Funcionário precisa ter orgulho da empresa ou do dono dela?
Acredito que podemos dividir os funcionários em dois grandes grupos quando se trata de cativá-los e motivá-los.
O primeiro, a base da pirâmide empresarial composta pelos funcionários com menos estudo, acredita que trabalha para uma empresa, uma entidade corporativa, uma imagem criada em torno de um logotipo. Para cativar esse pessoal, o importante é investir numa comunicação interna que mostre o que a empresa faz, seja em relação a produtos, marketing, responsabilidade social ou ambiental e por aí vai. Essa turma precisa sentir orgulho de trabalhar na empresa X, na Y ou na Z.
Mas essa receita não funciona tão bem quando se trata da média gerência para cima – gente que não trabalha exatamente para uma organização e sim para uma pessoa, um líder maior, seja ele o dono ou o presidente. Para ter esse grupo trabalhando duro, você precisa arregimentá-los em torno de seu nome, de seus sonhos, de sua visão de futuro. Eles precisam acreditar no comandante que os conduz. Precisam admirar o chefe, seja pela sua eloqüência, pelas suas idéias, pela energia, inteligência, carisma, coragem, determinação, por razões humanas, enfim. Para esse grupo, não adianta muito expor os feitos da empresa. Com eles, é o dono que precisa se expor e deixar-se conhecer.
Concorda?














