Papo de Empreendedor

Papo de Empreendedor


Aplicativos para comprar melhor

 

Aplicativo para iPhone permite ver como fica o relógio da marca Nuevo, vendido pela internet, no braço do cliente

Aplicativo para iPhone permite ver como fica o relógio da marca Nuevo, vendido pela internet, no braço do cliente

Eu não tenho um iPhone, mas às vezes tenho vontade de comprar um só para poder fazer download da infinidade de aplicativos existentes e gastar horas brincando com eles (e parar de trabalhar para ter tempo suficiente para usar tantas funções…). Atualmente, existe aplicativo de iPhone para fazer (quase) tudo, até trancar o carro ou acionar o alarme a qualquer distância!

Para mim seria uma brincadeira, mas para muitos empresários os aplicativos podem ser úteis para turbinar os negócios, fazer uma ação de marketing diferenciada ou simplesmente interagir com seu público-alvo. (mais…)

A música que toca na sua loja pode interferir diretamente nas vendas

Outro dia estava em um restaurante e notei que algo estava me irritando no ambiente (e contribuindo para que eu ficasse agitada, impaciente e comesse rápido demais): a música. Na contramão desse acontecimento, em outro momento,  em uma loja de roupas femininas, me surpreendi com uma cliente elogiando a música ambiente e perguntando à vendedora se, por acaso, a loja teria outras indicações de trilhas sonoras.

A música ambiente de um estabelecimento comercial é um fator que deve ser levado em consideração e merece uma atenção especial do empresário, pois contribui diretamente para o tempo de permanência do cliente no local, bem como para o seu estado de espírito, o que pode levá-lo a consumir mais, ou menos.

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Site comete erro, vende produtos a US$ 49,95 e perde US$ 1,6 milhão em seis horas

A história a seguir serve de lição para todos os empreendedores do mundo virtual. O mecanismo de precificação eletrônica do site 6pm.com — pertencente à gigante Zappos — foi atualizado e o programador esqueceu alguns códigos, o que gerou uma nova regra em que os preços máximos de alguns produtos foram fixados em US$ 49,95. A pane durou de meia noite às seis horas da manhã. Quando a empresa descobriu o erro, o site foi tirado do ar para ser consertado.  Mas o estrago já estava feito.

Aaron Magness, diretor de marketing e desenvolvimento da Zappos, informou que a empresa honrará todas as compras realizadas no período, o que representará um prejuízo de US$ 1,6 milhão. “Apesar de termos certeza de que foi um grande negócio para os consumidores, foi um acidente, e nós tivemos grandes prejuízos vendendo produtos muito abaixo dos custos reais”, escreveu o executivo em uma nota postada no blog da companhia.

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Prestar atenção no cliente ajuda a inovar

Podemos pensar que uma Kombi de lanches rápidos - cachorro quente, hambúrguer e misto quente - localizada numa rua com mais alguns concorrentes dificilmente vai conseguir se destacar das demais. Afinal, os produtos servidos e os preços são parecidos.

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Mais uma rede social que promete fazer barulho: Foursquare

Já ouviu falar do Foursquare? Pois ele está completando, agora em março, um ano de vida e já tem 500 mil usuários no mundo. Trata-se de uma rede social, daquelas em que o sujeito tem que se cadastrar para entrar. E tem que cadastrar também um celular, do tipo smarthphone. Aí começa a brincadeira.

blog-foursquareCada vez que o cadastrado entra num estabelecimento comercial, ela avisa, com um click no celular, onde está. Faz, no linguajar da rede, o “check in”. E, quanto mais check ins, mais pontos acumula.  Quem frequenta muitas vezes o mesmo lugar, acaba ganhando o título de mayor (curador) dali. O título fica com essa pessoa até que alguém a ultrapasse em frequência, “roubando” o tal título. Os usuários também ganham badgets (emblemas) por descobrir lugares novos, por escrever resenhas e impressões de suas visitas. Enfim, é um jogo que estimula as pessoas a saírem de casa, a visitarem e recomendarem lugares.

Você, que tem uma loja, uma escola, um hotel ou um restaurante, vai me perguntar: e eu com isso? (mais…)

De porta em porta

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Disputar o bolso do consumidor está cada vez mais difícil, não há como negar. Não é à toa que as grandes marcas buscam cada dia mais novos canais de venda, mesmo que para isso ingressem em searas dominadas pela concorrência. É o que deve acontecer em breve com O Boticário, a maior rede de franquias de beleza do país. A empresa acaba de abrir um gigantesco centro de distribuição e criou um novo braço da holding que, segundo comentários de bastidores, configuram-se como os primeiros passos em direção à venda direta. Isso mesmo, ao tradicional mercado de venda porta a porta, reduto da multinacional Avon e da concorrente Natura. A disputa será acirrada. Não há nada confirmado, mas é difícil acreditar que o novo projeto não ganhe corpo rapidamente, afinal nove entre dez especialistas em varejo afirmam que o futuro está na venda multicanal. Quem não investir na diversificação, garantem, será engolido. É esperar para ver.

