Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


Planos para o futuro devem ser mantidos em segredo?

cofreQuando pretendem abrir uma empresa, ou dar qualquer outro passo importante no campo profissional, é comum as pessoas manterem os planos em segredo, sem compartilhá-los sequer com os mais próximos. O consultor José Dornelas, no livro “Seja Dono do Próprio Nariz” (Ed. Saraiva, 2009), argumenta que isso se justifica apenas quando o plano envolve alguma inovação substancial, como um produto novo, que pode ser alvo de um concorrente.

“Na maioria dos casos, porém, não há por que o exagero em manter segredos”, escreve. “É muito importante o empreendedor trocar ideias com as pessoas mais próximas, nas quais ele confia, para que tenha uma validação do que está pensando em criar.” Além disso, a prudência manda que, antes de pôr uma empresa para funcionar, o empreendedor se baseie em pesquisas de mercado e testes de consumo, coisas que são impossíveis de fazer sem revelar o projeto.

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Três tarefas cruciais para poupar tempo e dinheiro em 2012

lista

Com dezembro, chega a hora de traçar um esboço do que queremos ser em 2012. Para os empresários, há uma lista a mais: a que reúne as ideias e as estratégias para a empresa crescer e atingir seus objetivos.

Tantas boas intenções costumam resultar em folhas e folhas de planejamento, mas o excesso de direções pode fazer o empreendedor se perder pelo caminho.

Por isso, Rhonda Abrams, colunista da área de pequenas empresas do jornal norte-americano USA Today e CEO da empresa The Planning Shop, resume a história e dá seu palpite para reduzir a lista a três atitudes. Se elas forem definidas neste mês, vão ajudar a empresa a poupar para crescer em 2012.

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Os sete erros das finanças

shutterstock

De cada dez e-mails que chegam para a seção Divã do Empreendedor, nove são de empresários que estão passando por problemas financeiros e não sabem como resolver. Saldo no vermelho, dívidas com bancos, impostos atrasados, falta de capital de giro, dificuldade em conseguir dinheiro para expandir a empresa: são muitas as dúvidas que assaltam os empreendedores afogados em números. Analisando as cartas, fica fácil perceber que muitos deles chegaram nesse ponto por causa de erros comuns, que poderiam ser evitados com algumas noções básicas de gestão e um pouco de bom senso. (more…)

5 razões para abrir um negócio

Começar um negócio próprio e ser um empreendedor é o sonho de muitos profissionais, mas assumir os desafios e os riscos dessa decisão é algo delicado e que deve ser analisado com prudência e atenção. Abrir e gerir uma empresa exige uma série de habilidades e conhecimentos. É preciso saber os conceitos de administração, o futuro do mercado em que se pretende investir, o público que deseja atingir e estratégias de marketing, entre outros. (more…)

Avaliações ajudam o desenvolvimento do negócio

Para um negócio dar certo, o relacionamento entre funcionários e gestores é fundamental. Mas isso não é só. É preciso executar um bom trabalho e que cada um entenda as suas responsabilidades dentro da operação. Para auxiliar nesse processo, existem ferramentas de avaliação de desempenho. (more…)

As histórias que os números ofuscam

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Creio que todos os meus colegas de redação sentem-se realizados quando encontram histórias inusitadas por trás dos negócios. Uma das pessoas que têm uma história inspiradora, por exemplo, é Fred Deluca, criador da Subway, maior rede de fast food do mundo. Deluca começou o negócio para conseguir financiar a faculdade de medicina – mas a ideia deu tão certo que ele até desistiu da área de saúde.

Outro caso que me chamou a atenção foi o do empresário norte-americano Robert Croak, 47 anos, que colocou no mercado as pulseirinhas de silicone com formatos variados (animais, números, letras) chamadas Silly Bandz. Um produto simples, barato e até bobo, como o próprio nome diz: em tradução livre, “tirinhas bobas”. Para quem não o conhece, o acessório virou sensação nos braços de crianças e adolescentes de todo o mundo – e também de algumas celebridades, como da atriz Sarah Jessica Parker. A história do empreendedor foi matéria da revista Entrepreneur, que traça uma curiosa trajetória de sucesso. (more…)

Idéias infantis e brinquinhos de nariz

Já vi bijuteria feita de tudo: osso de animal, dente de gente,  jornal, garrafa pet, pena de pássaro, pneu velho, anel de latinha, côco, tecido, retalho de couro, porcelana, pedaço de Barbie…pedaço de Barbie? Sim, acreditem, uma designer de jóias mutilou a famosa boneca e fez brincos da sua boca, colares do seu braço, pulseiras dos seus seios e até mesmo decapitou o Ken para fazer os tais adornos femininos.

