Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


Descontos via celular

Uma coisa que os americanos amam, ainda mais em tempos de vacas magras, são os cupons de desconto. Mais da metade das cartas recebidas pelo correio e pelo menos 20% do peso dos jornais diários são de empresas enviando seus cupons.  Existem até programas de televisão que dão dicas de como economizar mais usando essa poderosa arma. Observando esse hábito, a Shopkick, uma startup do Vale do Silício, lançou um aplicativo para smartphones que recompensa seus usuários com cupons de desconto. Mas, para preservar a privacidade das pessoas, o aplicativo não usa o GPS dos aparelhos. Basta o cliente entrar em um shopping ou uma loja e abrir o aplicativo para receber sinais de autofalantes, instalados nessas áreas, com os cupons disponíveis do dia, bônus ou preview de produtos. (mais…)

A música que toca na sua loja pode interferir diretamente nas vendas

Outro dia estava em um restaurante e notei que algo estava me irritando no ambiente (e contribuindo para que eu ficasse agitada, impaciente e comesse rápido demais): a música. Na contramão desse acontecimento, em outro momento,  em uma loja de roupas femininas, me surpreendi com uma cliente elogiando a música ambiente e perguntando à vendedora se, por acaso, a loja teria outras indicações de trilhas sonoras.

A música ambiente de um estabelecimento comercial é um fator que deve ser levado em consideração e merece uma atenção especial do empresário, pois contribui diretamente para o tempo de permanência do cliente no local, bem como para o seu estado de espírito, o que pode levá-lo a consumir mais, ou menos.

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Unir-se a outra empresa pode dar certo

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Recentemente, o Cine Belas Artes, na Rua da Consolação, em São Paulo, perdeu o patrocínio do banco HSBC e por conta disso corre o risco de fechar. Com uma programação que inclui filmes produzidos fora do grande eixo comercial, o lugar é badalado e querido entre aqueles que gostam de um cinema mais alternativo. Mesmo com um público fiel, o proprietário não consegue arcar com todas as despesas dependo exclusivamente da bilheteria.

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Quando a propaganda não convence

Em busca de uma escola de idiomas que alie qualidade e um curso mais rápido, que não demore muitos anos, fui alertada por um professor a tomar cuidado com a propaganda desses centros de ensino. Principalmente em relação à rapidez com que, dizem, o aluno adquire fluência.

Pipocam por aí instituições que prometem em comerciais e anúncios publicitários cursos dinâmicos, fáceis e rápidos. Porém, na hora em que você vai até o local conferir, algumas escolas mostram que, na verdade, “a tal rapidez” pode durar seis anos ou sustentam o discurso da facilidade e o aluno só percebe a falta de qualidade do ensino quando já perdeu tempo e dinheiro.
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Dicas para usar o YouTube. Cinco anos depois

O YouTube, site de compartilhamento de vídeos mais acessado do mundo, fez aniversário semana passada. O primeiro upload foi feito em 23 de abril de 2005 e pode ser visto neste link. Nesses cinco anos de história, o site foi comprado pelo Google, se tornou uma potente ferramenta de marketing e ganhou um código de conduta dos usuários. Em homenagem a data comemorativa,  o site  Mashable — um dos mais influentes do mundo — fez uma lista com algumas dicas fundamentais para pequenas e médias empresas que querem se destacar no Youtube. (mais…)

A importância do design

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Atualmente, um fator que oferece grande diferenciação ao consumidor quando ele busca algum produto é o seu design. Isso diz respeito não só ao próprio desenho de produtos mas também à identidade visual de uma empresa. No Brasil, ao menos em cidades interioranas ou onde a lógica de mercado não esteja tão arraigada, a importância desta faceta de uma empresa é, muitas vezes, vista como inócua e apenas complementar. (mais…)

Conheça a primeira campanha promocional do mundo

coca_ok1Ninguém questiona nos dias de hoje a importância de diversificar o destino da verba de marketing de uma empresa. Mas há 83 anos, uma companhia saiu na frente: a Coca-Cola. Enquanto a  maioria das empresas investiam em divulgação em rádios, revistas e jornais, a fabricante de refrigerantes americana surpreendeu os consumidores nos Estados Unidos com uma promoção inusitada.
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Aumente a experiência sensorial na rede

Voltei ontem de uma coletiva realizada pela consultoria especializada em varejo GS & MD Gouvêa de Souza com uma pulga atrás da orelha. Durante a apresentação do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, descobri que 66% dos internautas não compram pela internet porque gostam de tocar e sentir o produto antes de fechar negócio. Tudo bem, isso não é novidade. Mas não dá para deixar de pensar no que esse número quer dizer: apesar de todo o crescimento e desenvolvimento do e-commerce, as empresas ainda estão longe de oferecer uma experiência sensorial convincente na rede. E, por causa disso, milhares de consumidores deixam de passar seus cartões de créditos nas lojas virtuais.

