Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


Tecnologia, ideias e motivação

ReproduçãoAtendimento, financeiro, vendas, recursos humanos… No início da empresa, é bastante comum que o empreendedor precise fazer um pouco de tudo. Até aí, tudo bem. Quem abre um negócio geralmente está disposto a “bater o escanteio e correr para cabecear”. Mas, quando o assunto é tecnologia, a maioria das pessoas prefere passar a bola para um programador – a não ser, é claro, que essa seja a habilidade principal do fundador. Será que aprender noções elementares de códigos é tão difícil assim? Ou tudo depende de quanto você precisa desse conhecimento?  (more…)

Por que grandes corporações invejam sua startup

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Quando estão rabiscando o plano de negócios, alguns empreendedores olham com temor para concorrentes de grande porte. Será possível sobreviver à competição com eles? Outros admiram essas gigantes pelo que já conquistaram no mercado.

Mas poucos param para pensar que essas robustas corporações podem estar olhando com inveja para startups e pequenos negócios, afirmam os consultores Karl Stark e Bill Stewart.

Em um artigo publicado no site da revista Inc., eles apontam quatro vantagens competitivas de companhias menores – e que podem ser usadas para turbinar seu crescimento.

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Por favor, aguarde: nossos atendentes estão todos ocupados

(foto: reprodução)

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É sempre a mesma coisa: você liga para a sua operadora de TV a cabo (ou celular, ou cartão de crédito) e fica horas com o telefone grudado na orelha, esperando que alguém de carne e osso se digne a atender. Que tal nunca mais ter que passar por isso? E se, em vez de ficar escutando aquela musiquinha irritante, você pudesse simplemente colocar o número desejado no celular, e daí receber um aviso quando já houvesse um atendente do outro lado da linha, pronto para ouvir sua reclamação? (more…)

Em busca da uma ideia (semi) nova

Para abrir um negócio de sucesso, é preciso ter uma sacada, uma ideia genial, algo capaz de revolucionar o mercado. Só assim você conseguirá atrair a atenção dos investidores, conquistar os consumidores e bater a concorrência. Certo? Errado.
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As mil e uma utilidades do iPad

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Empresários de todo o mundo estão descobrindo que os tablets podem revolucionar a maneira de fazer negócios. Empresas aéreas estão entre as mais entusiastas. Duas delas – a Alaska Airlines e a Executive Jet Management, ambas dos EUA – estão jogando fora manuais de bordo e listas de escalas e os substituindo por práticos iPads.

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A importância de festivais como a Mostra Internacional de Cinema para diretores e produtoras iniciantes

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Aconteceu neste fim de semana, dia 9, a coletiva de imprensa oficial da 34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que ocorrerá entre os dias 22 de outubro e 4 de novembro. O post não é para falar da extensa programação do festival ou sobre o fato de que neste ano ele terá exposições e filmes dos diretores Win Wenders e Akira Kurosawa, que também assinam os cartazes de divulgação do evento (foto). Seriam motivos suficientes para todos vocês, empreendedores cinéfilos, já começarem a se preparar para uma maratona de qualidade. (more…)

Crise: oportunidade para quem quer inovar

Joseph Schumpeter, um dos maiores economistas do século 20 e defensor da prática do empreendedorismo, já definia o empreendedor como alguém que realiza coisas novas e não necessariamente aquele que inventa. Atualmente, uma das definições mais aceitas é a de Robert Hirsch. Segundo ele, empreendedorismo “é o processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo e esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes…”

De forma geral, fica claro o quanto o conceito de inovação para o empreendedorismo é algo crucial. Essa inovação pode ser traduzida em novos produtos ou processos que garantem vantagens competitivas e assim, atraem novos clientes e talentos. No momento atual de crise, inovar torna-se ainda mais decisivo para o sucesso de uma empresa, esteja ela já estabelecida no mercado ou sendo criada neste exato momento.