Duas histórias para pensar ao vender seu produto

ipad4Já virou folclore a mania de Steve Jobs, fundador da Apple, de elogiar exageradamente seus produtos. “Fenomenal”, “revolucionário”, “mágico”, “deslumbrante” e “inacreditável” são algumas palavras recorrentes em seu vocabulário. Mas exagerar ao falar bem de um produto é uma tática de risco. (mais…)

Nem sempre preço baixo vende mais

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Derrubar a qualidade do produto para manter preços competitivos é uma estratégia adotada por muitas empresas, eu arriscaria dizer que pela maioria, até por uma questão de sobrevivência neste país.

Foi isso que aconteceu com o pão de queijo Forno de Minas, que após ser vendido para duas empresas americanas, a princípio a Pilsbury Company e depois a General Mills, teve sua receita alterada. No entanto,  o preço menor comprometeu a qualidade do alimento e uma das marcas mais famosas da iguaria mineira viu seu mercado reduzir cerca de 50%.

Então, o pão de queijo Forno de Minas voltou para onde ele jamais deveria ter saído: para Belo Horizonte, local em que vive e ainda empreende a família Mendonça, criadora da marca e da receita. Ora, se nem paulistas, que estão logo abaixo no mapa,  conseguem fazer um pão de queijo tão gostoso quanto os mineiros, era de se imaginar que norte-americanos não conseguiriam.

Agora, a família garante que nem que fique mais caro, o pão de queijo vai voltar a sua receita original: com ovos pasteurizados, para ficarem mais amarelados, com polvilho doce, leite integral líquido e queijo! Queijo o suficiente para dar sabor de pão de queijo.

O produto reformulado deve chegar ao mercado de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro ainda neste mês. Nos outros estados não há previsão.

Ficamos na expectativa de um lanche da tarde mais saboroso, mas a lição já saiu do forno.

Trabalhe em casa… com um chefe virtual!

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Do suplemento semanal do New York Times

O trabalho executado a partir da própria casa pode ser um antro de tentações . Se o funcionário não tiver disciplina, pode ser enredado em inúmeras outras atividades. Foi com base no aumento dessa prática de trabalhar de casa e no crescente número de gerentes receosos de que sua produção pudesse cair que a LiveOps, empresa americana da Califórnia, bolou um método informatizado, remoto e inteligente de controlar a produção dos “agentes domésticos”.

Existem outras empresas que reúnem força de trabalho para terceirizar o serviço de call center. Mas a diferença da LiveOps é que, se uma empresa usuária do software quer que os agentes de vendas convençam quem já ligou a comprar outros produtos, o software direciona a ligação para os agentes mais produtivos, que vendem melhor. Assim, esses agentes têm mais oportunidades.

O executivo-chefe da empresa, Maynard Webb, responde à primeira questão despertada por esse método: e os agentes que não vendem tão bem? “Ninguém é demitido. Eles simplesmente recebem menos trabalho.” É um sistema que valoriza funcionários mais produtivos, mas pode dificultar a entrada de novos profissionais. Além disso, dá margem a uma corrida frenética pela produtividade e prejudica muito aqueles profissionais que se afastam por algum período do trabalho. O rateio do software guia-se apenas pelos números.

Webb considera que o modelo pode ser expandido para outras áreas de trabalho: varejo, editoras, direito, todas aquelas cuja produção pode ser medida. E defende que o trabalho a partir de casa com medição de produtividade é o precursor de um novo modelo de trabalho. “A economia fica melhor. Sem prédios. Sem benefícios aos funcionários.” Garante, ainda, que não estão tendo dificuldade alguma em encontrar funcionários que queiram trabalhar nesse modelo.

E você, concorda com o executivo-chefe? Usaria esse modelo para seus funcionários?

Cliente espião

Quando caminho pelas ruas ou pelos corredores de um shopping, costumo bancar o cliente espião. Entro nas lojas para perguntar preços, condições de pagamentos e, assim, analisar o atendimento, fator essencial para o sucesso de qualquer negócio.
O teste é suficiente para perceber que muitos estabelecimentos vendem bem menos do que seu potencial porque têm na linha de frente pessoas despreparadas e com má vontade para atender – o problema pode estar no esquema de comissões, mas quem tem que resolver não é o consumidor.

Nada mais irritante do que o vendedor que atende o cliente e ao mesmo tempo se dirige ao colega do lado, continuando um assunto pessoal que os dois já estavam discutindo, só para citar um exemplo. Dificilmente volto a um estabelecimento como esse, mesmo que precise realmente comprar algo que é vendido ali. Em compensação, confesso que nessas andanças chego a fazer compras, ainda que não tenha planejado, simplesmente porque o vendedor me “fisgou” com um papo convincente, boa vontade e profissionalismo. E ainda viro cliente. Por isso, quando as pessoas que sonham em empreender me perguntam que tipo de negócio dá dinheiro, eu costumo responder: “os que, antes de mais nada, oferecem bom atendimento.” Simples assim.

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