Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


Sua bateria empreendedora anda fraca?

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Nós sabemos que, para muitas pessoas, empreender é uma paixão. Algo que traz inúmeras recompensas e faz com que um empreendedor não descanse até alcançar seus sonhos. Ainda assim, empreender também cansa e um dia cobra os custos de um trabalho tão árduo. Em algum momento, portanto, você precisa dar um intervalo para recuperar suas baterias – seja com intervalos no dia a dia agitado de trabalho ou até mesmo aquelas tão adiadas férias.

Para reconhecer esses momentos de sua jornada, a Entrepreneur fez uma lista com sete sinais de que está na hora de você relaxar um pouco antes de continuar.

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O fim do funcionário-engrenagem

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Em tempos de economia superaquecida, nos quais se pensa até em apagão, quando se fala de mão-de-obra especializada, o RH se tornou uma área estratégica para os empreendimentos. Um plano de negócio hoje, por exemplo, tem de olhar não apenas o público consumidor, mas também o mercado de trabalho (a concorrência por profissionais-chaves é muito alta? Os salários estão valorizados? Consigo criar um modelo de negócios atraente aos melhores talentos?).
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Como ganhar dinheiro satirizando a desgraça alheia?

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O americano Lawrence Kersten é um empreendedor esperto. Enquanto o mercado de autoajuda estava saturado de concorrentes, ele inaugurou o nicho da “desmotivação”. Ex-professor universitário e doutor em comunicação organizacional, Kersten fundou a Despair Inc com o propósito de desmistificar os discursos motivacionais vindos das empresas. E faturar com isso. Com frases do tipo “o segredo do sucesso é saber quem culpar pelas falhas”, ele fatura quase US$ 10 milhões vendendo artigos como pôsteres, canecas e cartões com dizeres “desmotivacionais”. (more…)

O que vem antes: as pessoas ou o lucro?

A conferência das 500 empresas que crescem mais rapidamente da revista americana Inc. teve em sua programação uma discussão muito atual. O tema escolhido foi “o que vem antes: pessoas ou lucro?” Em um lado da mesa, estava Paul Spiegelman, autor do livro “Why Is Everyone Smiling” (“Por que todos estão sorrindo”, sem tradução para o português), empresário conhecido por promover negócios com altas taxas de retenção de funcionários e espírito de camaradagem no ambiente de trabalho. Do outro lado, o consultor George Cloutier, especializado em recuperação de empresas e defensor do lucro como primeiro e único objetivo.
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Brasil empreende mais

A crise econômica mundial, sentida com mais intensidade no Brasil em 2009, quando o Produto Interno Bruto caiu 0,2%, não diminuiu a vontade de o brasileiro empreender. Na verdade, ela cresceu de forma qualitativa, uma vez que os negócios gerados por oportunidade (quando a pessoa toma a decisão) superaram os por necessidade (quando é a sua única saída). É uma boa notícia, ainda mais quando se descobre que nos Estados Unidos a crise produziu efeitos contrários no empreendedorismo.

Os dados da pesquisa Global Monitor Entrepreneurship (GEM), divulgados nesta terça-feira (6 de abril), mostram que houve um inédito descolamento entre a evolução do PIB brasileiro e a taxa de empreendedorismo em estágio inicial. De 2002 até 2008, as duas curvas seguiam paralelas. Em 2009, não. No ano passado, o PIB caiu, mas o número de empreendedores cresceu.

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A sabedoria do desapego

Vários autores, como Jack Welch  ou Ricardo Semler, já comentaram sobre a importância de ter coragem de revolucionar, de virar a própria mesa, de despir-se das verdades até então assumidas para poder sair de uma crise ou de um problema. Na essência, esses textos tratam de conseguir enxergar o cenário, jogar o velho armamento fora, desafiar-se a esquecer as antigas práticas e começar do zero. 

Desapego é libertar-se de uma rota antiga, porque as condições mudaram, porque novo caminho foi criado, melhor ou mais rápido. Porque novas tecnologias mudaram o modo de locomoção. Quando todas as condições mudaram, continuar seguindo um velho mapa só pode levar ao fracasso.

Imaginem uma empresa que, por ter um parque instalado de máquinas de escrever, tivesse se mantido firme na decisão de não aderir aos computadores, simplesmente porque o investimento já havia sido feito e a empresa cresceu e prosperou com esse modo de processamento?  Essa pergunta nos dias de hoje obviamente é ridícula, mas quantas empresas não perderam a trajetória da história por decisões tomadas sem o desapego necessário?

Parece óbvio quando observamos condições alheias ao nosso envolvimento, entretanto, desapegar-se dos acertos anteriores e começar tudo novamente é muito mais difícil do que parece. Quanto maior o acerto vivido, maior a dificuldade de mudar.

