Papo de Empreendedor

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74% dos usuários do Twitter têm menos de 10 seguidores

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O microblog Twitter cresce rapidamente. É fato. Mas será que todos os usuários ali são interessantes para a sua empresa? Um estudo da Barracuda Networks, empresa de e-mail e segurança na web, mostrou que apenas 21% dos usuários do Twitter são “usuários reais”. Por essa definição, o seguidor precisa ter pelo menos 10 seguidores, seguir pelo menos 10 pessoas e ter twitado pelo menos dez vezes. Os outros 79% falham em algum desses itens. (mais…)

As pequenas empresas querem estar presentes no mundo digital

Na sexta-feira passada fui almoçar com a colunista do site Sandra Turchi, superintendente de marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e coordenadora do curso Estratégias de Marketing Digital da ESPM, e ela estava me falando de como os pequenos empresários estão ávidos por informações sobre o mundo digital. Por sua percepção, os donos dessas empresas já perceberam que precisam estar presentes na internet, com sites, comércio eletrônico e atuantes nas redes sociais, mas ainda não sabem muito bem como fazer isso. É papel da Pequenas Empresas ajudá-los nessa árdua tarefa e algumas reportagens publicadas na revista e no site podem jogar uma luz nesse caminho. Se esse é o seu caso, dê uma olhada nas reportagens abaixo. E se você já está alguns passos além, compartilhe suas experiências. Quais as ações que a sua empresa faz na internet?

As vantagens do uso de redes sociais nas empresas

Comércio eletrônico nas pequenas e médias empresas: o que fazer para não quebrar?

Por que as empresas estão preocupadas com as redes sociais?

Como ganhar dinheiro com a revolução digital

Infográfico animado: Como entrar no mundo dos negócios 2.0

Três dicas para atrair clientes pelo Twitter

twitterO Twitter virou febre na internet e existem empresas que estão ganhando dinheiro com o microblog, que aceita mensagens de texto de até 140 caracteres. Dono da empresa de webdesign BKM, sediada nos Estados Unidos, Brian K. McDaniel, contou em seu blog que, desde que começou a usar o Twitter, em abril de 2009, conseguiu 15 novos clientes – uma média de dois por mês -, 20 novos projetos de vários tamanhos, um aumento substancial no número de propostas de trabalho e incrementou os rendimentos em cinco dígitos. Tudo, diz ele, graças ao microblog. Confira as dicas de McDaniel para atrair clientes pelo Twitter. (mais…)

Aumente a experiência sensorial na rede

Voltei ontem de uma coletiva realizada pela consultoria especializada em varejo GS & MD Gouvêa de Souza com uma pulga atrás da orelha. Durante a apresentação do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, descobri que 66% dos internautas não compram pela internet porque gostam de tocar e sentir o produto antes de fechar negócio. Tudo bem, isso não é novidade. Mas não dá para deixar de pensar no que esse número quer dizer: apesar de todo o crescimento e desenvolvimento do e-commerce, as empresas ainda estão longe de oferecer uma experiência sensorial convincente na rede. E, por causa disso, milhares de consumidores deixam de passar seus cartões de créditos nas lojas virtuais.

Claro que existem exceções, como o site da Patisserie Nachtischkultur, uma confeitaria alemã que conseguiu despertar meus sentidos durante minhas andanças pela internet. Sobre um fundo branco, mais de 200 pequenos doces enfileirados se apresentam ao visitante, lembrando uma daquelas vitrines de confeitaria que enchem os olhos e convidam quem está na calçada a entrar. Basta escolher uma das sobremesas, clicar e esperar que se destaque do grupo e fique sozinha na tela, em tamanho real. Entre lá e experimente.

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E você,  o que está fazendo para que o site da sua empresa conquiste os clientes?

Clientela virtual

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O consumidor está menos fiel aos canais tradicionais de venda. Cada vez mais, os compradores de todo o mundo utilizam os meios digitais – internet, celular e TV interativa – para conhecer produtos e serviços e comparar qualidade e preço antes da compra. Essas novas características do consumidor afetam diretamente o varejista, que precisa se adaptar aos canais digitais de venda e relacionamento para atender as exigências da clientela do futuro.