A verdade é que ao contrário do que muitos pensam, a crise pode se tornar uma grande oportunidade para aqueles que querem criar um negócio inovador. E não faltam exemplos históricos para comprovar essa oportunidade. A Procter & Gamble, gigante multinacional com faturamento de US$ 83 bilhões em 2008 e detentora de algumas das marcas mais famosas do mundo como Pampers, Oral-b e Duracell, foi criada em 1837, ano em que estourou a bolha bancária americana. Outras empresas como HP, Polaroid, GE e Fedex também nasceram em momentos de crise econômica. Todos esses são exemplos de negócios cujos empreendedores souberam aproveitar com inteligência as oportunidades do mercado, criaram uma proposta de valor diferenciada e realmente botaram pra fazer. Para tanto, eles também foram capazes de reunir uma equipe de profissionais muito qualificada, o que pode ser uma tarefa mais fácil em momentos de crise e altas taxas de desemprego.

Portanto, sejam vocês empreendedores ou aspirantes dessa prática, saibam que mais uma vez a prosperidade econômica precisa de pessoas que sonham grande, que inovam e sabem aproveitar bem as oportunidades, mesmo que essas venham com a crise.

Este post foi escrito por Fernanda Antunes, assistente de Busca & Seleção de empreendedores da Endeavor

Maridos e esposas

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Você já ouviu as expressões “marido de aluguel” ou “esposa de aluguel”? Os títulos bem humorados referem-se a profissionais que se propõem a oferecer soluções para diferentes problemas domésticos.
Os “maridos” são homens que resolvem problemas de manutenção doméstica, como encanamentos entupidos, consertos de móveis (na edição de março da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios há uma reportagem sobre um empreendedor que criou a empresa “Pra que marido?“). Não menos nobre, o trabalho das “esposas” consiste em oferecer serviços equivalentes ao de uma
governantas. Elas administram, por exemplo, o abastecimento da dispensa ou a compra de utensílios de cama, mesa e banho. Diante das inúmeras piadinhas e insinuações que ouvem, esses profissionais deixam claro que a lista de serviços oferecidos não inclui TODOS os papéis de um marido ou de uma esposa. Mas isso não chega a incomodá-los. Ao contrário, funciona como uma bela estratégia de marketing para seus negócios.

Lucrando com a crise

Outro dia, assistindo à palestra dos colegas Kátia Simões e Wagner Roque, sobre empreendedorismo na FAAP, fiquei intrigado com a seguinte frase da Kátia: “muitos dos grandes empreendedores começaram seus negócios ou lucraram muito durante uma crise”. Ela até lembrou as palavras de Sam Walton, fundador do Walmart, sobre a crise de 1991: “eu pensei e tenho certeza que eu não vou participar dela”.

Assistindo alguns vídeos engraçados no Youtube encontrei um vídeo da Snuggie (que pode ser visto logo acima), uma empresa que vende manta com mangas. Isso mesmo, uma manta com mangas! Esse vídeo confirmou a teoria que mesmo nos períodos de crise as empresas podem lucrar. A Snuggie está usando a crise como um meio de lucrar, pois seu slogan é “ficar aquecido sem gastar”. A empresa já lucrou US$ 60 milhões e com um pouco de criatividade e senso de oportunismo encontrou seu lugar ao sol. O vídeo que a Snuggie divulga seu produto virou febre no Youtube e usuários fazem suas próprias versões do vídeo.

Crise? Que crise?

Tem gente que enxerga oportunidade em qualquer período. Em meio a turbulência econômica mundial, Gary Cige, 28 anos, criou o site Zilok destinado às pessoas que querem alugar seus itens pessoais para conseguir um dinheirinho extra em caixa. Aí vale tudo: aquela bolsa Prada, a câmara fotográfica ou até mesmo o par de patins que você já acumulou poeira em seu armário.

Um membro do site que reside em Paris alugou suas lentes para câmara fotográfica algumas vezes e ganhou cerca de 800 euros (R$ 2.700) em nove meses. Outro membro conseguiu em torno de 600 euros (R$ 2.000) em quatro meses ao alugar câmara, patins e videogame. Cige diz que o site fica com cerca de 5% dos negócios e ele afirma ter crescido cerca de 25% ao mês. E espera aumentar ainda mais com a tão famosa-e-assustadora crise.

Eu fiquei pensando que os sites de aluguel de equipamentos, bolsas e até automóveis são uma boa alternativa para quem têm dificuldades de fazer com que as contas fechem no fim do mês. E pode ser uma boa opção para os empreendedores. Será que essa moda pega no Brasil?

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