo, houve um caso de um funcionário que teve uma emergência familiar, saiu do trabalho mais cedo e depois colocou no Facebook fotos dele numa festa de Halloween no mesmo horário.

Não precisa caçar seu funcionário, mas uma ligeira busca pela internet pode revelar muito sobre uma pessoa. Principalmente quando tantas redes de relacionamento e ferramentas publicadoras estão por aí.

Veja alguns exemplos do Twitter de desabafos que podem deixar alguém no olho da rua, ou dificultar bastante conseguir uma vaga em outro lugar.

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Veja mais casos aqui e aqui.

Empresas asiáticas contratam funcionários pelo tipo sanguíneo

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Alguém coloca o grupo sanguíneo no currículo? Saiba que no Japão e na Coréia do Sul ser O ou AB faz diferença na hora de empregar um funcionário. Dizem que pessoas do grupo sanguíneo A são mais metódicas, organizadas, formais e responsáveis e por isso seriam mais indicadas para cargos de alta direção. Já pessoas do grupo O são mais sociáveis, enérgicas, com instinto de sobrevivência e líderes naturais, o que as capacita para um cargo de chefe de vendas, por exemplo. Não há base científica para isso, mas algumas culturas orientais costumam acreditar que o tipo de sangue determina a personalidade de uma pessoa, daí a importância do sangue para escolher um empregado. Prova da crença é que quatro dos dez livros mais vendidos no Japão em 2008 abordam o tema do laço entre o tipo sanguíneo e a personalidade, segundo a Tohan Co., uma distribuidora editorial do país. Uma série com quatro livros, cada um para um tipo sanguíneo (A, AB, B e O), vendeu mais de cinco milhões de exemplares. A questão, no entanto, levanta polêmica. Há quem diga que escolher um funcionário levando em conta seu tipo sanguíneo é uma forma de discriminação, segundo o jornal El Economista. O que você acha?

Site dedo-duro

Um site americano – www.glassdoor.com – reúne opiniões anônimas de funcionários e ex-funcionários sobre as empresas pelas quais já passaram. O objetivo dos criadores da página é aumentar o conhecimento das pessoas sobre as companhias, para que elas possam escolher o melhor emprego. O serviço é gratuito e direcionado aos americanos, por isso as únicas opiniões são sobre empresas dos Estados Unidos. Além dos comentários sobre cargos e companhias, o site traz também o valor dos salários de algumas funções em determinadas empresas. Difícil saber se a idéia vai se estender até o Brasil e chegará ao universo dos pequenos negócios – até porque há quem conteste a legalidade desse tipo de serviço -, mas vale ficar atento. Não são só os consumidores que saem opinando sobre produtos e serviços na internet. Chegou a vez dos funcionários também colocarem a boca no trombone. Se você não quer atuais e antigos colaboradores falando mal do seu negócio por aí, melhor tratá-los com dignidade. Para se ter idéia, a Microsoft já tem 153 avaliações, a Apple, 75, e o Google, 42.

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