Confira as principais conclusões do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, conduzido em 11 países e apresentado hoje pela consultoria especializada em varejo GS & MD – Gouvêa de Souza:

- 73% dos internautas já utilizam a web para fazer comparação de preços. Isso gera um efeito econômico, reduzindo a rentabilidade das empresas

- O marketing tradicional já começa a perder espaço para as novas mídias, obrigando as marcas a rever suas estratégias de comunicação

- 53% dos consumidores brasileiros já ficam incomodados se suas lojas preferidas não venderem também pela internet. Se o seu público-alvo tem mais de 25 anos e renda mensal entre R$ 6.600 a R$ 9.800, você precisa ter ainda mais pressa para entrar no comércio eletrônico

- 42% dos brasileiros gostariam de receber promoções e propagandas pelo celular, especialmente a clientela entre 25 e 44 anos, das classes C e D

E então, o seu negócio está preparado para conquistar o novo consumidor?

Transforme seu livro independente em um grande negócio

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Quem gosta de escrever – e tem algo escrito – sempre acaba esbarrando em um problema essencial na realização do sonho de ser um escritor: ser publicado. Ser iniciante pode prejudicar a aceitação por uma grande editora – a recente crise econômica também desestimula a contratação de novos talentos  - e custear uma impressão independente pode ser dispendioso.

Para salvar os escritores diletantes de uma morte na frustração, surge o site Clube dos Autores, uma parceria I-Group, empresa especializada em planejamento estratégico digital, e o A2C, empresa de tecnologia e design digital. O utilitário online proporciona que qualquer pessoa disponibilize suas criações literárias para compra em demanda: exemplares só são impressos de acordo com o número de pedidos.
No próprio site o autor pode fazer sua capa e determinar quanto quer ganhar de direitos autorais sobre cada cópia.

Mas ter uma obra disponível não significa que ela será comprada. “O erro do escritor é achar que é só escrever o livro e esperar a fama”, afirma Ricardo Almeida, um dos criadores do site e diretor da I-Group.

O próprio Clube oferece dicas de como tornar seu livro um bestseller – ou quase isso. E não pense, empreendedor, que só os amantes da literatura têm espaço nele. Muitos dos livros mais vendidos são técnicos – como administração e economia. Então, se você tem boas teorias, histórias de vida, do seu negócio, é um bom momento para testar seu lado escritor sem prejuízo.

Abaixo, nós listamos algumas dicas para tornar seu livro um bom negócio – depois de escrito, claro.

1) Crie uma audiência: Sendo um livro independente, dificilmente você conseguirá um espaço nobre nas vitrines das livrarias. Com a internet, fica mais fácil divulgar seu título. Crie um blog e inicie uma rede de contatos. Utilize redes sociais – como Orkut e Facebook – para tornar seu livro conhecido. E cative sua audiência: responda a comentários e e-mails. Evite ser chato e insistente demais.

2) Seja criticado: É bom que pessoas tenham lido seu livro e falem a respeito na internet ou em outros veículos. Obviamente é melhor se essas críticas forem positivas, mas ainda assim alguma resenha “mais ou menos” ajuda a criar um burburinho a respeito do livro. Convença amigos blogueiros conhecidos a fazer críticas sobre sua obra e dar entrevistas também ajuda.

3) Divulgação indireta:
Use o seu livro como parte de sua assinatura no e-mail. Presenteie ou sorteie exemplares para sua audiência.

4) Faça um lançamento oficial:
Mesmo que você não queira gastar dinheiro, fazer um lançamento oficial de sua obra pode dar uma guinada nas vendas iniciais. Almeida disponibiliza uma apresentação no site do Clube de como encontrar o formato ideal do seu evento.

Todas essas dicas estão organizadas no próprio site do Clube dos Autores. Mas mesmo que você se torne o livro de cabeceira de muitos brasileiros, lembre-se que é necessário um esforço constante para manter seu nome e obra conhecidos.

