Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


Como vencer seu concorrente sem reduzir os preços

Shutterstock

Seja qual for a sua área de atuação, a melhor maneira de se destacar no mercado é concorrer em valor, e não em preço: quem defende a teoria é Sandra Wear, fundadora das empresas The DocSpace Company e Atalum Wireless e colunista da Inc. Para derrotar seus competidores sem precisar mexer nos preços, é necessário seguir três regras básicas. (more…)

Todas as peças de Jobs

steve2vale-copy

A ideia é tão simples quanto brilhante: compor um retrato de Steve Jobs usando apenas as peças de um computador da Apple. O autor da homenagem original é Genis Carreras, artista plástico espanhol de 23 anos radicado em Londres.  “Quando ouvi a notícia de sua morte, achei que faria sentido fazer um tributo a Steve Jobs usando sua própria obra”, disse Carreras, em entrevista ao site Co. Design. O retrato foi feito em parceria com Ben Redford, seu colega no estúdio Mint Digital. “Usamos um MacBook Pro, que já havia sido desmontado para outro projeto”, conta o artista. (more…)

O marketing do dia a dia: formas divertidas de interagir com o consumidor

livingsocial-taxi

Não houve época melhor para desenvolver uma marca de forma interativa e na vida real. Nada de anúncios, mídias sociais, propagandas na TV. Coloque sua empresa na rua e chame a atenção de seu consumidor potencial, faça as pessoas falarem de sua marca.

Reuni aqui algumas estratégias de empresas que escolheram a “vida real” para interagir com as pessoas. Uma forma de elas conhecerem suas marcas de forma inventiva e divertida – sem falar que, depois, essas mesmas ações rendem vídeos que podem se tornar virais com sua propagação.

Confiram:

(more…)

Uma pergunta pode prever o futuro da sua empresa

Os seus clientes recomendariam o produto ou serviço do seu negócio para amigos e conhecidos? A resposta a essa pergunta é essencial para que você, empreendedor, possa avaliar a qualidade da empresa e a fidelidade dos consumidores. Para monitorar os níveis de satisfação, muitos empresários investem na realização de pesquisas. Mas, para um pequeno e médio empreendedor, essa técnica pode demorar a alcançar o resultado e ter um alto custo.

Em entrevista à revista americana Inc, Fred Reichheld, autor do livro “The Ultimate Question” (“A Pergunta Definitiva”) e pesquisador sobre o tema lealdade nos negócios, disse acreditar que existe uma maneira melhor do que as tradicionais pesquisas para quantificar a capacidade de a empresa servir os seus clientes. Isso porque o pesquisador desenvolveu a metodologia denominada “Net Promoter Score”, que se baseia em fazer apenas uma pergunta ao consumidor para descobrir se os clientes são ou não fiéis à marca. De acordo com ele, somente os que responderem as notas 9 ou 10 à pergunta “Em uma escala de 0 a 10, qual a probabilidade de você indicar a empresa a um amigo ou colega?” estarão propensos a recomendar os serviços da empresa a terceiros e a comprar novos produtos do negócio. Esses, por tanto, serão os consumidores fiéis e, com certeza, divulgarão a marca da empresa.

Como usar a metodologia “Net Promoter Score”?

Para conseguir medir o desempenho dos seus negócios por meio da técnica desenvolvida por Fred Reichheld é preciso selecionar um número de clientes que farão parte da pesquisa. Todos aqueles que responderem com notas 9 ou 10 à pergunta formulada pelo pesquisador serão considerados os “clientes promotores” do negócio. Já os que derem as notas 7 ou 8 serão denominados “clientes passivos”. Esses serão os consumidores que estarão satisfeitos, mas que não deverão recomendar a empresa para outras pessoas. Os “clientes detratores” serão aqueles mais irritados e que não estarão satisfeitos com o serviço oferecido. Eles deverão dar notas de 0 a 6.
Para calcular o Net Promoter Score da empresa é preciso subtrair a porcentagem de “clientes detratores” pela porcentagem dos “clientes promotores”. Por exemplo, se 45% dos consumidores são “promotores”, 20% são “passivos” e 35% são “detratores”, o Net Promoter Score será 10% (45-35 = 10).

