Clientela virtual

O consumidor está menos fiel aos canais tradicionais de venda. Cada vez mais, os compradores de todo o mundo utilizam os meios digitais – internet, celular e TV interativa – para conhecer produtos e serviços e comparar qualidade e preço antes da compra. Essas novas características do consumidor afetam diretamente o varejista, que precisa se adaptar aos canais digitais de venda e relacionamento para atender as exigências da clientela do futuro.
Confira as principais conclusões do estudo “Neoconsumidor. Decifra-me ou te devoro”, conduzido em 11 países e apresentado hoje pela consultoria especializada em varejo GS & MD – Gouvêa de Souza:
- 73% dos internautas já utilizam a web para fazer comparação de preços. Isso gera um efeito econômico, reduzindo a rentabilidade das empresas
- O marketing tradicional já começa a perder espaço para as novas mídias, obrigando as marcas a rever suas estratégias de comunicação
- 53% dos consumidores brasileiros já ficam incomodados se suas lojas preferidas não venderem também pela internet. Se o seu público-alvo tem mais de 25 anos e renda mensal entre R$ 6.600 a R$ 9.800, você precisa ter ainda mais pressa para entrar no comércio eletrônico
- 42% dos brasileiros gostariam de receber promoções e propagandas pelo celular, especialmente a clientela entre 25 e 44 anos, das classes C e D
E então, o seu negócio está preparado para conquistar o novo consumidor?



















setembro 16th, 2009 at 4:03 pm
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setembro 17th, 2009 at 7:27 am
No Brasil há um problema dos provedores de serviços de internet: poucos são realmente confiáveis. Em sua maioria, os provedores limitam-se a desenvolver páginas escandalosas, carregadas de imagens e que não dão ao usuário uma boa experiência de navegação. Assim, há lojas virtuais que são impossíveis de usar, principalmente pela demora na resposta.
É importante, a quem procura por um serviço desses, saber que o desenvolvimento de um site voltado para e-commerce tem o mesmo custo que o desenvolvimento de um sistema: não é barato. E além disso, precisa-se de um serviço permanente de manutenção preventiva e corretiva. O site é software e software tem defeitos.
Quem precisa de um site de e-commerce precisa saber que o site precisa ser bem rankeado no Google através de técnicas de SEO, uma disciplina ainda em fase embrionária no Brasil.