E-mail marketing ético – e não spam

O último post que escrevi fala sobre e-mail marketing. Nele, surgiram alguns comentários lembrando da importante diferença entre esta prática e o spam.

Os spams são aqueles e-mails que recebemos com propagandas de produtos duvidosos, que querem vender algo a todo custo e são enviados aleatoriamente (geralmente para listas de e-mails compradas, como lembrou o internauta Ramon E. Ritter em um dos comentários).

Já o e-mail marketing tem intenção de estreitar o relacionamento com o cliente. Ele é uma ferramenta ótima para os negócios, mas o spam, além de ser muito incômodo, é perigoso – pois pode trazer vírus para seu computador.

Para que não haja risco do e-mail marketing ser confundido com spam e também para evitar que ele se torne um peso na vida – e na caixa de entrada - dos clientes, começou a vigorar este ano uma autorregulamentação para prática de e-mail marketing (Karin Keller, obrigada pela dica deixada nos comentários).

O documento foi elaborado por meio de parceria entre agências reguladoras de marketing, associações de comércio, de defesa do consumidor, e centros de combate aos crimes da internet. A regra mais importante – e que define o que é um e-mail marketing – é a que diz que ele será enviado apenas para destinatários que escolheram receber as mensagens. Para conhecer a regulamentação completa, clique aqui e acesse o documento no site da ABEMD – (Associação Brasileira de Marketing Direto).

Como aumentar sua lista de e-mail marketing

A internet, como já sabemos, é um canal super eficiente para divulgar seus negócios. Mas se o cliente não vem até o seu site, como você pode chegar até o seu cliente?  Uma lista de e-mail marketing bem recheada é uma opção.

Com ela, você pode mandar mensagens dirigidas para seus consumidores e incentivá-los a ir correndo para a sua loja comprar um produto novo. Mas como as pessoas recebem muitas mensagens que vão direto para a lixeira, você tem que convencê-las a assinar sua lista de e-mails.

O site Small Biz Bee listou algumas dicas que podem ajudá-lo a atrair mais assinantes para o seu e-mail marketing.

1-Torne visível

Dentro do seu site, o cliente tem que encontrar um botão logo na primeira página para se cadastrar na sua lista. Em sua loja, deixe fichas para o cliente se inscrever. Elas devem estar bem visíveis no caixa e  seus funcionários devem oferecer o cadastro aos consumidores.

2-Demonstre relevância

Dê um bom motivo para seu cliente querer receber seu e-mail marketing. Explique um pouco do que ele vai receber e quais são as vantagens. Em seu site, você pode disponibilizar uma lista. Ex:”Dez razões para você assinar nosso mailing”.

3-Dê incentivos

Que tal oferecer brindes e promover promoções exclusivas para assinantes do e-mail marketing? Além de incentivar a assinatura, estas medidas podem  lhe  ajudar diretamente no aumento das vendas.

4-Seja criativo

Encontre maneiras diferentes de promover o e-mail marketing no site. Você pode fazer um vídeo, por exemplo, explicando um pouco  sobre a sua empresa e o que os clientes vão receber assinando sua lista.

5-Deixe uma política de privacidade explícita

Você tem que fazer com que  o seu cliente se sinta seguro ao  colocar  o e-mail  na lista da sua empresa . Ele tem que ter certeza de que o endereço eletrônico dele não vai sair da sua loja.
Você usa e-mail marketing ou mala direta no seu negócio? Como estes recursos lhe  ajudam?

Não faça igual! Veja os piores sites em flash do mundo

Escrevi para a edição de julho da revista a matéria “50 dicas para montar (ou turbinar) o seu site”. Depois de ouvir muitos especialistas, fiquei pensando sobre os sites desenvolvidos em flash — software para animações na internet. Ninguém recomendou com entusiasmo a utilização desse recurso. Segundo os consultores, o ideal é analisar o perfil da empresa e só então decidir se vale a pena contar com desenhos animados na página.