A assassina plástica, ops…artista plástica, Margaux Lange, afirma que a Barbie estimulou sua imaginação e criatividade desde a infância, além de lhe dar o gosto por bijuterias. A boneca teve praticamente o mesmo efeito na minha vida: passei a infância vestindo-a de roupas que eu mesma fazia com os retalhos que roubava da minha avó, decorando sua casa que eu tanto esperei ganhar no natal  e cortando seus cabelos até ficarem no toco. Estou a caminho de me tornar jornalista por isso. Não me tornei estilista, costureira, decoradora ou cabeleireira graças ao fiasco com a Helen, como eu chamava minha Barbie preferida, ela sempre estava mal vestida, com a casa horrível e o cabelo estranho.

Prestar atenção nas nossas idéias infantis pode nos render na vida adulta. Margaux chega a cobrar 150 por brincos de mãozinha e eu, com meu “enorme talento” estético, certamente vou me dar melhor escrevendo. Talvez lembrar da sua época de criança seja uma boa ferramenta para empreender.

Empresas usam rede social, tipo Orkut, como ferramenta de RH

Acabo de ler duas reportagens sobre redes sociais, cada uma com um enfoque diferente. A primeira, de Viviane Maia, da revista Pequenas Empresas (edição de novembro/08) mostra que as empresas estão usando as redes como ferramenta de marketing, para se relacionar com clientes, lançar produtos, apaziguar reclamações. Ela juntou dezenas de dicas de especialistas sobre o que fazer e o que não fazer.

A segunda reportagem fala do uso das redes sociais como ferramenta de RH. No texto “Orkut Corporativo”, (pág. 48 da revista B2B de setembro/08), Thiago Borges mostra que empresas como Coca-Cola e Oi têm ferramentas para a criação de blogs e páginas pessoais, tipo Orkut, penduradas em suas intranets. A rede social da Oi, inclusive, chama-se Oikut. Ali os funcionários fazem seu perfil, postam fotos, vídeos e blogam textos. Contam coisas do trabalho e também de suas vidas, hobbies, passeios etc. Mas o que pensar disso? Bobagem? Uma distração que pode minar a produtividade dos funcionários?

Esses pensamentos ocorrem, claro, a qualquer administrador. Mas Thiago apresenta dados estatísticos: segundo ele, um estudo conduzido pela consultoria IDC, feito com 2.400 funcionários de 17 países, mostrou que 16% são jovens hiperativos que usam celular com câmera, telefonia sobre IP e redes sociais. E em cinco anos, eles serão 36% da força de trabalho. Esses jovens não separam a vida pessoal da profissional. Uma rede social interna, teoricamente, poderia ajudá-los na produtividade - não o contrário. Arrisco dizer que talvez ajudasse até a retê-los na empresa, pois é sabido que eles não ficam muito tempo em emprego algum. E aí? Você acha que a moda pega? Será que logo logo muitas empresas terão seus Orkuts internos?

Cuidado com a pizza!

Domingo à noite é dia de pizza em casa, pelo menos, para boa parte dos paulistanos. E eu me incluo nessa lista. Pizzaria é o que não falta nesta cidade. O díficil é conciliar preço, sabor, e entrega com qualidade. Quando digo qualidade não estou levando em conta a sofisticação dos ingredientes ou o atendimento, mas, sim, o estado como a pizza chega à mesa. Isso porque não foram poucas as vezes que a metade calabreza ganhou sabor de quatro queijos, graças ao vôo razante feito pelo motoboy entre a pizzaria e o prédio. Ninguém contesta que o serviço de delivery é uma mão na roda, que facilita a vida, mas que também deixa a desejar, isso deixa.

Estima-se que 2.500 restaurantes da cidade de São Paulo ofereçam o serviço e boa parte coleciona mais reclamações do que elogios. Assim, se você está disposto a agregar o delivery ao seu negócio, preste atenção: não dê mais valor à velocidade da entrega do que à qualidade do serviço. Cuide das embalagens para que a comida chegue quente, saborosa e com o visual esperado; equipe o motoboy com caixas com divisórias que permitam separar o quente do frio, o sólido do líquido, o salgado do doce; e, por fim, treine o entregador para que ele faça o transporte de maneira correta, sem altas emoções pelo caminho. O resultado, com certeza, não irá desapontar.

 

Na batida do martelo

Participar de um leilão é, em geral, um caminho para obter produtos por preços abaixo do valor de mercado — e quem sabe lucrar posteriormente com a aquisição — ou então comprar algo de valor inestimável, caso das obras de arte e de objetos pertencentes a celebridades. O curioso é que essas negociações atraem legiões de compradores até mesmo quando se trata de mercadorias apreendidas e pertencentes a uma “celebridade de má fama”. Basta conferir os resultados dos vários leilões de objetos pertencentes ao megatraficante colombiano Juan Carlos Abadia, condenado a 30 anos de prisão. As batidas de martelo para vender os carros pertencentes a Abadia hoje (09/05) renderam no total R$ 265 mil. Até aí tudo bem. Mas o que dizer do concorridíssimo leilão realizado em abril com seus objetos pessoais e que teve até mesmo uma disputa pelas cuecas (usadas) do traficante?

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