Para ter uma empresa saudável, capaz de crescer no mercado por meio de clientes fiéis ao negócio, é importante que a porcentagem encontrada seja cada vez mais elevada. E você, empreendedor, como avalia a fidelidade dos seus consumidores?

Conceitue a sua marca

Ao substantivo masculino “conceito”, o dicionário Michaelis, por exemplo, atribui doze significados diferentes. Um deles classifica a palavra como “a síntese de um símbolo”. Apoiado nesta ideia é que Batista Gigliotti, executivo responsável pela implantação do Burger King no Brasil e em países da América Latina, acredita que o “conceito” merece atenção especial por parte daqueles que estão trabalhando para colocar uma nova marca no mercado. (more…)

Levi’s inova e tira nome da marca do logo em loja de Nova York

Foto: Mundo do Marketing

Foto: Mundo do Marketing

A marca já está consolidada no mercado há anos, é verdade, mas será que não é ousadia demais tirar o nome da empresa do logotipo que sinaliza a loja de rua? Pois foi isso que a Levi’s fez em sua loja conceito em Nova York. Segundo o Mundo do Marketing, que registrou o fato, a unidade foi inaugurada em novembro do ano passado e é uma das únicas (existem apenas duas nos Estados Unidos) que permitem ao cliente personalizar o jeans que vai comprar. Dá para escolher desde a cor da calça até o botão que será usado. O charme da loja se complementa com uma aula de história. Um vendedor, muito bem treinado certamente, explica como o jeans era feito 100 anos atrás. Conhece alguma pequena ou média empresa que tenha realmente inovado no ponto-de-venda? Conte o caso aqui.

A competitividade pode estar em todos os lugares

Numa conversa sobre cursos de jornalismo com um colega do meu antigo trabalho, ele explicou, de maneira bastante incisiva, que a sua faculdade era muita boa, com professores gabaritados e médias altas exigidas dos alunos. O que faltava era mesmo a tradição e o reconhecimento do grande público, em parte não existente porque a instituição é muito nova. Ainda segundo ele, tradição se conquista e seriam eles, alunos, que deveriam levar a qualidade do curso para o mercado e ajudar a criar um nome forte.

(more…)

Como aumentar sua lista de e-mail marketing

A internet, como já sabemos, é um canal super eficiente para divulgar seus negócios. Mas se o cliente não vem até o seu site, como você pode chegar até o seu cliente?  Uma lista de e-mail marketing bem recheada é uma opção.

Com ela, você pode mandar mensagens dirigidas para seus consumidores e incentivá-los a ir correndo para a sua loja comprar um produto novo. Mas como as pessoas recebem muitas mensagens que vão direto para a lixeira, você tem que convencê-las a assinar sua lista de e-mails.

O site Small Biz Bee listou algumas dicas que podem ajudá-lo a atrair mais assinantes para o seu e-mail marketing.

1-Torne visível

Dentro do seu site, o cliente tem que encontrar um botão logo na primeira página para se cadastrar na sua lista. Em sua loja, deixe fichas para o cliente se inscrever. Elas devem estar bem visíveis no caixa e  seus funcionários devem oferecer o cadastro aos consumidores.

2-Demonstre relevância

Dê um bom motivo para seu cliente querer receber seu e-mail marketing. Explique um pouco do que ele vai receber e quais são as vantagens. Em seu site, você pode disponibilizar uma lista. Ex:”Dez razões para você assinar nosso mailing”.

3-Dê incentivos

Que tal oferecer brindes e promover promoções exclusivas para assinantes do e-mail marketing? Além de incentivar a assinatura, estas medidas podem  lhe  ajudar diretamente no aumento das vendas.

4-Seja criativo

Encontre maneiras diferentes de promover o e-mail marketing no site. Você pode fazer um vídeo, por exemplo, explicando um pouco  sobre a sua empresa e o que os clientes vão receber assinando sua lista.

5-Deixe uma política de privacidade explícita

Você tem que fazer com que  o seu cliente se sinta seguro ao  colocar  o e-mail  na lista da sua empresa . Ele tem que ter certeza de que o endereço eletrônico dele não vai sair da sua loja.
Você usa e-mail marketing ou mala direta no seu negócio? Como estes recursos lhe  ajudam?