O assunto rendeu a dica 17 da reportagem:

“Você viu o site daquela multinacional cheio de recursos de animação e quer fazer igual? Cuidado, pode ser perigoso. Esse expediente é indicado para sites totalmente institucionais (e, mesmo assim, com cautela). “É preciso ter uma dosagem para não ridicularizar e infantilizar a imagem da empresa”, diz Darcy Barbará Filho, da WT11. Sites desenvolvidos em Flash podem ser uma ótima alternativa para quem trabalha com produtos de apelo visual, segundo Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus. No entanto, se a sua ideia é ter um site para vendas ou com poucos recursos, o flash deve ser evitado. “Pode ficar pesado em alguns computadores”, alerta.”

Para ilustrar alguns casos que deram errado, a empresa especializada em marketing na internet 10e20 postou em seu blog  uma lista com alguns dos piores sites desenvolvidos em flash no mundo.

Dê uma olhada e não tente fazer igual. Vale a pena conferir:

1 - Alguém consegue acompanhar as letras alongadas e o pisca-pisca desse site?
http://www.fastlanestudios.net/

2 – Tive a impressão que não ia terminar nunca. Quase teve um roteiro para acompanhar. Alguém entendeu o que são os raios que sobem do chão ao céu? Seriam espíritos?

http://www.evangelcathedral.net/

3 – Esse foi descrito no Digg como “o site com a introdução mais intensa da internet”. Seja lá o que quiseram dizer com isso, achei bizarro. Mais estranho ainda quando descobrimos que se trata de uma página do congresso internacional de igrejas!

http://www.iccm-1.org/

4 –Começar a introdução do seu site lá no espaço sideral quando se quer chegar aos Alpes é um pouco exagerado, não?

http://www.alpsbankers.com/

5 – Essa é quase um teste de resistência. Se o consumidor passar da introdução é porque ele quer comprar. Muito.

http://www.draughonbrothers.com/

Apesar dos exemplos que afugentam os consumidores, não pense que introduções em Flash são sempre ruins. Se forem curtas, diretas, bem feitas e tiverem de acordo com a identidade da sua empresa, podem ser eficientes. Mas, como escrevi na matéria, é preciso tomar cuidado.

E você, o que achou desses exemplos?

Já usou ou pensa em usar flash no seu site?

Para tirar melhor proveito do Twitter

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O Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de negócios. Com ele, é possível saber o que seus consumidores pensam, o que seus concorrentes estão preparando e quais são as tendências para o seu setor. Tudo isso fica mais fácil de ser feito se você “seguir” as pessoas e empresas corretas.

Para os novos usuários do Twitter, encontrar as páginas certas para se seguir pode ser algo intimidante. Ainda mais se observamos os números de uma notícia publicada hoje pela versão online da Fast Company, que reportou que 69% dos 2 mil norte-americanos que responderam a pesquisa da LinkedIn Research Network/Harris Poll simplesmente não conheciam o Twitter o suficiente para ter uma opinião formada sobre a mais atual febre da internet.

E foi o blog da própria Fast Company que trouxe uma boa novidade para ajudar os novos “twitteiros”. Um empreendedor de 18 anos, Brian Wong, criou uma ferramenta que pode te ajudar a encontrar e escolher as páginas certas para se seguir no Twitter.

A ferramenta se chama FollowFormation e tem um slogan bem sugestivo: “make following make sense” (faça o ato de seguir ter sentido, em português). Funciona assim:

Quem precisar de ajuda para encontrar os Twitters certos a serem seguidos, entra no site http://www.followformation.com/ e cadastra o endereço de seu Twitter e seus interesses. Para quem quer usar o Twitter para os negócios, por exemplo, pode registrar como interesse o perfil de sua empresa e dos consumidores que quer atingir.

Após cadastrar estas informações, a ferramenta traz uma lista com páginas do Twitter que combinem com o que você pediu.

Só nos primeiros dias, o site ajudou 25 mil páginas a serem seguidas. Agora, o plano do empreendedor para lucrar com sua ferramenta é estrear anúncios na página de resultados sugeridos.