Claro que existem exceções, como o site da Patisserie Nachtischkultur, uma confeitaria alemã que conseguiu despertar meus sentidos durante minhas andanças pela internet. Sobre um fundo branco, mais de 200 pequenos doces enfileirados se apresentam ao visitante, lembrando uma daquelas vitrines de confeitaria que enchem os olhos e convidam quem está na calçada a entrar. Basta escolher uma das sobremesas, clicar e esperar que se destaque do grupo e fique sozinha na tela, em tamanho real. Entre lá e experimente.

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E você,  o que está fazendo para que o site da sua empresa conquiste os clientes?

Aprenda a dar descontos sem prejudicar sua marca

Nada mais atraente para o consumidor do que uma loja com um grande aviso de promoção logo na vitrine. Os descontos podem ser um bom chamariz para novos clientes. Ainda mais em uma época de recessão, quando boa parte das pessoas aprenderam a tomar cuidado com seus hábitos de consumo.

Por outro lado, dar descontos desenfreados pode ter um efeito bem negativo no seu negócio. Além de correr o risco de desvalorizar sua marca, tem o perigo de que suas margens de lucro caiam muito.

Como não dá para abrir mão do artifício do desconto, a versão eletrônica da BusinessWeek traz algumas dicas para baixar os preços sem prejudicar os negócios.

Confira:

1. Descontos Limitados

Não dê descontos muito frequentes nem os mantenha por muito tempo. Eles podem ser viciantes!!! Segundo a BusinessWeek, um exemplo disto é o que acontece com redes varejistas. Algumas delas, principalmente no setor de vestuário, realizam tantas promoções e queimas de estoque que acostumam o consumidor a só comprar nestas épocas.

2. Descontos Críveis

Nada de reduções de outro mundo no preço dos seus produtos!!! O consumidor tem que encarar as promoções como uma oportunidade muito boa de uma loja que se importa com ele, e não como um sinal de desespero para acabar com um estoque! Produtos com um desconto muito grande podem perder a credibilidade junto ao cliente.

3. Descontos Criativos

Uma boa ideia pode ser aplicar descontos para produtos específicos dentro da sua loja. A BusinessWeek citou como exemplo uma loja de videogames que, durante o auge da crise, disponibilizou a venda de jogos usados, que já teriam naturalmente um preço mais baixo.
E no seu negócio? Você costuma promover descontos com frequência? E estas promoções ajudam ou atrapalham as vendas?

Não faça igual! Veja os piores sites em flash do mundo

Escrevi para a edição de julho da revista a matéria “50 dicas para montar (ou turbinar) o seu site”. Depois de ouvir muitos especialistas, fiquei pensando sobre os sites desenvolvidos em flash — software para animações na internet. Ninguém recomendou com entusiasmo a utilização desse recurso. Segundo os consultores, o ideal é analisar o perfil da empresa e só então decidir se vale a pena contar com desenhos animados na página.

O assunto rendeu a dica 17 da reportagem:

“Você viu o site daquela multinacional cheio de recursos de animação e quer fazer igual? Cuidado, pode ser perigoso. Esse expediente é indicado para sites totalmente institucionais (e, mesmo assim, com cautela). “É preciso ter uma dosagem para não ridicularizar e infantilizar a imagem da empresa”, diz Darcy Barbará Filho, da WT11. Sites desenvolvidos em Flash podem ser uma ótima alternativa para quem trabalha com produtos de apelo visual, segundo Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus. No entanto, se a sua ideia é ter um site para vendas ou com poucos recursos, o flash deve ser evitado. “Pode ficar pesado em alguns computadores”, alerta.”

Para ilustrar alguns casos que deram errado, a empresa especializada em marketing na internet 10e20 postou em seu blog  uma lista com alguns dos piores sites desenvolvidos em flash no mundo.

Dê uma olhada e não tente fazer igual. Vale a pena conferir:

1 - Alguém consegue acompanhar as letras alongadas e o pisca-pisca desse site?
http://www.fastlanestudios.net/

2 – Tive a impressão que não ia terminar nunca. Quase teve um roteiro para acompanhar. Alguém entendeu o que são os raios que sobem do chão ao céu? Seriam espíritos?

http://www.evangelcathedral.net/

3 – Esse foi descrito no Digg como “o site com a introdução mais intensa da internet”. Seja lá o que quiseram dizer com isso, achei bizarro. Mais estranho ainda quando descobrimos que se trata de uma página do congresso internacional de igrejas!

http://www.iccm-1.org/

4 –Começar a introdução do seu site lá no espaço sideral quando se quer chegar aos Alpes é um pouco exagerado, não?

http://www.alpsbankers.com/

5 – Essa é quase um teste de resistência. Se o consumidor passar da introdução é porque ele quer comprar. Muito.

http://www.draughonbrothers.com/

Apesar dos exemplos que afugentam os consumidores, não pense que introduções em Flash são sempre ruins. Se forem curtas, diretas, bem feitas e tiverem de acordo com a identidade da sua empresa, podem ser eficientes. Mas, como escrevi na matéria, é preciso tomar cuidado.

E você, o que achou desses exemplos?

Já usou ou pensa em usar flash no seu site?

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