Como prever e evitar conflitos em uma empresa familiar

Ao abrir uma empresa, muitos brasileiros chamam parentes para fazer parte dela. No início, não é raro o empreendedor ter cônjuges e irmãos como sócios, além de outros membros da família ajudando na operação e na gestão.
“Esse cenário é semelhante em todo o mundo: estima-se que dois terços das empresas sejam familiares e que elas criem três de cada quatro postos de trabalho”, afirma o espanhol Manuel Bermejo, diretor da IE Business School, uma das mais respeitadas escolas de negócios do mundo.
Mas, conforme o negócio cresce, aparecem divergências, conflitos e até separações. Nesses momentos, é difícil separar o lado pessoal do profissional e proteger o interesse e o patrimônio da empresa.
A melhor estratégia para evitar esse problema é fazer boas escolhas e acordos desde o princípio, afirma Bermejo. Ele conversou com o Papo de Empreendedor e deu mais conselhos para construir uma sólida empresa familiar.





A edição de fevereiro da Pequenas Empresas & Grandes Negócios chega às bancas na quinta-feira com uma pesquisa inédita sobre os “Negócios dos Sonhos” dos brasileiros. Realizado pelo Instituto Qualibest a pedido da revista, o estudo revela perfis dos empreendimentos mais desejados e as crenças que frequentam as cabeças dos aspirantes a empresários. O levantamento tira o véu do que leva as pessoas a abrir seu próprio negócio. Faço aqui um rápido preview do que o leitor vai encontrar. 












