Papo de Empreendedor

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5 dicas para um transporte mais verde

Independentemente da forma de transporte, o envio de produtos pode contribuir bastante para a poluição do nosso planeta. Abaixo, cinco dicas para amenizar o impacto ambiental de entregas, segundo jornalista John Patrick Pullen, do site www.entrepreneur.com.

1.Prefira pacotes reciclados
Há diversos tipos de certificação que asseguram menor impacto ambiental por parte de caixas e adesivos. Procure descobrir qual a porcentagem de material reciclado na caixa que você usa para o frete.
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Uma pequena fábula sobre como empreendedores percebem oportunidades

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A história do americano Jim Poss pode ser um exemplo de como nascem as boas ideias. Residente de Boston, ele chamou a atenção de estudiosos de uma universidade situada na sua cidade, nada mais nada menos que a prestigiosa Harvard University. Poss é o fundador da BigBelly Solar, uma empresa que faturou US$ 4 milhões produzindo compactadores de lixo movidos a energia solar. A tecnologia bombou – ele já vendeu seu produto a empresas e cidades de 30 estados americanos e 17 países. Agora Poss está colhendo os frutos de sua inovação e figura entre os empreendedores sociais mais proeminentes dos Estados Unidos. Mais que seu sucesso, porém, o que ele gosta de celebrar é a trajetória percorrida entre a concepção da ideia e a transformação em um produto.
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Ser uma empresa sustentável pode ser um diferencial competitivo das pequenas em relação às grandes

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O Greenpeace divulgou em outubro a 16ª edição de seu ranking com as empresas de tecnologia mais comprometidas com a preservação do meio ambiente. O mais assustador do resultado dessa pesquisa – apesar de já ter sido publicada há algum tempo – é ver marcas que endossamos com nossas compras e escolhas em posições tão baixas. (more…)

Erros comuns ao tentar fazer um negócio ecossustentável

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Esses dias li no Twitter a seguinte frase: “Sustentabilidade é a nova paz”. O autor da frase fazia referência à crescente busca pelo substantivo mas que, em não poucas vezes, é uma demanda fadada ao erro. Fiquei com isso na cabeça, afinal, depois dessa frase eu não pude deixar de imaginar as misses ao redor do globo discursando seus desejos de sustentabilidade, entre a enumeração de suas habilidades cujas utilidades são questionáveis ao levá-las ao status de misses.

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Vale a pena ser sustentável

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Há dez anos, adotar práticas voltadas à preservação do meio ambiente era algo impensável para muitos empreendedores. Porém, a escassez de recursos naturais fez com que as empresas passassem a levar a sério questões ligadas à sustentabilidade. Hoje, o tema tem sido debatido em companhias de todos os portes e é possível encontrar soluções inteligentes sem aumentar as despesas e nem diminuir os lucros. Quem ainda insiste em ignorar a questão pode vir a ter problemas, já que a tendência é o surgimento de leis cada vez mais rigorosas. (more…)

Sustentabilidade de ponta a ponta

O Walmart Brasil lançou um desafio a alguns de seus fornecedores: tornar seus produtos sustentáveis de ponta a ponta, desde a fabricação até o momento do descarte. Todos os participantes foram grandes empresas, porque a ideia era trabalhar com marcas conhecidas pelo grande público, mas as ações podem servir de inspiração para pequenos negócios. Segundo o presidente da rede de hipermercados, Héctor Nuñez, as alterações dos produtos vão desde redução ou alteração do tipo de embalagem e matéria-prima utilizada, optando por opções recicláveis ou certificadas, à diminuição no consumo de energia, água e dos resíduos sólidos gerados. Para o desenvolvimento dos produtos sustentáveis, o Walmart ofereceu suporte técnico aos fabricantes, por meio do Centro de Tecnologia de Embalagens (Cetea), ligado ao Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), do governo de São Paulo.

Conheça os produtos que surgiram com essa iniciativa: (more…)

Livro sugere formas de educar as empresas para a sustentabilidade

livro_sustentabilidadeO empresário paranaense Rodrigo da Rocha Loures, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) e vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), lança hoje o livro Sustentatibilidade XXI – Educar e inovar sob uma nova consciência. Publicada pela Editora Gente, a obra analisa o atual comportamento das empresas em relação à sustentabilidade e aponta maneiras de educá-las para que incorporem a responsabilidade socio-ambiental aos negócios. No capítulo 5 do livro, Loures detalha as aplicações práticas de sustentabilidade adotadas por sua empresa, a Nutrimental, fabricante de barras de cereais.