Quantas vezes não vimos ou mesmo vivemos disputas ferozes que nos conduziram a falsas vitórias, porque jogamos o jogo errado. Esquecemos o objetivo - atender as necessidades do cliente ou dos funcionários ou dos acionistas – e iniciamos, mesmo que inconscientemente, uma batalha pelo apego às ideias que realmente um dia foram valiosas?
 
O que nos distancia da verdade, não são as mentiras, mas as nossas convicções.
 
Quantas vezes acreditamos ser mais fácil fazer ajustes e adaptações aos processos atuais, reclamar da falta de entendimento do outro, dar respostas simples e rápidas aos grandes problemas ao invés de identificar realmente o quadro todo e perseguir objetivos reais, significativos e vitais? Quantas vezes fomos cruéis em criticar o novo ou o diferente e corremos na defesa de paradigmas conhecidos ao invés de parar para verificar a viabilidade de um novo ângulo de visão?

Cuidado! O sucesso passado costuma ser o maior inimigo do sucesso futuro.

Há um texto sobre a Sabedoria do Desapego, onde Krishna comenta que tanto é bom agir como é bom abster-se, porque aquele que nada deseja e nada recusa, inatingido pelos opostos, não é afetado nem por esperança nem por medo e assim chega à meta. Sábio é aquele que pela força da verdade renuncia a si mesmo, fica a serviço de todos e realiza todas as ações sem ser escravizado por nenhuma delas.

Somente somos capazes de grandes feitos quando, iluminados pela determinação, superamos nosso ego e conseguimos distinguir o momento de sacrificar conceitos do momento em que vale manter o modelo anterior porque ainda é mesmo melhor. 

Não é a espécie mais forte que sobrevive, nem a mais inteligente, mas aquela que melhor corresponde às mudanças. (Charles Darwin)

Sandra Boteguim  é Diretora Gerente Sênior da área de Produtos Pessoa Jurídica do Banco Itaú,  área que também é responsável pelos especialistas e consultores dedicados ao Projeto Extreme Makeover Tecnológico e Financeiro 4.

Mitos e dicas sobre motivação

Há algumas semanas escrevi aqui no blog sobre como motivar seus funcionários sem gastar muito. O tema gerou uma discussão legal, e acho que vale a pena voltar ao assunto. O americano David G. Javitch, Ph.D. em gestão empresarial e colunista da Entrepreneur, apontou cinco mitos em relação à motivação e dez maneiras rápidas de motivar os funcionários de uma empresa.

Segundo Javitch, os mitos são:
- Dinheiro motiva: apesar de deixar o funcionário empolgado com a função e a empresa, pesquisas indicam que aumento salarial ou bônus caem no esquecimento dos agraciados em seis meses.

- Manter os funcionários felizes é importante: para agradar os funcionários durante os intervalos e almoços, algumas empresas oferecem videogames, outras autorizam chamadas telefônicas de longa distância. Segundo Javitch, isso é ineficiente. A satisfação dos funcionários durante os intervalos não significa que eles terão melhor rendimento durante o expediente.

- É melhor ignorar os conflitos: muitos empresários estão tão preocupados em ser legais com os funcionários que acabam fugindo de suas responsabilidades. Não repreender um empregado com comportamento instável não leva a nada.

- Algumas pessoas são desmotivadas por natureza: todo mundo pode ser motivado, mas por razões diferentes. O desafio de um bom líder é descobrir o que motiva um funcionário displicente (isso se valer a pena manter a pessoa na empresa, claro)

- Funcionários inteligentes não precisam ser motivados: todo empresário quer pessoas inteligentes na equipe. Eles são mais rápidos para aprender, se adaptam facilmente e produzem mais. Infelizmente, inteligência e auto-motivação não andam lado a lado, segundo Javitch. Um funcionário inteligente também precisa se sentir motivado.

O especialista cita ainda dez rápidas maneiras de motivar a equipe:
1 - Elogie o funcionário com um “bom trabalho”, ou até mesmo por um bom trabalho realizado parcialmente;
2 - Se um funcionário está desestimulado, envolva-o em discussões sobre maneiras de criar uma atmosfera mais satisfatória, incluindo promoções;
3 - Deixe claro quais são suas expectativas;
4 - Tenha certeza que a função do funcionário envolve uma variedade de atividades;
5 – Deixe claro que a função dele impacta no resultado de um processo;
6 - Tenha certeza que o funcionário sente que a função é significante;
7 - Dê um feedback. Aponte aspectos positivos e negativos do funcionário durante o processo;
8 - Dê autonomia ao funcionário (baseado em experiências prévias, claro);
9 - Amplie as responsabilidade de um funcionário durante a execução de uma tarefa;
10 - Disponibilize a oportunidade de crescer.