Você lançaria um produto pior e mais barato?

tide

Que a crise financeira pegou os Estados Unidos de jeito não é novidade para ninguém. Mas a reação das empresas surpreende cada vez mais. A Procter & Gamble (P&G), por exemplo, lançou naquele país uma versão “piorada” do detergente para lavar roupas Tide, que foi designada como “Basic”. Segundo a própria empresa, o produto perdeu um pouco a capacidade de limpeza do original, mas custa 20% menos. O Wall Street Journal afirma que esse é um dos sinais mais eloquentes de como o enfraquecimento da economia está pressionando as fabricantes de produtos de consumo.

O Tide é o sabão em pó mais vendido dos EUA, mas vem perdendo espaço. Fechou junho com 44% do mercado, queda de 1 ponto percentual em relação a um ano antes. A versão líquida teve uma queda ainda maior, fechando o mês com 41,4% de participação, 3,25 pontos abaixo do mesmo mês do ano anterior. A decisão de lançar uma versão “piorada” do Tide não foi assimilada facilmente pela empresa, segundo a reportagem do jornal americano. O produto representa US$ 3 bilhões da receita anual da P&G e os executivos temiam que a versão menos eficiente e mais barata canibalizasse o Tide normal. O departamento de marketing da P&G temia manchar a marca, mas foram convencidos pelos novos hábitos dos americanos. Segundo relatório do Information Resources, 52% dos consumidores dos EUA planejam comprar produtos de marcas próprias, que normalmente são mais baratas, no próximo ano.

O novo Tide está a venda, por enquanto, em 200 supermercados dos EUA. A P&G vai observar o desempenho das vendas e avaliar a estratégia antes de decidir o futuro do Tide Basic.

Veja a nova versão:

tide_basic

Aqui no Brasil, muito se falou nos últimos anos do aumento do poder de consumo da classe C. As empresas lançaram produtos focados nessa parcela da população — que segundo estimativas engloba 80 milhões de brasileiros — e sempre ressaltaram os preços mais acessíveis. Mas, que eu saiba, nenhuma ousou lançar um produto mais barato e pior que o original como fez a Procter & Gamble.

E você, o que achou da estratégia da companhia americana? Teria coragem de sacrificar a qualidade do seu produto para vender por menos?

O segredo de um bom nome

Chegar ao nome da empresa é certamente uma das principais preocupações de empreendedores que desejam tornar suas marcas conhecidas. Segundo Jay Jurisich, diretor criativo da Igor, uma agência dos EUA que ajuda empresários a escolher o nome e o logotipo do negócio, um bom nome fala por si só e pode ter muito a dizer sobre a marca e seus valores. Por outro lado, se a escolha for errada, é preciso investir em publicidade para que o produto caia no gosto dos consumidores. No guia Igor Naming, Jurisich mostra, em quatro tópicos, porque alguns nomes são tão poderosos e outros tão desestimulantes. Confira:

Funcionais e descritivos como, por exemplo, Limpol, são aqueles que descrevem o que é o produto ou a marca. Ao escolher um nome funcional deve-se tomar cuidado para não perder a criatividade.

Nomes inventados, como Google, são interessantes por serem únicos. Evite nomes com raízes gregas e em latim. Além de soar mais formal, você vai precisar de uma boa verba extra para dizer a que veio.

Nomes evocativos (Apple, Yahoo) são tidos pelos especialistas em marketing como os mais bem-sucedidos por serem fáceis de memorizar. Na maioria das vezes, evocam o posicionamento da empresa.

Os experienciais (Explorer, MinuteMaid) conectam o consumidor a uma experiência real e assim cria-se de imediato a identidade com a marca. Tendem a ser “batidos”,  o que dificulta o registro.

Na hora da escolha, acredito que o principal é  usar o bom senso. Fuja de gírias e nomes engraçados. Também é bom evitar aqueles com pronúncia e grafia difíceis. E você, caro leitor, o que acha importante levar em conta antes de decidir o nome da empresa? Dê a sua opinião!

PUBLICIDADE