Sustentabilidade XXI – Educar e Inovar sob uma nova consciência
Autor: Rodrigo da Rocha Loures
Editora Gente
Preço: R$ 59,90
256 páginas

Eco-cliente é bom?

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Em um artigo publicado na revista eletrônica dedicada à sustentabilidade da Harvard Business School, HBR Green, o professor e consultor Steve Bishop alerta as empresas para o perigo de focar ações de marketing e desenvolvimento de novos produtos na clientela ecologicamente engajada.

Segundo ele, mirar nesse consumidor não funciona por dois principais motivos:
- Companhias já bem estabelecidas podem perder sua base de compradores ao mudar a estratégia. A maior parte dos consumidores quer satisfazer as suas necessidades antes de levar em conta às necessidades do planeta. E, frequentemente, os produtos verdes não atendem às exigências da maioria das pessoas.

- As pequenas marcas segmentadas, que realmente atraem o público ambientalista, dificilmente atingem a grande massa. Essas empresas ficam presas em uma espécie de gueto verde – virtuoso, porém limitado.

Para Bishop, a solução é simples: ao invés de focar em um nicho verde, foque em comportamentos verdes que todas as pessoas comuns podem adotar. Ele acredita que as empresas interessadas na sustentabilidade não devem se preocupar em oferecer produtos verdes, e sim soluções para o cotidiano dos consumidores que também façam sentido para o meio ambiente.

O que você, leitor do nosso Papo de Empreendedor, acha disso tudo? Já pensou em alguma maneira de deixar o seu negócio mais sustentável e ajudar a sua clientela a fazer o mesmo? Conte para a gente!

Hambúrguer sem culpa

Até bem recentemente as redes de fast food iam na contramão da corrente de sustentabilidade e refeições saudáveis. Seja por sorte ou por uma incrível visão de futuro, em 1961, o americano George Propstra inaugurou a rede Burguerville com conceitos bastante atuais: a compra de matéria-prima somente de produtores locais e a formatação do cardápio de acordo com os alimentos da estação.
Hoje com 39 restaurantes, a marca exibe a sustentabilidade como diferencial para atrair a clientela. Além de garantir a compra local de carne e queijo livres de hormônios, a cadeia adotou práticas como a reciclagem do óleo (de canola, que é mais saudável) utilizado nas cozinhas, investimento em um programa de energia eólica, a compostagem dos restos de alimentos e a reciclagem dos demais resíduos.
Para ter a consciência socioambiental limpa, os consumidores da Burguerville aceitam pagar mais por seus hambúrgueres, batatas-doces fritas e milk shakes de abóbora. Se até as cadeias de fast food – historicamente vilãs do meio ambiente e da boa saúde – estão revolucionando seus modelos, o que você poderia fazer para tornar a sua empresa mais sustentável e mais vendedora?

Uma mancha na Petrobras

Os impactos negativos dos negócios sobre o meio ambiente já começam a gerar problemas para as próprias empresas. Ontem, o Conselho do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa anunciou a nova carteira de empresas comprometidas com boas práticas socioambientais. E a Petrobras ficou de fora. O vilão da estatal foi o diesel que ela produz, com alto teor de enxofre.

Segundo a ONG Nossa São Paulo (uma das 12 entidades que solicitaram a exclusão da gigante do ISE), a Petrobras não cumpriu a resolução 315/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que determina a redução do teor de enxofre no diesel comercializado no Brasil a partir de janeiro de 2009.

Em resposta, a Petrobras afirma que a resolução do Conama não está relacionada à quantidade de enxofre no diesel, e sim aos limites de emissões que os novos motores deverão atender. A estatal diz ainda que se comprometeu a fornecer o diesel S-50, com menor teor de enxofre, a partir de janeiro de 2009.

Mas não é de hoje que a sustentabilidade da Petrobras vem sendo posta à prova. Alguns fundos de pensão na Europa, por exemplo, não investem em ações da Petrobras por causa da freqüência dos derramamentos de petróleo que a envolvem.

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