E você, o que achou das dicas de Javicth?

Motivação que não custa nada

Para conseguir se destacar em períodos de crise, uma equipe de funcionários motivada é fundamental. Cindy Ventrice, autora do livro Make Their Day! Employee Recognition that Works (Faça o dia deles! Reconhecimento de funcionários que funciona, sem tradução no Brasil) conversou com o site da MSNBC e deu algumas dicas de como motivar um time sem gastar muito.

“Um prêmio pode ser um sinal de reconhecimento, mas os funcionários também valorizam muito uma oportunidade, por exemplo”, explica Cindy.

Segundo ela, confiar o atendimento de um cliente importante ao funcionário ou colocá-lo em contato com um processo estratégico da empresa são formas de estimular e dar motivação que não custam nada. Em 2007, Cindy realizou uma pesquisa com funcionários de diversas empresas e constatou que 57% das mais importantes formas de reconhecimento citadas por eles eram de graça e 80% custavam menos de US$ 20.

“Já foi identificado também que os funcionários valorizam mais o reconhecimento individual do que como parte de um grupo”, diz. A autora afirma que em uma pequena empresa é fundamental saber o nome de todos os funcionários, quais as funções e as aspirações deles. “Não tem como reconhecer e estimular o funcionário sem uma relação de respeito”, explica.

E você, o que faz para motivar seus funcionários?

4 dicas para o empreendedor motivar a si próprio

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Em tempos de crise econômica e de noticiários repletos de previsões terríveis sobre o futuro, é bom cuidar da motivação pessoal. Não se deixe contaminar pelo pessimismo, pois ele derruba o moral das equipes e diminui a produtividade na empresa. Eis algumas dicas do que fazer:

1- Encontre uma nova missão
Não há nada mais motivador do que correr atrás de faturamento para garantir a sobrevivência. Quando ele está estável e a sensação de segurança toma conta é hora de procurar um novo desafio. Pode ser a abertura de uma nova loja, a procura por mais eficiência, o lançamento de um novo produto. Ou uma missão pessoal, como aprender alemão ou fazer um trabalho social. Crie um novo porto e comece a remar para alcançá-lo!

2 – Pense positivo
Nosso subconsciente é uma ferramenta poderosa para o sucesso ou o fracasso. Se você disser que não consegue aprender inglês porque é difícil, aí é que não vai aprender mesmo, pois criou uma barreira mental. Alimente seu cérebro com afirmativas e pensamentos positivos.

3 – Mude a linguagem
Mais do que pensar de forma positiva, adote uma linguagem positiva. Em vez de dizer “problema”, diga “oportunidade”. Em vez de “fracasso”, diga “aprendizado”. Em vez de “não há nada a fazer”, diga “quais são as alternativas”.  Em vez de “eu tenho que”, diga “eu escolho”.  Essas frases não são tolas, elas devolvem a você a o controle das ações e as rédeas da sua vida.

4 – Leitura alto astral
Combata o baixo-astral do noticiário com leituras enriquecedoras. Leia biografias de gente que trilhou um caminho difícil, até mais difícil do que o seu, e chegou lá. Empresários de sucesso sempre enfrentam problemas. A diferença é que eles têm força para se levantar após um tombo, não importa quantos deles aconteçam.

Funcionário precisa ter orgulho da empresa ou do dono dela?

Acredito que podemos dividir os funcionários em dois grandes grupos quando se trata de cativá-los e motivá-los.

O primeiro, a base da pirâmide empresarial composta pelos funcionários com menos estudo, acredita que trabalha para uma empresa, uma entidade corporativa, uma imagem criada em torno de um logotipo. Para cativar esse pessoal, o importante é investir numa comunicação interna que mostre o que a empresa faz, seja em relação a produtos, marketing, responsabilidade social ou ambiental e por aí vai. Essa turma precisa sentir orgulho de trabalhar na empresa X, na Y ou na Z.

Mas essa receita não funciona tão bem quando se trata da média gerência para cima – gente que não trabalha exatamente para uma organização e sim para uma pessoa, um líder maior, seja ele o dono ou o presidente. Para ter esse grupo trabalhando duro, você precisa arregimentá-los em torno de seu nome, de seus sonhos, de sua visão de futuro. Eles precisam acreditar no comandante que os conduz. Precisam admirar o chefe, seja pela sua eloqüência, pelas suas idéias, pela energia, inteligência, carisma, coragem, determinação, por razões humanas, enfim. Para esse grupo, não adianta muito expor os feitos da empresa. Com eles, é o dono que precisa se expor e deixar-se conhecer.

Concorda?

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