Entre nuvens e licenças
Ao som de “Eye of the tiger”, trilha sonora do filme Rocky, Steve Ballmer, presidente da Microsoft, sobe ao palco e no melhor estilo ‘showman’. Fez gestos de boxeador e gritou que estava feliz por estar ao lado de seu público predileto: “desenvolvedores, desenvolvedores e desenvolvedores!” Na sua primeira visita ao Brasil, desde que assumiu o cargo máximo na maior desenvolvedora de software, Ballmer falou sobre a estratégia global da Microsoft. A boa nova é que os gigantes do software estão de olho nas pequenas e médias empresas. Como? Com a computação nas nuvens. Ele disse que ao trocar os softwares instalados em cada computador por programas pela internet (pagos por mês ou ano), terá uma particularidade no Brasil: em vez das grandes corporações, a meta no país, “é dominar os computadores de padarias”, afirma Ballmer. “Já que a economia brasileira tem uma participação enorme de empresas de pequeno e médio porte.”
Mas, a Microsoft entra na computação nas nuvens de uma forma diferente. Eles apostam na instalação do software no computador, como é feito normalmente, e usar algumas funções na internet. Ballmer disse que as pessoas gostam de programas instalados em seus computadores, elas gostam do fato de poderem configurar e utilizar da forma que melhor convém. Eu fiquei pensando sobre o assunto. Acho que as empresas ainda estão acostumadas a ter seus dados bem próximos. Porém, isso deve mudar em breve. A internet está mais segura, permite armazenar muito mais dados e o melhor: sem investir muito em equipamentos e softwares. Agora quero ouvir a sua opinião: você aposta na computação nas nuvens? Ou quer continuar a usar o sistema tradicional de licenças?




















